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	<title>AgroCeleiro &#187; Técnica Rural</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Material adulterado é vendido como fertilizante a agricultores no RS</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2015 19:52:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um novo golpe vem causando prejuízos a agricultores no interior do Rio Grande do Sul. Uma mistura com cacos de tijolos, telha e restos da construção civil está sendo vendida no campo como se fosse fertilizante, como mostrou uma reportagem do RBS Notícias. A ouvidoria da Assembleia Legislativa gaúcha gravou imagens da compra do adubo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #000000;">Um novo golpe vem causando prejuízos a agricultores no interior do Rio Grande do Sul. Uma mistura com cacos de tijolos, telha e restos da construção civil está sendo vendida no campo como se fosse fertilizante, como mostrou uma reportagem do RBS Notícias.</p>
<p style="color: #000000;">A ouvidoria da Assembleia Legislativa gaúcha gravou imagens da compra do adubo falsificado. A carga de fertilizante foi adquirida em uma agropecuária em Arroio do Meio, a 115 km de Porto Alegre. Foram 10 sacos de adubo, por R$ 550.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">Na nota fiscal emitida pela empresa consta a descrição do adubo, que é padrão. Cinco sacos têm uma numeração, e outros cinco constam com outra. Os números representam a quantidade de nitrogênio, fósforo e potássio, que formam a composição química do verdadeiro adubo. Mas os funcionários da ouvidoria da Assembleia Legislativa conferiram a carga.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">O adubo foi levado para a Fundação de Ciência e Tecnologia do estado. Os químicos chegaram a uma conclusão impressionante.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">“Não é adubo. Em cima do nosso laudo e nossa análise não é adubo. Pode ser calistra, resto de construção civil”, diz o químico Guilherme Alfredo Noschang.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">Para enganar o consumidor, os golpistas utilizam embalagens de marcas famosas. E fornecem até uma etiqueta indicando a composição do adubo. Só que não passa de uma fraude.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">Segundo a ouvidoria, os criminosos usam empresas de fachada, alugam barracões no interior do estado para estocar o produto e abastecem o comércio.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">“Como isso não é adubo e não é fertilizante, seja lá o que for, evidentemente que a colheita [do produtor] será menor. Vai ter quebra de safra, não há dúvida nenhuma”, aponta Daiçon Maciel da Silva, da Fundação de Ciência e Tecnologia do estado.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">Em Estrela, no Vale do Taquari, o presidente do Sindicato Rural denunciou que comprou 6 mil sacos de adubo para os associados, mas os agricultores reclamaram do fertilizante.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">&#8220;Eles têm vários anos de experiência, eles trabalham com varias marcas de adubos e fertilizantes, então eles suspeitaram pela qualidade desse fertilizante&#8221;, aponta Rogeiro Heemann.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">As empresas envolvidas na venda de adubo falsificado vão ser denunciadas ao Ministério Público e à Policia Civil. O ouvidor da Assembleia vai entregar as provas na terça-feira (1º)</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">“Uma fraude violenta contra o produtor rural, do pequeno ao grande. Também vamos encaminhar para Procuradoria Federal para que tome as devidas providências e encaminhe inclusive prisao desses indivíduos”, diz o deputado Marlon Santos, do PDT.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">O dono da agropecuária onde a ouvidoria comprou o adubo falso, Josiano Schwarzer, disse que vai colaborar com as investigações. Ele afirmou que já tinha desconfiado da qualidade do produto, depois de receber reclamações de vários clientes, e inclusive suspendeu as compras do fornecedor do produto.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">Fonte: G1/RS</p>
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		<title>Encontro da Apaju debate desafios da Ciência e Tecnologia no cenário atual</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2015 19:46:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com este objetivo organizou o Seminário Fronteiras do Conhecimento, realizado no salão principal da AABB, de Ijuí, onde apresentaram seus pontos de vista os doutores Gilberto Cunha, pesquisador da Embrapa de Passo Fundo, e Paulo Schneider, professor da Unijuí. A apresentação dos pesquisadores foi mediada pelo presidente da APAJU, o engenheiro agrônomo e também professor da universidade, Luiz Volney [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #000000;">Com este objetivo organizou o Seminário Fronteiras do Conhecimento, realizado no salão principal da AABB, de Ijuí, onde apresentaram seus pontos de vista os doutores Gilberto Cunha, pesquisador da Embrapa de Passo Fundo, e Paulo Schneider, professor da Unijuí.