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	<title>AgroCeleiro &#187; Soja</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>colheita da soja atinge 12,4% no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2021 14:56:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ritmo segue bastante atrasado em comparação à safra anterior. Mato Grosso segue como o estado que mais soja retirou das lavouras. Confira cada estado! A colheita da soja avançou pouco de uma semana para a outra no Brasil, mostra o levantamento realizado pela consultoria Safras &#38; Mercado. Até o momento, 12,4% dos 38,6 milhões de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 300; color: #000000;">Ritmo segue bastante atrasado em comparação à safra anterior. Mato Grosso segue como o estado que mais soja retirou das lavouras. Confira cada estado!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A colheita da soja avançou pouco de uma semana para a outra no Brasil, mostra o levantamento realizado pela consultoria Safras &amp; Mercado. Até o momento, 12,4% dos 38,6 milhões de hectares semeados foram colhidos, menos que os 30,4% do mesmo período de 2020. Na semana passada, a porcentagem era de 7,1%. Na média histórica o Brasil colhe 26,6% da soja até este momento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Entre os estados, Mato Grosso segue como o que mais colheu até agora, com 34% dos 10,3 milhões de hectares colhidos. O ritmo ainda é bastante atrasado se comparado aos 74% do ano passado. Na semana passada tinham colhido 22%, o que mostra que mesmo com as chuvas os produtores estão conseguindo trabalhar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Já Goiás conseguiu mais do que dobrar o ritmo de colheita de uma semana para a outra, atingindo agora 14% da área de 3,7 milhões de hectares colhidos, contra os 6% da semana passada. Já em 2019, nesta mesma época, o estado havia colhido 29% da soja.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Por fim, completam a lista de estados que começaram a colher: Tocantins, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Minas Gerais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><img class="alignnone size-full wp-image-2835653 lazyloaded" src="https://imagens-cdn.canalrural.com.br/wp-content/uploads/colheita-soja-22-02.jpg" alt="soja colheita" width="784" height="1168" data-srcset="https://imagens-cdn.canalrural.com.br/wp-content/uploads/colheita-soja-22-02-161x240.jpg 161w, https://imagens-cdn.canalrural.com.br/wp-content/uploads/colheita-soja-22-02-322x480.jpg 322w, https://imagens-cdn.canalrural.com.br/wp-content/uploads/colheita-soja-22-02-423x630.jpg 423w, https://imagens-cdn.canalrural.com.br/wp-content/uploads/colheita-soja-22-02.jpg 784w" data-src="https://imagens-cdn.canalrural.com.br/wp-content/uploads/colheita-soja-22-02.jpg" data-sizes="(max-width: 784px) 100vw, 784px" /></span></p>
<h3 style="font-weight: 500; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: 500;">Dados oficiais</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além do levantamento da consultoria, iremos trazer toda a semana a atualização oficial que alguns estados como o Paraná (Deral), Mato Grosso (Imea) e Rio Grande do Sul (Emater-RS) realizam.</span></p>
<h4 style="font-weight: 500; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: 500;">Mato Grosso</strong></span></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A colheita da safra de soja 2020/2021 de Mato Grosso atingiu 34,51%, conforme levantamento do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), com número obtido até 19 de fevereiro. No mesmo período do ano passado, a colheita era de 73,18%. Na semana passada, o número era de 22,26%.</span></p>
<h4 style="font-weight: 500; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: 500;">Paraná</strong></span></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo levantamento do Departamento de Economia Rural (Deral), o estado recolheu até dia 16 de fevereiro um total de 3% da área de 5,5 milhões de hectares plantadas com soja. Na mesma época de 2020 a colheita estava em torno de 10%. A região mais adiantada até agora é Pato Branco, que recolheu 20% da área.</span></p>
<h4 style="font-weight: 500; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: 500;">Rio Grande do Sul</strong></span></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O estado não colheu nada de soja até o momento, algo normal para o período. Segundo dados da Emater, na mesma época de 2020 nada havia sido colhido também.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Canal Rural</span></p>
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		<title>Cultura da soja ganha primeiro produto biológico registrado para combate à ferrugem asiática da soja</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2020 19:39:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A partir deste mês, os produtores de soja podem contar com o maior aliado para o controle da ferrugem asiática da soja: o Bio-Imune, fungicida e bactericida biológico da linha Biovalens do Grupo Vittia. O multissítio biológico possui uma formulação inovadora e superconcentrada, que atua diretamente na parte aérea das plantas, realizando ampla proteção e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: rgb(34, 34, 34); text-align: justify;">A partir deste mês, os produtores de soja podem contar com o maior aliado para o controle da ferrugem asiática da soja: o Bio-Imune, fungicida e bactericida biológico da linha Biovalens do Grupo Vittia. O multissítio biológico possui uma formulação inovadora e superconcentrada, que atua diretamente na parte aérea das plantas, realizando ampla proteção e fortalecendo seu crescimento. Como resultado, o produto melhora a sanidade e a qualidade da lavoura de soja.</p>
<p style="color: rgb(34, 34, 34); text-align: justify;">Atualmente, a ferrugem asiática da soja é considerada uma das principais doenças da cultura, principalmente, por ser encontrada em quase todas as regiões do país e por seu potencial de dano. O fungo causador desta doença, <em>Phakopsora pachyrhizi,</em> provoca a desfolha precoce, interferindo na formação das vagens e enchimento de grãos e, como consequência, reduzindo a produtividade da lavoura.</p>
