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	<title>AgroCeleiro &#187; Suinocultura</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Três Passos manteve crescimento na suinocultura</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Feb 2019 01:10:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Município aumentou o abate em 6.540 suínos, representando um crescimento na atividade de 3,75%, o que totalizando 180.748 animais abatidos em 2018 - Pelo segundo ano consecutivo, o Município de Três Passos aparece em 4º lugar no ranking de abates de suínos no Rio Grande do Sul com 180.748 animais abatidos. A lista, referente ao [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #303030;"><strong><em>O Município </em></strong><strong><em>aumentou o abate em 6.540 suínos, representando um crescimento na atividade de 3,75%, o que totalizando 180.748 animais abatidos em 2018 -</em></strong></p>
<p style="color: #303030;">Pelo segundo ano consecutivo, o Município de Três Passos aparece em 4º lugar no ranking de abates de suínos no Rio Grande do Sul com 180.748 animais abatidos. A lista, referente ao ano de 2018, foi divulgada pela Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS) neste dia 1º de fevereiro.</p>
<p style="color: #303030;">As informações para composição do ranking são fornecidas pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural – Seção de Epidemiologia e Estatística (SEE) por meio das Guias de Trânsito Animal (GTA).</p>
<p style="color: #303030;">Três Passos aumentou o abate em 6.540 suínos, dessa forma, mantivemos a 4ª posição no ranking estadual. Esta colocação representa o crescimento de 3,75% da atividade dentro do município, que é fomentada pela Administração Municipal por meio de programa específico de apoio à suinocultura.</p>
<p style="color: #303030;">Os incentivos estão dispostos na Lei Municipal nº 4696/09 que possibilitou beneficiar até o momento 22 suinocultores com gratuidade nos serviços de máquinas para terraplanagem, abertura de esterqueira, colocação de silo para ração e melhorias no acesso e pátio com patrolamento e cascalhamento.  Neste período, dentro do programa de incentivo, o repasse totalizou R$ 143.600,00.</p>
<p style="color: #303030;">Para o secretário Municipal de Agricultura, Evandro Colombo, a expectativa é trabalhar de forma ainda mais efetiva para que no próximo ano, o Município possa anunciar uma posição ainda melhor da suinocultura local no ranking estadual. “O Município possui um grande potencial na atividade, o que possibilitará no futuro subir ainda mais na colocação estadual”, ponderou.</p>
<p style="color: #303030;">Segundo o prefeito Municipal, José Carlos Amaral, este crescimento demonstra o empenho e o apoio da Administração Municipal aos empreendedores locais que apostam na suinocultura. Ele frisou ainda, que também é um fator decisivo deste crescimento, a parceria com a integradora local, Conselho Municipal Agropecuário e Assuipassos (Associação de Suinocultores de Três Passos).</p>
<p style="color: #303030;"><strong>Os dez maiores</strong></p>
<p style="color: #303030;">Conforme a lista da ACSURS, estão entre os dez primeiros colocados do ranking os municípios de Rodeio Bonito (1º lugar – com 266.311); Palmitinho (2º lugar – 209.633); Nova Candelária (3º lugar – com 192.499 suínos abatidos); Três Passos (4º lugar – 180.748 suínos abatidos); Boa Vista do Buricá (5º lugar – 175.737 suínos abatidos); Santo Cristo (6º lugar – 156.166 suínos abatidos); Aratiba (7º lugar – 145.286 suínos abatidos); Rondinha (8º lugar – 143.522 suínos abatidos); Casca (9º lugar – 140.986 suínos abatidos); e Capitão (10º lugar – 127.105 suínos abatidos).</p>
<p style="color: #303030;"><strong>Soma geral</strong></p>
<p style="color: #303030;">Na soma geral, a ACSURS informou que foram abatidos 9.246.224 suínos no RS em 2018. Em 2017, esse número foi de 8.949.366, ou seja, um aumento de 3,1% de um ano para o outro.</p>
<p style="color: #303030;">O ranking está disponível para download no site da ACSURS – <a style="color: #808080;" href="http://www.acsurs.com.br/" target="_blank">www.acsurs.com.br</a> – guia SUINOCULTURA – Produção e Abate.</p>
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		<title>Preço pago pelo quilo do suíno sobe 5 centavos no RS</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Nov 2018 22:49:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A pesquisa semanal da cotação do suíno, milho e farelo de soja, feita nesta segunda-feira (05) pela Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS), com apoio exclusivo da MSD Saúde Animal, apontou o preço de R$ 3,73 para o quilo do suíno vivo no Estado entre as fontes consultadas, um incremento [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A pesquisa semanal da cotação do suíno, milho e farelo de soja, feita nesta segunda-feira (05) pela Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS), com apoio exclusivo da MSD Saúde Animal, apontou o preço de R$ 3,73 para o quilo do suíno vivo no Estado entre as fontes consultadas, um incremento de cinco centavos em relação à pesquisa anterior.  </span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O valor da saca de 60 quilos do milho apresentou queda, estando a R$ 37 contra R$ 39 da última semana. A tonelada do farelo de soja (preço da indústria – FOB) também baixou: para compras à vista R$ 1.320 (anterior R$ 1.330) e no prazo/30 dias R$ 1.335 (anterior R$ 1.350).