﻿<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>AgroCeleiro &#187; seca na Argentina</title>
	<atom:link href="http://www.agroceleiro.com/tag/seca-na-argentina/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.agroceleiro.com</link>
	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
	<lastBuildDate>Wed, 18 Sep 2024 14:58:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=3.9.40</generator>
	<item>
		<title>Seca na Argentina derruba safra de grãos e provoca rali de preços</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/seca-na-argentina-derruba-safra-de-graos-e-provoca-rali-de-precos/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/seca-na-argentina-derruba-safra-de-graos-e-provoca-rali-de-precos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Mar 2018 16:28:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[preço da soja]]></category>
		<category><![CDATA[seca na Argentina]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=7120</guid>
		<description><![CDATA[A pior seca em décadas na Argentina está reduzindo a safra de grãos do país, jogando os preços das commodities para cima e forçando a Bunge e outros grandes processadores a esmagar menos oleaginosas para fabricação de rações que alimentam rebanhos ao redor do mundo. A seca na Argentina, o terceiro exportador mundial de milho [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<p>A pior seca em décadas na Argentina está reduzindo a safra de grãos do país, jogando os preços das commodities para cima e forçando a Bunge e outros grandes processadores a esmagar menos oleaginosas para fabricação de rações que alimentam rebanhos ao redor do mundo.</p>
<p>A seca na Argentina, o terceiro exportador mundial de milho e soja, não acabou com um cenário de excesso de oferta global deixado por anos de safras abundantes, impulsionadas pelo bom clima e pelas culturas geneticamente modificadas.</p>
<div id="smartIntxt-cqwxpo" style="transition: height 0.5s ease 0s; position: relative; overflow: hidden; height: 0px;"></div>
<p>Mas combinada com problemas de seca que ameaçam as culturas nos Estados das Planícies dos EUA e na África do Sul, as perdas na Argentina estão consumindo reservas globais e levando os compradores a acelerarem as compras.</p>
<p>Os agricultores do Meio-Oeste dos EUA estão lutando para vender grãos que ficaram armazenados durante meses para tirar proveito dos preços em alta em meio às dificuldades na Argentina.</p>
<p>&#8220;Você nunca deseja uma seca em outro país, mas às vezes é o que é preciso&#8221;, disse Rob Schaffer, produtor de milho e soja de Illinois, que está intensificando as vendas para aproveitar a subida dos preços dos EUA. &#8220;Isso tem sido praticamente um presente.&#8221;</p>
<p>A milhares de quilômetros de distância na cidade rural de Chivilcoy, na Argentina, o agricultor Bernardo Romano tem o ponto de vista oposto. Suas plantas de soja e milho estão apenas na metade do tamanho típico, sofrendo com a falta de chuva. As espigas de milho estão 70 por cento menores ante o normal, faltando cerca de um mês para o início da colheita.</p>
<p>&#8220;Isso vai ter um impacto muito grande na economia regional&#8221;, disse ele, acrescentando que os produtores pediam chuva para mitigar mais perdas nas culturas plantadas tardiamente.</p>
<p>As chuvas nesta fase de desenvolvimento ficaram em apenas um quarto do normal, disse Romano. No máximo, ele espera que sua soja produza um terço do seu rendimento médio.</p>
<p>A Bolsa de Cereais de Buenos Aires cortou em três milhões de toneladas a sua previsão de soja na quinta-feira, estimando agora uma produção um quarto menor que a do ano passado.</p>
<p><!--StartFragment-->Fonte: Reuters<!--EndFragment--></p>
<p><!--EndFragment-->&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/seca-na-argentina-derruba-safra-de-graos-e-provoca-rali-de-precos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Soja sobe com seca na Argentina e dispara vendas no Brasil</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/soja-sobe-com-seca-na-argentina-dispara-vendas-no-brasil/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/soja-sobe-com-seca-na-argentina-dispara-vendas-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2018 15:15:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas Agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[preço da soja]]></category>
		<category><![CDATA[seca na Argentina]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=7041</guid>
		<description><![CDATA[Uma enxurrada de vendas de soja pelos produtores do Brasil na última semana em função de preços mais altos devido à quebra de safra na Argentina melhorou a comercialização da safra brasileira, que vinha atrasada, e deve ajudar também a indústria processadora e exportadora no país. A comercialização de soja da safra 2017/18 do Brasil [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<div class="readable-text">
