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	<title>AgroCeleiro &#187; Rio Grande do Sul</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Agricultura publica boletim mensal sobre cultivo de milho e soja no RS, Brasil e Estados Unidos</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Nov 2021 13:18:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Boletim mensal sobre cultivo de milho e soja]]></category>
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		<description><![CDATA[A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural passa a divulgar, mensalmente, o “Boletim Milho e Soja”, com informações atualizadas sobre áreas semeada e colhida das safras para as duas culturas no Rio Grande do Sul, Brasil e Estados Unidos. Os boletins ficarão disponíveis na página https://www.agricultura.rs.gov.br/boletim-milho-soja. A edição referente ao mês de outubro já se [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural passa a divulgar, mensalmente, o “Boletim Milho e Soja”, com informações atualizadas sobre áreas semeada e colhida das safras para as duas culturas no Rio Grande do Sul, Brasil e Estados Unidos. Os boletins ficarão disponíveis na página <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/boletim-milho-soja">https://www.agricultura.rs.gov.br/boletim-milho-soja</a>. A edição referente ao mês de outubro já se encontra no ar.</p>
<p>O informativo é elaborado pelo Departamento de Políticas Agrícolas e Desenvolvimento Rural da Secretaria, tendo como fontes o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), para os dados americanos; a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), no âmbito nacional; e a Emater/RS-Ascar, com os dados estaduais.</p>
<p>“O boletim vem para disponibilizar informações que podem ser úteis em tomadas de decisão, tanto pelos agricultores, como por todos os envolvidos nestas duas importantes cadeias produtivas do Rio Grande do Sul”, explica o diretor do Departamento de Políticas Agrícolas, Paulo Lipp.</p>
<h3><a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202110/28101643-boletim-graos-outubro-2021.pdf" download=""> Boletim Milho e Soja: RS/BR/EUA &#8211; Outubro de 2021</a></h3>
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		<title>Clima: A semana começa com tempo aberto e frio no Rio Grande do Sul</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Nov 2017 11:44:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A semana começa com tempo aberto e frio no Rio Grande do Sul. A frente fria neste início de semana está sobre a região Sudeste, onde manterá o tempo instável e com possibilidades de chuvas a qualquer hora do dia. Porém, mesmo com esse tempo mais aberto e temperaturas mínimas mais baixas, não há riscos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #282828;"><span style="color: #000000;">A semana começa com tempo aberto e frio no Rio Grande do Sul. A frente fria neste início de semana está sobre a região Sudeste, onde manterá o tempo instável e com possibilidades de chuvas a qualquer hora do dia. Porém, mesmo com esse tempo mais aberto e temperaturas mínimas mais baixas, não há riscos para ocorrência de geadas, até porque já a partir dessa terça-feira (21) as temperaturas mínimas irão se elevar gradativamente.</span></p>
<p style="color: #282828;"><span style="color: #000000;">Na quarta-feira (22), uma nova frente fria avançará sobre o Estado, onde deixará o tempo instável e com possibilidades de ocorrências de pancadas de chuvas, em grande parte das regiões arrozeiras. A previsão é do Instituto Climatempo, em seu boletim semanal especialmente produzido para o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).</span></p>
<p style="color: #282828;"><span style="color: #000000;">E a tendência para estas próximas semanas é exatamente essa. Toda semana uma frente fria passando sobre o Rio Grande do Sul, provocando chuvas rápidas, mas com volumes suficientes para manter os solos com bons níveis de umidade. Confira a previsão do tempo diariamente no site do Irga clicando <strong style="font-weight: bold; font-style: inherit;"><a style="font-weight: inherit; font-style: inherit; color: #44a13d;" title="Previsão do tempo" href="http://www.irga.rs.gov.br/lista/333/previsao-do-tempo" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #000000;">aqui</span></a></strong>.</span></p>
<p style="color: #282828;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold; font-style: inherit;">Fonte:</strong> Instituto Climatempo</span></p>