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">A apresentação dos pesquisadores foi mediada pelo presidente da APAJU, o engenheiro agrônomo e também professor da universidade, Luiz Volney Viau.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">Gilberto Cunha apresentou o tema “A ciência como ela é: a prática científica e a responsabilidade dos cientistas”, onde abordou o momento das pesquisas científicas, de forma especial em relação à agricultura.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">“A ciência deste século XXI é muito diferente das ciências de academia que começaram no século XVII. Ela foi evoluindo e cada vez é mais controlada pela sociedade e em função disso se torna cada vez mais burocratizada, mais obediente a regras, leis e normas”, avalia, lembrando que isso torna mais difícil a inovação.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">“Não há dúvida nenhuma que os desafios que são postos hoje, especialmente nas ciências agrárias, são muito mais complexos, mais difíceis do que outrora”, comenta, seguindo seu raciocínio com uma pergunta:</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">“Qual é a grande questão que as ciências agrárias e a própria APAJU estão preocupadas? Na verdade, estão preocupadas com a questão da produção de alimentos de forma segura, saudável, com a proteção do meio ambiente e ninguém ignora que a atividade agrícola faz uma interferência drástica em muitos biomas”, já responde o pesquisador.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;"><img src="http://www.ijui.com/upload/arquivos/artigo_editor/apaju2-06-08-2015-16-09.jpg" alt="" /></p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">Cunha comenta ainda que atualmente, no Brasil, a pesquisa científica está mais atrelada às instituições públicas e universidades e os profissionais com titulação de mestres e doutores não são assimilados pelas empresas privadas. Especificamente sobre o setor agropecuário, segundo ele, isso pode provocar Associação dos Engenheiros Agrônomos de Ijuí algumas dificuldades de diálogo entre as empresas geradoras de tecnologia e as repassadoras dela aos produtores.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">O professor Paulo Schneider, por sua vez, trouxe uma visão mais filosófica sobre o tema. “No setor agropecuário, como em qualquer outra atividade, existe a enorme competência prática de utilização da ciência e da técnica, simplesmente na obediência de implementar o que é científico e o que é técnico e não se pergunta muito sobre as consequências, a não ser monetárias, mas as consequências sobre a saúde e no ambiente dessa mesma prática” avalia o professor.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">“A gente imagina que todas as pessoas, e naturalmente os engenheiros agrônomos, irão se habilitar cada vez mais para poder discutir estas questões: a questão da prática e da técnica, as questões da teorização que justificam essa mesma prática e os interesses que tem por traz de tudo isso, que são interesses existenciais e fundamentais” analisa.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">“Na universidade e na profissão que a gente tem, cada vez mais somos obrigados a pensar sobre aquilo que nos oferecem como soluções. E para poder decidir, em primeiro lugar, dialogar com os pares a sua implantação”, completa o professor.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">Para o presidente da APAJU, Volney Viau, o encontro faz parte de uma proposta de reflexão sobre a prática agronômica. “Como mencionado pelos painelistas, a ciência agronômica tem colocado à disposição dos profissionais uma série de tecnologias que são propostas como solução para as demandas que os sistemas atuais de produção tem requerido, originando desafios cada vez mais complexos, mas muitas vezes não discutimos, ou não procuramos entender a teorização dessa prática, muito menos somos induzidos a pensar sobre aquilo que a ciência nos oferece como solução”, comenta ele.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">Como questão central, Viau destaca a opinião do professor Paulo Schneider, que fala em estabelecer uma discussão para o entendimento dessas soluções tecnológicas no cotidiano, no ambiente e na vida de cada um. “Temos que ter a clareza de que a ciência não é neutra, ela obedece a determinado ordenamento científico e a interesses de natureza econômica e política”, conclui o presidente.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">Fonte: IJUI.COM</p>
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		<title>Saiba como cultivar uma horta orgânica em casa</title>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2015 23:54:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma horta em casa ou apartamento exige atenção da montagem à adubação. Só é preciso adaptar as hortaliças ao espaço e aos recursos disponíveis. O pesquisador da Embrapa Hortaliças Marçal Henrique Amici Jorge explica que também é fundamental água de boa qualidade e incidência solar na maior parte do dia. Veja os passos para cultivar a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="article_selector" class="article__fast-track lead" style="color: #191d00;">