</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold; color: #333333 !important;">Agroindústrias e cooperativas </strong></span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O preço médio na integração subiu um centavo, passando de R$ 2,85 para R$ 2,86 na data de hoje. As cooperativas e agroindústrias apresentaram as seguintes cotações: Cooperalfa/Aurora: R$ 2,80 (base suíno gordo) e R$ 2,90 (base leitão de 6 a 23 quilos); Cosuel/Dália Alimentos R$ 2,80; Alimentos Estrela R$ 2,80; Cooperativa Languiru R$ 2,90; Cooperativa Majestade R$ 2,75; Ouro do Sul R$ 3,10; Alibem R$ 2,80; BRF R$ 3,00 e Pamplona R$ 2,80.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="font-weight: 400; font-style: italic; color: #000000;">ACSURS</span></p>
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		<title>Brasil produzirá 40% a mais de alimentos de origem animal até 2050</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Oct 2018 11:53:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Brasil deve fechar 2018 com a produção de 27,15 milhões de toneladas de carnes (frangos, bovina, suína e peixes de cultivo) e 34,2 bilhões de litros de leite. Esse resultado é, em média, 10% superior ao obtido em 2011. “A manutenção do aumento da produção nesses níveis permitirá ao país cumprir o seu papel [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Brasil deve fechar 2018 com a produção de 27,15 milhões de toneladas de carnes (frangos, bovina, suína e peixes de cultivo) e 34,2 bilhões de litros de leite. Esse resultado é, em média, 10% superior ao obtido em 2011. “A manutenção do aumento da produção nesses níveis permitirá ao país cumprir o seu papel na oferta mundial de alimentos de origem animal solicitada pela FAO para 2050, ressalta Stefan Mihailov, presidente da Trouw Nutrition e coordenador do evento Horizons, realizado nos dias 9 e 10 de outubro, para discutir as tendências da produção de alimentos global e o papel do Brasil.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“O nosso país é um campeão mundial da produção e exportação de alimentos e tem água, terras, tecnologia e competência para manter o ritmo de crescimento da última década, atendendo ao chamado da FAO. Em 2050, o mundo terá 2,2 bilhões de pessoas a mais. É preciso aumentar a oferta de alimentos constantemente e o uso de novas tecnologias é essencial nesse processo”, destacou Mihailov para uma plateia de 250 empresários da cadeia de alimentos de origem animal, que participaram do Horizons, em Atibaia (SP).</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A avicultura é a maior fornecedora de proteínas animais do Brasil. Em 2018, a expectativa da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) é fechar com 13,1 milhões de toneladas. Esse resultado é praticamente o mesmo de 2011, mas nesse período as exportações saltaram 7%, atingindo 4,2 milhões de toneladas/ano. “O Brasil tem custos de produção ajustados, status sanitário excepcional, cadeia de produção integrada e muita tecnologia para produzir mais e cada vez melhor”, explicou Francisco Turra, presidente da ABPA, na mesa-redonda ‘Como o Brasil pode aumentar sua produtividade em 40% para atender à crescente demanda mundial de alimentos”, coordenada pelo ex-secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Arnaldo Jardim e com participação do atual secretário da pasta Francisco Sérgio Ferreira Jardim, durante o Horizons. O dirigente listou entraves que precisam ser olhados com atenção pelo país. É o caso da alta tributação sobre a cadeia produtiva, regulação das relações de trabalho, burocracia, infraestrutura e financiamento, entre outros.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Também participante do evento, Antonio Jorge Camardelli, presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), apontou os gargalos de logística como importantes complicadores do processo de produção e, particularmente, de exportação de carne bovina. “Expressiva parcela da produção do centro-oeste é escoada pelo porto de Santos. Trata-se de um processo lento e pouco eficiente. Somente no porto, são gastas 60 h para um navio receber a carga e zarpar. É muito tempo”, disse Camardelli. O dirigente mostrou-se confiante quanto ao desempenho das exportações de carne bovina este ano – “que devem fechar em torno de US$ 7 bilhões contra US$ 6,2 bilhões no ano passado” – e, especialmente, para 2019, devido à possível abertura de novos mercados. “O processo de liberação da Indonésia está em fase final e uma missão do Canadá chegará ao Brasil no dia 15 de outubro”, informou.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A melhoria da produtividade com ampliação do uso maciço de novas tecnologias é a receita de Roberto Hugo Jank Jr, vice-presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite), para o aumento da produção de leite no país, objetivando atender à crescente demanda interna e global. “O Brasil produz 34,2 bilhões de litros de leite em 22 milhões de hectares, com produtividade média de 1.600 litros/hectare/ano. Esse resultado representa um décimo da eficiência da Nova Zelândia”, assinalou Jank, no Horizons. “É perfeitamente possível ampliar rapidamente esse índice e produzir 40 mil litros por hectare/ano! Se atingíssemos esse nível, usaríamos apenas 2 milhões de hectares para obter a produção que temos hoje no país”.