<p style="color: rgb(34, 34, 34); text-align: justify;">De acordo com Cibele Medeiros, Gerente de Desenvolvimento de Mercado do Grupo Vittia, a autorização do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para a aplicação do Bio-Imune no controle da ferrugem representa uma importante conquista para o agronegócio brasileiro. “Ele é o primeiro e único defensivo biológico com ação comprovada – e agora registrado contra esse patógeno que acarreta em grandes prejuízos para o setor no país”, afirma.</p>
<p style="color: rgb(34, 34, 34); text-align: justify;">O Bio-Imune foi desenvolvido a partir do isolado BV02 da bactéria <em>Bacillus subtilis</em>. Sua formulação possui endósporos de BV02 e seus metabólitos, como exemplo as enzimas e lipopeptídeos surfactina, iturina e fengicina. Tais metabólitos atuam indiretamente pela ativação de mecanismos de defesa da planta, e diretamente inibindo a germinação de esporos de <em>Phakopsora pachyrhizi</em>. O endósporo de BV02, quando aplicado nas plantas, germina e coloniza a superfície das folhas, formando um biofilme rico nestes lipopeptídeos e enzimas que protegem as plantas contra patógenos. Por ser um multissítio biológico, ou seja, possuir vários mecanismos de ação, o Bio-Imune contribui significativamente no manejo de resistência da <em>Phakopsora pachyrhizi.</em></p>
<p style="color: rgb(34, 34, 34); text-align: justify;">Um ponto importante é que por possuir endósporos do isolado BV02, que são extremamente resistentes às variações ambientais, a aplicação de Bio-Imune é recomendada em todas as regiões produtoras de soja do Brasil.</p>
<p style="color: rgb(34, 34, 34); text-align: justify;">O fungicida e bactericida biológico da Grupo Vittia é um produto que vai além da proteção das plantas. Por contar com a biossíntese de compostos promotores de crescimento vegetal em seu processo exclusivo de produção, Bio-Imune estimula o maior desenvolvimento da cultura até o enchimento de grãos, resultando em maior produtividade para a lavoura. Além disso, contribui para a diminuição do uso de defensivos de alta toxidade na soja e reduz a exposição dos técnicos e produtores aos pesticidas químicos.</p>
<p style="color: rgb(34, 34, 34); text-align: justify;">Para o Grupo Vittia, Inovação e Compromisso com o Meio Ambiente são valores fundamentais. A criação e desenvolvimento desse multissítio biológico, além de ser uma tecnologia exclusiva, contribui com a ausência de resíduos no produto final e um risco muito pequeno de poluição ao solo, ao ar ou a água. Assim, colocando em exercício suas políticas de melhores práticas ambientais, sociais e de governança – ESG, o Grupo evidencia a sua estratégia de crescimento para os próximos anos.</p>
<p style="color: rgb(34, 34, 34); text-align: justify;">“O Bio-Imune terá um papel fundamental na ampliação do controle da ferrugem asiática de soja no país. Os produtores contam com uma ferramenta inovadora e diferenciada que alia a ampla proteção da planta à produtividade da lavoura e a conservação do meio ambiente”, define Cibele. O produto possui carência zero e flexibilidade de aplicação, podendo ou não ser associada aos defensivos químicos.</p>
<p style="color: rgb(34, 34, 34); text-align: justify;">Lançado no início de 2019, o Bio-Imune possui o registro para o controle de dez patógenos que causam doenças em diferentes culturas em todo o país. Ele também foi o primeiro fungicida e bactericida biológico registrado para o controle da antracnose (<em>Colletotrichum truncatum</em>), doença que afeta a fase inicial da formação das vagens de culturas como soja e feijão. Com a aprovação do MAPA para a ferrugem asiática da soja, o Bio-Imune passa também a ser o primeiro defensivo biológico para controle desta importante doença.</p>
<p style="color: rgb(34, 34, 34); text-align: justify;">Fonte: Mais soja</p>
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		<title>Demanda chinesa deve mexer com mercado da soja; confira tendências para a semana</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2020 13:49:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O mercado da soja vai iniciar dessa segunda, 21, acompanhando de perto a alta demanda da China pelo grão dos Estados Unidos, fato que impactou positivamente as cotações em Chicago e também no mercado brasileiro na última semana.  Internamente, produtores voltam suas atenções para o clima, que tem impedido o avanço dos trabalhos em algumas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 300; color: #000000;">O mercado da soja vai iniciar dessa segunda, 21, acompanhando de perto a alta demanda da China pelo grão dos Estados Unidos, fato que impactou positivamente as cotações em Chicago e também no mercado brasileiro na última semana.  Internamente, produtores voltam suas atenções para o clima, que tem impedido o avanço dos trabalhos em algumas regiões.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #7d858f; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de soja na semana que vem. As dicas são do analista da Safras Consultoria, Luiz Fernando Roque.</span></p>
<ul style="font-weight: 300; color: #7d858f; text-align: justify;">
<li style="font-weight: 300; color: #7d858f;"><span style="color: #000000;">O mercado da soja volta suas atenções para os fortes sinais de demanda chinesa pela soja norte-americana. Paralelamente, os players acompanham o clima para o início dos trabalhos de colheita nos Estados Unidos e plantio na América do Sul;</span><br style="font-weight: 300; color: #7d858f;" /><span style="font-weight: 300; color: #000000;">.</span></li>
<li style="font-weight: 300; color: #7d858f;"><span style="color: #000000;">A forte demanda chinesa pela soja norte-americana continua chamando a atenção do mercado internacional. Embora o aumento gradativo das compras chinesas de soja dos EUA já fosse esperado, os bons volumes que vem sendo envolvidos nas últimas semanas trouxeram um ambiente extremamente positivo para os contratos futuros em Chicago. Praticamente todos os dias temos anúncios de novas vendas, e a tendência é de continuidade desta situação à medida que a safra norte-americana começa a entrar no mercado e o Brasil não tem mais o que ofertar ao mercado chinês;</span><br style="font-weight: 300; color: #7d858f;" /><span style="font-weight: 300; color: #000000;">.</span></li>
<li style="font-weight: 300; color: #7d858f;"><span style="color: #000000;">Além disso, a diferença de prêmios entre os portos brasileiros e norte-americanos abre a possibilidade de arbitragem com cargas brasileiras já compradas pelos chineses, havendo a revenda do grão brasileiro e substituição pelo grão norte-americano. Rumores indicam que esta situação já está ocorrendo, e o mercado interno brasileiro continua com necessidade de grão para atender seus compromissos até a entrada da próxima safra;</span><br style="font-weight: 300; color: #7d858f;" /><span style="font-weight: 300; color: #000000;">.</span></li>
