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	<title>AgroCeleiro &#187; Vacas de leite</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Rebanho leiteiro cuidado em relação à tuberculose e à brucelose</title>
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		<pubDate>Mon, 28 May 2018 15:58:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na hora de comprar animais, a garantia de sanidade precisa vir em primeiro lugar O produtor que pretende iniciar ou ampliar um plantel de gado leiteiro tem de, necessariamente, antes da compra, exigir do vendedor laudos que comprovem a sanidade dos animais e que garantam, sobretudo, que eles não estão infectados pelas bactérias da tuberculose [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4><span style="font-weight: 300; color: #000000;">Na hora de comprar animais, a garantia de sanidade precisa vir em primeiro lugar</span></h4>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">O produtor que pretende iniciar ou ampliar um plantel de gado leiteiro tem de, necessariamente, antes da compra, exigir do vendedor laudos que comprovem a sanidade dos animais e que garantam, sobretudo, que eles não estão infectados pelas bactérias da tuberculose e da brucelose, doenças crônicas e incuráveis que levam ao descarte de animais. Essa é a garantia para não ser surpreendido depois por problemas desse tipo e ter de arcar com os prejuízos e riscos de contaminação de todo o rebanho. </span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Caso o proprietário não disponha de laudos para essas duas doenças, o comprador deve solicitar que os animais sejam testados, na propriedade do vendedor, e por veterinários credenciados. Os resultados saem de imediato. “Em relação à brucelose e à tuberculose, todo o cuidado é pouco”, afirma o médico veterinário Ricardo Jordão, responsável técnico do Laboratório de Produção de Imunobiológicos do Instituto Biológico de São Paulo, que produz antígenos para a detecção dessas doenças. “Até mesmo animais já vacinados contra brucelose ou provenientes de propriedades certificadas como livres de brucelose e tuberculose devem ser testados previamente, antes da compra, a fim de se evitar riscos de propagação das doenças”, ressalta.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">A brucelose e a tuberculose bovinas se espalham por todo o território nacional, mas algumas regiões se destacam.</span></p>
<h2 data-fontsize="18" data-lineheight="27"><span style="color: #000000;">Brucelose</span></h2>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">A brucelose é uma doença infectocontagiosa crônica que atinge bovinos de todas as idades e de ambos os sexos. Provoca abortos, retenções da placenta, metrites, subfertilidade, infertilidade, nascimento de animais fracos e queda na produção de leite. Os animais contaminados têm de ser mortos, segundo determinação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).</span></p>
<h2 data-fontsize="18" data-lineheight="27"><span style="color: #000000;">Tuberculose</span></h2>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Em bovinos, a tuberculose causa lesões em diversos órgãos e tecidos, como pulmões, fígado, baço e até nas carcaças e no úbere. Dependendo da fase da infecção, os animais podem apresentar emagrecimento acentuado e tosse, mas, muitas vezes, não há sintomas perceptíveis. Nesse caso, a tuberculose se torna crônica, causa queda na produção leiteira e pode ser transmissível para o homem tanto pelo leite como pela aspiração de gotículas de saliva de animais contaminados.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">É o caso do Centro-Oeste, com prevalência mais elevada da brucelose. Em relação à tuberculose, a prevalência de focos (propriedades com pelo menos um animal infectado) ocorre mais no Espírito Santo e em Minas Gerais.</span></p>
<h2 data-fontsize="18" data-lineheight="27"><span style="color: #000000;">Certificação</span></h2>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">O impacto negativo dessas doenças sobre a pecuária e a saúde humana é tão grande no Brasil que, em 2000, o Mapa implementou o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (PNCEBT). Além da intenção de reduzir a prevalência e a incidência de novos casos em todo o país, o Programa objetiva criar um número significativo de propriedades certificadas ou monitoradas que ofereçam ao consumidor produtos de baixo risco sanitário.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;"> “É recomendável, portanto, que os compradores busquem essas propriedades na hora de adquirir novas cabeças”, diz Jordão. “Ainda assim, o comprador deve exigir novos testes de detecção de tuberculose e de brucelose nos animais desejados, pois pode ser que o plantel tenha recebido algumas cabeças recentemente e alguma delas esteja contaminada, com a doença em fase de incubação”, salienta. Até mesmo as fêmeas vacinadas contra a brucelose devem ser submetidas aos testes, “pois nenhuma vacina dá 100% de garantia de que o animal não seja infectado”.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Os testes devem ser realizados na propriedade do vendedor, pelo veterinário de campo, de preferência com a presença do comprador. O de brucelose é feito in vitro, após coleta de sangue dos animais, e o de tuberculose in vivo, e são dois: o primeiro é simples, de rotina, realizado com o antígeno da bactéria tuberculina bovina, e o segundo, feito em seguida, com antígenos da tuberculose bovina e da aviária.</span></p>
<address style="color: #000000;"><span style="font-weight: 300; color: #000000;">Por: Vera Campos</span></address>
<address style="color: #000000;"><span style="text-decoration: underline; color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">P<a href="https://portaldbo.com.br/quando-errar-e-fatal/" target="_blank"><span style="color: #0000ff; text-decoration: underline;">ortal DBO</span></a></span></span></span></address>
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		<title>A Importância da Atividade leiteira no RS</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Dec 2017 22:29:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<description><![CDATA[A Atividade caracteriza-se por ser grande geradora de emprego, renda e tributos, desta forma as políticas públicas, que visem gerar emprego e renda, deveriam tomar a atividade leiteira como prioritária. O Rio Grande do Sul é o segundo maior produtor de leite do país, com mais de 3,634 bilhões de litros anuais (IBGE &#8211; 2010), significando [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #545454;"><strong><span style="color: #000000;">A Atividade caracteriza-se por ser grande geradora de emprego, renda e tributos, desta forma as políticas públicas, que visem gerar emprego e renda, deveriam tomar a atividade leiteira como prioritária.</span></strong></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">O Rio Grande do Sul é o segundo maior produtor de leite do país, com mais de 3,634 bilhões de litros anuais (IBGE &#8211; 2010), significando 12% da produção nacional. São produzidos diariamente em torno de 9,956 milhões de litros de leite. A capacidade do parque industrial do Estado, atualmente, é de 16 milhões de litros/dia.</span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">Há Pouco tempo atras o leite era uma atividade secundária para complementar a renda das famílias e diminuir o risco com o cultivo das grandes culturas isso fez com que o leite crescesse e entrasse nas propriedades que só cultivavam grãos como complemento de renda e manutenção da família. </span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">A partir dos anos 2000 a produção de leite passou a ser vista como negócio em muitas propriedade tornando a principal atividade, hoje o produtor com 10 ou 15 hectares é considerado pequeno produtor de grãos, porem se ele investir na atividade leiteira, pode vir a ser um grande produtor de leite nessa mesma área.</span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">A produtividade é uma das melhores do Brasil, chegando a 2.430 litros/vaca ordenhada por ano. Existem no Estado 441 mil estabelecimentos rurais e 134 mil produtores de leite, dos quais 70% comercializam menos de 100 litros do produto por dia (IBGE &#8211; Censo Agropecuário 2006).</span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">A produção leiteira tem um significativo potencial de crescimento no Rio Grande do Sul, pelo clima que temos, temperado, fertilidade do solo, boa disponibilidade de água, produção predominantemente à base de pasto, em pequenas propriedades com mão de obra familiar e baixo custo de produção.</span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">Os dados comprovam a importância da atividade, por isso vale ressaltar que a atividade leiteira deve ser mais valorizada.</span></p>
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