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mais jovem, porém promissora atividade, a piscicultura apresentou no Horizons números muito positivos para os próximos anos. “A FAO pede que a produção aumente 40% até 2050. A piscicultura brasileira triplicará de tamanho nesse período”, ressaltou Ricardo Neukirchner, presidente do Conselho da Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR). O dirigente apoia-se no crescimento da produção em 500% nos últimos dez anos e nas potencialidades do Brasil para a atividade, além das vantagens competitivas do peixe de cultivo. “Temos água em abundância, novas tecnologias estão chegando e a produção é sustentável, sem agressão ao meio ambiente. Além disso, o consumo interno é de apenas 3 kg/hab/ano, tendo muito potencial de aumento. A piscicultura é uma atividade de muito futuro no país”, assinalou Ricardo Neukirchner.</span></p>
<p style="font-weight: 300; text-align: justify;">Fonte: O Presente Rural</p>
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		<title>Cotação do suíno no Rio Grande do Sul</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Nov 2017 14:08:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Preço pago pelo quilo do suíno vivo esta estável  A pesquisa semanal da cotação do suíno, milho e farelo de soja, feita ontem pela Associação de Criadores de Suínos (Acsurs), apontou a cotação de R$ 3,85 no preço pago pelo quilo do suíno vivo no Rio Grande do Sul, mostrando estabilidade no mercado.  O [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4 class="noticia-titulo bottommargin"><span style="color: #000000;"><strong><span class="agk-cont-destaque3 noticia-linha-apoio bottommargin">O Preço pago pelo quilo do suíno vivo esta estável </span></strong></span></h4>
<p style="color: #555555;"><span style="color: #000000;">A pesquisa semanal da cotação do suíno, milho e farelo de soja, feita ontem pela Associação de Criadores de Suínos (Acsurs), apontou a cotação de R$ 3,85 no preço pago pelo quilo do suíno vivo no Rio Grande do Sul, mostrando estabilidade no mercado. </span></p>
<div style="color: #555555;">
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<div id="google_ads_iframe_/316485075/AGR_VAR_BANNER_DFP_SLOT_1_0__container__"><span style="color: #000000;">O preço médio na integração permanece em R$ 3,10. As agroindústrias e cooperativas apresentaram as seguintes cotações: Cooperalfa/Aurora, R$ 3,10; Cosuel/Dália Alimentos, R$ 3,10; Cotrijuí, R$ 3,10; Cooperativa Languiru, R$ 3,06; Cooperativa Majestade, R$ 3,05; Ouro do Sul, R$ 3,30; Alibem, R$ 3,00; JBS, R$ 3,10; e Pamplona, R$ 3,10.</span></div>
<div></div>
<div>
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<div class="noticia-fonte col-md-12 bottommargin nopadding">
<p class="nopadding col-xs-12 col-md-6 tright"><span style="color: #000000;">Fonte: <a class="uppercase" style="font-weight: bold;" href="http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/11/economia/594817-cotacao-do-suino-e-de-r-3-85-no-rio-grande-do-sul.html" target="_blank"><span style="color: #000000;">JORNAL DO COMÉRCIO</span></a> </span></p>
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<div></div>
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		<title>Carne de porco ganha espaço na mesa do brasileiro e no exterior</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Sep 2017 15:50:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Motivado pela mudança no consumo das famílias e pelo crescimento das exportações, o abate de suínos atingiu seu melhor 2º trimestre desde o início da série histórica, em 1997, com 10,62 milhões de cabeças entre abril e junho de 2017, enquanto o de bovinos caiu 3,7% em relação ao mesmo período de 2016 e o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #444444;">Motivado pela mudança no consumo das famílias e pelo crescimento das exportações, o abate de suínos atingiu seu melhor 2º trimestre desde o início da série histórica, em 1997, com 10,62 milhões de cabeças entre abril e junho de 2017, enquanto o de bovinos caiu 3,7% em relação ao mesmo período de 2016 e o de frangos recuou 4,5% na mesma comparação. Os dados estão na Pesquisa Trimestral Agropecuária, divulgada nesta quinta-feira pelo IBGE.</p>
<p style="color: #444444;">O crescimento na produção suína tem como alguns de seus fatores o aumento significativo na exportação e a mudança no gosto do brasileiro, que passou a consumir mais carne de porco. A alteração pode ser explicada também pelo preço menor em relação à carne bovina, normalmente a preferida pelas famílias.</p>
<p style="color: #4b4b4c;">A pesquisadora Angela Lordão comenta que a mudança chegou após o setor de produção de carne suína realizar pesquisas de mercado para avaliar os gargalos no consumo e conseguir superar o preconceito com o artigo, considerado menos saudável que a bovina e a de frango. “Hoje, essa mentalidade em relação à carne suína vem mudando, com novos cortes implementados pela indústria”, disse Angela.</p>
<p style="color: #4b4b4c;">agenciadenoticias.ibge.gov.br</p>
<p style="color: #4b4b4c;">