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		<title>Produtores rurais, deverão realizar em novembro a segunda etapa da vacina contra febre aftosa</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Nov 2017 11:19:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A segunda etapa de vacinação contra a febre aftosa no Rio Grande do Sul, se encera em 30 de novembro. Deverão ser imunizados bovinos e bubalinos de zero a 24 meses de idade, que no Estado somam aproximadamente cinco milhões de animais. A meta da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação é chegar a uma cobertura [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4 style="font-weight: 300; color: #000000;"><strong><span style="color: #000000;">A segunda etapa de vacinação contra a febre aftosa no Rio Grande do Sul, se encera em 30 de novembro. </span></strong></h4>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;"><span style="color: #000000;">Deverão ser imunizados bovinos e bubalinos de zero a 24 meses de idade, que no Estado somam aproximadamente cinco milhões de animais. A meta da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação é chegar a uma cobertura vacinal superior a 90%. A primeira etapa, em maio, teve cobertura vacinal de 98,92% do rebanho.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;"><span style="color: #000000;">Os produtores devem adquirir as doses necessárias para a vacinação do rebanho em casas agropecuárias credenciadas pela Seapi para a comercialização da vacina contra a febre aftosa. </span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;"><span style="color: #000000;">Após a aplicação da vacina, todos os produtores deverão comprovar a vacinação através da apresentação da nota fiscal de compra e declaração da quantidade de animais vacinados, por categoria, nas Inspetorias de Defesa Agropecuária da Secretaria. O prazo máximo para a comprovação da vacinação é de cinco dias úteis após o término da etapa.</span></p>
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		<title>Há risco de chuvas e temporais isolados em grande parte do estado para sábado (04)</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Nov 2017 22:48:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Neste sábado (04) as condições meteorológicas são favoráveis a ocorrência de chuva, moderada a forte com trovoadas, ventos e possibilidade de queda de granizo. Tempestades com trovões podem acontecer em todas as regiões do estado. A chuva pode gerar acúmulos de água, então se atenta aos alagamentos e possíveis enchentes devido ao transbordamento de rios [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; color: #000000;"><span style="color: #000000;">Neste sábado (04) as condições meteorológicas são favoráveis a ocorrência de chuva, moderada a forte com trovoadas, ventos e possibilidade de queda de granizo. Tempestades com trovões podem acontecer em todas as regiões do estado. A chuva pode gerar acúmulos de água, então se atenta aos alagamentos e possíveis enchentes devido ao transbordamento de rios e arroios.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;"><span style="color: #000000;">Qualquer situação de risco deve ser informada para a Defesa Civil, através do telefone de emergência 199.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;"><span style="color: #000000;">defesacivil.rs.gov.br</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Previsão Climática para o próximo trimestre para o Rio Grande do Sul</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Oct 2017 01:47:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[PROGNÓSTICO PARA O RIO GRANDE DO SUL (Out/Nov/Dez &#8211; 2017) Atualmente a Temperatura da Superfície do Mar do Pacifico Equatorial permanece com padrão de neutralidade, mas com surgimento de áreas com anomalias negativas e possibilidade de um evento La Nina no decorrer do trimestre. No Atlântico Subtropical, a combinação de anomalias positivas na costa do [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;"><strong>PROGNÓSTICO PARA O RIO GRANDE DO SUL (Out/Nov/Dez &#8211; 2017)</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">Atualmente a Temperatura da Superfície do Mar do Pacifico Equatorial permanece com padrão de neutralidade, mas com surgimento de áreas com anomalias negativas e possibilidade de um evento La Nina no decorrer do trimestre.