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	<title>AgroCeleiro &#187; Tuberculose</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Rio Grande do Sul é exemplo no combate à Brucelose e Tuberculose</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Nov 2018 14:57:47 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O trabalho de controle e erradicação da Brucelose e Tuberculose no Rio Grande do Sul vem trazendo efeitos positivos para o combate destas duas enfermidades que atingem os rebanhos do Estado e causam preocupação entre criadores e autoridades sanitárias. Em uma década, conforme dados do Departamento de Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, o percentual de casos detectados em relação ao número de animais testados vem diminuindo gradativamente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No ano de 2007, de um número de 52,84 mil animais testados, foram encontrados 455 exemplares com resultado positivo, equivalente a 0,86%. Já em 2017, o número de bovinos que passaram por testes chegou a 249,5 mil animais com 1,44 mil casos positivos, o que representa 0,57%. “É um avanço, pois houve um aumento de animais no rebanho e aumentou o número de testes”, observa a presidente do Sindicato dos Médicos Veterinários no Estado do Rio Grande do Sul (Simvet/RS), Angelica Zollin. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para a dirigente do sindicato, o Rio Grande do Sul está em situação avançada em relação a outros Estados brasileiros. Angelica explica que os gaúchos tomaram atitudes devidas em relação ao controle com normas rígidas para saneamento dos focos e regramento do trânsito de animais contaminados com tuberculose, além do regramento de vacinação de terneiras em casos de brucelose, que pode ser prevenida com imunização. “É preciso estar atento, continuar com a investigação e os testes. Também precisamos que os veterinários atuem cada vez mais para termos a sanidade do nosso rebanho mais rapidamente”, salienta.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Uma das preocupações no entanto, é com a falta de tuberculina no Estado. Neste ano houve problema de abastecimento de medicamentos. Angelica ressalta que o Brasil tinha três laboratórios produzindo o antígeno, mas agora não tem nenhum. “Precisamos trazer do Uruguai. Não podemos parar com este programa, e perder o trabalho realizado há mais de dez anos que pode nos dar o status livre de tuberculose e brucelose”, reforça.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Instituído em 2001, o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT) foi criado com o objetivo de diminuir o impacto negativo das zoonoses na saúde humana e animal e promover a competitividade da pecuária brasileira frente aos mercados internacionais. Desde 2011, o Simvet/RS aplica treinamentos com a parceria de universidades gaúchas no sentido de capacitar estes profissionais. Atualmente eles são realizados em conjunto com a Unicruz, de Cruz Alta (RS), e a Urcamp, de Alegrete (RS). Somente pelos cursos ofertados pelo sindicato, já foram formados mais de 780 profissionais que obtiveram a habilitação do PNCEBT. </span></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: O Presente Rural</p>
<p><!--EndFragment-->&nbsp;</p>
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		<title>Rebanho leiteiro cuidado em relação à tuberculose e à brucelose</title>
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		<pubDate>Mon, 28 May 2018 15:58:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na hora de comprar animais, a garantia de sanidade precisa vir em primeiro lugar O produtor que pretende iniciar ou ampliar um plantel de gado leiteiro tem de, necessariamente, antes da compra, exigir do vendedor laudos que comprovem a sanidade dos animais e que garantam, sobretudo, que eles não estão infectados pelas bactérias da tuberculose [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4><span style="font-weight: 300; color: #000000;">Na hora de comprar animais, a garantia de sanidade precisa vir em primeiro lugar</span></h4>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">O produtor que pretende iniciar ou ampliar um plantel de gado leiteiro tem de, necessariamente, antes da compra, exigir do vendedor laudos que comprovem a sanidade dos animais e que garantam, sobretudo, que eles não estão infectados pelas bactérias da tuberculose e da brucelose, doenças crônicas e incuráveis que levam ao descarte de animais. Essa é a garantia para não ser surpreendido depois por problemas desse tipo e ter de arcar com os prejuízos e