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	<title>AgroCeleiro &#187; Trigo</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Retorno das chuvas favorece desenvolvimento do trigo no RS</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2021 13:27:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ A primeira metade da semana foi caracterizada por temperaturas médias no período da tarde, altas para a época, boa incidência de radiação solar e pela permanência de tempo firme. Na maioria das regiões produtoras, o tempo ficou encoberto e as chuvas voltaram, provocando queda das temperaturas. De acordo com o Informativo Conjuntural, produzido e publicado [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> A primeira metade da semana foi caracterizada por temperaturas médias no período da tarde, altas para a época, boa incidência de radiação solar e pela permanência de tempo firme. Na maioria das regiões produtoras, o tempo ficou encoberto e as chuvas voltaram, provocando queda das temperaturas.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o Informativo Conjuntural, produzido e publicado nesta quinta-feira (22) pela Gerência de Planejamento da Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), esse cenário favoreceu o desenvolvimento do trigo no Rio Grande do Sul, fazendo o plantio chegar a 97% da área prevista, sendo que 97% está fase de germinação e desenvolvimento vegetativo e 3% já se encontra em floração.</p>
<p style="text-align: justify;">Na região de Santa Rosa, 58% dos cultivos de canola estão em desenvolvimento vegetativo, 32% em florescimento, 9% na fase de enchimento de grãos e já inicia a maturação das primeiras lavouras, implantadas em abril. Até 18/07, o tempo seco, ensolarado e frio vinha favorecendo o bom desenvolvimento das lavouras, que apresentam bom aspecto geral, com boa população e boa sanidade. Com a geada ocorrida em 19 e 20/7, aumentou a preocupação dos produtores em relação ao potencial prejuízo nas lavouras em floração e enchimento de grãos, pois as flores da canola são muito sensíveis à geada, com possível abortamento e má formação das síliquas – fruto da canola. Produtores dão andamento à adubação nitrogenada em cobertura nas lavouras em fase de desenvolvimento vegetativo; nas demais, não há necessidade de controle fitossanitário.</p>
<p style="text-align: justify;">Na região de Bagé, o estabelecimento das lavouras de aveia branca na Campanha ocorreu na época recomendada pelo zoneamento agrícola. As lavouras apresentam bom estande de plantas, com predomínio da fase de desenvolvimento inicial e poucas áreas em perfilhamento. As primeiras lavouras estabelecidas em maio se aproximam da fase de alongamento dos colmos, e ainda não há lavouras em fase reprodutiva. Em Hulha Negra, produtores realizam o controle de ervas daninhas de folhas largas visando principalmente a supressão de buva. Em geral, a sanidade das lavouras é satisfatória, com boa recuperação do desenvolvimento e da coloração após o período de tempo adverso ocorrido em junho.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas regiões da Emater/RS-Ascar de Frederico Westphalen, Soledade e Erechim, os cultivos de cevada têm se mantido com desenvolvimento adequado, bom estande de plantas e bom estado fitossanitário, devido ao tempo favorável e à disponibilidade de água nos solos proporcionada pelas últimas chuvas entre 14 e 15/07. Produtores realizam o controle de plantas invasoras e a aplicação de adubos nitrogenados em cobertura.</p>
<p style="text-align: justify;">Emater/RS</p>
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		<title>Mapa publica novo zoneamento agrícola do trigo</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 14:31:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Excesso de chuva e geadas são os maiores riscos de perda da produção Foram publicadas no Diário Oficial da União desta quinta-feira (14) as portarias 1 a 17, com o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), ano-safra 2020/2021, para o cultura do trigo. O zoneamento indica o melhor período para o plantio. De acordo com o agrometeorologista [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #555555;">Excesso de chuva e geadas são os maiores riscos de perda da produção</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Foram publicadas no Diário Oficial da União desta quinta-feira (14) as <a class="external-link" style="font-weight: 500; color: #1351b4;" title="" href="https://www.in.gov.br/leiturajornal?secao=dou1&amp;org=Minist%C3%A9rio%20da%20Agricultura,%20Pecu%C3%A1ria%20e%20Abastecimento" target="_blank" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">portarias 1 a 17</a>, com o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), ano-safra 2020/2021, para o cultura do trigo. O zoneamento indica o melhor período para o plantio.