<p>Uma horta em casa ou apartamento exige atenção da montagem à adubação. Só é preciso adaptar as hortaliças ao espaço e aos recursos disponíveis. O pesquisador da Embrapa Hortaliças Marçal Henrique Amici Jorge explica que também é fundamental água de boa qualidade e incidência solar na maior parte do dia. <strong>Veja os passos para cultivar a sua:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div class="article_body" style="color: #191d00;">
<div class="article_content">
<div id="article_body_content" class="article_body-container">
<p style="color: #2f2f2f;">Se for no quintal, o ideal é construir canteiros de um metro de largura, com comprimento variável de acordo com a área, e bem adubados com composto orgânico ou outros tipos de fertilizantes orgânicos. Também é recomendável que os canteiros sejam construídos com tijolos ou blocos nas laterais para conter a erosão provocada pela chuva e manter a superfície mais nivelada possível, para forçar a infiltração da água de irrigação. Se a horta for implementada na sacada de um apartamento, a sugestão é que se use jardineiras ou vasos.</p>
<p style="color: #2f2f2f;"><strong>Culturas mais adaptáveis:</strong></p>
<p style="color: #2f2f2f;">As tradicionais são as mais recomendadas, como alface, couve, cebolinha, salsa, cenoura, almeirão, hortelã ou manjericão. A escolha vai depender das horas de luz (fotoperíodo), água na quantidade certa e qualidade do substrato colocado nos vasos ou jardineiras.</p>
<p style="color: #2f2f2f;"><strong>Local para manter a horta:</strong></p>
<p style="color: #2f2f2f;">O local mais adequado é aquele onde há disponibilidade de água de boa qualidade, incidência de raios solares na maior parte do dia, solo com boas características químicas (pH, nutrientes), físicas (boa textura &#8211; matéria orgânica) e biológicas (com minhocas, principalmente). A área precisa ser protegida de depredação e de fácil acesso aos cuidadores. O ambiente precisa receber sol, caso contrário, as plantas terão o desenvolvimento comprometido e baixa ou nenhuma produção.</p>
<p style="color: #2f2f2f;"><strong>Recipiente ideal para plantar:</strong></p>
<p style="color: #2f2f2f;">No caso da produção das mudas, a indicação é de um recipiente que proporcione um sistema radicular bem formado e desenvolvido. Podem ser utilizadas bandejas de célula de isopor ou plástico, que têm melhor custo benefício. As mudas resistem melhor à fase de transplante para o local definitivo.</p>
<p style="color: #2f2f2f;"><strong>Cuidados:</strong></p>
<p style="color: #2f2f2f;">Os cuidados envolvem tratos culturais adequados, como capinas (inclusive a manual), água na quantidade adequada, controle de pragas e doenças, sementes de boa qualidade e adubação na dosagem certa.</p>
<p><strong>• Leia a apostila do Como Implantar e Conduzir uma Horta de Pequeno Porte:</strong></p>
<p style="color: #2f2f2f;"><iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/29572566" width="477" height="510" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="color: #2f2f2f;">Fonte: Canal Rural</p>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Avanços tecnológicos melhoraram a produtividade da agricultura</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/avancos-tecnologicos-melhoraram-a-produtividade-da-agricultura/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2015 14:44:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas Agrícolas]]></category>
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		<description><![CDATA[Na segunda parte da reportagem comemorativa dos 50 anos da Rede Globo, o Globo Rural fala de um assunto fundamental para a evolução do nosso campo nesses 50 anos: a tecnologia. Com ela, a produção agrícola brasileira explodiu. E foi essa expansão incrível que fez a Rede Globo criar, em 1980, um programa voltado para [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #000000;">Na segunda parte da reportagem comemorativa dos 50 anos da Rede Globo, o Globo Rural fala de um assunto fundamental para a evolução do nosso campo nesses 50 anos: a tecnologia.</p>
<p style="color: #000000;">Com ela, a produção agrícola brasileira explodiu. E foi essa expansão incrível que fez a Rede Globo criar, em 1980, um programa voltado para o campo: o Globo Rural, que agora retrata um pouco dessa evolução tecnológica.</p>
<p style="color: #000000;">Ao longo das últimas décadas, o Brasil consolidou uma das maiores redes de pesquisa agropecuária do mundo.</p>
<p style="color: #000000;">Dr. Eliseu Alves foi figura-chave nessa história. Agrônomo, ele fez parte do grupo que, em 1973, fundou a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária).</p>