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		<title>G AGRO SUINOCULTURA</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Aug 2017 06:21:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A G AGRO é uma empresa que a mais de dez anos desenvolve um grandioso trabalho na área da nutrição animal, junto a inúmeras famílias de agricultores produtores de leite, gado de corte e suínos. A G AGRO com sua equipe de colaboradores e parcerias com empresas de renome nacional e internacional em qualidade e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>G AGRO</strong> é uma empresa que a mais de dez anos desenvolve um grandioso trabalho na área da nutrição animal, junto a inúmeras famílias de agricultores produtores de leite, gado de corte e suínos. A <strong>G AGRO</strong> com sua equipe de colaboradores e parcerias com empresas de renome nacional e internacional em qualidade e tecnologia no desenvolvimento de produtos utilizados na alimentação e nutrição animal. E também com o desenvolvimento, formulação e produção de produtos para a nutrição e alimentação animal, tem se destacado nas cadeias produtivas do agronegócio na região norte do RS.</p>
<p>A suinocultura como já sabemos, é uma das atividades importantíssimas para a economia nacional e internacional, assim como possibilita construção de dinâmicas de geração de renda e agregações de valores a toda a cadeia envolvida a esta atividade. A empresa tem até meados de 2016 atuado em especial na área comercial de produtos de nutrição e alimentação animal e uma experiência inicial na produção de leitões. A partir de janeiro de 2017, ampliou suas atividades e tomou a decisão de entra definitivamente na atividade da suinocultura.</p>
<p>Hoje a empresa trabalha com dois focos na suinocultura, sendo a produção de leitões de até 08 kg, com capacidade de produção de 2000 leitões por mês em granjas próprias. O outro foco é a compra, a produção e a comercialização de leitões prontos para a terminação, onde a estrutura de crechário possui capacidades para 3.000 leitões alojados, hoje já esgotada. Os leitões prontos para engorda/terminação são comercializados a várias empresas que realizam a terminação destes animais e os comercializam a frigoríficos no estado do Rio Grande do Sul e demais estados do país.<br />
<a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2017/06/suino-reprodução.jpg"><img class="alignnone  wp-image-4536" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2017/06/suino-reprodução.jpg" alt="suino reprodução" width="668" height="384" /></a></p>
<p>Importante ressaltar que a empresa optou por trabalhar na parte comercial e utilizar em suas granjas, produtos e insumos inovadores de alta tecnologia para alimentação e nutrição animal.</p>
<p>A <strong>G AGRO</strong> pretende tornar-se nos próximos cinco anos, uma das principais empresas da atividade da suinocultura da região norte do RS.</p>
<p><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2017/06/rodapé-pg.jpg"><img class="alignnone  wp-image-4540" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2017/06/rodapé-pg-300x168.jpg" alt="rodapé pg" width="666" height="263" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Parabéns aos Suinocultores da região</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jul 2017 12:53:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Suinocultura]]></category>
		<category><![CDATA[Região Celeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 20 de julho, Dia Nacional do Suinocultor. O Site Agroceleiro, parabeniza no dia de hoje, a todos os suinocultores da região Celeiro. A Atividade suinocultura tem uma grande importância na economia na maioria dos municípios da nossa região, pois possibilita retorno econômico para os municípios, bem como  a gerando de empregos, alem de ser uma atividade que proporciona [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4><span style="color: #000000;">Dia 20 de julho, <span style="font-weight: 300;">Dia Nacional do Suinocultor.</span></span></h4>
<p><span style="color: #000000;">O Site Agroceleiro, parabeniza no dia de hoje, a todos os suinocultores da região Celeiro.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">A Atividade suinocultura tem uma grande importância na economia na maioria dos municípios da nossa região, pois possibilita retorno econômico para os municípios, bem como  a gerando de empregos, alem de ser uma atividade que proporciona oportunidade de diversificação das atividades agrícolas do produtor bem como da  renda nas propriedades alem do fator econômico de  impulsionar o giro no comercio.</span></p>
<p><strong style="font-weight: bold;">A Suinocultura a nível de Brasil</strong></p>
<p>Segundo dados do Mapeamento da Suinocultura Brasileira, lançado em 2016, a suinocultura brasileira registrou um plantel de mais de 1,7 milhão de matrizes, destinadas a reprodução. O abate de 39,3 milhões de animais e uma movimentação de R$ 149,86 bilhões em toda a cadeia produtiva da suinocultura.</p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p><br style="color: #000000;" /><br style="color: #000000;" /></p>
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		<title>Suinocultura foi temas de Seminário no Norte do Estado</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jul 2017 15:15:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Suinocultura]]></category>
