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	<title>AgroCeleiro &#187; RS</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>RS será mundialmente reconhecido como zona livre de febre aftosa sem vacinação pela OIE</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Mar 2021 14:03:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Rio Grande do Sul será reconhecido internacionalmente como um Estado livre de febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE).  A homologação, por parte da OIE na assembleia geral, deve ser realizada em maio, na França. Acre, Rondônia, Paraná e parte do Amazonas e do Mato Grosso também obtiveram o reconhecimento. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O Rio Grande do Sul será reconhecido internacionalmente como um Estado livre de febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">A homologação, por parte da OIE na assembleia geral, deve ser realizada em maio, na França. Acre, Rondônia, Paraná e parte do Amazonas e do Mato Grosso também obtiveram o reconhecimento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">A retirada da vacinação evidencia, em âmbito mundial, que o Estado tem defesa sanitária confiável e permitirá acesso ao mercado de carnes chamado circuito “não aftósico”, onde se estima poder exportar cerca de US$ 1,2 bilhão anuais adicionalmente. Atualmente, a carne gaúcha não acessa 70% dos mercados potenciais. Outra vantagem da condição é o preço pago ao produtor, que tende a aumentar entre 25% e 30% a partir da evolução de status sanitário.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em agosto do ano passado, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) já havia formalizado o Rio Grande do Sul como zona livre da febre aftosa sem necessidade de vacinação. O reconhecimento permite que em torno de 12,5 milhões de cabeças, entre bovinos e bubalinos, deixem de ser vacinadas no Estado. O reconhecimento nacional pelo Mapa é um dos passos para alcançar o reconhecimento internacional na OIE.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Também deixa de ser necessária a aplicação de 20 milhões de doses anuais de vacina, uma vez que a imunização ocorria em duas etapas: rebanho geral e para animais com até 24 meses.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para realizar a transição de status sanitário, os Estados e as regiões atenderam a requisitos básicos, como aprimoramento dos serviços veterinários oficiais e implantação de programa estruturado para manter a condição de livre da doença, entre outros, alinhados com as diretrizes do Código Terrestre da OIE.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O processo de transição de zonas livres de febre aftosa com vacinação para livre sem vacinação está previsto no Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (Pnefa), conforme estabelecido pelo Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa).</span></p>
<p style="text-align: justify;">SEAPDR RS</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>RS quer tornar estado livre de aftosa sem vacinação</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Aug 2018 15:46:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para isso quer antecipar a retirada da vacinação contra aftosa Com um rebanho bovino de cerca de 13,59 milhões de cabeças, o Rio Grande do Sul avalia antecipar a retirada da vacinação contra a febre aftosa para 2019. O Estado faz parte do Bloco V, agendado para vacinar os animais pela última vez em 2021. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #000000;">Para isso quer antecipar a retirada da vacinação contra aftosa</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">Com um rebanho bovino de cerca de 13,59 milhões de cabeças, o Rio Grande do Sul avalia antecipar a retirada da vacinação contra a febre aftosa para 2019.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">O Estado faz parte do Bloco V, agendado para vacinar os animais pela última vez em 2021. A principal justificativa para se adiantar ao cronograma do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) é o de não se isolar na região, já que o Paraná, também integrante do grupo, pretende realizar a última etapa de vacinação em maio de 2019 e Santa Catarina já possui o status sanitário de livre de aftosa sem vacinação desde 2007.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">“Queremos andar ao passo do Paraná. Nossa logística de avicultura e suinocultura ficará bastante complicada se não estivermos na mesma condição”, diz Antônio Carlos de Quadros Ferreira Neto, diretor do Departamento de Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura do Estado (Seapi-RS).</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">Segundo ele, há certa interdependência das indústrias paranaenses e catarinenses de aves e suínos com os animais produzidos no Estado, por isso a não antecipação poderia trazer repercussões econômicas negativas. “Já estamos longe dos mercados consumidores de São Paulo e Rio de Janeiro, imagina ilhados na ponta?”</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">Fonte: Portal DBO.</span></strong></p>
