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	<title>AgroCeleiro &#187; Variedades de feijão</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Brasil desenvolve feijão resistente a doença bacteriana quarentenária</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2020 15:41:52 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
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		<description><![CDATA[A Embrapa obteve a primeira variedade brasileira de feijão carioca resistente ao crestamento bacteriano aureolado (Pseudomonas syringae pv. phaseolicola). Trata-se de uma doença ainda não registrada no país, mas amplamente difundida pelo mundo e presente em países vizinhos como Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Venezuela. A variedade foi desenvolvida por meio de melhoramento genético preventivo, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Embrapa obteve a primeira variedade brasileira de feijão carioca resistente ao crestamento bacteriano aureolado (<em style="color: #555555;">Pseudomonas syringae pv. phaseolicola</em>). Trata-se de uma doença ainda não registrada no país, mas amplamente difundida pelo mundo e presente em países vizinhos como Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Venezuela. A variedade foi desenvolvida por meio de melhoramento genético preventivo, que estuda doenças e pragas de alto risco para as principais espécies agrícolas antes que elas cheguem ao território nacional. Essa pesquisa contou com o apoio da Universidade Federal de Goiás (UFG), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O estudo partiu da identificação, dentro do acervo do Banco Ativo de Germoplasma (BAG) da Embrapa Arroz e Feijão, de duas linhagens de feijão: BelNeb-RR1 e ZAA-43, conhecidas por terem cada uma delas um gene de resistência ao crestamento bacteriano aureolado. Ambas foram cruzadas com a variedade <a style="font-weight: 500; color: #1351b4;" href="https://www.embrapa.br/busca-de-solucoes-tecnologicas/-/produto-servico/580/feijao---brs-estilo" target="_blank"><span style="color: #000000;">BRS Estilo</span></a>, que é uma cultivar de feijão da Embrapa com grão de qualidade comercial carioca. </span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Como o crestamento bacteriano aureolado é uma doença quarentenária, não presente no Brasil, não era possível testar o sucesso da  incorporação dos genes de resistência à BRS Estilo na presença do patógeno, no campo ou em casa de vegetação. Nesse caso, a solução foi utilizar conhecimentos oriundos do melhoramento genético preventivo para verificar se houve de fato a introdução da herança genética desejada na variedade. Para isso, foi utilizada a técnica de marcadores moleculares, que funcionam como <span dir="RTL">“</span>chips” que ajudam a analisar o DNA e identificar a inserção de genes na planta.  </span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span dir="RTL">“</span>A pesquisa foi realizada utilizando a seleção assistida por marcadores moleculares aplicados ao genoma do feijoeiro. Nesse caso, foram utilizados marcadores SSR (<em style="color: #555555;">Simple</em> <em style="color: #555555;">Sequence Repeat</em>), que atestaram a presença dos dois genes de resistência após o avanço de gerações, via retrocruzamento, com a cultivar BRS Estilo. Esses genes apresentam ação dominante e conferem resistência a oito das noves raças conhecidas da bactéria”, conta a pesquisadora da Embrapa Paula Torga<a style="font-weight: 500; color: #1351b4;" href="https://www.embrapa.br/equipe/-/empregado/356695/paula-pereira-torga" target="_blank"><span style="color: #000000;">,</span></a> uma das coordenadoras desse trabalho.     </span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O próximo passo da pesquisa é a validação da resistência incorporada à BRS Estilo, expondo a variedade ao contato direto com a doença, o que será feito fora do Brasil para não colocar em risco as lavouras nacionais. Os testes serão conduzidos em parceria com instituições de pesquisa internacionais que farão a prova final em ambiente controlado de casa de vegetação e também em campo.</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">MAPA</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">
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