<p style="color: #000000;">Naquela época, o Brasil já tinha universidades e centros de tecnologia voltados para a agricultura, mas a produção científica era insuficiente e, apesar do potencial do nosso campo, o Brasil ainda importava muita comida.</p>
<p style="color: #000000;">“Os criadores da Embrapa eram recém-egressos de universidades americanas. Então, nós descobrimos que a grande diferença dos Estados Unidos era conhecimento. E nós viemos com essa idéia para cá, de criar uma instituição que fosse capaz de gerar conhecimentos para a agricultura brasileira. O Brasil era um país grande que tinha potencial para ser grande e a Embrapa teria que ser do tamanho do Brasil”, explica Eliseu Alves, agrônomo da Embrapa.</p>
<p style="color: #000000;">Hoje a Embrapa conta com quase 10 mil funcionários, 46 centros de pesquisa e estuda de tudo em todos os cantos do Brasil: variedades de plantas, genética animal, solos, pastagens, manejo florestal e adubação. O agrônomo Maurício Lopes é o presidente atual da Embrapa.</p>
<p style="color: #000000;">“A ideia de se criar uma organização de pesquisa localizada em todas as partes do Brasil fez a grande diferença. Nós levamos a ciência para o interior do Brasil.O Brasil hoje é considerado a grande liderança para a agricultura, para a ciência e a inovação para a agricultura no cinturão tropical do globo”, diz Maurício Lopes, presidente da Embrapa.</p>
<p style="color: #000000;">Graças ao trabalho da Embrapa, de universidades e vários institutos de pesquisa, o Brasil rural deu um salto em termos de produtividade.</p>
<p style="color: #000000;">Veja o caso dos grãos: entre 1970 e agora, enquanto a área plantada passou de 27 mihões para 57 milhões de hectares, ou seja, pouco mais que dobrou, o volume total produzido saltou de 29 milhões para 200 milhões de toneladas, quase sete vezes mais.</p>
<p style="color: #000000;">Em outras palavras: os nossos agricultores passaram a produzir mais do que o triplo em cada hectare cultivado.</p>
<p style="color: #000000;">Grande parte desse avanço ocorreu graças ao surgimento de uma segunda safra de grãos, a chamada safrinha, que começa a ser plantada logo após a colheita de verão, entre janeiro e abril.</p>
<p style="color: #000000;">De volta à fazenda da dona Terezinha Brunetta, em Diamantino (MT), ela e a filha Keila plantam milho e feijão-caupi nas mesmas áreas que foram usadas para a soja. Coisa que, segundo elas, não existia no passado.</p>
<p style="color: #000000;">“Era colhido e gradeado e a terra ficava descoberta. Toda aquela entressafra que hoje nós plantamos o milho, na época ficava descoberta&#8221;, afirma a agricultora Terezinha Brunetta.</p>
<p style="color: #000000;">Hoje, dona Terezinha pode fazer combinações variadas na fazenda: soja no verão e milho no inverno; soja e algodão; soja e girassol, milho e feijão. Tem gente até que aproveita o período da safrinha para plantar capim e fazer engorda de gado, na chamada “integração lavoura-pecuária”.</p>
<p style="color: #000000;">Para o agrônomo Álvaro Salles, a segunda safra se tornou possível por dois motivos: natureza favorável, com abundância de sol, calor e chuva, e uso de tecnologias adaptadas para a região. Entre elas, ele cita as técnicas de adubação e correção de solo do Cerrado, o plantio direto na palha e a soja precoce.</p>
<p style="color: #000000;">“Nós temos instituições como a Fundação Mato Grosso que começaram a adaptar a soja, algumas variedades de ciclo curto. Aí o produtor começou a ver essa questão de plantar uma segunda cultura e você ter retorno”, diz Álvaro Salles, diretor-executivo do IMA.</p>
<p style="color: #000000;">Com tantas mudanças, dona Terezinha explica que a fazenda passou a aproveitar melhor o espaço. No passado, cada hectare cultivado gerava, por ano, 30 sacas de soja, da safra de verão. Hoje, cada hectare rende anualmente 60 sacas de soja e mais a produção da safrinha: 115 sacas de milho ou 27 sacas de feijão-caupi. “Sem comparação. E é resultado devido à tecnologia que foi surgindo”, conta a agricultora Terezinha Brunetta.</p>
<p style="color: #000000;">Outra mudança central para a nossa agricultura foi a mecanização. O Brasil rural dos anos 1960 tinha apenas 61 mil tratores em atividade. Hoje, cerca de 1 milhão de máquinas agrícolas de todo tipo e tamanho estão rodando pelo país.</p>
<p style="color: #000000;">Além de elevar a produtividade, os equipamentos também provocam grandes mudanças para quem trabalha no campo. Um exemplo disso vem dos canaviais.</p>
<p style="color: #000000;">O uso de máquinas para a colheita da cana-de-açúcar começou nos anos 1980 e, aos poucos, foi se espalhando por todas as regiões do Brasil. Atualmente, no estado de São Paulo, que é o principal produtor brasileiro, nada menos do que 85% da safra é colhida de forma mecanizada.</p>
<p style="color: #000000;">Até os anos 1980, a Usina São João, em Araras (SP), empregava milhares de cortadores na safra. Hoje, a atividade é quase toda mecanizada, como conta Humberto Carrara, o diretor agrícola da empresa.</p>