<li style="font-weight: 300; color: #7d858f;"><span style="color: #000000;">Também começa a pesar positivamente em Chicago o início atrasado dos trabalhos de plantio da nova safra brasileira. A falta de chuvas na faixa central do país tem impedido o avanço inicial dos trabalhos no Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo, estados que já encerraram o período de vazio sanitário. A confirmação de que o fenômeno La Niña estará presente na primavera e no verão da América do Sul acende um alerta ainda maior para o Sul do Brasil e para a Argentina, o que traz grandes incertezas relacionadas à produção. Embora ainda seja cedo para definições, a nova safra brasileira começa com preocupações;</span><br style="font-weight: 300; color: #7d858f;" /><span style="font-weight: 300; color: #000000;">.</span></li>
<li style="font-weight: 300; color: #7d858f;"><span style="color: #000000;">Nos EUA, a previsão de clima pouco úmido sobre a maior parte do cinturão produtor nos próximos 14 dias deve favorecer o início dos trabalhos de colheita. Apesar disso, algumas lavouras mais tardias ainda precisam de certa umidade para a finalização de seu desenvolvimento, fato que volta a trazer dúvidas com relação ao verdadeiro potencial produtivo da safra norte-americana.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Canal Rural</span></p>
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		<title>Mapa publica zoneamento das culturas da soja e do girassol</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2020 15:26:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Zarc leva em conta recomendações de instituições de pesquisa e órgãos estaduais sobre medidas de manejo que incluem o período de vazio sanitário e o calendário de plantio para reduzir os riscos relacionados aos aspectos fitossanitários. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou hoje (29) no Diário Oficial da União as portarias números 145 a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><span style="color: #555555;">O Zarc leva em conta recomendações de instituições de pesquisa e órgãos estaduais sobre medidas de manejo que incluem o período de vazio sanitário e o calendário de plantio para reduzir os riscos relacionados aos aspectos fitossanitários.</span></em></strong></p>
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<form id="nolivesearchGadget_form" style="color: #555555;" action="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/@@search">
<div class="LSBox" style="text-align: justify;">O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou hoje (29) no Diário Oficial da União as <a class="external-link" style="font-weight: 500; color: #1351b4;" title="" href="http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-145-de-28-de-maio-de-2020-259139006" target="_blank" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">portarias números 145 a 160 </a>que estabelecem o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura da soja.  O objetivo é reduzir os riscos relacionados a problemas climáticos e também o risco fitossanitário causado pela ferrugem asiática da soja. O Zarc leva em conta recomendações de instituições de pesquisa e órgãos estaduais sobre medidas de manejo que incluem o período de vazio sanitário e o calendário de plantio para reduzir os riscos relacionados aos aspectos fitossanitários.<br />
<label class="hiddenStructure" style="font-weight: normal; color: #555555;" for="nolivesearchGadget"></label></div>
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<p style="color: #555555; text-align: justify;">A principal novidade nas portarias de soja são as novas cultivares indicadas por grupo de maturação e Unidade da Federação (UF). Para a safra 2020/2021, no total, 9.356 indicações foram feitas, considerando que a mesma cultivar pode ser indicada para diferentes UFs, número 15% superior a safra passada, desse montante de indicações 64% são referentes a cultivares do Grupo 1, indicando que o desenvolvimento de cultivares precoces vem ganhando destaque junto aos obtentores.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Na última sexta-feira, dia 22 de maio de 2020, também foram publicadas as portarias de Zarc <a class="external-link" style="font-weight: 500; color: #1351b4;" title="" href="http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-125-de-21-de-maio-de-2020-258042533" target="_blank" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">números 125 a 144</a>, da cultura do girassol, que apresenta características de boa tolerância ao estresse hídrico, dessa forma, se encaixa em sistemas de produção que realizam duas safras.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Com a publicação do Zarc de girassol e soja, o Mapa finaliza o cronograma de publicações de portarias do mês de maio de 2020, cumprindo com o objetivo de divulgar com pelo menos 90 dias de antecedência ao plantio. Dessa forma, os produtores rurais e os agentes financeiros têm uma melhor segurança para o fechamento de contratos de seguro e crédito rural para a safra 2020/2021.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Mesmo com a pandemia do Covid-19, os serviços, que envolvem desde o estabelecimento da metodologia e aplicação da modelagem até o recebimento de informações de cultivares e publicação no Diário Oficial da União, foram realizados de forma remota por meio de sistemas de informação, o que permitiu, neste ano, a antecipação da publicação das Portarias de Zarc para a safra de verão subsequente.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><b style="font-weight: 600; color: #555555;">Para que serve o Zarc?</b></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><iframe style="color: #555555;" src="https://www.youtube.com/embed/2ik0hz3EGmY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"> O zoneamento tem o objetivo de reduzir os riscos relacionados aos problemas climáticos e permite ao produtor identificar a melhor época para plantar, levando em conta a região do país, a cultura e os diferentes tipos de solos.