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	<title>AgroCeleiro &#187; Rebanho leiteiro</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Região Sul lidera controle da tuberculose no rebanho leiteiro</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Aug 2018 12:21:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A região Sul do Brasil é líder no controle de tuberculose no país. Entre 2012 e 2017, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina sanearam 1.104, 1.519 e 769 focos, respectivamente. Os casos são resultado de uma ação rigorosa que inclui uma média anual de  240 mil testes no Rio Grande do Sul, 828 [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; color: #000000;"><span style="color: #000000;">A região Sul do Brasil é líder no controle de tuberculose no país. Entre 2012 e 2017, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina sanearam 1.104, 1.519 e 769 focos, respectivamente. Os casos são resultado de uma ação rigorosa que inclui uma média anual de  240 mil testes no Rio Grande do Sul, 828 mil no Paraná e 165 mil em Santa Catarina. Infelizmente, o rigor do Sul não se reflete no resto do Brasil. O tema foi alvo de reunião da Aliança Láctea realizada nesta quinta-feira (9/8), na sede da Farsul, em Porto Alegre (RS). Segundo o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, o controle traz um diferencial para a Região Sul na busca por mercado externo para os produtos lácteos.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;"><span style="color: #000000;">“Isso não quer dizer que estamos infestados da doença. Mas que aqui se faz um controle que não existe em outras regiões”, reforçou o diretor-presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná, Inácio Kroetz.  Segundo ele, só os três estados do Sul utilizam mais testes do que todos o restante do território nacional. Além disso, entende-se que os exames realizados no Sul são mais rigorosos. Frente a essa realidade, os estados debatem estratégias de enfrentamento conjunto, que passam, inclusive, por reavaliar a vacinação dos rebanhos.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;"><span style="color: #000000;">Segundo o gerente de saúde animal da Agência de Defesa Agropecuária da Secretaria de Agricultura do Paraná, Rafael Dias, o Programa Nacional de Controle de Tuberculose enfrenta dificuldades para avançar no Brasil, principalmente pela baixa testagem em outras regiões do país. Um dos agravantes para esse quadro é o déficit da produção de antígenos para os exames. “O programa vive um momento crítico no país”, reforçou.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;"><span style="color: #000000;">O assunto é de alta importância para a indústria láctea nacional, reforça Guerra. Ao lado de seus associados, o Sindilat desenvolve projeto intenso nos rebanhos leiteiros. “O controle da tuberculose e brucelose é essencial para assegurar a qualidade da nossa produção. E é prioridade para as indústrias”, disse.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;"><span style="color: #000000;">Fonte: Portal DBO</span></p>
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		<title>A Importância da Atividade leiteira no RS</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Dec 2017 22:29:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Atividade caracteriza-se por ser grande geradora de emprego, renda e tributos, desta forma as políticas públicas, que visem gerar emprego e renda, deveriam tomar a atividade leiteira como prioritária. O Rio Grande do Sul é o segundo maior produtor de leite do país, com mais de 3,634 bilhões de litros anuais (IBGE &#8211; 2010), significando [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #545454;"><strong><span style="color: #000000;">A Atividade caracteriza-se por ser grande geradora de emprego, renda e tributos, desta forma as políticas públicas, que visem gerar emprego e renda, deveriam tomar a atividade leiteira como prioritária.</span></strong></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">O Rio Grande do Sul é o segundo maior produtor de leite do país, com mais de 3,634 bilhões de litros anuais (IBGE &#8211; 2010), significando 12% da produção nacional. São produzidos diariamente em torno de 9,956 milhões de litros de leite. A capacidade do parque industrial do Estado, atualmente, é de 16 milhões de litros/dia.</span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">Há Pouco tempo atras o leite era uma atividade secundária para complementar a renda das famílias e diminuir o risco com o cultivo das grandes culturas isso fez com que o leite crescesse e entrasse nas propriedades que só cultivavam grãos como complemento de renda e manutenção da família. </span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">A partir dos anos 2000 a produção de leite passou a ser vista como negócio em muitas propriedade tornando a principal atividade, hoje o produtor com 10 ou 15 hectares é considerado pequeno produtor de grãos, porem se ele investir na atividade leiteira, pode vir a ser um grande produtor de leite nessa mesma área.</span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">A produtividade é uma das melhores do Brasil, chegando a 2.430 litros/vaca ordenhada por ano. Existem no Estado 441 mil estabelecimentos rurais e 134 mil produtores de leite, dos quais 70% comercializam menos de 100 litros do produto por dia (IBGE &#8211; Censo Agropecuário 2006).</span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">A produção leiteira tem um significativo potencial de crescimento no Rio Grande do Sul, pelo clima que temos, temperado, fertilidade do solo, boa disponibilidade de água, produção predominantemente à base de pasto, em pequenas propriedades com mão de obra familiar e baixo custo de produção.</span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">Os dados comprovam a importância da atividade, por isso vale ressaltar que a atividade leiteira deve ser mais valorizada.</span></p>
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