<p style="color: #000000;">“Primeiro, representa a sobrevivência, porque hoje seria impensável colher esse volume de cana manualmente. Nós nem sequer teríamos essa oferta de mão de obra. A colheita mecanizada é mais barata, e 30% a 40% mais barata do que a manual”, conta o diretor agrícola Humberto Carrara.</p>
<p style="color: #000000;">Cada colheitadeira que entra em atividade substitui 80 cortadores de cana e, ao mesmo tempo, gera 17 novos empregos para operadores, tratoristas, motoristas de caminhão.</p>
<p style="color: #000000;">Raimundo da Silva passou por treinamento e trocou o facão pela colheitadeira. Hoje trabalha na sombra, com ar condicionado e ganha em média R$ 2,5 mil por mês, uns 30% a mais do que ganharia no corte.</p>
<p style="color: #000000;">“Deu uma melhorada, né? O corpo já resiste mais do que se tivesse cortando cana. Melhorou bem”, diz Raimundo da Silva, operador de colheitadeira de cana.</p>
<p style="color: #000000;">Ex-cortador, Genílson de Souza se tornou mecânico. “A vantagem é que é uma profissão melhor. O facão é uma profissão muito pesada e é um desenvolvimento muito bom para mim”, explica o mecânico Genílson de Souza.</p>
<p style="color: #000000;">Ao longo do tempo, o aumento do uso de máquinas e implementos ocorreu em todo país, mas em ritmos variados nas diferentes lavouras e regiões. E, enquanto os equipamentos foram entrando no campo, milhares de pessoas foram migrando para as cidades, em busca de novos empregos que surgiam na construção civil, na indústria e nos serviços.</p>
<p style="color: #000000;">Doutor em economia agrícola, Antônio Buainain, da Universidade de Campinas, fala sobre as mudanças do trabalho no campo.</p>
<p style="color: #000000;">“A gente contava com uma oferta quase ilimitada de mão de obra. E isso está mudando radicalmente. Hoje, na maior parte dos setores, nós temos escassez de mão de obra. Isso muda o paradigma. Por que muda o paradigma? Porque obriga a usar tecnologia, que permite intensificar, poupa mão de obra e também muda o campo. O resultado disso é que você tem um perfil de mão de obra mais qualificado, com nível de salários mais elevados do que no passado. Então, você começa a ter essa mudança”, afirma Antônio Buainain, economista da Unicamp.</p>
<p style="color: #000000;">Mas em muitos lugares a condição dos trabalhadores rurais permanece precária, com desrespeito às leis trabalhistas e até denúncias de trabalho análogo ao de escravo. Assim, o mesmo país que abriga funcionários qualificados, do século 21, ainda convive com situações do século 19.</p>
<p style="color: #000000;">Quando o assunto é o acesso à tecnologia, as desigualdades também são grandes, com tratores modernos pra uns e tração animal para outros. Mas se engana quem pensa que a evolução tecnológica ocorreu apenas em fazendas grandes ou nas regiões mais ricas do país.</p>
<p style="color: #000000;">Na Zona Rural de Petrolina, no sertão de Pernambuco, é possível encontrar as formas mais convencionais da produção agrícola. A matraca, por exemplo, que é coisa do passado em várias regiões do país, naquela região ainda é o principal instrumento para fazer os plantios.</p>
<p style="color: #000000;">Seu João de Deus e Souza, conhecido como seu Dãozinho, tem um sítio onde cultiva 18hectares de milho e melancia, e mantém pequeno rebanho de gado, cabras e ovelhas.</p>
<p style="color: #000000;">Em grande parte da área, o plantio é feito com a matraca, que a cada batida na terra libera uma semente. Para muita gente, seria um sinal de atraso, mas, para ele, foi uma melhoria.</p>
<p style="color: #000000;">“Porque, de antes, plantava com a enxada, abrindo um buraquinho para entupir com o pé. Aí você tinha muita dificuldade para plantar a roça e, com a matraca, avançou muito, a gente conseguiu plantar com mais rapidez”, conta o produtor rural João de Deus e Souza.</p>
<p style="color: #000000;">Outra evolução para o sítio é que, há alguns anos, seu Dãozinho conseguiu comprar um trator usado e uma grade. Depois, ele acoplou uma plantadeira improvisada ao implemento. A engenhoca, feita por um vizinho, tem um compartimento para o milho e, embaixo, uma mangueira plástica que vai soltando as sementes. O equipamento já substitui a matraca em algumas áreas do sítio.</p>
<p style="color: #000000;">“Com o decorrer do tempo, com a modernização, vai chegando essas oportunidades da gente facilitar o trabalho da gente”, conta o seu Dãozinho.</p>
<p style="color: #000000;">Seu Dãozinho mora com a mulher, dona Luzia, professora aposentada. Juntos, eles já passaram por muita dificuldade no sertão, mas, ao longo do tempo, foram melhorando de vida. Um dos principais avanços foi a chegada da energia elétrica.</p>
<p style="color: #000000;">“Televisão a gente tem como assistir os programas, os canais, tem como beber uma aguinha gelada”, diz ele.</p>
<p style="color: #000000;">Hoje, o casal vive em uma casa equipada, com móveis e eletrodomésticos, coisa que eles não tinham no passado. Outra conquista dos últimos anos foi a construção de uma cisterna, que armazena água da chuva.</p>
