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	<title>AgroCeleiro &#187; Solo</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Degradação do solo traz risco à economia do país, alerta pesquisador da Embrapa</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2018 17:17:56 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><script src="//m.addthis.com/live/red_lojson/300lo.json?si=5aff0941a05665c1&amp;bkl=0&amp;bl=5&amp;pdt=193&amp;sid=5aff0941a05665c1&amp;pub=ra-51310f426b45af61&amp;rev=v8.3.12-wp&amp;ln=pt&amp;pc=men&amp;cb=0&amp;ab=-&amp;dp=www.emater.tche.br%3A80&amp;fp=multimidia%2Fnoticias%2Fdetalhe-noticia.php%3Fid%3D28317&amp;fr=multimidia%2Fnoticias%2Findex.php&amp;fcu=Wv8JQZU2zs0&amp;of=0&amp;pd=0&amp;irt=1&amp;vcl=1&amp;md=0&amp;ct=1&amp;tct=0&amp;abt=1&amp;cdn=0&amp;pi=1&amp;rb=2&amp;gen=100&amp;chr=utf-8&amp;colc=1526663489654&amp;jsl=1&amp;uvs=5aff09330d4be7cd001&amp;skipb=1&amp;callback=addthis.cbs.oln9_312779868376498570"></script><script src="//m.addthisedge.com/live/boost/ra-51310f426b45af61/_ate.track.config_resp"></script><script src="http://www.emater.tche.br/site/multimidia/js/jquery.js"></script><script src="http://www.emater.tche.br/site/multimidia/js/jquery-ui.js"></script><script src="http://www.emater.tche.br/site/multimidia/js/bootstrap.js"></script><script src="http://www.emater.tche.br/site/multimidia/js/customselect.js"></script><script src="http://www.emater.tche.br/site/multimidia/js/functions.js"></script><!-- [if lt IE 9]>
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    <![endif]--><!--StartFragment--><span style="color: #000000;">O pesquisador da Embrapa Trigo, José Eloir Denardin, durante Reunião Técnica realizada em Augusto Pestana, expressou preocupação sobre os riscos que representaria a degradação do solo para a permanência dos agricultores no campo e para a economia do Brasil. O evento foi promovido no dia 10 de maio, pela Emater/RS-Ascar, Prefeitura de Augusto Pestana e Sindicato dos Trabalhadores Rurais, com o apoio do comércio local.</span></p>
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<p><span style="color: #000000;"> &#8220;A degradação física do solo é um entrave à nossa agricultura. Nós, da Embrapa, já falamos duas vezes com o ministro da Agricultura (Blairo Maggi), dizendo a ele que este problema de adensamento do solo é um risco&#8221;, disse Denardin.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> A compactação do solo pode ser causada pela pressão das patas de animais ou rodas de máquinas agrícolas, por exemplo, e o adensamento pode ser provocado pelo lançamento de calcário sobre o solo desprotegido de matéria seca (palha). &#8220;Mais de 70% das nossas lavouras não produzem entre oito e 12 toneladas de matéria seca, o que seria o ideal, então os solos entraram num processo de adensamento&#8221;, lamentou o pesquisador da Embrapa.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Prejuízos à economia</span><br />
<span style="color: #000000;"> No caso da soja plantada no Rio Grande do Sul, a média dos últimos 16 anos é menor do que a produtividade alcançada no ano 2000. &#8220;Significa que estagnamos no tempo&#8221;, disse Denardin. &#8220;Agricultores, às vezes ficam felizes por estarem colhendo 65 sacos de soja por hectare, isso não é a metade do que nós poderíamos produzir se tivéssemos um solo poroso, um solo sem esses problemas físicos&#8221;, completou ele. </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Solução</span><br />
<span style="color: #000000;"> A solução passa pela mudança de comportamento. Segundo pesquisas, de pouco adianta plantar diretamente na palha sem a rotação de culturas. &#8220;Foi dito na década de 1980 que o Plantio Direto precisava ter uma gramínea de verão, que era o milho&#8221;, disse Denardin, ao citar, como outras opções, o sorgo forrageiro, capim sudão, sorgo granífero. </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Uma condição ideal, de acordo com o pesquisador da Embrapa, seria o plantio de um cereal de verão em outubro, para ser colhido nos meses de fevereiro e março. Após a colheita, o agricultor poderia fazer nova semeadura, com a intenção de fazer uma adubação verde do solo. &#8220;A geada vai matar esse cereal de verão e, quando ele morre, o agricultor entra com o cereal de inverno&#8221;, indicou Denardin. </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar &#8211; Regional de Ijuí</span><br />