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">No Atlântico Subtropical, a combinação de anomalias positivas na costa do Rio Grande do Sul e Uruguai, com anomalia negativa na costa da região sudeste contribui para a redução de umidade no Estado. Estas variações da umidade atmosférica devem influenciar nos padrões de chuva e contribuir para aumentar as amplitudes térmicas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A análise detalhada do modelo estatístico (CPPMet/UFPel) indica para o mês de outubro precipitações dentro do padrão climatológico na maior parte do Estado, exceto os extremos sul e nordeste. Para o mês novembro, a tendência é de chuvas acumuladas mensais abaixo do padrão em todo o Estado. Em dezembro são esperadas precipitações pouco abaixo do padrão no sul e leste e, dentro nas demais regiões.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O prognóstico para as temperaturas mínimas mostra, para os meses de outubro e dezembro temperaturas mínimas mensais próximas do padrão na maioria das regiões. Durante o mês de novembro a tendência é de predominar padrão pouco abaixo na região central e norte. Para as temperaturas máximas, o modelo indica para os meses de outubro e dezembro valores mensais pouco abaixo no oeste e dentro do padrão nas demais regiões. No mês de novembro o modelo aponta para valores pouco acima no noroeste e dentro do padrão climatológico na maioria das regiões.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Este trimestre caracteriza-se por apresentar aumento gradativo nas temperaturas, causando também aumento na evaporação, que nos períodos mais secos podem ser maiores, comprometendo as reservas hídricas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">inmet.gov.br</span></p>
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		<title>Trigo gaúcho se recupera dos problemas enfrentados no plantio</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/trigo-gaucho-se-recupera-dos-problemas-enfrentados-no-plantio/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2015 21:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

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		<description><![CDATA[As lavouras gaúchas de trigo vêm apresentando boa recuperação, revertendo as expectativas iniciais de forte quebra na produtividade, em função das chuvas que dificultaram a realização dos tratos culturais na época de plantio. Os técnicos da empresa de assistência técnica e extensão rural do Rio Grande do Sul  (Emater/RS) comentam que a partir da entrada [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #1a1a1a;">As lavouras gaúchas de trigo vêm apresentando boa recuperação, revertendo as expectativas iniciais de forte quebra na produtividade, em função das chuvas que dificultaram a realização dos tratos culturais na época de plantio. Os técnicos da empresa de assistência técnica e extensão rural do Rio Grande do Sul  (Emater/RS) comentam que a partir da entrada com mais intensidade na fase reprodutiva, as lavouras apresentam espigamento uniforme, tamanho de espiga regular e número de espiguetas médio.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">Segundo eles, no aspecto visual a maioria das lavouras apresenta coloração verde intensa, plantas sem acamamento e lavoura com boa densidade. As folhas bandeiras apresentam boa formação e baixa incidência de doenças. Outro aspecto positivo é a baixa umidade no momento da floração das plantas, o que deve contribuir para menor incidência de doenças na espiga. Vários agricultores estão realizando a segunda aplicação de fungicida.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">Os dados da Emater mostram que 59% das lavouras estão em fase estágio desenvolvimento vegetativo, ante 83% na semana passada e 70% na média dos últimos cinco anos. As plantas em fase de floração somam 33% da área cultivada, ante 15% na semana passada e 22% da média histórica.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">O levantamento da Emater constatou que os preços do trigo continuam pouco atrativos no mercado gaúcho, em média a R$ 30,46 por saca de 60 kg, variando entre R$ 29 a R$ 32. Apesar de considerados baixo, os preços estão linha com a média histórica dos últimos cinco anos de R$ 30,51/saca. A média para setembro nos últimos cinco anos é de 30,71/saca.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">
<p style="color: #1a1a1a;">Fonte: Globo Rural</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pavilhão da Agricultura Familiar na Expointer supera expectativas</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/pavilhao-da-agricultura-familiar-na-expointer-supera-expectativas/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2015 21:36:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

