﻿<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>AgroCeleiro &#187; queijo</title>
	<atom:link href="http://www.agroceleiro.com/tag/queijo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.agroceleiro.com</link>
	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
	<lastBuildDate>Wed, 18 Sep 2024 14:58:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=3.9.40</generator>
	<item>
		<title>Embarques de produtos lácteos para China devem começar em agosto</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/embarques-de-produtos-lacteos-para-china-devem-comecar-em-agosto/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/embarques-de-produtos-lacteos-para-china-devem-comecar-em-agosto/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Jul 2019 23:01:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamações e Sugestões]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas Agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[comercialização de produtos lactos]]></category>
		<category><![CDATA[queijo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=9977</guid>
		<description><![CDATA[A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), prevê que os embarques de produtos lácteos brasileiros para a China devem começar em agosto. No último dia 23, o governo chinês habilitou 24 estabelecimentos brasileiros para exportação desses itens, como leite em pó, queijos, manteiga e leite condensado. De acordo com a ministra, para iniciar as vendas, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), prevê que os embarques de produtos lácteos brasileiros para a China devem começar em agosto. No último dia 23, o governo chinês habilitou 24 estabelecimentos brasileiros para exportação desses itens, como leite em pó, queijos, manteiga e leite condensado.</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">De acordo com a ministra, para iniciar as vendas, é preciso que o GACC (órgão chinês responsável pela vigilância sanitária) aprove uma lista de veterinários, que deve ser concluída na próxima semana e enviada ao governo chinês.</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"> “Nós precisamos só credenciar veterinários, pois você precisa de uma lista de veterinários e da assinatura deles para os embarques”, explicou Tereza Cristina, em entrevista ao programa Bom Dia MS, em Campo Grande, da TV Morena.</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Desde 2007, já havia certificação acordada com o país asiático, mas nenhuma planta brasileira estava habilitada a exportar. Os chineses são os maiores importadores do mundo de lácteos. Somente de leite em pó, o país compra 800 mil toneladas por ano, 200 mil toneladas a mais em comparação à produção do Brasil.</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">A ministra destacou que os chineses apreciam lácteos de outros países e a abertura de mercado será uma oportunidade de recuperação da indústria de laticínios do Brasil, que enfrenta queda de até R$ 0,30 no preço do litro de leite, e também a concorrência com os produtos da Argentina e do Uruguai, que entram no mercado brasileiro sem cobrança de tarifas.</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">“Imagino que, em agosto, já poderemos iniciar os embarques de produtos lácteos para a China. Isso vai ser muito bom para o mercado interno, que está vivendo uma crise enorme de preços baixos para o produtor”, afirmou. “Nós temos um primeiro momento de preparo, de aceitação do nosso produto na China, mas acho que temos uma janela de oportunidade enorme”, acrescentou.</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><b>Projeções</b></span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Com a abertura do mercado chinês, a Viva Lácteos - Associação Brasileira de Laticínios estima exportar US$ 4,5 milhões em produtos.</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Em 2018, os chineses importaram, por exemplo, 108 mil toneladas em queijos, com um crescimento médio anual de 13% nos últimos cinco anos. O setor lácteo brasileiro exportou, no ano passado, para mais de 50 destinos. </span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><b>Vietnã</b></span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Sobre a missão veterinária do Vietnã, que irá inspecionar frigoríficos brasileiros em agosto, Tereza Cristina destacou que a reabertura das exportações de carne bovina para os vietnamitas é um caminho importante para o ingresso das carnes brasileiras no mercado asiático, já que o principal interesse do Vietnã é a compra de boi em pé.</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">“Isso [exportação de boi em pé], através dos relatórios sanitários, facilita a entrada de carne”, destacou.</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">A ministra relembrou que a economia do Vietnã cresce 7% ao ano e o país tem um mercado consumidor de 100 milhões de habitantes.