<p style="color: #000000;">Quando compara a vida de hoje, com o passado que viveu no sertão, seu Dãozinho não tem dúvida: “A cada ano, a cada década, cada vez vai melhorando”.</p>
<p style="color: #000000;">O aumento das áreas de irrigação foi mais uma novidade no sertão nordestino ao longo desse meio século. A fruticultura moderna tomou conta de milhares de hectares, como no Vale do São Francisco, em Pernambuco e na Bahia.</p>
<p style="color: #000000;">Na terceira parte da reportagem, o Globo Rural continua a viagem pelos 50 anos da nossa agropecuária: as novidades na produção de carnes, o salto na exportação e as mudanças na relação entre agricultores e meio ambiente.</p>
<p style="color: #000000;">Fonte: Portal Correio do Povo</p>
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		<title>Multinacionais apostam em negócios ligados a serviços e agricultura de precisão</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Dec 2014 13:17:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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		<description><![CDATA[Aquisições e investimentos recentes do setor no Brasil valorizam capital humano local. Com boa parte das indústrias do agronegócio nas mãos de estrangeiros, o Brasil é vislumbrado por multinacionais do setor como um celeiro para investimentos em serviços. Focadas no aumento da produtividade, empresas não se contentam mais apenas em fazer seus produtos chegarem às [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="materia-subtitulo" style="color: #393939;">Aquisições e investimentos recentes do setor no Brasil valorizam capital humano local.</p>
<p style="color: #393939;">Com boa parte das indústrias do agronegócio nas mãos de estrangeiros, o Brasil é vislumbrado por multinacionais do setor como um celeiro para investimentos em serviços. Focadas no aumento da produtividade, empresas não se contentam mais apenas em fazer seus produtos chegarem às lavouras brasileiras — querem também eficiência no uso de suas tecnologias. Para tanto, a expertise de capital humano local passa a ser estratégica para abocanhar mercado no país onde a produção agrícola bate sucessivos recordes.</p>
<p style="color: #393939;">Somente em 2014, o agronegócio acumulou 49 fusões e aquisições no Brasil, sendo 23 delas envolvendo multinacionais. Conforme levantamento da PricewaterhouseCoopers (PwC), com dados de janeiro a outubro, as transações do setor representam 7% de todos os negócios feitos no país.</p>
<p style="color: #393939;">— Os investimentos mais recentes de multinacionais seguem essa tendência, inovação e serviços — detalha Ana Malvestio, sócia da PwC Brasil e líder de agribusiness.</p>
<p style="color: #393939;">Ao investir em inovação e desenvolvimento, as empresas conseguem colocar seus produtos no mercado com diferencial. O passo seguinte é garantir que a tecnologia cumpra de fato a meta de eficiência produtiva, explica a especialista em agribusiness.</p>
<p style="color: #393939;">— E isso depende de capital humano local, por isso buscam formar joint venture (parceira entre duas ou mais empresas) para troca de conhecimento.</p>
<p style="color: #393939;">A porta de entrada das multinacionais no mercado de serviços brasileiro tem sido a agricultura de precisão. Pioneira no desenvolvimento de equipamentos eletrônicos e software de gerenciamento agrícola no Brasil, a catarinense Arvus foi comprada neste ano pela sueca Hexagon — líder em sistemas de metrologia, soluções, design e visualização. Com sede em Estocolmo, atua em 40 países e faturou 2,4 bilhões de euros em 2013 (R$ 7,8 bilhões).</p>
<p style="color: #393939;">— Eles queriam montar uma operação robusta no agronegócio e viram na nossa empresa uma oportunidade concreta — afirma Gustavo Vieira, diretor comercial da Arvus, que no ano passado faturou R$ 14 milhões atuando em diversas regiões do país.</p>
<p style="color: #393939;">Desde a aquisição, em maio deste ano, a empresa de Florianópolis ampliou de 75 para cem o número de funcionários e começou a certificar produtos tecnológicos para exportá-los à Europa, onde a multinacional também fez aquisições no setor.</p>
<p style="color: #393939;">Com a injeção do investimento estrangeiro, a Arvus irá agora ampliar a atuação no Brasil nos mercados florestal e de grãos. Há quatro anos, Gilson Agostinetto, de Sanaduva, usa controladores da Arvus para aplicação à taxa variável de sementes, corretivos de solo e fertilizantes. Desde então, reduziu em 40% o uso de produtos na propriedade de 4 mil hectares.</p>
<p style="color: #393939;">— Muitas vezes, a aplicação era feita onde não precisava. Não se fazia análise do solo e mapeamento de áreas — conta Agostinetto, que elevou em 20% a produtividade das lavouras de soja e milho.</p>
<p style="color: #393939;"><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2014/12/111111111111111111111.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1234" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2014/12/111111111111111111111-300x182.jpg" alt="111111111111111111111" width="300" height="182" /></a></p>