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">De acordo com o agrometeorologista da Embrapa Trigo, Gilberto Cunha, nas regiões tradicionais de cultivo comercial de trigo no Brasil, os maiores riscos de perda de produção são: geada no espigamento (região temperada); excesso de chuva/umidade elevada, que, na fase inicial de enchimento de grãos, pode causar doenças de espiga de difícil controle (giberela na região temperada e brusone na região tropical) ou acarretar, no período de colheita, a perda de qualidade tecnológica dos grãos; e deficiência hídrica e temperatura elevada (região tropical), .</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">A atualização do Zarc de trigo, ano-safra 2020/2021, levou em consideração algumas demandas propostas pelo setor produtivo ao longo do ano de 2020 e envolveram, basicamente, a inclusão dos solos tipo 1 e a reanálise dos períodos de semeadura de alguns munícipios do norte do Paraná e sul do estado de São Paulo, além de prospecção de novas áreas com aptidão tritícola na região tropical, especialmente nos estados de Minas Gerais, Goiás e Bahia, que vêm se configurando como um novo polo de expansão da triticultura.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Estão contempladas no Zarc de Trigo, ano-safra 2020/2021, dez unidades da Federação: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal e Minas Gerais, para o sistema de sequeiros; e São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, Mato Grosso e Bahia, para o sistema irrigado.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Os maiores produtores de trigo do país são Rio Grande do Sul e Paraná, responsáveis em torno de 85,8% da produção nacional, conforme <a style="font-weight: 500; color: #1351b4;" href="https://www.conab.gov.br/info-agro/analises-do-mercado-agropecuario-e-extrativista/analises-do-mercado/historico-mensal-de-trigo">dados da Conab</a>, divulgados em dezembro de 2020. Com a finalização da colheita do trigo nos principais estados produtores, a produção nacional estimada é de 6,183 milhões de toneladas. Nas principais regiões produtoras, a nova safra 2020/21 tem plantio começando em abril ou maio, com a colheita ocorrendo no decorrer do segundo semestre de 2021.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><b style="font-weight: 600; color: #555555;">Zarc</b></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Os agricultores que seguem as recomendações do Zarc estão menos sujeitos aos riscos climáticos e poderão ser beneficiados pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e pelo Programa de Subvenção ao prêmio do Seguro Rural (PSR). Muitos agentes financeiros só permitem o acesso ao crédito rural para cultivos em áreas zoneadas e para o plantio de cultivares indicadas nas portarias de zoneamento.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">MAPA</p>
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		<title>Desenvolvimento das culturas de inverno</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2020 14:23:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Segundo dados do Informativo Conjuntural, documento elaborado pela Emater/RS-Ascar em parceria com a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), na maioria das regiões, produtores aproveitaram as condições favoráveis do clima para realizar os tratos culturais de adubação nitrogenada em cobertura, controle de pragas e doenças, além do controle de plantas invasoras.Na região [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo dados do Informativo Conjuntural, documento elaborado pela Emater/RS-Ascar em parceria com a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), na maioria das regiões, produtores aproveitaram as condições favoráveis do clima para realizar os tratos culturais de adubação nitrogenada em cobertura, controle de pragas e doenças, além do controle de plantas invasoras.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Santa Rosa, as primeiras lavouras de trigo semeadas já iniciam a floração. A expectativa inicial é que a produtividade seja de 3.090 quilos por hectare, visto que as lavouras implantadas apresentam boa população de plantas e bom aspecto geral. As geadas ocorridas nas semanas anteriores, associadas à aplicação de adubação nitrogenada, tiveram impacto positivo na cultura. O preço do grão se mantém estável na região, e a boa cotação do trigo deve garantir rentabilidade aos produtores.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A fase predominante das lavouras de cevada, nas regiões administrativas de Ijuí, Erechim e Frederico Westphalen, é de desenvolvimento vegetativo. Na de Ijuí, os cultivos estão com desenvolvimento inicial muito bom, bem superior ao registrado no ano anterior. Na região de Erechim, os produtores realizam aplicação de fungicidas. O preço médio é R$ 60,00 a saca de 60 quilos, e toda a cevada está contratada com a indústria cervejeira. Na regional da Emater/RS-Ascar de Frederico Westphalen, 20% dos cultivos mais adiantados já estão em floração, em geral, com bom aspecto e bom estado fitossanitário, indicando produtividade de 3.600 quilos por hectare.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Emater/RS</span></p>