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		<title>Clima, Agricultores terão alguns dias de tempo aberto no Estado do RS</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/clima-agricultores-terao-alguns-dias-de-tempo-aberto-no-estado-do-rs/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Nov 2017 13:28:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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		<description><![CDATA[ E a tendência do clima para esse mês de novembro é que não venha a ocorrer nenhum longo período de estiagem. Há possibilidade, porém, de que a cada sete ou dez dias uma frente fria passe sobre o Estado e provoque chuvas rápidas e de baixa intensidade.  Essa semana começa com tempo aberto em todo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #555555;"><span style="color: #000000;"> E a tendência do clima para esse mês de novembro é que não venha a ocorrer nenhum longo período de estiagem. Há possibilidade, porém, de que a cada sete ou dez dias uma frente fria passe sobre o Estado e provoque chuvas rápidas e de baixa intensidade. </span></p>
<p style="color: #555555;"><span style="color: #000000;">Essa semana começa com tempo aberto em todo o Rio Grande do Sul, possibilitando que os produtores avancem com a semeadura das culturas de verão em todas as regiões. E ao longo da semana não há previsões de chuvas que possam inviabilizar os trabalhos de plantio e tratos culturais. A previsão é do Instituto Climatempo, em seu boletim semanal especialmente produzido para o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).</span></p>
<p style="color: #555555;"><span style="color: #000000;">Mas entre a quinta (9) e a sexta-feira (10) uma nova frente fria irá avançar sobre o Estado, o que deixará o tempo instável e com possibilidades para eventuais pancadas de chuvas, principalmente sobre a faixa Oeste e Norte do Estado. Algumas áreas do Rio Grande do Sul, como a Campanha, a Fronteira Sul e o Litoral não deverão ter chuvas.</span></p>
<p style="color: #555555;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold; font-style: inherit;">Fonte:</strong> Instituto Climatempo</span></p>
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		<title>Clima favorece implantação de lavouras de milho no RS</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Sep 2017 13:13:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com o solo em umidade ideal para a semeadura, segue o plantio do milho no Rio Grande do Sul. Da área total prevista a ser implantada no Estado (731,5 mil ha), estima-se que 34% já foram implantados, contra uma média de 20% para o período. De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, a totalidade [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4><span style="color: #545454;">Com o solo em umidade ideal para a semeadura, segue o plantio do milho no Rio Grande do Sul. </span></h4>
<p><span style="color: #545454;">Da área total prevista a ser implantada no Estado (731,5 mil ha), estima-se que 34% já foram implantados, contra uma média de 20% para o período. </span></p>
<p><span style="color: #545454;">De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, a totalidade das lavouras de milho se encontra nas fases de germinação e desenvolvimento vegetativo. Em determinadas áreas, algumas primeiras plântulas já apresentam sintomas de ataque de pragas, mesmo com aplicação de inseticida nas sementes.</span></p>
<p><span style="color: #545454;"> Emater/RS-Ascar</span></p>
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		<title>RS adere a Pacto Nacional que fortalecerá extensão rural e assistência técnica</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jul 2017 13:33:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ Estado aderiu nesta quarta-feira (26/7) a um pacto nacional que viabiliza o repasse de recursos do governo Federal, através da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead),  para fortalecer a extensão rural ofertada aos aos agricultores familiares. O governador José Ivo Sartori, com a presença do secretário da SDR, Tarcisio Minetto, e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; color: #000000;"> Estado aderiu nesta quarta-feira (26/7) a um pacto nacional que viabiliza o repasse de recursos do governo Federal, através da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead),  para fortalecer a extensão rural ofertada aos aos agricultores familiares. O governador José Ivo Sartori, com a presença do secretário da SDR, Tarcisio Minetto, e do secretário adjunto, Iberê Orsi, assinou o Pacto Nacional pelo Fortalecimento da Assistência Técnica e Extensão Rural, que viabiliza o repasse de recursos federais para a execução de projetos, por meio da Emater, conveniada da Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR).</p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;">“Esse projeto aumenta a capacidade produtiva daqueles agricultores que mais precisam”, destacou o secretário da SDR, Tarcisio Minetto,</p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;">Além de contribuir para o aumento da capacidade produtiva, as ações firmadas no Pacto, que serão executadas pela Emater, também contribuirão para a inserção social de agricultores familiares em situação de extrema pobreza e para a melhoria da qualidade de vida e trabalho dessa população. O investimento total é de R$ 6.752.293,44, dos quais R$ 4.672.500,51 serão aportados pela Sead, via Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), e 2.079.793,93 serão a contrapartida da Emater. Os recursos devem ser disponibilizados em agosto.