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		<description><![CDATA[O evento, realizado na noite desta quinta-feira (06/07), reuniu mais de 200 participantes no salão do Bairro Fátima, em Frederico Westphalen. Autoridades, produtores, lideranças e entidades envolvidas no setor participaram do evento.A programação do Seminário contou com participação do presidente da Associação de Criadores de Suínos do RS (Acsurs), Valdecir Folador, apresentando um painel sobre [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #545454;">O evento, realizado na noite desta quinta-feira (06/07), reuniu mais de 200 participantes no salão do Bairro Fátima, em Frederico Westphalen. Autoridades, produtores, lideranças e entidades envolvidas no setor participaram do evento.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">A programação do Seminário contou com participação do presidente da Associação de Criadores de Suínos do RS (Acsurs), Valdecir Folador, apresentando um painel sobre o cenário nacional e estadual da suinocultura e a viabilidade do investimento no setor pelos produtores da região. Segundo ele, a região Sul do país concentra 50% da produção de suínos, com 979 mil matrizes. &#8220;É uma região tradicional na produção, de pequenas propriedades, produzindo com integração e condição sanitária diferenciada&#8221;, avaliou.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">Sobre a importância da cadeia produtiva, Folador ressaltou os números de exportação. Em 2016, foram exportadas 217 mil toneladas de carne suína, o que gerou uma receita de R$ 457 milhões. A cadeia da suinocultura gera 14,3 mil empregos diretos e mais de 164 mil empregos indiretos. &#8220;Somente no RS, cerca de 600 mil pessoas dependem da suinocultura de forma direta ou indireta. São mais de 170 mil famílias, o que corresponde a 5,5% da população gaúcha, presente em 330 municípios gaúchos&#8221;, revelou.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">Para Folador, o cenário é favorável e as perspectivas de crescimento são garantidas. Tivemos um aumento de produção. No ano de 2015, no Brasil, foram abatidos 34,5 mil cabeças. Em 2016, esse número subiu para 36,4 mil, um aumento 5,48% de um ano para outro. Na carne produzida, se comparado esses mesmos períodos, o crescimento foi de 5,64%. Passamos de três mil toneladas de carne produzida para 3,2 mil toneladas&#8221;. Atualmente, o Brasil ocupa a quarta posição no ranking mundial entre os maiores produtores e exportadores de carne suína.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">Voltando mais ao produtor, Folador lembrou de uma importante conquista da cadeia da suinocultura, a Lei da Integração (13.288), sancionada em maio do ano passado, legislação que estabelece diretrizes nas relações entre agroindústrias e produtores integrados. A nova legislação atende às demandas das cadeias produtivas e confere mais segurança jurídica entre produtores integrados e empresas.</span></p>
<p>Emater/RS</p>
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		<title>Exportação anima pecuária, mas alta dos custos preocupa</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2015 20:27:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pecuária Corte]]></category>
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		<description><![CDATA[Embalados pela alta do dólar, a conquista de novos mercados e o aumento de vendas para os destinos tradicionais, os produtores de aves, suínos e bovinos estão otimistas. Apenas no primeiro semestre, Estados Unidos, Rússia eChina anunciaram fim dos embargos à carne brasileira e Japão, Arábia Saudita e países do Golfo Pérsico estão em vias de liberação. O presidente da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), Nestor Freiberger, observa que o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Embalados pela <strong>alta do dólar</strong>, a conquista de <strong>novos mercados</strong> e o aumento de <strong>vendas</strong> para os destinos tradicionais, os <strong>produtores de aves</strong>, suínos e <strong>bovinos </strong>estão otimistas. Apenas no primeiro semestre,<strong> Estados Unidos, Rússia </strong>e<strong>China</strong> anunciaram fim dos <strong>embargos à carne brasileira</strong> e Japão, Arábia Saudita e países do Golfo Pérsico estão em vias de liberação.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O presidente da <strong>Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav),</strong> Nestor Freiberger, observa que o cenário é favorável à carne bovina, já que o Brasil exporta para vários países e está em vias de abrir novas fronteiras.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O setor comemora a abertura do<strong> mercado americano</strong> porque a liberação da carne in natura servirá como um passaporte para acessar mercados exigentes como o japonês. A China também abriu recentemente as fronteiras para o produto. O momento é de negociação e busca de autorização para entrar no país asiático.