<p><strong>Experiência na gestão do solo e do clima</strong></p>
<p>Parte das investidas de multinacionais no mercado nacional de serviços busca driblar a variabilidade do solo e do clima brasileiro. Em setembro, a Monsanto começou a estruturar no Brasil o time da Precision Planting, empresa de agricultura de precisão americana comprada há dois anos por US$ 250 milhões.</p>
<p>— Entramos nesse mercado por perceber que muitas vezes a produtividade de nossos produtos não era alcançada por questões operacionais no campo — explica José Galli, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Precision Planting.</p>
<p>Com 12 funcionários, a empresa da Monsanto será expandida em 2015 para o Centro-Oeste e Região Sul. A linha de equipamentos da marca é vendida no Brasil com parceiros, como a indústria gaúcha de implementos Stara, que comercializa um distribuidor de sementes para plantadeiras desenvolvido pela empresa americana. Além da coleta de dados durante o plantio, o portfólio da Precision Planting inclui ainda sensores e monitoramento da colheita.</p>
<p>— O plantio é a operação mais importante para explorar todo o potencial da semente. É o momento em que ainda é possível corrigir eventuais falhas — explica Galli.</p>
<p>Além da aposta no serviço de agricultura de precisão, a Monsanto fará testes para colocar no Brasil a Climate Corp, especializada em monitoramento climático, comprada em 2013 por US$ 930 milhões.</p>
<p><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2014/12/17125502.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1235" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2014/12/17125502-300x199.jpg" alt="17125502" width="300" height="199" /></a></p>
<p style="color: #393939;"><strong>Parcerias ajudam a encurtar o caminho</strong></p>
<p style="color: #393939;">Não é regra, mas o ensaio para explorar o setor de serviços no Brasil costuma ser feito por meio de joint ventures (parceria entre duas ou mais empresas). O caminho ajuda multinacionais a entrar com mais facilidade no mercado brasileiro.</p>
<p style="color: #393939;">No começo de dezembro, a John Deere anunciou a conclusão da compra de 100% da Auteq Telemática, empresa de softwares e computadores de bordo com sede em São Paulo. Ainda em 2009, ambas formaram uma joint venture para trazer ao Brasil tecnologias para a produção canavieira. Mais recentemente, as inovações foram estendidas para a produção de grãos, com vistas a aumentar a capacidade produtiva das lavouras.</p>
<p style="color: #393939;">— Tivemos uma excelente oportunidade com a Autec, que passou a fornecer parte das tecnologias usadas nos nossos equipamentos — diz Rodrigo Junqueira, diretor de vendas da John Deere Brasil.</p>
<p style="color: #393939;">A aquisição, segundo o executivo, vai ao encontro do objetivo de oferecer soluções integradas — ao extrair o melhor do equipamento e dar suporte a decisões rápidas e adequadas.</p>
<p style="color: #393939;">— É preciso analisar cada situação para saber se é melhor buscar tecnologia e conhecimento fora do país ou investir aqui — avalia Junqueira.</p>
<p style="color: #393939;">
<p style="color: #393939;">Fonte: ZH</p>
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		<title>Pesquisadores de Tenente Portela participarão da MOSTRATEC</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Oct 2014 15:02:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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		<description><![CDATA[Jovens cientistas estarão participando da maior feira de ciência e tecnologia da América do Sul. Uma pesquisa sobre agricultura tecnológica será apresentada na 29ª Mostra Brasileira de Ciência e Tecnologia e Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia (MOSTRATEC), que ocorrerá em Novo Hamburgo, de 28 a 31 de outubro. O evento, que é organizado pela [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #666666;">Jovens cientistas estarão participando da maior feira de ciência e tecnologia da América do Sul. Uma pesquisa sobre agricultura tecnológica será apresentada na 29ª Mostra Brasileira de Ciência e Tecnologia e Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia (MOSTRATEC), que ocorrerá em Novo Hamburgo, de 28 a 31 de outubro. O evento, que é organizado pela Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha, contará com representantes de 22 países.</p>
<p style="color: #666666;">AGRITEC: Agricultura Tecnológica é o projeto dos alunos Patrick Andrei Caron Guerra, Leonardo Rauber e Edir Beatris Elicker, da escola estadual Professora Cléia Salete Dalberto, de Tenente Portela. De acordo com a pesquisa, orientada pelos professores Luciano Molinari e Karime Hatem, com a criação de um site voltado ao fornecimento de informações sobre a agricultura, é possível apresentar ferramentas para garantir a sustentabilidade nas plantações, utilizando matérias que não agridem o meio ambiente.</p>
