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	<title>AgroCeleiro &#187; Tomate</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Tomate pode virar vacina contra covid-19</title>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2020 16:16:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Enquanto grandes empresas e consórcios do setor público nos Estados Unidos, Canadá, China, Europa e Austrália estão trabalhando a toda velocidade para o desenvolvimento de uma vacina cultivada em plantas transgênicas de tabaco, um grupo de pesquisadores de uma universidade mexicana trabalha com o mesmo objetivo, só que através do tomate. Uma abordagem menos conhecida [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #555555;">Enquanto grandes empresas e consórcios do setor público nos Estados Unidos, Canadá, China, Europa e Austrália estão trabalhando a toda velocidade para o desenvolvimento de uma vacina cultivada em plantas transgênicas de tabaco, um grupo de pesquisadores de uma universidade mexicana trabalha com o mesmo objetivo, só que através do tomate. Uma abordagem menos conhecida para a produção de antígenos e vacinas em larga escala é o uso de plantas como biofábricas, geneticamente modificadas para produzir, por exemplo, partículas semelhantes a vírus ( VLPs ), que são proteínas estruturais destes. </span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Embora as vacinas produzidas nas plantas tenham certas vantagens sobre as vacinas convencionais, sua via de administração continua sendo por injeção parenteral. Nesse cenário, os cientistas estão se indagando sobre uma forma de fazer com que a vacina seja comestível.</p>
<div style="color: #555555; text-align: justify;"> Embora algo assim ainda não exista no uso clínico, não é novo em termos experimentais, uma vez que desde os anos 90 vários grupos de pesquisa têm trabalhado na modificação de plantas e frutas comestíveis que geram uma resposta imune no epitélio intestinal dos animais após ingestão oral. As culturas modificadas (experimentais) para criar “vacinas comestíveis” variam de batata, tomate, alface, mamão, cenoura, arroz, a quinoa, alfafa, banana e alga.</div>
<div style="color: #555555; text-align: justify;"> &#8220;O desenvolvimento de uma vacina comestível contra o SARS-CoV-2 até agora tem sido uma alternativa pouco explorada, embora os benefícios sejam evidentes. Sob essa premissa, esse problema seria resolvido com o foco de desenvolver uma proteína de fusão com as características de uma vacina a ser expressa em plantas de tomate”, Daniel Garza, do Instituto de Biotecnologia da Universidade Autônoma de Nuevo León (UANL), no México.</div>
<div style="color: #555555; text-align: justify;">Fonte: Agro Link</div>
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		<title>Agrotóxicos e controle biológico: compatibilidade é avaliada em experimentos para controle da traça-do-tomateiro</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Oct 2019 01:07:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Avaliar a utilização de agrotóxicos e sua compatibilidade com agentes de controle biológico (parasitoides) contra a traça-do-tomateiro é o principal objetivo dos experimentos que vêm sendo conduzidos desde 2018 na Embrapa Hortaliças, com resultados que têm permitido confirmar a eficácia dos métodos utilizados. “Em função do que tem sido observado até agora, as respostas têm sido [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; color: #666666; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Avaliar a utilização de agrotóxicos e sua compatibilidade com agentes de controle biológico (parasitoides) contra a traça-do-tomateiro é o principal objetivo dos experimentos que vêm sendo conduzidos desde 2018 na <a style="color: #6ca7e7;" href="http://www.embrapa.br/hortalicas"><span style="color: #000000;">Embrapa Hortaliças</span></a>, com resultados que têm permitido confirmar a eficácia dos métodos utilizados. “Em função do que tem sido observado até agora, as respostas têm sido bem promissoras”, assinala o pesquisador <a style="color: #6ca7e7;" href="https://www.embrapa.br/equipe/-/empregado/352358/alexandre-pinho-de-moura"><span style="color: #000000;">Alexandre Moura</span></a>, responsável pelos ensaios.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo ele, são realizadas duas avaliações por semana, visando o monitoramento das plantas para verificar o nível populacional da praga e, conforme o resultado, decidir se vai aplicar agrotóxico ou não. “Temos dois segmentos dentro da casa de vegetação, um que trabalha somente com o uso de agrotóxico e outro com o inimigo natural da praga, o parasitoide <em style="font-style: italic;">Trichogramma pretiosum</em>, aliado ao uso de agrotóxicos seletivos, quando necessário, justamente para medir o comportamento da praga em cada uma das situações”, explica.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Essas avaliações têm mostrado que no segmento da casa de vegetação, onde só há a aplicação do agrotóxico, a necessidade de controle da praga é maior quando comparado com o segmento que trabalha com a liberação do parasitoide. “Assim, nessas condições, o parasitoide consegue controlar a praga e a quantidade de agrotóxicos que precisamos aplicar adicionalmente, para algum controle, é menor comparativamente àquele segmento que só utiliza agrotóxico”, sublinha o pesquisador.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Custo de produção</strong></span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O pesquisador observa também que, quando são empregados outros métodos de controle, o custo da produção também é influenciado, e aponta como exemplo o caso de produtores que fazem aplicações semanais, chamado de por calendário – alguns até a cada dois, três dias -  para controlar pragas em tomateiro, principalmente.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Moura chama a atenção para a importância do Manejo Integrado de Pragas (MIP), seguido nos experimentos, onde os agrotóxicos só são aplicados quando a população da praga atinge o nível de controle. “Além do custo elevado, o uso frequente de agrotóxicos pode atuar na contramão, isto é, influenciando no desenvolvimento de resistência da praga aos inseticidas, sem esquecer o problema da contaminação – muitas vezes, o tomate é comercializado poucos dias após a aplicação, então a quantidade de resíduo é grande”.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">BRS Kiara</strong></span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O <a style="color: #6ca7e7;" href="https://www.embrapa.br/busca-de-solucoes-tecnologicas/-/produto-servico/1057/tomate-brs-kiara"><span style="color: #000000;">BRS Kiara</span></a>, híbrido de tomate para consumo in natura, indicado tanto para cultivo protegido, quanto para campo aberto, é a cultivar utilizada no experimento. Lançada em 2012 pela Embrapa Hortaliças, o BRS Kiara foi desenvolvida em parceria com a <a style="color: #6ca7e7;" href="http://agrocinco.com.br/home"><span style="color: #000000;">empresa Agrocinco</span></a>, responsável pela comercialização das sementes. A cultivar foi escolhida para o experimento em virtude das suas características: pegamento estável de frutos, mesmo com temperatura elevada e durante o período chuvoso. Apresenta frutos arredondados e firmes, com peso de até 200 gramas e com boa aceitação comercial.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666; text-align: justify;"><a href="https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/47379451/agrotoxicos-e-controle-biologico-compatibilidade-e-avaliada-em-experimentos-para-controle-da-traca-do-tomateiro" target="_blank">EMBRAPA</a></p>
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