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	<title>AgroCeleiro &#187; vacinação</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Há 11 anos sem registro de aftosa, país é considerado livre da doença com vacinação</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Dec 2018 15:05:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Neste ano, durante a reunião anual da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), em Paris, a entidade anunciou o Brasil como país livre da febre aftosa com vacinação. A certificação oficial pela OIE, de que todo o território nacional é livre da doença com vacinação, contribuiu para ampliar e abrir novos mercados internacionais às carnes [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Neste ano, durante a reunião anual da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), em Paris, a entidade anunciou o Brasil como país livre da febre aftosa com vacinação. A certificação oficial pela OIE, de que todo o território nacional é livre da doença com vacinação, contribuiu para ampliar e abrir novos mercados internacionais às carnes brasileiras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><!--StartFragment-->Certificação foi concedia em maio pela Organização mundial de Saúde Animal<!--EndFragment--></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em discurso na abertura da 86ª Sessão da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa) disse que o reconhecimento do Brasil como país livre da aftosa com vacinação é “a vitória de uma longa e dura trajetória de muita dedicação de pecuaristas e do setor veterinário oficial brasileiro”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“É motivo de muito orgulho dos brasileiros que lutaram e lutam para o bem do Brasil&#8221;, disse ainda o ministro. E parafraseando o pensador Jean Cocteau: “Não sabendo que era impossível, nós brasileiros fomos lá e fizemos”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em abril, o ministério realizou a Semana Brasil Livre da Febre Aftosa para celebrar o esforço de todos os órgãos oficiais de defesa sanitária do país, produtores e indústria pecuária para erradicar a doença do território nacional. Completaram-se 11 anos sem registro de ocorrência de aftosa no país.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Próxima etapa</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O ministro lembrou que o próximo estágio é o Brasil atingir o status de País livre de aftosa sem vacinação. Santa Catarina é o único estado reconhecido desde 2007 como livre sem vacinação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Nosso novo grande desafio é enfrentar a etapa final do processo de erradicação da doença em nosso país e na América do Sul, ampliar nossas zonas livres sem vacinação, e, em especial no Brasil, alcançar a condição de País Livre de Aftosa Sem Vacinação. Assim, esperamos seguir contribuindo com a erradicação da febre aftosa no mundo, oferecendo aos mercados produtos cada vez melhores e saudáveis para a segurança alimentar mundial”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Conforme prevê o Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PNEFA), a partir de maio do próximo ano, Acre e Rondônia, além de municípios do Amazonas e de Mato Grosso, começarão a abolir a vacinação. A previsão é que até maio de 2021 todo o país deixe de vacinar o rebanho e, até maio de 2023, o país inteiro poderá ser reconhecido pela OIE como livre da aftosa sem vacinação.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: MAPA</p>
<p><!--EndFragment-->&nbsp;</p>
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		<title>Prorrogado até 15 de junho prazo de vacinação contra febre aftosa</title>
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		<pubDate>Wed, 30 May 2018 13:48:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A atual etapa de vacinação conta a febre aftosa, com previsão de encerramento para esta quinta-feira, está prorrogada até o dia 15 de junho, conforme anunciou hoje (30) o diretor do Departamento de Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação (SEAPI), Antônio Carlos Ferreira Neto. Atendendo solicitação de entidades do sistema produtivo ligado [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; color: #000000;"><strong><span style="color: #000000;">A atual etapa de vacinação conta a febre aftosa, com previsão de encerramento para esta quinta-feira, está prorrogada até o dia 15 de junho, conforme anunciou hoje (30) o diretor do Departamento de Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação (SEAPI), Antônio Carlos Ferreira Neto.</span></strong></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;"><strong><span style="color: #000000;">Atendendo solicitação de entidades do sistema produtivo ligado à pecuária de corte e do leite (Farsul e Fetag), a secretaria encaminhou o pedido ao Ministério da Agricultura que, em razão dos problemas decorrentes da greve dos caminhoneiros, decidiu autorizar a prorrogação em todo o país.</span></strong></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;"><strong><span style="color: #000000;">Conforme orientação do diretor do DDA, o produtor que ainda não vacinou seu rebanho deve procurar as casas agropecuárias para adquirir as doses necessárias, fazer a aplicação e, posteriormente, comprovar a imunização perante a inspetoria veterinária de seu município.</span></strong></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;"><strong><span style="color: #000000;">Conjuntamente à aplicação da vacina, o produtor deverá fazer a “declaração anual de rebanho”, cujo prazo de entrega também foi prorrogado por 15 dias. Ferreira Neto alerta que o não cumprimento destas exigências poderá acarretar penalizações.</span></strong></p>