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Nos primeiros meses deste ano, as exportações de carne bovina do <strong>Rio Grande do Sul</strong> recuaram 7,2% em volume (para 26.200 tonelada) e 6,7% em receita (para US$ 108,9 milhões). Embora o desempenho tenha sido negativo, ainda assim foi melhor que o total das vendas externas brasileiras de carne bovina, que recuaram 15% em volume (para 770.000 toneladas) e 19% em receita (para US$3,2 bilhões), devido aos problemas financeiros enfrentados por clientes como a Rússia e a Venezuela.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Apesar das dificuldades impostas pela queda dos preços do petróleo, nos primeiros sete meses deste ano a <strong>Rússia</strong>importou 51.500 toneladas de carne suína do Rio Grande do Sul, volume 71% acima do importado em igual período do ano passado.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Graças ao mercado russo, as exportações de carne suína gaúcha neste ano cresceram 14% (para 96.800 toneladas), enquanto a receita se manteve praticamente estável, em R$247 milhões, por conta da queda de 12% no preço médio. O desempenho foi melhor que o resultado total das exportações brasileiras de carne suína, que recuaram 18% em volume (para 283.000 toneladas) e 16% em receita (para US$701 milhões).</span></p>
<p><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/09/porco.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3750" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/09/porco-300x217.jpg" alt="porco" width="300" height="217" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: #000000;">Custos altos</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;">Ao mesmo tempo em que apostam no aumento das<strong>vendas externas</strong>, os produtores proteína animal estão preocupados com o aumento dos custos. A <strong>alta de preços da energia</strong> elétrica, combustíveis e da ração, entre outros, vem corroendo a rentabilidade das cadeias produtivas de proteína animal.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">“No mercado interno, estamos empatando”, revela Freiberger, representante das indústrias de aves. “É preciso assegurar o <strong>fornecimento de milho e soja</strong>, o que representa 70% dos custos. Sem uma produção suficiente, o setor avícola precisa comprar de outros Estados, o que reflete na competitividade.”</p>
<p style="color: #1a1a1a;">O custo de <strong>produção dos suínos</strong> foi corrigido, mas o setor não consegue repassar ao consumidor, segundo o diretor-executivo do Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do Estado do Rio Grande do Sul (Sips), Rogério Kerber. “Precisamos de uma demanda estável, o que não ocorre em função da economia nacional”, diz.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">A pressão nos custos não é o único fator que afeta a competitividade do setor de proteínas animais. “Há uma extensa agenda interna relacionada à <strong>macroeconomia</strong>, burocracia, segurança jurídica em questões tributárias, ambientais, trabalhistas e investimentos em infraestrutura que precisa melhorar&#8217;, afirma o diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Fernando Sampaio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="foto componente_materia midia-largura-400"><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/09/china-eua.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3751" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/09/china-eua-300x217.jpg" alt="china eua" width="300" height="217" /></a></div>
<div class="foto componente_materia midia-largura-400"></div>
<div class="foto componente_materia midia-largura-400">
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: #000000;">Estados Unidos e China</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">Há um consenso entre os produtores de bovinos. A abertura dos Estados Unidos para a <strong>carne in natura brasileira</strong> é um importante balizador para compradores de outras regiões que se pretende conquistar. Mais do que impactar nas exportações do produto, a aprovação dos americanos ratifica a qualidade do que é produzido aqui.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">De acordo com a Abiec, Estados Unidos representam um mercado de cerca de 1 milhão de toneladas anuais de carne bovina in natura. O Brasil iniciará a exportação dentro da cota direcionada a “outros países”, o que totaliza 64.000 toneladas anuais. A Abiec estima que, num primeiro momento, o Brasil deve preencher parte desta cota. Mas a expectativa é que as exportações brasileiras de carne bovina in natura para o mercado americano possam chegar a 100.000 mil toneladas/ano.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">“Qualquer novo mercado é positivo, evidente que o processo é devagar”, destaca o presidente da Associação Brasileira de Angus, José Roberto Pires Weber. Segundo ele, mesmo que os americanos comprem carne de cortes menos valorizados, valerá como uma vitrine para outros países. “Veio em boa hora, servirá para escoar carne represada em função do aumento de custo”, concorda Lopa, da Associação Brasileira de Hereford e Bradford (ABHB).</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">As boas notícias de fora não se restringem àquele país. Neste ano, a China reabriu suas fronteiras após dois anos de embargo, quando ocorreu o caso atípico no Paraná da doença da vaca louca. Estima-se que nos próximos anos os chineses importarão cerca de 490.000 toneladas ao ano de carne. Considerando o que o Brasil exportou nos primeiros embarques em junho, a estimativa da Abiec é que as vendas atinjam 120.000 toneladas anuais.