<span style="color: #000000;"> Jornalista Cleuza Noal Brutti</span><!--EndFragment--></p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Laboratório usa métodos inéditos no Brasil para analisar infiltração da água no solo</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Aug 2017 23:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Buscando o avanço das avaliações da infiltração, retenção e transmissão da água no solo, pesquisadores da Embrapa Solos (RJ) criaram o Laboratório de Avaliação e Modelagem da Água no Solo (Lamas), que entrou em funcionamento em março de 2017. “No estudo da disponibilidade da água no solo usamos técnicas de laboratório e de campo, aqui [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #444444;">Buscando o avanço das avaliações da infiltração, retenção e transmissão da água no solo, pesquisadores da Embrapa Solos (RJ) criaram o Laboratório de Avaliação e Modelagem da Água no Solo (Lamas), que entrou em funcionamento em março de 2017. “No estudo da disponibilidade da água no solo usamos técnicas de laboratório e de campo, aqui no Lamas integramos essas duas técnicas, esse é nosso diferencial”, conta o pesquisador da Embrapa Solos Wenceslau Teixeira. “Vários equipamentos que estão aqui, vieram – e vão voltar – para o campo”, completa o cientista enquanto observa as amostras de solo. Experimentos em cultivos de dendê, em Moju (PA), e cana, em Presidente Figueiredo (AM), estão em andamento.</span><br style="color: #444444;" /><br style="color: #444444;" /><span style="color: #444444;">Com o desenvolvimento de modelos computacionais específicos, é possível atualmente fazer estimativas e cálculos precisos da variação da disponibilidade da água para as plantas nos diferentes solos e condições de clima. Nesse sentido, a expectativa é que o Lamas seja um catalizador para o desenvolvimento de novos métodos.</span><br style="color: #444444;" /><br style="color: #444444;" /><span style="color: #444444;">Um maior conhecimento da capacidade dos solos em infiltrar, reter e conduzir água é essencial para o planejamento do uso das terras no Brasil. Essa informação qualificada, ao lado de dados agrometeorológicos, contribuirá para o aperfeiçoamento dos zoneamentos de risco climáticos para diferentes cultivos nas diversas regiões do País. “Além disso, esse conhecimento permitirá simulações para o entendimento dos fluxos de pesticidas e fertilizantes no solo, com redução dos riscos de contaminação de águas subterrâneas e superficiais”, prevê Wenceslau.</span><br style="color: #444444;" /><br style="color: #444444;" /><span style="color: #444444;">As atividades no Lamas foram iniciadas com testes de avaliação e de protocolo de uso de mesas de tensão e do psicrômetro, equipamentos utilizados para avaliar a retenção de água pelos solos. O psicrômetro, por exemplo, reduz o tempo da análise de retenção de meses para minutos, e ainda é raro no Brasil.</span><br style="color: #444444;" /><br style="color: #444444;" /><span style="color: #444444;">A Embrapa Solos já sediou dois workshops para modelagem de dados de água. </span><br style="color: #444444;" /><br style="color: #444444;" /><span style="color: #444444;">Desafios</span><br style="color: #444444;" /><br style="color: #444444;" /><span style="color: #444444;">As diversas classes de solos brasileiras têm capacidade de infiltrar, reter e conduzir água em graus diferentes. Porém, o conhecimento dessas propriedades nos solos do País ainda é reduzido. Uma das razões para a pouca disponibilidade desses dados é o trabalho intenso necessário para as avaliações no campo e na coleta das amostras para as análises no laboratório. “As amostras coletadas para análise no laboratório devem ser coletadas com cilindros metálicos que mantêm a estrutura original do solo e transportadas com cuidado para não provocar alterações”, explica Teixeira.</span><br style="color: #444444;" /><br style="color: #444444;" /><span style="color: #444444;">Muitos dos solos predominantes no Brasil, em especial os que são bem estruturados, como os latossolos e os argissolos, apresentam um comportamento anômalo na infiltração e retenção de água quando comparados com solos das regiões temperadas. Isso faz com que muitos dos modelos desenvolvidos na Europa e Estados Unidos não funcionem por aqui.