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		<title>Conheça dicas essenciais para o bom resultado na hora de vacinar seu rebanho bovino</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jul 2017 12:52:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Além do uso de tecnologias, a adoção de boas práticas é fundamental para o sucesso das atividades na agricultura e pecuária. No caso de bovinos, as boas práticas de vacinação têm como principal finalidade prevenir a ocorrência e a disseminação de doenças. Além de promover o bem-estar animal, a vacinação minimiza os prejuízos econômicos provocados [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #000000;">Além do uso de tecnologias, a adoção de boas práticas é fundamental para o sucesso das atividades na agricultura e pecuária. No caso de bovinos, as boas práticas de vacinação têm como principal finalidade prevenir a ocorrência e a disseminação de doenças. Além de promover o bem-estar animal, a vacinação minimiza os prejuízos econômicos provocados pelas doenças, como perdas na produção e reprodução, tanto em gado de corte quanto de leite.</p>
<p style="color: #000000;">A pesquisadora da Embrapa Gado de Corte, Vanessa Felipe de Souza, explica que é necessário associar o uso de produtos confiáveis e os cuidados na aplicação, com boas condições de saúde para que o animal possa desenvolver uma resposta imune satisfatória.</p>
<p style="color: #000000;">Ela acrescenta que a maioria dos problemas relacionados à vacinação ocorrem durante a aplicação, que resultam em lesões no local de aplicação e acidentes durante o manejo, que podem levar à redução de rendimento da carcaça pela remoção de partes impróprias para consumo durante a toalete no frigorífico. Para obter o máximo de benefícios da vacinação é preciso seguir alguns cuidados de boas práticas.</p>
<p style="color: #000000;">É bom lembrar que a seringa – ou pistola – e o frasco em uso devem ser mantidos dentro da caixa de isopor enquanto a vacina não estiver sendo aplicada, assim como todos os equipamentos devem ser mantidos em local limpo no decorrer dos trabalhos. A pesquisadora destaca que a questão da higiene é fundamental na hora da vacinação e recomenda a desinfecção de agulhas e pistolas, por fervura em água, durante pelo menos 15 minutos. “Além disso, durante a vacinação, deve ser feita a troca de agulha, por exemplo, a cada dez animais ou recarga da pistola. A introdução repetida de agulhas já utilizadas no frasco predispõe a contaminação do produto e pode provocar abscessos nos animais. Ao final da vacinação, seringas e pistolas devem ser guardadas depois de lavadas, desinfetadas e secas”, explica.</p>
<p style="color: #000000;">Ela lembra que é recomendado que os animais sejam contidos individualmente no tronco para a aplicação da vacina, pois isso diminui o risco de quebra de agulhas, refluxo do produto, perda de doses e acidentes com trabalhadores e animais. “A vacinação deve ser feita, preferencialmente, nos períodos mais frescos do dia, com tranquilidade, sem correrias e barulhos excessivos, a fim de evitar estresses desnecessários”, complementa.</p>
<p style="color: #000000;">Animais doentes ou submetidos a atividades desgastantes, como longas caminhadas ou viagens, não devem ser vacinados. Nunca devem ser utilizadas agulhas sujas, enferrujadas ou com pontas rombudas. Após a primeira vacinação contra alguma doença é preciso aplicar uma segunda dose, aproximadamente quatro semanas depois ou a critério do médico veterinário (exceto para vacinação contra brucelose, em que uma única dose é indicada para fêmeas de três a oito meses de idade).</p>
<p style="color: #000000;">O procedimento é importante para alcançar os níveis desejados de proteção, pois em muitos casos a resposta a uma única dose pode ser baixa e de curta duração, principalmente quando ainda existe a presença de anticorpos maternos. Dependendo da doença, o intervalo para os reforços vacinais pode variar, por isso é importante o acompanhamento por um médico veterinário, que irá orientar sobre quais vacinas são indicadas em cada caso específico, assim como o período mais adequado para aplicação, a fim de evitar os prejuízos causados pela ocorrência de doenças que podem ser prevenidas pela vacinação.</p>
<p style="color: #000000;">Embrapa</p>
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