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">O modelo agrometeorológico considera elementos que influenciam diretamente no desenvolvimento da produção agrícola como temperatura, chuvas, umidade relativa do ar, ocorrência de geadas, água disponível nos solos, demanda hídrica das culturas e elementos geográficos (altitude, latitude e longitude).</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Os agricultores que seguem as recomendações do Zarc estão menos sujeitos aos riscos climáticos e ainda poderão ser beneficiados pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e pelo Programa de Subvenção ao prêmio do Seguro Rural (PSR). Muitos agentes financeiros só liberam o crédito rural para cultivos em áreas zoneadas e para o plantio de cultivares indicadas nas Portarias de zoneamento.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">O Zarc foi publicado pela primeira vez na safra de 1996 para o trigo. Hoje, contempla os 26 estados e o Distrito Federal, incluindo mais de 40 culturas.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><b style="font-weight: 600; color: #555555;">Aplicativo Plantio Certo</b></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Produtores rurais e outros agentes do agronegócio podem acessar por meio de <i style="color: #555555;">tablets e smartphones</i>, de forma mais prática, as informações oficiais do Zarc, ferramenta utilizada para orientar os programas de política agrícola do governo federal. O aplicativo móvel <a style="font-weight: 500; color: #1351b4;" title="" href="https://play.google.com/store/apps/details?id=embrapa.br.zonamento" target="_blank">Zarc Plantio Certo</a>, desenvolvido pela Embrapa Informática Agropecuária (Campinas/SP), está disponível no sistema Android.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Os resultados também podem ser consultados e baixados por meio da plataforma <a style="font-weight: 500; color: #1351b4;" href="http://indicadores.agricultura.gov.br/zarc/index.htm" target="_blank">“Painel de Indicação de Riscos”</a>.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">MAPA</p>
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		<title>Propriedades beneficiadas pelo Proagro serão fiscalizadas no RS</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Nov 2019 15:05:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Serão supervisionadas informações prestadas por peritos agrícolas encarregados pela comprovação de perdas dos produtores rurais Este mês e em dezembro, propriedades rurais beneficiadas pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e de Sergipe serão fiscalizadas. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) irá  monitorar o programa in loco, com visitas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Serão supervisionadas informações prestadas por peritos agrícolas encarregados pela comprovação de perdas dos produtores rurais</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Este mês e em dezembro, propriedades rurais beneficiadas pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e de Sergipe serão fiscalizadas.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) irá  monitorar o programa <i>in loco</i>, com visitas aos empreendimentos, contatos com produtores, funcionários dos agentes financeiros, movimentos sociais, técnicos e empresas encarregadas de comprovação de perdas. Técnicos da companhia vão percorrer as lavouras para conferir os dados declarados pelos peritos agrícolas encarregados pela comprovação de perdas nas áreas amparadas pelo programa.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento monitora o processo de verificação de perdas feito por peritos agrícolas do Proagro.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo o diretor de Gestão de Riscos da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, Pedro Loyola, desde setembro, a Conab tem feito a verificação. “A fiscalização é realizada pela Conab devido à sua capilaridade, recursos técnicos, humanos e o seu vínculo com o Mapa, mediante a assinatura de um Termo de Execução Descentralizada (TED). Procedimento similar já é realizado no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR)”, informou.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Proagro</strong></span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Proagro oferece cobertura abrangente e requer um processo criterioso desde o enquadramento das operações até a concessão de pedidos de cobertura, com o pagamento de indenizações pelas perdas comprovadas. “As fiscalizações serão rigorosas e é importante o produtor permitir o acesso e fornecer as informações solicitadas pelos técnicos”.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Programa é custeado por recursos alocados pela União, além de recursos provenientes da taxa paga pelo produtor rural para aderir ao Proagro. O objetivo é garantir a amortização ou liquidação de custeios agrícolas objeto de financiamento, na proporção das perdas apuradas e permitir o recebimento dos recursos próprios comprovadamente aplicados na lavoura.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nas operações de custeio agrícola, são cobertas lavouras que sofreram prejuízos por: chuva excessiva, geada, granizo, seca, variação excessiva de temperatura, ventos fortes, ventos frios, doença ou praga sem método difundido de combate, controle ou profilaxia, técnica e economicamente exequíveis.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nas operações de custeio pecuário, são amparadas as perdas decorrentes de doenças sem método de combate, controle ou profilaxia.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Proagro é formado pelo Seguro da Agricultura Familiar (Seaf), denominado de Proagro Mais, que conta com mais de 270 mil operações que garantem o financiamento do Pronaf em caso de perdas de produção por problemas climáticos, e pelo Proagro Tradicional, com cerca de 30 mil operações de produtores que não estão enquadrados no Pronaf e que contratam crédito de custeio de até R$ 300 mil. Esses são instrumentos de política para a agricultura familiar que proporcionam garantia de renda. Na safra 2018/2019, foram 300 mil operações contratadas por agricultores familiares em mais de 3 mil municípios, com um valor segurado total superior a R$ 13 bilhões.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">MAPA</span></p>
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		<title>RS finaliza colheita da soja</title>