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		<description><![CDATA[As vendas no Pavilhão da Agricultura Familiar na Expointer bateram recorde novamente neste ano. A Secretaria de Desenvolvimento Rural e Cooperativismo (SDR), divulgou R$ 2,2 milhões em negócios nos 239 empreendimentos familiares. O montante é 12,6% superior ao alcançado na edição de 2014. Já, os negócios de toda feira recuaram 35%, fechando com 1,7 bilhão. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #000000;">As vendas no Pavilhão da Agricultura Familiar na Expointer bateram recorde novamente neste ano. A Secretaria de Desenvolvimento Rural e Cooperativismo (SDR), divulgou R$ 2,2 milhões em negócios nos 239 empreendimentos familiares. O montante é 12,6% superior ao alcançado na edição de 2014.</p>
<p style="color: #000000;">Já, os negócios de toda feira recuaram 35%, fechando com 1,7 bilhão. Na edição passada a comercialização total foi de R$ 2,7 bilhões. O número de visitantes passou de 500 mil.</p>
<p style="color: #000000;">Nessa edição, 239 empreendimentos dividiram espaço no pavilhão &#8211; 17% a mais do que em 2014. Sete eram de cozinhas que serviram ao público refeições tradicionais da região como arroz carreteiro, massa caseira com galeto, salame e chuleta.</p>
<p style="color: #000000;">Mais alimentos<br />
Outro espaço de destaque para a agricultura familiar, na Expointer, foi o Feirão Mais Alimentos, que marcou a sua sexta participação na feira, mostrando o êxito da política de incentivo à mecanização no campo. No local, o agricultor familiar podia conhecer como funciona o programa, que financia máquinas, tratores e implementos agrícolas com juros que variam de 2% a 5,5% ao ano.</p>
<p style="color: #000000;">
<p style="color: #000000;">Fonte: Fetraf-RS e MDA<br />
Foto: Fetraf-RS</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Confira a Programação do VI Acampamento Farroupilha em Tenente Portela</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/confira-a-programacao-do-vi-acampamento-farroupilha-em-tenente-portela/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2015 21:32:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

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		<description><![CDATA[Programação: 13/09 Domingo 10 horas – Recebimento da Chama Crioula e Abertura Oficial 13h30min – Encontrão Regional de Invernadas Artísticas 20 horas – Fandango com o grupo Trio Abagualado 14/09 Segunda-feira 19 horas – Sessão Solene da Câmara de Vereadores 15/09 Terça-feira 20 horas – Apresentações das Invernadas Artísticas locais – CTG Guardiões da Fronteira [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: bold;">Programação:</p>
<p style="font-weight: bold;">13/09 Domingo<br />
10 horas – Recebimento da Chama Crioula e Abertura Oficial<br />
13h30min – Encontrão Regional de Invernadas Artísticas<br />
20 horas – Fandango com o grupo Trio Abagualado</p>
<p style="font-weight: bold;">
<p style="font-weight: bold;">14/09 Segunda-feira</p>
<p style="font-weight: bold;">19 horas – Sessão Solene da Câmara de Vereadores</p>
<p style="font-weight: bold;">
<p style="font-weight: bold;">15/09 Terça-feira<br />
20 horas – Apresentações das Invernadas Artísticas locais – CTG Guardiões da Fronteira e CTG Sentinela da Fronteira<br />
21h30min – Show com NILTON FERREIRA<br />
16/09 Quarta-feira<br />
Manhã e tarde – Integração com os alunos das Escolas Municipais e Estaduais (Com espaço para apresentações)<br />
19 horas – Ensaio aberto de Danças Tradicionais (todas as idades)</p>
<p style="font-weight: bold;">21 horas – Escolha da Prenda do VI Acampamento Farroupilha</p>
<p style="font-weight: bold;">
<p style="font-weight: bold;">17/09 Quinta-feira<br />
14 horas – Integração e Bailanta com os grupos de Idosos. Animação do grupo Gurizada Campeira<br />
20 horas – Apresentação de Talentos locais e Tertúlia Livre</p>
<p style="font-weight: bold;">18/09 Sexta-feira<br />
II GRITO FARROUPILHA – FESTIVAL DA CANÇÃO GAÚCHA<br />
Manhã: Ensaio e classificação dos calouros (Categoria Infantil e Livre Municipal)<br />
Tarde: Ensaio e classificação dos calouros (Livre Regional)<br />
19h30min – Final do II GRITO FARROUPILHA<br />
23 horas – Fandango com o Grupo HERANÇA CAMPEIRA DO SUL</p>
<p style="font-weight: bold;">
<p style="font-weight: bold;">19/09 Sábado<br />
22 horas – Fandango com o GRUPO REPONTE<br />
III Concurso de Dança de Salão</p>
<p style="font-weight: bold;">
<p style="font-weight: bold;">20/09 Domingo<br />
