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	<title>AgroCeleiro &#187; vegetais comercializados</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Pesquisa confirma segurança para consumo dos vegetais comercializados no país</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2021 15:02:35 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
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		<description><![CDATA[Levantamento mostra que 89% das amostras estão em conformidade. Resíduos de defensivos encontrados em algumas culturas não apontam risco agudo para consumo, segundo Anvisa Pesquisa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), realizada em 2019 e 2020, e divulgada nesta sexta-feira (19), no Diário Oficial da União, mostra que 89% das amostras de produtos de origem [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #555555;">Levantamento mostra que 89% das amostras estão em conformidade. Resíduos de defensivos encontrados em algumas culturas não apontam risco agudo para consumo, segundo Anvisa</span></p>
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<p style="color: #555555; text-align: justify;"><a class="external-link" style="font-weight: 500; color: #1351b4;" title="" href="https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiNWI5OTZhNDctMDI4My00NDJiLTk2ZjEtODhiYTNhN2RlZjA1IiwidCI6ImMwOTU0YmJhLTE2MjEtNDVlNi05YWZiLTc3Njc3MzYwNzZjOSJ9" target="_blank" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Os resultados são referentes ao PNCRC/Vegetal</a>, que tem como objetivo monitorar e fiscalizar os resíduos de defensivos agrícolas e de contaminantes químicos e biológicos em produtos de origem vegetal nacionais e importados. Desde 2019, quando a fiscalização passou a autuar as irregularidades, o Mapa já aplicou mais de R$ 4 milhões em multas.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Segundo o levantamento, dos 89% de conformidade apontados nas análises, 49% não apresentaram nenhum resíduo e contaminante e outros 40% apresentaram valores abaixo do Limite Máximo de Resíduos (LMR) estabelecido no Brasil.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Apenas 11% das amostras apresentaram algum tipo de inconformidade. Desse total, 10 pontos percentuais representam inconformidades relacionadas a resíduos de defensivos agrícolas e um ponto percentual mostrou a presença de contaminantes, como <em style="color: #555555;">Salmonella</em> e micotoxinas.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Dos produtos que apresentaram inconformidades pelo uso de defensivo agrícola não permitido para a cultura, temos o feijão comum (<i style="color: #555555;">Phaseolus vulgaris</i>) e o feijão-de-corda (<i style="color: #555555;">Vigna unguiculata</i>). O Mapa autuou as empresas embaladoras dos produtos e vem trabalhando em conjunto com a Associação Brasileira da Indústria do Feijão (Abifeijão), Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses (Ibrafe), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e Associação Brasileira de Feijões e Legumes Secos (Abrafe) estratégias de monitoramento de resíduos e rastreabilidade de produtos. Uma ação já adotada pelos embaladores é a execução de teste rápido para resíduos de defensivos no recebimento dos feijões.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Segundo parecer da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as irregularidades encontradas nos feijões não apresentam risco agudo no consumo desses alimentos.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">&#8220;O estabelecimento dos procedimentos fiscais nas coletas de amostras do PNCRC foi muito importante. Ao passo que o Mapa continua monitorando a situação dos produtos, já é possível a responsabilização dos agentes da cadeia produtiva, nos casos de não conformidade&#8221;, explica o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal, Glauco Bertoldo. Até 2019, as irregularidades detectadas pelo PNCRC eram apenas notificadas aos infratores.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold; color: #555555;">Análises</strong></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">O PNCRC analisou no período 37 produtos de origem vegetal: amêndoa, avelã, amendoim, amêndoa de cacau, arroz, alho, alface, abacaxi, batata-inglesa, banana, beterraba, café grão verde, café torrado e moído, castanha de caju, castanha do Brasil, cebola, cevada malteada, citros, cenoura, farinha de trigo, feijão comum (<i style="color: #555555;">Phaseolus vulgaris</i>), feijão-de-corda (<i style="color: #555555;">Vigna unguiculata</i>), goiaba, kiwi, manga, mamão, maçã, milho, melão, morango, pimenta do reino, pera, pimentão, soja, trigo, tomate e uva.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Ao todo, foram 2.601 amostras coletadas e encaminhadas para análises na Rede Nacional de Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária (Rede LFDA). As amostras são oficiais e coletadas por auditores fiscais federais agropecuários em propriedades rurais, estabelecimentos beneficiadores e em centrais de abastecimento.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">As análises do PNCRC são feitas em amostras de produtos nacionais e importados. No período, foram analisados 91% de produtos nacionais e 9%, importados.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Dentre os produtos de origem vegetal que apresentaram 100% de conformidades no período, temos alho, amêndoa, avelã, café, castanha de caju, castanha do Brasil, cebola, cevada malteada, manga e pimenta do reino. Nas inconformidades, abaixo de 70% (a maioria por uso de produtos não permitidos para a cultura) aparecem feijão comum, goiaba, morango, feijão-de-corda e pimentão.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">O Mapa utiliza métodos de controle e fiscalização da Instrução Normativa Conjunta nº 02 de 2018, que estabelece a obrigatoriedade de rastreabilidade por todos os entes da cadeia de produção e comercialização de produtos de origem vegetal.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">O Plano do Ministério da Agricultura, em conjunto com o Programa de Análise de Resíduos em Alimentos (PARA), realizado pela Anvisa, formam o sistema de monitoramento de resíduos de agrotóxicos em alimentos no Brasil.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold; color: #555555;">Defensivos agrícolas</strong></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Das 2.601 amostras coletadas, 1.777 foram direcionadas para o monitoramento de ocorrência de resíduos de defensivos agrícolas, sendo 1.521 amostras conformes e 256 não conformes.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">As violações em produtos nacionais chegaram a 14%. Desses, 10% foram de defensivos agrícolas não permitidos para a cultura &#8211; que não significa, necessariamente, risco para a saúde dos consumidores &#8211; e 4% com uso acima do limite máximo de resíduos – que indica uso inadequado do produto, não seguindo as orientações da bula.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">“Neste biênio, não constatamos nenhuma violação por agrotóxicos proibidos no Brasil nas análises, o que demonstra a segurança dos produtos brasileiros”, destaca Bertoldo.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">MAPA</p>
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