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		<pubDate>Thu, 09 May 2019 21:03:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A colheita da soja está praticamente concluída no Rio Grande do Sul, restando apenas 3% da área cultivada com o grão. Até o momento, a colheita está encerrada no Alto Uruguai, no Alto da Serra do Botucaraí e Centro-Serra, bem como nas regiões Celeiro, Alto Jacuí e Noroeste Colonial. De acordo com o Informativo Conjuntural, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">A colheita da soja está praticamente concluída no Rio Grande do Sul, restando apenas 3% da área cultivada com o grão. Até o momento, a colheita está encerrada no Alto Uruguai, no Alto da Serra do Botucaraí e Centro-Serra, bem como nas regiões Celeiro, Alto Jacuí e Noroeste Colonial. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (09/05), as lavouras a serem colhidas, em especial nas Missões e Fronteira Noroeste, foram implantadas em janeiro, após colheita da soja precoce ou do milho, e apresentam potencial produtivo muito inferior ao esperado inicialmente, que é de 3.218 kg/ha. Nessas áreas de safrinha, a alta incidência de ferrugem asiática tem comprometido a produtividade, reacendendo a discussão sobre a conveniência do plantio fora de época e a necessidade da adoção do vazio sanitário.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">No milho, restando ainda cerca de 10% da área a ser colhida. Como a colheita do primeiro cultivo praticamente terminou, restam as áreas de produção daqueles produtores que realizam o segundo cultivo de milho, em geral destinado à silagem.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A colheita do arroz também está em fase final, faltando apenas 2% da área implantada no Estado. Nas áreas de irrigação de arroz das regiões Centro-Sul, lagunares e Litoral Norte, as lavouras estão em final de colheita e atingem 97% da área, apresentando produtividade média de 7.500 quilos por hectare. A previsão de término da colheita se prolongou em função do período de chuvas, ficando para o final deste mês.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">O feijão 2ª safra ou safrinha foi colhido em 48% da área no Estado, ficando 50% em fases de maturação e aprontamento, com 2% ainda em floração, apresentando bom potencial produtivo.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">CULTURAS DE INVERNO</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">O período de entressafra é de intenso planejamento das culturas de inverno, apresentando grande procura por crédito de custeio e aquisição de insumos. As instituições bancárias/financeiras reduziram o volume de recursos para custeio da cultura, e muitos produtores estão com dificuldades em acessá-los.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Os triticultores seguem preparando o início da semeadura, com nivelamento de solos, alocação e readequação de algumas curvas e terraços e dessecação das áreas, já que o zoneamento ainda não abriu nas regiões da Fronteira Noroeste e Missões. A tendência é de implantação no início do período recomendado para liberação da área no cedo (zoneamento agroclimático), para implantar a cultura da soja em final de outubro. Mesmo sem a abertura do zoneamento, alguns produtores que não financiam suas lavouras devem iniciar a semeadura na próxima semana, ou tão logo as condições sejam favoráveis para o tráfego de máquinas nas lavouras. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A cultura da canola apresenta implantação lenta, pois a semeadura foi interrompida devido à ocorrência de chuvas, e deverá ser retomada assim que as condições climáticas permitirem. As lavouras em emergência e início do desenvolvimento vegetativo apresentam as primeiras lavouras emergidas com bom stand de plantas. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Já a cevada está em início da semeadura, em ritmo lento no Norte do Estado, embora o período do zoneamento agroclimático para a cultura comece em 11 de maio.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A aveia branca está em implantação avançada nas regiões do Alto Jacuí, Noroeste Colonial e Celeiro, apresentando tendência de redução de área a ser cultivada, principalmente em função do mercado desaquecido. As lavouras implantadas apresentam boa emergência e desenvolvimento inicial rápido.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Jornalista Adriane Bertoglio Rodrigues</span></p>
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		<title>Exportação de soja do Brasil cresce 56% em janeiro</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Feb 2019 23:06:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Segundo a Anec, 95 por cento do volume exportado este ultimo mês teve como destino a China, maior importador global. As exportações de soja do Brasil somaram 2,3 milhões de toneladas em janeiro, aumento de 56 por cento ante o volume do mesmo mês de 2018, ainda como reflexo da guerra comercial entre EUA e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3 style="color: #000000;">Segundo a Anec, 95 por cento do volume exportado este ultimo mês teve como destino a China, maior importador global.</h3>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">As exportações de soja do Brasil somaram 2,3 milhões de toneladas em janeiro, aumento de 56 por cento ante o volume do mesmo mês de 2018, ainda como reflexo da guerra comercial entre EUA e China, afirmou nesta quinta-feira a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec).</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Segundo a Anec, 95 por cento do volume exportado este mês teve como destino a China, maior importador global.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">&#8220;Com a chegada antecipada da nova safra este ano, os embarques de soja devem se intensificar já no início do mês de fevereiro&#8230; encontram-se programadas para embarque aproximadamente 6 milhões de toneladas&#8221;, disse a associação.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">O Brasil havia colhido até a semana passada pouco mais de 10 por cento da safra de soja, segundo dados de analistas, que destacaram que os trabalhos estão adiantados após o tempo seco reduzir a produtividade em várias áreas.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Os embarques de milho em janeiro totalizaram 3 milhões de toneladas em janeiro, 22 por cento abaixo do resultado de dezembro, mas 30 por cento acima do mesmo período do ano passado.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">&#8220;A tendência é que, já a partir do próximo mês, os embarques de milho diminuam, abrindo espaço para o escoamento da nova safra de soja. Com isso, os embarques de milho programados para o mês de fevereiro apontam para uma exportação de aproximadamente 1,2 milhões de toneladas&#8221;, acrescentou a associação.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Os dados da Anec confirmam reportagem da Reuters que apontou na semana passada que o Brasil exportaria em janeiro mais milho que soja pela primeira vez em um ano.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Fonte: Reuters</span></p>