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		<title>Propriedades beneficiadas pelo Proagro serão fiscalizadas no RS</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Nov 2019 15:05:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Serão supervisionadas informações prestadas por peritos agrícolas encarregados pela comprovação de perdas dos produtores rurais Este mês e em dezembro, propriedades rurais beneficiadas pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e de Sergipe serão fiscalizadas. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) irá  monitorar o programa in loco, com visitas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Serão supervisionadas informações prestadas por peritos agrícolas encarregados pela comprovação de perdas dos produtores rurais</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Este mês e em dezembro, propriedades rurais beneficiadas pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e de Sergipe serão fiscalizadas.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) irá  monitorar o programa <i>in loco</i>, com visitas aos empreendimentos, contatos com produtores, funcionários dos agentes financeiros, movimentos sociais, técnicos e empresas encarregadas de comprovação de perdas. Técnicos da companhia vão percorrer as lavouras para conferir os dados declarados pelos peritos agrícolas encarregados pela comprovação de perdas nas áreas amparadas pelo programa.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento monitora o processo de verificação de perdas feito por peritos agrícolas do Proagro.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo o diretor de Gestão de Riscos da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, Pedro Loyola, desde setembro, a Conab tem feito a verificação. “A fiscalização é realizada pela Conab devido à sua capilaridade, recursos técnicos, humanos e o seu vínculo com o Mapa, mediante a assinatura de um Termo de Execução Descentralizada (TED). Procedimento similar já é realizado no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR)”, informou.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Proagro</strong></span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Proagro oferece cobertura abrangente e requer um processo criterioso desde o enquadramento das operações até a concessão de pedidos de cobertura, com o pagamento de indenizações pelas perdas comprovadas. “As fiscalizações serão rigorosas e é importante o produtor permitir o acesso e fornecer as informações solicitadas pelos técnicos”.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Programa é custeado por recursos alocados pela União, além de recursos provenientes da taxa paga pelo produtor rural para aderir ao Proagro. O objetivo é garantir a amortização ou liquidação de custeios agrícolas objeto de financiamento, na proporção das perdas apuradas e permitir o recebimento dos recursos próprios comprovadamente aplicados na lavoura.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nas operações de custeio agrícola, são cobertas lavouras que sofreram prejuízos por: chuva excessiva, geada, granizo, seca, variação excessiva de temperatura, ventos fortes, ventos frios, doença ou praga sem método difundido de combate, controle ou profilaxia, técnica e economicamente exequíveis.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nas operações de custeio pecuário, são amparadas as perdas decorrentes de doenças sem método de combate, controle ou profilaxia.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Proagro é formado pelo Seguro da Agricultura Familiar (Seaf), denominado de Proagro Mais, que conta com mais de 270 mil operações que garantem o financiamento do Pronaf em caso de perdas de produção por problemas climáticos, e pelo Proagro Tradicional, com cerca de 30 mil operações de produtores que não estão enquadrados no Pronaf e que contratam crédito de custeio de até R$ 300 mil. Esses são instrumentos de política para a agricultura familiar que proporcionam garantia de renda. Na safra 2018/2019, foram 300 mil operações contratadas por agricultores familiares em mais de 3 mil municípios, com um valor segurado total superior a R$ 13 bilhões.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">MAPA</span></p>