</p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;">&#8220;Esse projeto é o início, e esperamos que no decorrer dos próximos anos venham mais recursos para fortalecer o trabalho da Emater no campo. É uma ação muito positiva que integra o governo federal, estadual e também as prefeituras que fazem a sua parte&#8221;, lembrou Minetto.</p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;">Segundo o presidente em exercício da Emater, Lino Geraldo Vargas Moura, o projeto vai beneficiar 1,5 mil famílias de 66 municípios gaúchos. A seleção das famílias leva em conta alguns critérios, como estar cadastrada no Cadastro Único do governo federal; ter renda per capita de até R$ 85; e não receber recursos de outras políticas públicas. &#8220;E aqui no Rio Grande do Sul nós estabelecemos que as famílias pertençam a comunidades de pescadores, quilombolas e indígenas, porque são comunidades com maior vulnerabilidade&#8221;, afirmou.</p>
<p>Moura também destacou que com esses recursos as famílias poderão participar de cursos, seminários, treinamentos e visitas a campo para conhecer projetos produtivos que já estão funcionando. &#8220;Esperamos que os recursos aplicados aumentem a renda dessas famílias, tirando da condição de vulnerabilidade e passando para condição de produtores&#8221;, ressaltou.</p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;">Além dos já citados, estiveram presentes na assinatura do Pacto a gerente adjunta de Planejamento da Emater/RS, Magda Limberger Tonial e o delegado da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead), Marcio Madalena.</p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;">sdr.rs.gov.br</p>
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		<title>Levantamento aponta queda de 10% na área de trigo no Rio Grande do Sul</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jul 2017 11:17:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apesar do grande problema com as chuvas no mês de maio que atrasaram a semeadura do trigo no Rio Grande do Sul, a redução estimada em área no Estado, conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgados nesta terça-feira, 11 de julho, se manteve em 10%. O fato confirma a expectativa da Federação das [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #444444;">Apesar do grande problema com as chuvas no mês de maio que atrasaram a semeadura do trigo no Rio Grande do Sul, a redução estimada em área no Estado, conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgados nesta terça-feira, 11 de julho, se manteve em 10%. O fato confirma a expectativa da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), que em levantamento com as cooperativas, antes do plantio, estimavam este número.</p>
<p style="color: #444444;">Para o presidente da entidade, Paulo Pires, a redução só não será maior devido a falta de alternativas no cultivo do inverno no Rio Grande do Sul. &#8220;Os produtores precisam da cultura alternativa no inverno, mas estas culturas como Canola, aveia, entre outras, não tem expressão econômica. Por isso que a estimativa é que caia só 10%, pois se fosse pela decepção do produtor esta redução seria maior. Isto consolida que precisamos de uma novidade na cultura do trigo no Rio Grande do Sul&#8221;, enfatiza.</p>
<p style="color: #444444;">Este fato, conforme Pires, solidifica o trabalho que a entidade realiza junto com a Embrapa Trigo, de Passo Fundo (RS), sobre as alternativas de plantio do trigo no Estado. Neste ano, são cinco unidades demonstrativas que estão à campo. No ano passado, nas quarto áreas experimentais se confirmou que a redução de custo pode chegar a até 18%. &#8220;Não se está trabalhando contra a produção de trigo pão no Rio Grande do Sul. Temos cooperativas que vão fomentar a produção por ter moinhos, e temos cooperativas que priorizam a produção de trigo pão para o mercado e vão continuar nesta linha. Mas precisamos dar liquidez para toda a safra gaúcha e a única forma de chegar a esta liquidez é diversificando a produção, de forma a buscar em parte do Estado plantio de variedades que se enquadram para o mercado da exportação&#8221;, reforça.</p>
<p style="color: #444444;">O presidente da FecoAgro/RS lembra ainda que mesmo que estas variedades possam valer um pouco menos, no máximo 5% abaixo do preço tipo pão. &#8220;Já que ele vale menos precisamos de mais produtividade do que o trigo pão, e isso a pesquisa nos sinaliza que é possível&#8221;, observa.</p>
<p style="color: #444444;">A grande preocupação neste momento é com a falta de chuvas no Estado, que vem comprometendo o desenvolvimento da cultura. Os números de produtividade devem cair 16% em relação à safra passada, segundo a Conab, fechando em 2,7 mil quilos por hectare. &#8220;Tivemos no plantio localidades com excesso de chuvas que atrasou a semeadura. Em algumas localidades já faz mais de 30 dias que não chove. A agricultura do Rio Grande do Sul é muito suscetível ao clima e se tivermos condições negativas de clima poderemos ter mais problemas na produtividade&#8221;, alerta o presidente da FecoAgro/RS.</p>
<p style="color: #444444;">Fonte: AgroEffective</p>
]]></content:encoded>
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