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		<title>Chuvas beneficiam culturas de verão no RS</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jan 2019 13:04:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A cultura da soja avança e as lavouras do Estado atingem 32% da área nas fases de floração e enchimento de grãos e 68% estão em desenvolvimento vegetativo. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (10/01), as fases da cultura para a safra 2018/19 mostram-se próximas às da safra passada, quando, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A cultura da soja avança e as lavouras do Estado atingem 32% da área nas fases de floração e enchimento de grãos e 68% estão em desenvolvimento vegetativo. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (10/01), as fases da cultura para a safra 2018/19 mostram-se próximas às da safra passada, quando, nesse período, as lavouras encontravam-se com percentuais muito semelhantes aos observados na safra atual. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Em importantes regiões produtoras de soja no Estado, como no Noroeste Colonial, Celeiro e Alto Jacuí, a ocorrência de chuvas e as altas temperaturas proporcionaram um crescimento mais rápido das plantas, preenchendo espaços em áreas que ficaram com baixa densidade pelo problema anterior do damping-off ou tombamento. No geral, o desenvolvimento da cultura nas regiões é considerado normal, e a presença, com ataques, do tamanduá da soja e de lagartas diminuiu em relação à semana anterior, embora com algumas aplicações de inseticidas. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Nas regiões Central, Vale do Jaguari e Jacuí Centro, a soja está em fase de tratos culturais, com áreas em desenvolvimento vegetativo e outras já em formação de vagens. Devido à necessidade de replantio em algumas áreas, as lavouras estão bastante desuniformes, porém a expectativa inicial de produtividade ainda se mantém em pouco mais de 3 t/ha na região. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A cultura do milho no RS foi favorecida pelas chuvas que ocorreram na semana passada, o que permitiu, em parte das lavouras do Estado, a recuperação das plantas em desenvolvimento vegetativo, floração e formação da espiga. Na média estadual, a cultura encontra-se com 23% das lavouras em desenvolvimento vegetativo, 53% nas fases de floração e enchimento de grãos, 18% estão maduras e por colher e 6% das áreas já foram colhidas. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Na Zona Sul, 85% das lavouras de milho estão na fase de desenvolvimento vegetativo, e nas regiões do Alto da Serra do Botucaraí e Vale do Rio Pardo, a combinação das condições climáticas de altas temperaturas, radiação solar intensa e boa umidade do solo, em virtude das chuvas da semana, favorecem o crescimento e o desenvolvimento da cultura, especialmente lavouras em floração e enchimento de grãos. Prossegue, nessas regiões, a semeadura da cultura em restevas de fumo. Já na Fronteira Noroeste e Missões, as lavouras estão com bom desenvolvimento das espigas devido ao clima favorável. Com as chuvas ocorridas na última semana, os produtores intensificaram o segundo plantio do milho nas áreas já colhidas.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A lavoura do feijão 1ª safra segue avançando e apresenta bom desenvolvimento no Estado. Na semana, a colheita atingiu 35% da área, estimada em pouco mais de 41 mil hectares para a primeira safra. Atualmente, 13% das áreas estão maduras e por colher, 28% em floração e enchimento de grãos e 24% em desenvolvimento vegetativo.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Em regiões como no Alto da Serra do Botucaraí e Vale do Rio Pardo, a combinação de tempo chuvoso com altas temperaturas, clima ocorrido na semana, é favorável à incidência de doenças, como a ferrugem, necessitando a realização de controle com aplicações de fungicidas. Na Fronteira Noroeste e Missões, a primeira safra de feijão está em finalização de colheita, com produtividades consideradas boas. No geral, a produção nessas regiões se destina para consumo da própria família, mas muitos estão vendendo o excedente nas feiras dos produtores.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">As lavouras de arroz no Estado desenvolvem-se de forma satisfatória. Nas regiões da Fronteira Oeste e Campanha, a cultura tem demonstrado bom desenvolvimento vegetativo, favorecida pela umidade do solo e dias com ótima luminosidade e calor. Nas regiões Central, Vale do Jaguari e Jacuí Centro, onde são cultivados aproximadamente 137 mil hectares com arroz, espera-se uma produtividade próxima de 7.500 kg/ha. Atualmente, as lavouras estão sendo manejadas para controle de plantas daninhas, com adubação em cobertura e irrigação. Na semana, a lavoura de arroz no Estado apresentou-se com aproximadamente 79% em germinação e desenvolvimento vegetativo, 15% em floração e 6% em enchimento de grãos.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">OLERÍCOLAS</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Cebola &#8211; Na região da Serra, com a colheita finalizada, a olerícola condimentar se encontra armazenada nos galpões para que ocorra o processo de cura dos bulbos. Na segunda quinzena de janeiro, a prática da toalete deverá ter considerável incremento. De modo geral, a produção mostra boa qualidade, com bulbos firmes e secagem da parte aérea dentro do esperado.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Tomate &#8211; Na Região Metropolitana, a produção de tomate a campo está com ótimo desenvolvimento e algumas áreas, já colhidas, apresentam produtividade média de 7kg por planta. Os produtores estão manejando as lavouras em desenvolvimento vegetativo, frutificação e início de colheita. Alguns produtores utilizaram mudas enxertadas, com excelentes resultados para controle das bacterioses. O tomate está sendo comercializado por aproximadamente R$ 35,00 a caixa com 20 kg do tipo extra do produto. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Mandioca &#8211; Na Fronteira Noroeste e Missões, a cultura está em colheita, seja para comercialização, consumo próprio ou para beneficiamento nas agroindústrias. Vem aumentando na região o número de agroindústrias familiares que beneficiam a mandioca, descascada e embalada a vácuo, para comercializar nos programas governamentais, como o de Alimentação Escolar (Pnae), e nos supermercados. O preço recebido pelos produtores está entre R$ 2,50 a R$ 3,00/kg.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Milho Verde &#8211; O milho verde cultivado para venda na região do Litoral já está em comercialização, mesmo com algumas áreas ainda em floração e formação de espigas e, outras, em desenvolvimento vegetativo. Os produtores estão otimistas, uma vez que comercializam o produto a R$ 1,00 a espiga. Esse valor representa um aumento de 50% em relação ao preço de comercialização no mesmo período do ano passado. As vendas são realizadas nas tendas e quiosques e o movimento dos turistas é considerado acima do esperado. Nas regiões da Fronteira Noroeste e Missões, os produtores que produzem milho verde para abastecimento em feiras e mercados da região estão intensificando a colheita, aumentando a oferta e com isso reduzindo o preço recebido. O produto está sendo vendido por R$ 3,00 o pacote de 1Kg que contém cinco espigas descascadas.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">PASTAGENS E CRIAÇÕES</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">O comportamento do clima, na semana, especialmente quanto à temperatura e umidade, foi benéfico para as pastagens nativas e cultivadas. Com isso, a produção de massa verde se mantém em bom nível, propiciando boas condições alimentares e nutricionais às diferentes espécies de ruminantes criadas no RS.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A boa disponibilidade de massa verde nos campos vem garantindo uma boa condição alimentar e nutricional aos rebanhos de ovinos. No aspecto sanitário, o calor intenso e a umidade, especialmente em áreas mais baixas, exigem atenção e cuidados, especialmente no controle de verminoses, além de outras parasitoses, como sarna, piolho e miíases. No manejo dos animais, os destaques são o final do período de esquila e o desmame de cordeiros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Emater/RS</span></p>
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		<title>Espaçamento reduzido na soja pode potencializar os rendimentos da lavoura</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Nov 2018 18:18:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<category><![CDATA[Espaçamento reduzido na soja]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade da soja]]></category>
		<category><![CDATA[rendimento da lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>

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		<description><![CDATA[A redução no espaçamento entre as fileiras da soja pode potencializar os rendimentos da lavoura e permitir uma redução significativa nos custos de implantação, pela redução na população de plantas. Um estudo da Embrapa Trigo mostrou ganhos diretos de até 280 kg/ha e redução de 33% na população de plantas no Rio Grande do Sul, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; color: #666666;"><span style="color: #000000;">A redução no espaçamento entre as fileiras da soja pode potencializar os rendimentos da lavoura e permitir uma redução significativa nos custos de implantação, pela redução na população de plantas. Um estudo da Embrapa Trigo mostrou ganhos diretos de até 280 kg/ha e redução de 33% na população de plantas no Rio Grande do Sul, pela melhor eficiência no uso da radiação solar na lavoura. </span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666;"><span style="color: #000000;">A soja é a cultura de maior importância econômica no Brasil. A geração de novas tecnologias e a evolução dos conhecimentos relacionados ao sistema de produção estão promovendo mudanças no cultivo da soja. O melhoramento genético embutido na cultivar é responsável por somente 50% do rendimento final na cultura. A outra metade está associada ao manejo da lavoura, desde a implantação até a colheita. A intensificação da produção é possível através de sistemas mais eficientes e equilibrados no uso dos recursos do ambiente (água, luz, temperatura e nutrientes).</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666;"><span style="color: #000000;">A planta de soja, nas condições de clima e solo do Rio Grande do Sul, semeada na época preferencial (meados de novembro), precisa de 40 a 50 dias de crescimento para resultar numa boa produção de grãos. Aumentar a interceptação de luz solar nesse período é possível através de ajustes no arranjo espacial das plantas.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666;"><span style="color: #000000;">O arranjo espacial determina a competição por luz, água e nutrientes, alterando desde a incidência de pragas até a produção de biomassa. A potencialização do rendimento de grãos pode ser obtida através do melhor acúmulo de área foliar, com maior aproveitamento da radiação solar que garante a fotossíntese necessária para o crescimento das plantas. A melhor distribuição de plantas na área pode considerar duas estratégias de manejo ainda na semeadura: densidade (população de plantas) e espaçamento.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Indicações</strong></span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666;"><span style="color: #000000;">A recomendação contida nas “Indicações técnicas para a cultura da soja no RS e SC” estabelece uma população de 300 mil plantas por hectare (ou 30 plantas/m²), com espaçamento que pode variar de 20 a 50cm entre as fileiras. </span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666;"><span style="color: #000000;">No <a style="color: #6ca7e7;" href="https://www.embrapa.br/trigo/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1053432/maximizacao-da-producao-de-soja-espacamento-reduzido"><span style="color: #000000;">estudo</span></a> conduzido em Passo Fundo, RS, pela equipe de fisiologia vegetal da Embrapa Trigo, dedicado a entender o funcionamento das plantas, foi avaliado o espaçamento reduzido e a menor densidade de plantas para a maximização da produção de soja no Rio Grande do Sul. Na população de plantas, a densidade de 20 plantas/m² mostrou o mesmo desempenho