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">O setor dá como certa a retomada das exportações para a Arábia Saudita. Outros países que fecharam sua fronteiras em função da BSE também estão em processo de reabertura: África do Sul, Catar, Bahrein e Kuwait. Além disso, o Brasil deve focar agora na Ásia, onde está o maior potencial de crescimento do consumo. &#8220;Estamos em negociações com Indonésia, Tailândia, Camboja e Taiwan. Recentemente, conseguimos conquistar Mianmar e já estamos importando para Malásia, Vietnã e Cingapura&#8221;, conta o diretor da Abiec.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: #000000;">Mercado russo</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">O aumento das exportações de carne suína para a Rússia anima as indústrias gaúchas. O diretor executivo da Sips, Rodrigo Kerber, observa que o serviço russo de defesa agropecuária, o Rosselkhoznadzor, ampliou o número de frigoríficos habilitados em agosto do ano passado. &#8220;O Rio Grande do Sul registrou uma melhor participação em função de muitas plantas no país não estarem preparadas para aquele mercado, que tem exigências diferentes&#8221;, afirma Kerber. Ele exemplifica que a Rússia proíbe a utilização de ractopamina na nutrição animal, substância utilizada para o crescimento e engorda de suínos e bovinos.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">Como o Rio Grande do Sul detém status de zona livre de aftosa com vacinação, há restrição em chegar a mais países. &#8220;O Rio Grande do Sul tem de se concentrar em participar de mercados sem restrições, já que o processo é longo, o comprador precisa atestar a qualidade, tem de melhorar a logística, entre outros fatores&#8221;, avalia o dirigente do Sips.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">Mas há um gigante que pode se tornar um importador significativo no médio e longo prazos: a China, que já habilitou duas plantas do Estado. Apesar de deter 50% da produção mundial de suínos, o país asiático, sendo o líder mundial do setor, apresenta demanda crescente pela proteína animal.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: #000000;">Status sanitário</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">Na avaliação do setor, para ter acesso a mercados importantes, o Brasil precisa continuar evoluindo em seu status sanitário. Atualmente, três Estados &#8211; Amazonas, Roraima e Amapá &#8211; estão fora da área livre de febre aftosa e a inclusão de todos em um status sanitário ajudaria a vender para países que hoje são fechados ao Brasil.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">“É preciso extremo cuidado com nossas fronteiras, de forma a mantermos nosso status sanitário”, alerta o vice-presidente da Farsul, Gedeão Pereira, o que também é defendido pelo presidente da Associação Brasileira de Angus, José Roberto Pires Weber. “Temos um banco genético muito qualificado e não podemos colocar em risco. Demonstramos que não precisamos deixar de vacinar para chegar a novos mercados”, afirma Weber.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #000000;"><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/09/avicultura.jpg"><span style="color: #000000;"><img class="alignnone size-medium wp-image-3752" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/09/avicultura-300x217.jpg" alt="avicultura" width="300" height="217" /></span></a></span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: #000000;">Avicultura</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">No setor de aves também há preocupação em manter o controle de doenças. &#8220;O produtor e a indústria são qualificados, mas precisamos evoluir mais para evitar problemas de doença. Nossa sobrevivência (como setor) está na sanidade animal, que é nossa prioridade zero”, observa o presidente da Asgav, Nestor Freiberger. Ele lembra que a contaminação por influenza aviária nas fazendas de aves nos Estados Unidos, maior produtor mundial do setor, abriu novas oportunidades para o frango brasileiro.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">Hoje, o Brasil é o maior exportador do produto. Os recordes seguidos nas exportações de carne de frango em junho e julho deste ano (considerando a ave inteira, cortes, processados e salgados) reverteram a tendência de queda registrada ao longo do primeiro semestre. No acumulado deste ano, até julho, o volume embarcado cresceu 5,2% para 2,392 milhões de toneladas. Devido à retração de 25% nos preços médios de exportação, a receita de janeiro a julho caiu 7,7% em relação ao mesmo período do ano passado, para US$4,141 bilhões.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">No embarque recorde de julho, a exportação de carne de frango cresceu 18,7% para 440.400 toneladas, detalha o presidente da Asgav. O Rio Grande do Sul não acompanhou o índice, em função de uma menor produção, comparado a Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">Para crescer mais, Freiberger considera fundamental a equalização na oferta de milho e soja. Sem disponibilidade para o setor, posto que grande parte da produção é exportada, a matéria-prima tem de vir de outros Estados, com valor de frete que compromete a rentabilidade. Outra preocupação é com a possibilidade de retirada de 30% dos créditos presumidos por parte do governo gaúcho.