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		<title>Confira estágio de desenvolvimento do Trigo no RS</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Sep 2019 03:06:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Apresentando bom desenvolvimento, a cultura do trigo entra agora no que é conhecido como o período crítico, pois o plantio está na fase de espigamento, altamente vulnerável às variáveis climáticas. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (19/09), 19% das lavouras encontram-se em desenvolvimento vegetativo (perfilhamento e alongamento do colmo), 50% [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Apresentando bom desenvolvimento, a cultura do trigo entra agora no que é conhecido como o período crítico, pois o plantio está na fase de espigamento, altamente vulnerável às variáveis climáticas. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (19/09), 19% das lavouras encontram-se em desenvolvimento vegetativo (perfilhamento e alongamento do colmo), 50% em floração, 30% na fase de enchimento do grão e 1% encontra-se madura e pronta para a colheita. Nesta safra, a área estimada pela Emater/RS-Ascar para o cultivo do trigo é de 739,4 mil hectares. A área de cultivo de trigo no RS corresponde a 37% da área brasileira com o grão.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A área cultivada com canola no RS para esta safra é de 32,7 mil hectares, com rendimento médio de 1.258 quilos por hectare. Entre as lavouras do Estado, 17% estão em floração, 59% em enchimento de grãos, em 14% das lavouras a canola está madura por colher e 10%, colhida. As regiões da Emater/RS-Ascar principais produtoras são Santa Rosa, Ijuí, Santa Maria, Bagé e Frederico Westphalen, que correspondem a 93% da área cultivada no Estado. O RS corresponde a 92,9% da área estimada para o Brasil pela Conab em agosto de 2019.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">O RS implantou, nesta safra, 42,4 mil hectares com cevada, com rendimento médio de 2.073 quilos por hectare. Em 28% das lavouras, a fase é de desenvolvimento vegetativo, 42% estão em floração, 29% em enchimento de grãos e 1% maduro por colher. De modo geral, o desenvolvimento das lavouras é considerado bom. A cevada corresponde a 36,6% da área estimada para o Brasil pela Conab.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A área estimada pela Emater/RS-Ascar com plantio de aveia branca para grão nesta safra é de 299,9 mil hectares, com produtividade esperada de 2.006 quilos por hectare. A área cultivada com aveia no RS corresponde a 78,8% da área estimada pela Conab para o Brasil. No Estado, 8% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo, 24% em floração, 49% na fase de enchimento do grão, em 11% delas a aveia está madura para colher e 8% das lavouras foram colhidas.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Emater/RS</p>
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		<title>Trigo apresenta bom desenvolvimento no RS</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Sep 2019 15:59:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As lavouras de trigo apresentam bom desenvolvimento no Estado. De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (5/9), Cerca de 59% das lavouras encontram-se na fase de desenvolvimento vegetativo (perfilhamento e alongamento do colmo), 32% na fase de floração e 9% delas na fase de enchimento do grão. Nesta safra, a área [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"><span style="background-color: #ffffff;">As lavouras de trigo apresentam bom desenvolvimento no Estado. De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (5/9), Cerca de 59% das lavouras encontram-se na fase de desenvolvimento vegetativo (perfilhamento e alongamento do colmo), 32% na fase de floração e 9% delas na fase de enchimento do grão. Nesta safra, a área estimada pela Emater/RS-Ascar para o cultivo do trigo é de 739,4 mil hectares. A área de cultivo de trigo no Rio Grande do Sul corresponde a 37% da área brasileira de plantio com o grão. </span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"><span style="background-color: #ffffff;">A área cultivada com canola, no Rio Grande do Sul, corresponde a 92,9% da área estimada para o Brasil, pela Conab, em agosto de 2019. A estimativa da Emater/RS-Ascar para o plantio da cultura nesta safra é de 32,7 mil hectares, com rendimento médio de 1.258 quilos por hectare. Entre as lavouras do Estado, 3% delas se encontram na fase de desenvolvimento vegetativo, 33% em floração, 55% na fase de enchimento do grão, 7% maduro por colher e 7% colhido. As regiões da Emater/RS-Ascar principais produtoras dessa oleaginosa são Santa Rosa, Ijuí, Santa Maria, Bagé e Frederico Westphalen, que correspondem a 93% da área cultivada com a canola no Estado. </span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"><span style="background-color: #ffffff;">A área cultivada com cevada no Estado corresponde a 36,6% da área estimada para o Brasil, pela Conab, em agosto de 2019. O levantamento aponta uma área implantada de 42,4 mil hectares, com rendimento médio de 2.073 quilos por hectare. Em 62% das lavouras, a fase é de desenvolvimento vegetativo, 28% delas estão em fase de floração e 10% na fase de enchimento do grão. De modo geral, o desenvolvimento das lavouras no Estado é considerado bom. </span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"><span style="background-color: #ffffff;">A área estimada pela Emater/RS-Ascar com plantio de aveia branca para grão é de 299,86 mil hectares, com produtividade esperada de 2.006 quilos por hectare. A área cultivada com aveia no RS corresponde a 78,8% da área estimada pela Conab para o Brasil (agosto/2019). No Estado, 18% das lavouras encontram-se na fase de desenvolvimento vegetativo, 36% em floração, 38% na fase de enchimento do grão, 5% maduro por colher e 3% das lavouras foram colhidas.</span></span></span></p>