da densidade de 30 plantas/m², a diferença esteve na redução nos custos de produção (sementes principalmente) sem redução significativa no rendimento de grãos. No espaçamento, foi utilizada a mesma distância entre linhas e entre as plantas na linha. Na comparação, o rendimento da soja no  espaçamento de 25cm resultou em 283 kg/ha a mais (4,7 sacas)  do que no espaçamento de 50cm. </span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #666666;"><span style="color: #000000;">“Vimos que o espaçamento reduzido pode maximizar os rendimentos na soja, já que há um aumento de área foliar mais rápido, acelerando o crescimento da planta e o acúmulo de massa  para a produção de grãos”, explica o pesquisador da Embrapa Trigo Osmar Rodrigues. O pesquisador destaca que, independente da cultivar utilizada, a redução de densidade de sementes é compensada pelo espaçamento reduzido, acelerando a velocidade de fechamento do dossel e o acúmulo de matéria seca nos ramos que definem a produtividade da soja.</span></p>
<table class="aligncenter" style="font-weight: 300; color: #666666;" border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" align="left">
<caption><strong style="font-weight: bold;">Efeito da densidade e do espaçamento no rendimento de grãos na soja na média de três cultivares RR (BMX Energia-GM 5.3; BRS Estancia-GM 6.1 e BRS 243-GM 6.7).</strong></caption>
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td></td>
<td><strong style="font-weight: bold;">Rendimento de grãos</strong>kg/ha</td>
<td><strong style="font-weight: bold;">Biomassa</strong>kg/ha</td>
</tr>
<tr>
<td><strong style="font-weight: bold;">Densidade</strong>pl/m²</td>
<td>2030</td>
<td>3.586 a3.617 a</td>
<td>11.34810.948</td>
</tr>
<tr>
<td><strong style="font-weight: bold;">Espaçamento</strong>cm</td>
<td>2550</td>
<td>3.743 b3.460 a</td>
<td>11.66110.634</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="font-weight: 300; color: #666666; text-align: center;">
<p style="font-weight: 300; color: #666666; text-align: center;">
<p style="font-weight: 300; color: #666666; text-align: center;">
<p style="font-weight: 300; color: #666666; text-align: center;">
<p style="font-weight: 300; color: #666666;">
<p style="font-weight: 300; color: #666666;">* Valores seguidos pela mesma letra nas colunas não são diferentes estatisticamente.</p>
<div class="portlet-msg-info" style="font-weight: 300; color: #12718f;"><strong style="font-weight: bold;">Alerta</strong><br />
Vale lembrar que existe resposta diferenciada em rendimento para espaçamentos e populações de plantas, dependendo da época de semeadura, da arquitetura da planta e do grupo de maturação da cultivar. Populações muito acima da indicada, além de implicar no aumento nos gastos com sementes, podem ocasionar acamamento de plantas; enquanto populações muito abaixo favorecem a incidência de plantas daninhas na lavoura. De acordo com os pesquisadores da Embrapa, a diversidade de cultivares de soja que chegam ao mercado todos os anos dificultam o trabalho da pesquisa, devido à grande variação no ciclo, porte das plantas e adaptações aos tratamentos fitossanitárias. O principal é que as plantas estejam distribuídas uniformemente na lavoura, considerando as condições de ambiente que favorecem ou limitam a expressão do potencial produtivo das cultivares.</div>
<div class="portlet-msg-info" style="font-weight: 300; color: #12718f;"></div>
<div class="portlet-msg-info" style="font-weight: 300; color: #12718f;"><span style="color: #000000;">Fonte: Embrapa</span></div>
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		<title>Principais produtores mundiais de soja em 2018</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Feb 2018 13:37:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Produção mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>

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		<description><![CDATA[Dados da expectativa de produção dos principais produtores mundiais de soja no ano de 2018. A Tabela abaixo destaca os dados da estimativa de produção dos principais produtores mundiais de soja no ano de 2018, em milhões de toneladas e, a respectiva participação na produção global. Vale lembrar que os dados da estimativa de produção [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4>Dados da expectativa de produção dos principais produtores mundiais de soja no ano de 2018.</h4>
<p>A Tabela abaixo destaca os dados da estimativa de produção dos principais produtores mundiais de soja no ano de 2018, em milhões de toneladas e, a respectiva participação na produção global.</p>
<p><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2018/02/soja-mundo.jpg"><img class="alignnone  wp-image-6947" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2018/02/soja-mundo.jpg" alt="soja-mundo" width="415" height="246" /></a></p>
<p style="color: #000000;">Vale lembrar que os dados da estimativa de produção mundial e por país produtor está baseada nos dados do USDA revisados em fevereiro de 2018.</p>
<p style="color: #000000;">Dentre os principais produtores mundiais de soja, destaque fica para os Estados Unidos e o Brasil que, juntos, produzem mais de 231 milhões de toneladas do grão, o que equivale a mais de 66,0% da produção do planeta.<br />
Os Estados Unidos, contudo, deve ser o maior produtor mundial da leguminosa em 2018, com 119,5 milhões de toneladas, seguido do Brasil com estimativa de produção de 112,0 milhões de toneladas.</p>
<p style="color: #000000;">A Argentina completa a lista dos 3 principais produtores mundiais de soja, com 54,0 milhões de toneladas esperados para o ano de 2018.</p>
<p style="color: #000000;">A China, Índia, Paraguai e Canadá completam a lista dos maiores produtores mundiais de soja, embora apenas a China dentre esses 3 países produz mais que 10,0 milhões de toneladas. De fato o país asiático deve produzir em torno de 14,2 milhões de toneladas em 2018.</p>
<p style="color: #000000;">A Figura a seguir ilustra a participação dos principais produtores mundiais de soja, na produção total, em 2018.</p>
<p style="color: #000000;"><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2018/02/soja-mundo-fev-18.jpg"><img class="alignnone wp-image-6948 " src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2018/02/soja-mundo-fev-18-300x187.jpg" alt="soja-mundo-fev-18" width="474" height="281" /></a></p>
<p style="color: #000000;">Fonte: FarmNews</p>
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