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: #000000;">Dentro da porteira</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;">Para ganhar mercados, é preciso fazer a lição de casa. E isso significa investir em gestão, controle, pesquisa, solo, alimento e melhoramento genético. As compras são globais e feitas em escala, o que faz com que as exigências cresçam exponencialmente. Pecuária de precisão, irrigação inteligente das pastagens, brinco eletrônico para rastreabilidade, correção do solo, nutrição sob medida e termografia infravermelha para verificar doenças são algumas das tecnologias disponíveis hoje e que ajudam os produtores de bovinos.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">O Núcleo de Estudos de Produção de Bovinos de Corte e Cadeia Produtiva (Nespro), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), está desenvolvendo um software de medição de pastagens. Entre as aplicações, detalha o professor e coordenador do Nespro, Júlio Barcellos, a tecnologia permite uma análise da imagem e indicação de quantos animais podem utilizar e se alimentar em uma determinada área.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">“Há uma necessidade de buscar novas formas de gerenciamento da propriedade e melhores desempenhos”, explica Barcellos, destacando que através de informações conectadas a um sistema de gerenciamento automático, o produtor reduz o tempo de manejo do gado, otimiza processos, o que resulta em custos menores e ganhos de produtividade. Barcellos fala com a expertise de quem estuda a cadeia frigorífica no Rio Grande do Sul.</p>
<div class="foto componente_materia midia-largura-780"><img class="img-responsive" title="gedeao-pereira-farsul (Foto: Marcelo Curia/Editora Globo)" src="http://s2.glbimg.com/UDWylytgTISGrHExuv0dPef_-E0=/780x440/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2015/09/01/mc_150807_0028.jpg" alt="gedeao-pereira-farsul (Foto: Marcelo Curia/Editora Globo)" /></div>
<div class="foto componente_materia midia-largura-780"></div>
<div class="foto componente_materia midia-largura-780">Fonte: Globo Rural</div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="foto componente_materia midia-largura-400"></div>
</div>
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		<title>Preço de suíno vivo sobe em Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2015 19:52:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Suinocultura]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[A Bolsa de Suínos de Minas Gerais aumentou a cotação do animal vivo vendido no estado pela segunda semana consecutiva. Em reunião realizada na noite de segunda, dia 24, segundo a Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg), o valor do animal vivo subiu para R$ 3,80 o quilo, aumento de R$ 0,10 [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #2f2f2f;">A Bolsa de Suínos de Minas Gerais aumentou a cotação do animal vivo vendido no estado pela segunda semana consecutiva.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Em reunião realizada na noite de segunda, dia 24, segundo a Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg), o valor do animal vivo subiu para R$ 3,80 o quilo, aumento de R$ 0,10 ante a semana anterior. A cotação vigora até a próxima segunda, dia 31.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Conforme a Asemg, os frigoríficos mineiros insistiram na manutenção do valor de R$ 3,70 o quilo, porque ainda não conseguiram repassar nem o aumento da semana anterior, apesar das boas vendas. Entretanto, criadores pediram que o quilo do animal vivo passasse a R$ 3,80, pelo fato de o mercado estar bastante procurado.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Eles informaram, por exemplo, que na semana passada venderam 1.100 animais a mais do que a média semanal de 2015 e que estão entregando animais para o abate mais novos e com o peso menor devido à demanda aquecida. Acabou vigorando o pleito dos suinocultores.</p>
<p style="color: #2f2f2f;"><strong>Outras praças</strong></p>
<p style="color: #2f2f2f;">Também houve alta na Bolsa de Suínos de São Paulo. Conforme a Associação Paulista dos Criadores de Suínos (APCS), o valor do suíno vivo comercializado no Estado passou para R$ 3,74 a R$ 3,94 o quilo em comparação com uma faixa de R$ 3,57 a R$ 3,62 o quilo.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Mesmo movimento ocorreu no Rio Grande do Sul. Segundo a Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS), a cotação do animal vivo aumentou R$ 0,09, passando de R$ 3,19 para R$ 3,28 o quilo, para os produtores independentes.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Entretanto, para os criadores do sistema de integração, a cotação recuou R$ 0,01, para R$ 2,86 o quilo. As empresas Cooperativa Majestade, Alibem, BRF, JBS e Pamplona são as que estão pagando menos pelo animal vivo (R$ 2,80 o quilo). Já a Ouro do Sul é a que remunera melhor o criador integrado, a R$ 3,10 o quilo.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">
<p style="color: #2f2f2f;">Fonte: Canal Rural</p>
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