<p><!--StartFragment--><a href="http://www.emater.tche.br/site/arquivos_pdf/conjuntural/conj_05092019.pdf" target="_blank"><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"><span style="background-color: #ffffff;">Informativo Conjuntural da EMATER</span></span></span></a><!--EndFragment--></p>
<p><!--EndFragment-->&nbsp;</p>
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		<title>Trigo tem plantio finalizado no RS</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jul 2019 12:52:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O plantio do trigo está quase concluído no Rio Grande do Sul, restando 2% da área prevista para esta safra no Corede Campos de Cima da Serra, cujo plantio se estende até 20 de agosto próximo, conforme zoneamento agrícola de risco climático. Neste Corede, responsável por 4% da área de trigo no Estado, destacam-se pela [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O plantio do trigo está quase concluído no Rio Grande do Sul, restando 2% da área prevista para esta safra no Corede Campos de Cima da Serra, cujo plantio se estende até 20 de agosto próximo, conforme zoneamento agrícola de risco climático. Neste Corede, responsável por 4% da área de trigo no Estado, destacam-se pela área cultivada os municípios de Muitos Capões (13 mil hectares), Vacaria (6 mil hectares), Esmeralda (2.500 hectares) e Campestre da Serra (1.500 hectares); juntos, correspondem a 76,6% da área de trigo estimada para a região.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (18/07), a área cultivada com trigo nesta safra é de 739,4 mil hectares, sendo as maiores produtoras as regiões de Ijuí, que engloba os Coredes Alto Jacuí, Celeiro e Noroeste Colonial, e de Santa Rosa, Coredes Fronteira Noroeste e Missões, com 30 e 27% da área de trigo no Estado. Em alguns municípios na região de Ijuí, o zoneamento para plantio do trigo se estende até o dia 20 de julho para cultivares tardias. O clima nos últimos períodos foi favorável ao desenvolvimento da cultura, coincidindo com o estágio inicial de perfilhamento.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">O plantio da canola está encerrado no RS e nesta safra atinge 32,7 mil hectares, sendo o rendimento médio projetado em 1.258 quilos por hectare. As principais regiões da Emater/RS-Ascar produtoras do grão são Santa Rosa (34,2% da área com canola no Estado), Ijuí (22% da área no Estado), Santa Maria (16% da área de plantio no Estado) e Bagé (13,4% da área no Estado).</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Na região de Santa Rosa, 18% das lavouras de canola estão em desenvolvimento vegetativo, 49% em floração e 33% em início de formação do grão. Algumas lavouras foram atingidas por geadas, provocando o abortamento das flores, o que poderá trazer uma redução no rendimento. Alguns produtores relataram que não realizaram adubação de cobertura devido à baixa umidade e outros informaram não terem obtido o resultado esperado em função da ausência de chuva após essa prática. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Na cevada, a área estimada no Rio Grande do Sul é de 42,4 mil hectares, com rendimento médio de 2.073 quilos por hectare. Na regional da Emater/RS-Ascar de Ijuí (22,4% da área no Estado), a cultura apresenta bom desenvolvimento inicial e boa densidade de plantas. A maioria das lavouras encontra-se em estágio vegetativo e uma pequena parte delas, em início da floração. De modo geral, as lavouras apresentam boa sanidade. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A área estimada para o plantio de aveia branca para grão no RS é de 299,86 mil hectares, com produtividade prospectada de 2.006 quilos kg por hectare. Na região de Ijuí, responsável por 37,1% da área cultivada com aveia branca no Estado, a cultura entra para o estádio reprodutivo. Há preocupação dos produtores com as áreas em início de formação de grãos, devido a possíveis danos ocasionados pelas fortes geadas ocorridas, mas até o momento as plantas não apresentaram sintomas de danos. O tempo frio e seco contribui para a redução do ataque de lagartas.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: EMATER/RS</p>
