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	<title>AgroCeleiro &#187; Vaca</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Preço do leite deve subir no curto prazo, diz Cepea</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jan 2020 17:18:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A oferta de leite no mercado brasileiro deve seguir limitada em 2020, especialmente no primeiro trimestre. A projeção do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) indica que esse fato pode sustentar o preço pago ao produtor em patamar mais elevado. “Essa perspectiva está fundamentada na possível alta dos custos de produção e no recente maior [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: 300;">A oferta de leite no mercado brasileiro deve seguir limitada em 2020, especialmente no primeiro trimestre. A projeção do </span><a style="font-weight: 300; color: #428bca;" href="https://www.cepea.esalq.usp.br/br"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)</strong></span></a><span style="font-weight: 300;"> indica que esse fato pode sustentar o preço pago ao produtor em patamar mais elevado. “Essa perspectiva está fundamentada na possível alta dos custos de produção e no recente maior abate de matrizes”, comenta a entidade em relatório.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 300; color: #000000;">No caso dos custos de produção, os preços do milho e do farelo de soja, componentes da ração, têm subido no mercado brasileiro. O aumento dos valores do milho está atrelado ao forte ritmo das exportações do cereal. Há também que se considerar que, num cenário de incentivo à produção de combustíveis renováveis, o milho tem sido cada vez mais utilizado para a produção de etanol, o que pode reforçar o movimento de valorização desse cereal.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quanto ao farelo, a demanda do setor pecuário pelo derivado de soja pode se aquecer neste ano, resultando em altas nos preços. Além disso, o dólar em patamar elevado aumenta o interesse pela comercialização desses insumos no mercado externo. Para o Cepea, esse cenário pode prejudicar a relação de troca do pecuarista, principalmente no primeiro semestre.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em relação ao abate de matrizes, a alta no preço da arroba do boi gordo no encerramento de 2019 levou muitos produtores a mandarem precocemente fêmeas para o abate. “Também deve-se levar em conta que, dada a alta nos preços dos bezerros, é possível que produtores de leite invistam na criação destes animais e passem a destinar maior parte da produção de leite para a sua alimentação”, afirma o Cepea.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Tendência</strong></span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Diante desse cenário, o Cepea comenta que este ano pode ser difícil para a recuperação da produção. “É importante lembrar também que, com a valorização do dólar, as importações de leite em pó são desestimuladas, o que pode diminuir a disponibilidade de leite às indústrias”, diz o relatório. O levantamento do Cepea mostra que, neste início de ano, a concorrência entre empresas para garantir a compra de matéria-prima e abastecer seus estoques têm se elevado, resultando em altas de preços.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A entidade afirma que a dificuldade em se elevar a produção tem se mostrado como um gargalo estrutural para o setor. A principal limitação ao pecuarista é realizar investimentos de longo prazo frente às incertezas no curto prazo, o que inclui a volatilidade das cotações. Estas, por sua vez, dependem de um delicado equilíbrio entre a oferta no campo e o consumo de derivados lácteos. Em 2019, por exemplo, a previsibilidade do mercado foi afetada por duas forças antagônicas: oferta enxuta e retração da demanda – as quais levaram a uma curva de preços atípica no ano passado.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ainda que as expectativas para a produção em 2020 sejam cautelosas, é importante ressaltar que a perspectiva de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) acima de 2% é um fator positivo para diminuir as incertezas.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Como o consumo de lácteos está diretamente ligado ao aumento da renda, o crescimento econômico pode melhorar as margens da indústria (espremidas em 2019) e permitir que os preços ao produtor se mantenham em patamares elevados, mas mais alinhados ao padrão sazonal”, projeta</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;">Fonte<a href="https://www.canalrural.com.br/noticias/pecuaria/leite/preco-do-leite-deve-subir-no-curto-prazo-diz-cepea/?utm_content=112674808&amp;utm_medium=social&amp;utm_source=facebook&amp;hss_channel=fbp-117478018309485" target="_blank">: Canal Rural</a></p>
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		<title>Dados da cadeia produtiva do leite no estado do RS</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Sep 2017 15:28:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Relatório Socioeconômico da Cadeia Produtiva do Leite no Rio Grande do Sul foi divulgado, no Espaço da Emater, conveniada da Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR), durante a 40ª Expointer, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Os dados divulgados foram coletados de 1º a 30 de junho deste ano em todos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 300; color: #000000;">O Relatório Socioeconômico da Cadeia Produtiva do Leite no Rio Grande do Sul foi divulgado, no </span><span style="font-weight: 300; color: #000000;">Espaço da Emater, conveniada da Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR), durante a 40ª Expointer, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Os dados divulgados foram coletados de 1º a 30 de junho deste ano em todos os 497 municípios do estado.</span><br style="font-weight: 300; color: #000000;" /><br style="font-weight: 300; color: #000000;" /><span style="font-weight: 300; color: #000000;">O zootecnista e assistente técnico da Emater Jaime Ries apresentou o cenário atual da cadeia, que tem mais de 65 mil produtores que vendem para a indústria, cooperativas ou queijarias. O rebanho estadual conta com 1 milhão de vacas, uma média de 16,4 por produtor, que produzem 4,1 bilhões de litros de leite por ano, em uma produtividade do rebanho de 3,8 mil litros de leite por vaca/ano e 12,6 litros por vaca/dia. Já a produtividade por propriedade foi de 63 mil litros por ano; 5,25 litros por mês e 172,9 litros por dia.</span><br style="font-weight: 300; color: #000000;" /><br style="font-weight: 300; color: #000000;" /><span style="font-weight: 300; color: #000000;">Chamou a atenção a queda no número de produtores (-22,6%), do rebanho (-9,5%) e da produção (-2%), em relação a 2015. &#8220;Com a crise, muitos produtores desistiram da atividade. Seja por encontrarem outros negócios mais rentáveis, por não terem mais mão de obra disponível ou, principalmente, por estarem idosos e com falta de descendentes que deem continuidade à produção leiteira familiar&#8221;, explicou Ries.</span></p>
<p>expointer.rs.gov.br</p>
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