riscos de contaminação de todo o rebanho. </span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Caso o proprietário não disponha de laudos para essas duas doenças, o comprador deve solicitar que os animais sejam testados, na propriedade do vendedor, e por veterinários credenciados. Os resultados saem de imediato. “Em relação à brucelose e à tuberculose, todo o cuidado é pouco”, afirma o médico veterinário Ricardo Jordão, responsável técnico do Laboratório de Produção de Imunobiológicos do Instituto Biológico de São Paulo, que produz antígenos para a detecção dessas doenças. “Até mesmo animais já vacinados contra brucelose ou provenientes de propriedades certificadas como livres de brucelose e tuberculose devem ser testados previamente, antes da compra, a fim de se evitar riscos de propagação das doenças”, ressalta.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">A brucelose e a tuberculose bovinas se espalham por todo o território nacional, mas algumas regiões se destacam.</span></p>
<h2 data-fontsize="18" data-lineheight="27"><span style="color: #000000;">Brucelose</span></h2>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">A brucelose é uma doença infectocontagiosa crônica que atinge bovinos de todas as idades e de ambos os sexos. Provoca abortos, retenções da placenta, metrites, subfertilidade, infertilidade, nascimento de animais fracos e queda na produção de leite. Os animais contaminados têm de ser mortos, segundo determinação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).</span></p>
<h2 data-fontsize="18" data-lineheight="27"><span style="color: #000000;">Tuberculose</span></h2>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Em bovinos, a tuberculose causa lesões em diversos órgãos e tecidos, como pulmões, fígado, baço e até nas carcaças e no úbere. Dependendo da fase da infecção, os animais podem apresentar emagrecimento acentuado e tosse, mas, muitas vezes, não há sintomas perceptíveis. Nesse caso, a tuberculose se torna crônica, causa queda na produção leiteira e pode ser transmissível para o homem tanto pelo leite como pela aspiração de gotículas de saliva de animais contaminados.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">É o caso do Centro-Oeste, com prevalência mais elevada da brucelose. Em relação à tuberculose, a prevalência de focos (propriedades com pelo menos um animal infectado) ocorre mais no Espírito Santo e em Minas Gerais.</span></p>
<h2 data-fontsize="18" data-lineheight="27"><span style="color: #000000;">Certificação</span></h2>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">O impacto negativo dessas doenças sobre a pecuária e a saúde humana é tão grande no Brasil que, em 2000, o Mapa implementou o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (PNCEBT). Além da intenção de reduzir a prevalência e a incidência de novos casos em todo o país, o Programa objetiva criar um número significativo de propriedades certificadas ou monitoradas que ofereçam ao consumidor produtos de baixo risco sanitário.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;"> “É recomendável, portanto, que os compradores busquem essas propriedades na hora de adquirir novas cabeças”, diz Jordão. “Ainda assim, o comprador deve exigir novos testes de detecção de tuberculose e de brucelose nos animais desejados, pois pode ser que o plantel tenha recebido algumas cabeças recentemente e alguma delas esteja contaminada, com a doença em fase de incubação”, salienta. Até mesmo as fêmeas vacinadas contra a brucelose devem ser submetidas aos testes, “pois nenhuma vacina dá 100% de garantia de que o animal não seja infectado”.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Os testes devem ser realizados na propriedade do vendedor, pelo veterinário de campo, de preferência com a presença do comprador. O de brucelose é feito in vitro, após coleta de sangue dos animais, e o de tuberculose in vivo, e são dois: o primeiro é simples, de rotina, realizado com o antígeno da bactéria tuberculina bovina, e o segundo, feito em seguida, com antígenos da tuberculose bovina e da aviária.</span></p>
<address style="color: #000000;"><span style="font-weight: 300; color: #000000;">Por: Vera Campos</span></address>
<address style="color: #000000;"><span style="text-decoration: underline; color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">P<a href="https://portaldbo.com.br/quando-errar-e-fatal/" target="_blank"><span style="color: #0000ff; text-decoration: underline;">ortal DBO</span></a></span></span></span></address>
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