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		<title>Pesquisa vai caracterizar formas de manejo para reduzir custos de produção no trigo</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Jun 2019 21:17:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No Rio Grande do Sul, a produção de trigo oscila de 1,7 a 2 milhões de toneladas, enquanto o consumo se mantém em um milhão de toneladas. Além da distância dos centros consumidores, a instabilidade climática nem sempre resulta em qualidade satisfatória para o cenário brasileiro. Para viabilizar a liquidez do trigo gaúcho, a Embrapa [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #505050; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No Rio Grande do Sul, a produção de trigo oscila de 1,7 a 2 milhões de toneladas, enquanto o consumo se mantém em um milhão de toneladas. Além da distância dos centros consumidores, a instabilidade climática nem sempre resulta em qualidade satisfatória para o cenário brasileiro. Para viabilizar a liquidez do trigo gaúcho, a Embrapa Trigo e a Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (Fecoagro/RS) estão trabalhando no desenvolvimento e validação de um sistema de produção de trigo destinado à exportação, visando menor risco e maior retorno econômico possível ao produtor. A base do projeto é a redução de custos no trigo para tornar o produto mais competitivo no mercado externo.</span></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">De acordo com o pesquisador da Embrapa Trigo, João Leonardo Pires, o sucesso com a cultura do trigo depende de planejamento: “Como a lavoura de trigo tem um nível de incerteza maior do que as culturas de verão, o planejamento é fundamental para aliar rendimento à rentabilidade”. Segundo ele, o trigo exige um mínimo de tecnologia para ser produzido, mas práticas promotoras e protetoras da lavoura precisam ser avaliadas de acordo com o retorno econômico que proporcionam. Produtividade nem sempre se traduz em lucro no trigo, enquanto que rendimentos acima da média geralmente são resultado do alto investimento em insumos. “É importante manter um equilíbrio das contas agora, na implantação da lavoura. Muitas vezes é mais vantajoso para o produtor assumir um teto de rendimento menor, mas com boa rentabilidade”, orienta João Leonardo Pires.</span></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Entre os problemas apontados pelo projeto, está a calendarização de aplicações nas lavouras, o que tem tornado, muitas vezes, o controle de pragas e doenças uma receita única, contrária às boas práticas agrícolas e onerando o custo da lavoura. Somente os fungicidas representam de 8 a 12% do custo total no trigo. “Muitas cultivares têm boa resistência a doenças e poderiam manter o nível de rendimento de grãos mesmo com o uso mais racional de fungicidas. O que temos visto são aplicações calendarizadas, nem sempre necessárias”, explica Pires. Da mesma forma é o uso de fertilizantes, que representam outros 33% do custo da lavoura, e nem sempre conta com critério agronômico para definir o investimento. Em alguns locais avaliados pela Embrapa Trigo, a densidade de semeadura variou de 200 a 500 sementes/m², grande diferença nos custos de produção que ao final resultou no mesmo rendimento.</span></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em busca de alternativas, a Embrapa Trigo e a Fecoagro/RS articularam uma rede de validação do sistema de trigo para exportação, envolvendo cooperativas no Rio Grande do Sul: Coopatrigo (São Luiz Gonzaga), Cotricampo (Campo Novo), Cotrirosa (Santa Rosa) e Cotripal (Panambi); além da  Embrapa Trigo (Coxilha).</span></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em cada local, foi caracterizado o manejo (insumos e práticas culturais) utilizado pela maioria dos produtores de trigo e definidos ajustes em práticas como adubação de semeadura e cobertura, densidade de semeadura e uso de defensivos. Também, foi testada a substituição da cultivar em uso na região por material com características de potencial produtivo, rusticidade e qualidade tecnológica mais apropriada para o sistema de trigo exportação.</span></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os resultados das validações em cada cooperativa demonstraram que os ajustes no manejo e em escolha de cultivares com foco no sistema para exportação permitiram redução de custos entre 18 a 24%, com manutenção dos níveis de rendimento de grãos. Além disso, na maioria das situações, mesmo em safra desfavorável, os ajustes realizados com foco no trigo exportação aumentaram a receita líquida ou reduziram as perdas em relação ao sistema utilizado tradicionalmente.</span></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Do ponto de vista de qualidade tecnológica, na maioria das situações, os parâmetros obtidos foram compatíveis com as exigências para exportação, com valores superiores a peso do hectolitro 78, número de queda acima de 300, teor de proteínas totais nos grãos acima de 12% e força de glúten com valores em faixa aceitável para exportação (que caracterizam trigos das classes comerciais Básico ou Doméstico). </span></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Os resultados indicam que a validação proposta permitiu verificar a compatibilidade dos sistemas com a redução de custos mantendo o potencial produtivo em níveis elevados e com a qualidade tecnológica demandada pelo mercado externo”, explica o pesquisador João Leonardo Pires.</span></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte:</span> <span style="color: #333399;"><a href="https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/44288782/pesquisa-vai-caracterizar-formas-de-manejo-para-reduzir-custos-de-producao-no-trigo" target="_blank"><span style="color: #333399;">Embrapa Trigo</span></a></span></p>