9 horas – Missa Crioula<br />
14 horas – Apresentações Artísticas locais. Invernadas artísticas CTG Guardiões da Fronteira, CTG Sentinela da Fronteira, APAE, Escola Municipal Marcílio Dias, Escola Estadual Sepé Tiaraju<br />
16 horas – III Gincana da Cultura Gaúcha<br />
17h30min – Encerramento do VI Acampamento Farroupilha e Bailanta com o Grupo Gurizada Campeira</p>
<p style="font-weight: bold;">
<p style="font-weight: bold;">Fonte: Rádio Municipal AM</p>
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		<title>Agricultura familiar comercializa R$ 2,2 mi na Expointer 2015</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2015 20:21:23 +0000</pubDate>
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<p>Segundo os organizadores, vendas superam em 12% o volume negociado na edição passada</p>
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<p style="color: #2f2f2f;">A agricultura familiar comercializou mais de R$ 2,2 milhões na Expointer 2015, em Esteio (RS). Segundo os organizadores, as vendas aumentaram em 12,6% em relação à edição 2014, que teve vendas em R$ 2 milhões. Mais de 239 estandes ocuparam o Pavilhão da Agricultura Familiar.</p>
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<p style="color: #2f2f2f;">Para o delegado federal do Ministério do Desenvolvimento Agrário no Rio Grande do Sul, Marcos Regelin, além do volume de vendas, a feira colabora, cada vez mais, para a consolidação da agricultura familiar.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">
<p style="color: #2f2f2f;">– O maior retorno está na visibilidade que a Expointer dá ao setor. É uma excelente vitrine. Tivemos um grande avanço na qualidade, diversidade e apresentação dos produtos – comenta.</p>
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<p style="color: #2f2f2f;">A produtora Odete Teresa da Cas, 49 anos, chegou ao último dia da 38ª Expointer zerando os estoques. Dos oito tipos de produtos fabricados na agroindústria Puro Sabor do Interior, apenas quatro estão disponíveis, entre eles o queijo tipo colonial, produzido na semana passada e que ainda estava em processo de maturação.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">
<p style="color: #2f2f2f;">– Tive que trazer o queijo que estava maturando em casa para vender aqui. As pessoas compram e tem até quem prefere ele mais novinho. A Expointer deste ano superou as minhas expectativas. Vendi até pote de 2 litros de doce de leite – afirma Odete.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">
<p style="color: #2f2f2f;"><span style="color: #000000;">Fonte:Paulo H. Carvalho/ Ascom MDA</span></p>
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		<title>Setor leiteiro gaúcho precisa de apoio</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2015 20:11:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Pecuária Leite]]></category>
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		<description><![CDATA[A base do setor leiteiro do Rio Grande do Sul é constituída por empreendimentos familiares e elas precisam receber apoio governamental e das entidades de classe para continuarem na atividade. A constatação foi feita durante o painel Fórum Canal Rural: Desafios da cadeia do leite no Rio Grande do Sul, organizado pelo Canal Rural e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #2f2f2f;">A base do setor leiteiro do Rio Grande do Sul é constituída por empreendimentos familiares e elas precisam receber apoio governamental e das entidades de classe para continuarem na atividade. A constatação foi feita durante o painel Fórum Canal Rural: Desafios da cadeia do leite no Rio Grande do Sul, organizado pelo Canal Rural e o Instituto Gaúcho do Leite (IGL), como parte da programação do Dia da Agricultura Familiar na Expointer 2015, em Esteio.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">No começo das discussões, o presidente do IGL, Gilberto Piccinini, apresentou os dados do Levantamento Socioeconômico da Cadeia Setorial do Leite, relatório produzido em parceria com a Emater-RS e que traz informações sobre diversos ângulos da cadeia leiteira gaúcha. Os números apontam que dos 198,467 mil produtores de leite do estado, a maior parte é composta de pequenos produtores, com 45,3% dos produtores entregando até 100 litros por dia a indústrias e queijarias.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">O Rio Grande do Sul produz 4,59 bilhões de litros de leite por ano, fazendo o estado ocupar a segunda posição no ranking de produtores nacionais, ficando atrás de Minas Gerais. A atividade tem peso fundamental na economia de 94% dos municípios gaúchos.