<p style="color: #666666;">A MOSTRATEC, considerada uma referência internacional entre as feiras do gênero, reúne jovens cientistas entre 14 e 20 anos de idade. Nesta edição, serão apresentados 370 projetos, distribuídos em 13 diferentes áreas, de ensino médio e técnico. A MOSTRATEC Júnior contará com outros 112 projetos, de alunos do ensino fundamental. No evento também ocorre o Seminário Internacional de Educação Tecnológica (SIET), os Jogos MOSTRATEC e o Festival MOSTRATEC de Robótica Educacional.</p>
<p style="color: #666666;">Os países que estarão na MOSTRATEC 2014 são Brasil, Argentina, Cazaquistão, Chile, Colômbia, Dinamarca, Egito, Equador, Eslovênia, Espanha, EUA, Holanda, Indonésia, Itália, Luxemburgo, México, Paraguai, Peru, Porto Rico, Tunísia, Turquia e Uruguai. A feira estará aberta ao público das 14 às 21 horas, e a entrada é franca.</p>
<p style="color: #666666;">
<p style="color: #666666;">Fonte: Região Celeiro</p>
<p style="color: #666666;">Foto: Divulgação/Escola Cléia Salete Dalberto</p>
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		<title>Estudante do RS cria sistema online para monitorar umidade do solo</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Oct 2014 00:34:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Grãos]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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		<description><![CDATA[Um estudante de Três de Maio, Noroeste do Rio Grande do Sul, conseguiu desenvolver um sistema capaz de monitorar em tempo real a umidade do solo pela internet. Concebida durante um projeto de trabalho de conclusão de um curso de Sistemas de Informação, a tecnologia permite, por exemplo, que o produtor tenha controle sobre os [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudante de Três de Maio, Noroeste do Rio Grande do Sul, conseguiu desenvolver um sistema capaz de monitorar em tempo real a umidade do solo pela internet. Concebida durante um projeto de trabalho de conclusão de um curso de Sistemas de Informação, a tecnologia permite, por exemplo, que o produtor tenha controle sobre os dados através de um telefone celular.</p>
<p>Segundo o criador, o estudante Tiago José Pasieka, o programa funciona a partir de um sensor instalado na terra que identifica a quantidade de água existente. O equipamento envia informações a cada cinco minutos para uma central, onde os dados são convertidos e enviados para um computador ou celular.</p>
<p>&#8220;É uma tecnologia específica para se comunicarem de forma dinâmica. Em uma área de três hectares temos três antenas distribuídas. Caso uma delas pare de funcionar, as outras duas reajustam a comunicação entre elas para que a comunicação não pare&#8221;, explicou ele. Por enquanto o sistema é usado apenas como teste em uma área onde os dados servem de base para acionar um conjunto de irrigação por pivôs.</p>
<p>&#8220;Através deste monitoramento da umidade desse solo eu consigo ter essas respostas e consigo omitizar meu recurso natural, que é a água em dois processos, tanto na água aplicada na lavoura, como a água para a energia elétrica de usinas. Estamos utilizando um recurso que se encontra cada vez mais racionalizado&#8221;, analisou o professor Valberto Muller, que acompanha os testes desenvolvidos pelo estudante.</p>
<p>Conforme Pasieka, o principal ganho com o auxilio do programa é o controle ao longo do desenvolvimento da planta, já que tudo fica registrado em um gráfico. Além de poupar água com a irrigação, outros ganhos também são importantes, como a diminuição de energia elétrica, destacou o criador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: G1/Programa Campo e Lavoura RS</p>
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		<title>Técnica Rural &#8211; Saiba como é feita a dessecação da soja e a regulagem da colheitadeira</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2014 03:45:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[leonardo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Técnica Rural]]></category>

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		<description><![CDATA[O programa Técnica Rural transmitido pelo Canal Rural nesta terça, dia 25, foi um especial do Projeto Soja Brasil. Nossa equipe foi até à Embrapa Soja, em Londrina, no Paraná, para mostrar como é feita a dessecação da soja para a colheita, e como os produtores fazem a regulagem da colheitadeira, procedimentos que têm ligação [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #3f3f3f;">O programa Técnica Rural transmitido pelo Canal Rural nesta terça, dia 25, foi um especial do Projeto Soja Brasil. Nossa equipe foi até à Embrapa Soja, em Londrina, no Paraná, para mostrar como é feita a dessecação da soja para a colheita, e como os produtores fazem a regulagem da colheitadeira, procedimentos que têm ligação direta.</p>
<p style="color: #3f3f3f;"><strong>Assista ao programa na íntegra:</p>
<p></strong></p>
<p><iframe style="color: #3f3f3f;" src="http://videos.ruralbr.com.br/canalrural/videonews/65395" width="487" height="365" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Fonte: Canal Rural</p>
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