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		<title>Emater/RS-Ascar anuncia expectativas para safra de inverno</title>
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		<pubDate>Fri, 31 May 2019 01:56:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Enquanto os produtores gaúchos aceleram os preparativos para a implantação das culturas de inverno no Rio Grande do Sul, como busca por crédito para financiamento das lavouras, a Emater/RS-Ascar apresenta o primeiro levantamento com relação à intenção de plantio da safra 2019 no Rio Grande do Sul. Esse levantamento foi realizado na primeira quinzena de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Enquanto os produtores gaúchos aceleram os preparativos para a implantação das culturas de inverno no Rio Grande do Sul, como busca por crédito para financiamento das lavouras, a Emater/RS-Ascar apresenta o primeiro levantamento com relação à intenção de plantio da safra 2019 no Rio Grande do Sul. Esse levantamento foi realizado na primeira quinzena de abril em 246 municípios gaúchos (89% da área) que produzem trigo, 62 municípios (90%) produtores de cevada, 78 municípios (86,41%) produtores de canola e 139 municípios (80%) produtores de aveia no Estado e divulgado nesta quinta-feira (30/05) através do Informativo Conjuntural.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Para esta safra de inverno, estimativas indicam que a área de trigo terá um aumento de 4,12%, passando de 710.158 ha na safra passada, de acordo com o IBGE, para 739.404 ha. Apesar do incremento tecnológico empregado na cultura ano a ano, a produtividade nesta safra reduzirá em -11,21%, ficando em 2.192 kg/ha, contra os 2.469 kg/ha na safra de 2018. Nesse sentido, a produção de trigo do RS também diminuirá de 1.753.099 toneladas para 1.620.894 toneladas, registrando um decréscimo -7,54%.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Atualmente, a pouca luminosidade e o clima chuvoso e úmido estão atrasando o plantio do trigo nas regiões Noroeste e Missões, onde já foram plantados 8% da área estimada para esta safra. Nas Missões, esse percentual é menor, devido ao fato de o período preferencial do zoneamento agroclimático ocorrer nas próximas semanas. As áreas implantadas na região Celeiro estão apresentando boa emergência, mas com coloração amarelada devido à falta de luminosidade e alta umidade.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">As oscilações climáticas, especialmente pelo excesso de chuva nas fases reprodutiva e de formação de grãos, são um dos motivos para a diminuição da produção de trigo nos últimos anos no RS. Em 2013, considerada a maior safra já colhida pelo Estado, foram produzidas 3.351.150 toneladas de trigo, conforme dados do IBGE. De acordo com o diretor técnico da Emater/RS, Alencar Paulo Rugeri, essa tendência de queda há alguns anos se confirma, em razão também dos custos de produção e preços pouco atrativos para o grão, até porque os estoques mundiais estão altos e o consumo diminui a cada ano, avalia. Um dos desafios para inverter essa tendência, segundo o dirigente, é a segregação das variedades de trigo, o que vai garantir uma produção capaz de atender às demandas de mercados específicos para o cereal.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">OUTROS GRÃOS</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A aveia branca grão também apresenta expectativa de aumento de área de 5,28% para esta safra, passando para 299.866 ha (em 2018 foram cultivados 284.826 ha). Já a produtividade e a produção têm projeções de redução de -9,02% e de -4,22%, respectivamente, atingindo, conforme estimativas iniciais da Emater/RS-Ascar, 2.006 kg/ha, e uma produção de 601.532 toneladas de aveia para o RS.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Com o retorno das condições ideais de umidade no solo, houve avanço significativo na implantação da cultura. Nas regiões do Alto Jacuí, Celeiro e Noroeste Colonial, a área implantada é maior do que a prevista, mas com finalidades diversas: confecção de silagem, grãos para comercialização e grãos para alimentação animal. As lavouras implantadas apresentam crescimento rápido, estiolamento das plantas e amarelecimento das folhas basais. Nas regiões da Fronteira Noroeste e Missões, o plantio da aveia branca está finalizado, no entanto, além do ataque de lagartas, há incidência de doenças foliares nas lavouras, causada pelo excesso de umidade, que refletirão na produtividade da cultura.