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">– Essa radiografia é importante, porque traz aspectos claros. Um deles é a importância da cadeia do leite para o Rio Grande do Sul. Ela está em quase todos os municípios. Outra é que ela é muito forte na agricultura familiar, a grande maioria dos produtores é da agricultura familiar – afirmou o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag), Carlos Joel da Silva, um dos integrantes do painel.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Segundo ele, o setor gaúcho possui plena capacidade para se tornar o principal produtor de leite do país, por ter espaço para aumentar o rebanho e disponibilidade de água. Algumas questões, porém, ainda precisam ser resolvidas, como o sistema de proteção financeira governamental, que ainda é fraco, os custos altos e os baixos preços pagos aos produtores, e problemas na regra de falências, que faz com que muitos pecuaristas fiquem anos sem receber por leite entregue a indústrias que deixaram de funcionar.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Outro panelista, o presidente da Associação das Pequenas Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Apil), relatou que a presença de pequenos produtores no setor leiteiro está recuando nos últimos anos devido à dificuldade de muitos produtores em adaptarem suas propriedades às necessidades técnicas da atividade, junto com o envelhecimento de muitos produtores e a falta de interesse dos herdeiros em seguir adiante.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">– Estamos excluindo de forma muito rápida a metade dos produtores, devido à idade e à falta de investimento. Metade das propriedades não cumpre a regra e elas precisam de investimentos para se adequar à legislação. Elas requerem investimentos significativos – disse Wladimir Dal’Bosco.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Para o presidente da Associação Gaúcha de Laticinistas e Laticínios (AGL), Ernesto Krug, o pequeno proprietário precisa contar “assistência técnica agregadora de valor, que faça a diferença durante a visita à propriedade”. Ele também levantou a questão de que a produtividade dos pecuaristas é prejudicada pela falta de capacitação, seja deles ou de seus funcionários.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">A falta de eficiência da mão de obra foi citada pela maioria dos produtores (46%) como sua principal dificuldade, segundo o levantamento do IGL e da Emater-RS. A questão dos herdeiros ficou em segundo lugar (41,9%) no ranking de problemas.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Segundo o gerente técnico da Emater-RS, Valmir Netto Wegner, algumas das dificuldades podem ser resolvidas com a melhora no processo de gestão. Ele recomenda que os pecuaristas reservem parte dos ganhos que fazem em épocas de preços bons para realizar investimentos e aguentarem os períodos em que o mercado está adverso.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">– Temos trabalhado para que o produtor nesse período de bons preços faça uma reserva, porque a atividade é cíclica. O produto tem que estar preparado para enfrentar estes períodos críticos de preços – disse.</p>
<p style="color: #2f2f2f;"><strong>Comércio exterior e sanidade</strong></p>
<p style="color: #2f2f2f;">A concorrência com produtos vindos dos países do Mercosul foi outro ponto citado pelos panelistas como problemática para a cadeia leiteira, que reclamaram que a situação está levando os produtores brasileiros a perderem espaço no mercado doméstico.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Todos concordaram que a saída é exportar mais, visto que as vendas a mercados de fora representam menos de 1% da produção total.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">– Nós precisamos, no mínimo, equilibrar essa balança comercial, exportamos menos de 1% da produção. Se exportarmos no mesmo nível que importamos, já estaria bom – afirmou Piccinini.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Para isso, o Brasil precisa melhorar a sua vigilância sanitária, melhorando a fiscalização da produção leiteira.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">– Se a gente não resolver a questão da sanidade interna, não temos como colocar nosso produto nos mercados externos – afirmou Dal’Bosco.</p>
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<p style="color: #2f2f2f;">Fonte: Canal Rural</p>
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