</span><br style="color: #444444;" /><br style="color: #444444;" /><span style="color: #444444;">A maneira mais comum de avaliação da infiltração da água no solo é pelo método do duplo anel. São dois cilindros concêntricos, cravados no solo. A infiltração é avaliada pela redução do volume de água dentro do cilindro interno. Os dados coletados são úteis para planejamento de sistemas de irrigação e de riscos de enxurradas. Esse método possui dois problemas: a grande quantidade de água necessária e a grande variabilidade da infiltração na superfície do solo, o que motiva um grande número de repetições para se obter os valores da área avaliada.</span><br style="color: #444444;" /><br style="color: #444444;" /><span style="color: #444444;">“Essa inundação gerada pelo duplo anel não é o ideal, uma infiltração natural normalmente ocorre sob chuva, mas sem inundação. Ou seja, em condições não totalmente saturadas onde ocorre uma certa degradação superficial pelo impacto das gotas da chuva”, diz Quirijin de Jong van Lier, professor da ESALQ/USP (SP). “Outro problema é que a área relativamente pequena de cada teste, mesmo utilizando dois anéis, pode levar à superestimativa das taxas de infiltração em solos estratificados onde ocorrerá fluxo horizontal de água”.</span><br style="color: #444444;" /><br style="color: #444444;" /><span style="color: #444444;">Silvio Crestana, pesquisador da Embrapa Instrumentação (SP), cita alguns outros problemas do duplo anel: o tamanho do infiltrômetro dificulta o transporte; ele opera somente na área superficial do solo. Na terra compactada, esse equipamento requer maior aplicação de força para encravamento e nem sempre os pré-requisitos de uso para o aparelho são observados, em condições reais, de campo. Ou seja, validade das equações de infiltração da água no solo, como homogeneidade, inexistência de fluxo preferencial, dentre outros.</span><br style="color: #444444;" /><br style="color: #444444;" /><span style="color: #444444;">O fenômeno da infiltração e transmissão da água no solo é complexo, pois os valores da velocidade da infiltração mudam com a variação da umidade do solo. “Nós precisamos enfrentar o desafio dessa complexidade para monitorarmos o processo do movimento da água no solo, que na realidade não é água pura, e sim o que chamamos de solução do solo, um coquetel de íons minerais e substâncias orgânicas tanto naturais quanto introduzidas pelo homem, incluindo os agrotóxicos e fertilizantes”, afirma Teixeira.</span><br style="color: #444444;" /><br style="color: #444444;" /><span style="color: #444444;">Buscando soluções</span><br style="color: #444444;" /><br style="color: #444444;" /><span style="color: #444444;">Como as avaliações de retenção de água são relativamente demoradas e exigem altos investimentos, a Embrapa e seus parceiros têm trabalhado no aperfeiçoamento de procedimentos e testes de novos métodos e equipamentos para tornar mais fácil a obtenção dessas informações.</span><br style="color: #444444;" /><br style="color: #444444;" /><span style="color: #444444;">Na Unidade de pesquisa em São Carlos, Crestana aponta alguns caminhos. “Buscamos alternativas aos métodos e equipamentos convencionais visando à construção de curvas características de água no solo, para retenção de água, de modo mais rápido e, possivelmente, mais barato”, explica. O pesquisador aponta, como consequência, a ampliação da quantidade e da abrangência das análises, tanto geográfica como do ponto de vista das classes texturais e escalonamento dos solos.</span><br style="color: #444444;" /><br style="color: #444444;" /><span style="color: #444444;">“Desse modo, está sendo viabilizado um banco de dados que permita tomar decisões mais otimizadas, lastreadas em ciência e tecnologia. E, consequentemente, orientar políticas e planejamento de interesse público e privado”, analisa.</span><br style="color: #444444;" /><br style="color: #444444;" /><span style="color: #444444;">Com a criação do laboratório Lamas, no Rio, a Embrapa espera potencializar esses resultados.</span></p>
<p><span style="color: #444444;">Embrapa</span></p>
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