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A cevada também apresenta, neste primeiro momento, intenção de aumento de área de 1,44%, passando para 42.414 ha. A produtividade esperada para esta safra é de -7,16%, ficando em 2.073 kg/ha, o que se refletirá na diminuição de produção de -5,82% para esta nova safra, que está em implantação nas principais regiões produtoras do Estado, e deverá atingir 87.929 toneladas, contra as 93.362 toneladas na safra passada.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Nas regiões do Alto Jacuí, Celeiro e Noroeste Colonial, as primeiras lavouras implantadas apresentam boa emergência. Há aumento de área cultivada destinada à matéria-prima de ração para alimentação do rebanho leiteiro. Principal compradora de cevada cervejeira, a Ambev está buscando ampliar a área cultivada na região Serrana. Os produtores ainda estão definindo a área, que deverá aumentar. A semeadura na região da Serra inicia em junho e se estende até o final de julho.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Já a canola terá redução de área de -2,42%, diminuindo as expectativas de produtividade em -6,56% e, consequentemente, de produção de -8,84%, projetando para esta safra uma produção de 41.238 toneladas de canola, sendo que na safra de 2018 foram produzidas 45.239 toneladas, ainda de acordo com dados do final de safra do IBGE.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Nas regiões do Alto Jacuí, Celeiro e Noroeste Colonial, as lavouras de canola estão com boa emergência e desenvolvimento inicial rápido, com bom estande de plantas e porte aproximado de cinco centímetros de altura. Produtores esperam bons rendimentos com o investimento de variedades com maior potencial produtivo. Não há ataque de pragas no desenvolvimento inicial das plantas. Nas regiões da Fronteira Noroeste e Missões, já foram semeados 67% da área prevista para a canola, que se encontram em germinação e desenvolvimento inicial. Durante a semana, a semeadura foi retomada e deverá ser concluída nos próximos dias. A elevação dos preços, que acompanha os praticados pela soja, deve impulsionar o cultivo do grão na região, aumentando a expectativa da área cultivada.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Jornalista Adriane Bertoglio Rodrigues</span></p>
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		<title>Umidade no solo atraza plantio das culturas de inverno</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2019 01:18:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Devido aos dias chuvosos e elevada umidade do solo, impedindo a continuidade da implantação das culturas de inverno no Rio Grande do Sul, como canola, trigo e aveia branca. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar na ultima quinta-feira (16/05), as lavouras de canola semeadas mais no cedo nas regiões do Alto Jacuí, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #545454;">Devido aos dias chuvosos e elevada umidade do solo, impedindo a continuidade da implantação das culturas de inverno no Rio Grande do Sul, como canola, trigo e aveia branca. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar na ultima quinta-feira (16/05), as lavouras de canola semeadas mais no cedo nas regiões do Alto Jacuí, Celeiro e Noroeste Colonial apresentam boa emergência, apesar de danos em algumas áreas causados pelas fortes chuvas da semana anterior. Já nas regiões Fronteira Noroeste e Missões, o plantio da canola foi realizado em 22% da área prevista, que é de 12 mil hectares. A forte chuva de sexta-feira provocou erosão de solo nas lavouras recém-semeadas, com possível necessidade de replantio.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">Também deve haver replantio de áreas semeadas com aveia branca, em especial nas regiões da Fronteira Noroeste e Missões, onde os produtores relatam severo ataque de lagarta nas lavouras em início de desenvolvimento vegetativo, havendo dificuldade no controle, o que provoca prejuízo no stand das lavouras. As lavouras já semeadas apresentam boa germinação e desenvolvimento inicial.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">No trigo, a umidade impediu o início do plantio nas regiões da Fronteira Noroeste e Missões, que só acontecerá se o tempo firmar e a umidade do solo permitir. Por enquanto, os produtores seguem a busca de crédito para custeio das lavouras junto aos agentes financeiros, com encaminhamento de documentos (atualização da Declaração de Aptidão ao Pronaf &#8211; DAP) e a coleta das amostras de solo para análise. Recursos de custeio para compra de insumos para as lavouras de trigo foram liberados para alguns produtores. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">Para a cevada, os produtores encaminham propostas de financiamento. Há expectativa de aumento de área de cevada em resposta à diminuição de área de trigo em função dos preços no Alto Uruguai.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Emater/Ascar</p>
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