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	<title>AgroCeleiro &#187; Redução de juros para agricultura</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Agricultura: Um dos setores de produção mais importante do Brasil exige redução de juros para financiar produção</title>
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		<pubDate>Wed, 30 May 2018 15:13:24 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Com a proximidade do anúncio do novo Plano Agrícola e Pecuário (PAP) para a safra 2018/2019, que terá início dia 1º de julho, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) tenta negociar com a equipe econômica novas condições para os financiamentos dos produtores.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“Estamos tentando chegar a um denominador comum, que seja bom para o produtor rural e que não comprometa o orçamento fiscal”, ressaltou o secretário de Política Agrícola do Mapa, Wilson Vaz de Araújo.</span></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">Redução de juros para agricultura</span></strong></p>
<p><span style="color: #000000;">Com a taxa básica de juros (Selic) atualmente a 6,25%, o menor nível da história brasileira, governo e analistas estão na expectativa pela redução. Pelo último Plano Safra, o custeio varia entre 6,5% e 8,5% ao ano. Agora, os produtores esperam que uma redução, até porque a agropecuária mostrou força ao crescer 13 vezes mais que a economia brasileira.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“Caso o Copom mantenha [a Selic], pode cair de 1 a 1,5 ponto percentual [o custeio]”, estimou Celso Vegro, pesquisador do Instituto de Economia Agrícola (IEA), de São Paulo, em entrevista à Gazeta do Povo. Ele opina ainda que o plano deveria ser bienal. Para Vaz de Araújo, um ponto percentual é o mínimo esperado para o lançamento.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“Se a Fazenda nos der um ponto percentual, vamos negociar (uma redução maior), mas qual o tamanho que vamos chegar nessa negociação não posso afirmar”, destacou Vaz à agência Reuters.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Celso Vegro reforça ainda a importância de que o governo respeite os juros de mercado. “E é importante ressaltar que cada vez mais o crédito privado assume a composição do crédito rural, safra após safra”, afirmou.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Neste sentido, o especialista cita a tendência dos Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) &#8211; títulos de renda fixa lastreados com produtores, cooperativas e outros &#8211; para obter recursos de financiar o agronegócio. “O CRA é bom até para a diversificação de investimentos. Os certificados imobiliários, por exemplo, chegam a R$ 130 bilhões. O agrícola não chega a R$ 30 bi”, completou Vegro.</span></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">Quanto esperar?</span></strong></p>
<p><span style="color: #000000;">Se por um lado o secretário de Política Agrícola do Mapa afirmou que o desembolso do crédito rural na safra ainda em vigor (2017/2018) deva ficar entre R$ 145 bilhões e R$ 150 bilhões &#8211; de um total destinado de R$ 188,3 bilhões pelo governo -, o economista do IEA destaca que o Governo provavelmente não irá aumentar o montante destinado a subsidiar a agricultura.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“Não podemos esquecer que o Governo está passando por uma crise fiscal importante, então não tem muita margem para subvencionar a agricultura. O [subsídio] oficial chegou aparentemente no seu teto”, afirmou, reforçando a importância dos recursos privados.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: Gazeta do Povo</span></p>
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