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">Uma enxurrada de vendas de soja pelos produtores do Brasil na última semana em função de preços mais altos devido à quebra de safra na Argentina melhorou a comercialização da safra brasileira, que vinha atrasada, e deve ajudar também a indústria processadora e exportadora no país.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">A comercialização de soja da safra 2017/18 do Brasil atingiu o maior volume semanal da temporada na última semana, com produtores negociando cerca de 3,5 milhões de toneladas, diante de preços mais altos, afirmou à Reuters nesta segunda-feira a consultoria AgRural.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">Com as vendas da semana passada, o volume já comercializado na temporada subiu para 40,6 por cento da safra de soja, estimada para o Brasil em um recorde de 116,2 milhões de toneladas, acrescentou a consultoria.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">“Supersafra no Brasil e o mercado sobe, momento mais do que bom para nós”, disse o analista Fernando Muraro, da AgRural, referindo-se aos valores de referência na bolsa de Chicago que avançaram para máximas de cerca de um ano nas últimas sessões.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">“Em plena boca de safra, tivemos o maior movimento, a comercialização estava muito lenta e bem atrasada em relação à média&#8230; quem não vendeu (antes) se deu super bem”, destacou ele, referindo-se aos produtores que vinham represando negócios à espera de melhores valores.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">Além de destravar o mercado no Brasil, maior exportador global da oleaginosa, a seca na Argentina indica uma redução potencial de exportação do país vizinho, líder na produção de óleo e farelo de soja &#8211;os argentinos estão ainda em terceiro nos embarques do grão, atrás de Brasil e Estados Unidos.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">A Argentina vem tendo sua safra rebaixada em função de uma estiagem prolongada em importantes áreas, com especialistas no país vendo agora a produção em torno de 46,5-47 milhões de toneladas, cerca de 10 milhões a menos do inicialmente projetado por alguns.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">“A safra argentina vem se deteriorando&#8230; isso naturalmente faz com que eles fiquem com uma oferta menor, certamente vão colocar menos produto do que seria o ocorrido na eventualidade de eles terem uma safra cheia, abre espaço para o Brasil nos produtos (farelo e óleo de soja)”, afirmou à Reuters o secretário-geral da Associação Brasileira da Indústria de Óleos Vegetais (Abiove), Fábio Trigueirinho.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">Ele ressaltou que o Brasil também pode avançar no embarque de soja em grão diante dos problemas na Argentina, mas que o grande impacto positivo para os brasileiros seria na venda de mais farelo, principalmente, uma vez que haverá maior disponibilidade dessa matéria-prima para ração com esperado aumento da fabricação de biodiesel, com alta mandatória da mistura no diesel a partir de março.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">A maior parte da produção de biodiesel no Brasil tem a soja como matéria-prima, cujo processamento resulta na produção de farelo e óleo.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">“A exportação do grão não muda muito, a própria Argentina não exporta muito&#8230; para o Brasil, se a Argentina exportar um pouco mais ou menos, não vai mudar muito, a gente já está muito acima deles no grãos. Agora, no mercado de farelo e óleo, ela (Argentina) domina&#8230; se o nosso concorrente tiver oferta menor, abre espaço para o Brasil.”</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">A Abiove projeta uma exportação de 16,2 milhões de toneladas de farelo de soja do Brasil em 2018, de uma produção total de 32,7 milhões, de acordo com estimativa feita em dezembro pela associação, números que devem ser alterados nas próximas projeções, diante da maior oferta esperada desde então no Brasil e agora com o fator Argentina.</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><span style="font-size: 14px;">Ajuda na soja</span></span></strong></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">O analista de soja da Safras &amp; Mercado, Gil Barabach, vê chance de maiores exportações também do grão, diante dos problemas na Argentina e com revisões para cima da produção brasileira.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">A Safras &amp; Mercado elevou na semana passada sua projeção para a produção brasileira de soja em 2017/18 a um recorde de 115,64 milhões de toneladas, alta de 1,2 por cento sobre o registrado em 2016/17, em razão de produtividades melhores do que as esperadas em Estados do Sudeste e Centro-Oeste.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">Enquanto isso, a Agroconsult prevê 117,5 milhões de toneladas, ante 114,1 milhões projetados no mês passado.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">“Uma quebra na Argentina ajuda o Brasil a escoar uma safra maior. Com menor oferta, o fluxo de grãos deles será menor e isso abre espaço para o Brasil colocar mais soja no mercado”, afirmou Barabach, que acredita que a demanda virá ao Brasil, que exporta mais de metade de sua colheita tradicionalmente.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">“Com uma safra recorde no Brasil, trabalhamos com crescimento de estoques, que agora podem ser menores por causa do problema na Argentina”, acrescentou ele.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">O analista ponderou que o mercado ainda não tem uma dimensão exata das perdas na Argentina. “Se avançar para março sem chuva, o preço pode subir mais.”</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">Assim como a AgRural, a Safras também detectou avanço nas vendas de produtores devido aos preços mais altos na semana passada.</span></span></p>
<p>Fonte: Reuters Brasil<!--EndFragment--></p>
</div>
<p><!--EndFragment--></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/soja-sobe-com-seca-na-argentina-dispara-vendas-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