</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><strong>&gt;&gt; Confira abaixo a lista dos estabelecimentos habilitados. As informações são do General Administration of Customs (China):</strong></span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">1 – Laticínios São João – São João do Oeste (SC) – queijo e manteiga</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">2 – Itambé Alimentos – Goiânia (GO) – leite em pó e manteiga</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">3 – Cooperativa Central Gaúcha – Cruz Alta (RS) – leite em pó e creme de leite</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">4 – Nutrifont Alimentos – Três de Maio (RS) – whey protein, soro de leite em pó e outros</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">5 – Itambé Alimentos – Sete Lagoas (MG) – leite em pó</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">6 – Celles Cordeiro Alimentos – Macuco (RJ) – leite em pó</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">7 – Itambé Alimentos – Uberlândia (MG) – leite em pó</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">8 – Laticínios Tirolez – Lins (SP) – queijo</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">9 – Aurea Indústria e Comércio – Braço do Norte (SC) – leite condensado</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">10 – Polenghi Indústrias Alimentícias – Angatuba (SP) – queijo e outros</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">11 – Mococa Produtos Alimentícios – Mococa (SP) – leite condensado e creme de leite</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">12 – Laticínios Bela Vista – Bela Vista de Goiás (GO) – leite em pó</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">13 – Alibra Ingredientes – Marechal Cândido Rondon (PR) – leite em pó, soro de leite em pó e outros</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">14 – Sooro Concentrado Indústria de Produtos Lácteos – Marechal Cândido Rondon (PR) – soro de leite em pó e whey protein</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">15 – Frimesa Cooperativa Central – Marechal Cândido Rondon (PR) – leite condensado e queijo</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">16 – Laticínios J.L. – Orizona (GO) – queijos</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">17 – Laticínios Tirolez – Tiros (MG) – queijo</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">18 – Laticínios Tirolez – Arapuá (MG) – manteiga</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">19 – Lactalis do Brasil – Ijuí (RS) – leite em pó, fórmula infantil, soro de leite em pó, queijos e outros</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">20 – Lactalis do Brasil – Teutônia (RS) – manteiga, leite em pó, fórmula infantil e outros</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">21 – Cooperativa Consulati – Capão do Leão (RS) – leite em pó</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">22 – Cooperativa dos Suinocultores de Encantado – Arroio do Meio (RS) – leite em pó</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">23 – Itambé Alimentos – Guanhães (MG) – leite em pó e manteiga</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">24 &#8211; Schreiber Foods do Brasil – Rio Azul (PR) – queijos e outros</span></p>
<p style="color: rgb(23, 41, 56); text-align: justify;">Fonte: MAPA</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/embarques-de-produtos-lacteos-para-china-devem-comecar-em-agosto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Selo Arte Ira Espandir a Possibilidade da Comercialização de Alimentos Artesanais</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/selo-arte-ira-espandir-a-pocibilidade-da-comercializacao-de-alimentos-artesanais/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/selo-arte-ira-espandir-a-pocibilidade-da-comercializacao-de-alimentos-artesanais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2019 13:10:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamações e Sugestões]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas Agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Comercialização de Alimentos Artesanais]]></category>
		<category><![CDATA[embutidos]]></category>
		<category><![CDATA[mel]]></category>
		<category><![CDATA[queijo]]></category>
		<category><![CDATA[Selo Arte]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=9932</guid>
		<description><![CDATA[A Lei do Selo Arte, que permite a venda interestadual de produtos alimentícios artesanais, como queijos, mel e embutidos, foi regulamentada nesta quinta-feira (18). A certificação é um sonho antigo de produtores artesanais, que poderão acessar mais mercados e aumentar sua renda. A primeira etapa de aplicação do Selo Arte será para produtos lácteos, especialmente [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #172938; text-align: justify;" align="center"><span style="color: #000000;">A Lei do Selo Arte, que permite a venda interestadual de produtos alimentícios artesanais, como queijos, mel e embutidos, foi regulamentada nesta quinta-feira (18). A certificação é um sonho antigo de produtores artesanais, que poderão acessar mais mercados e aumentar sua renda.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A primeira etapa de aplicação do Selo Arte será para produtos lácteos, especialmente queijos. As próximas etapas vão abranger produtos cárneos (embutidos, linguiças, defumados), produtos de origem de pescados (defumados, linguiças) e produtos oriundos de abelhas (mel, própolis e cera).</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além do decreto que regulamenta a Lei do Selo Arte, foram assinadas a normativa do logotipo do Selo e duas instruções normativas que tratam da aplicabilidade do decreto. Uma delas traz o regulamento técnico de boas práticas para produtos artesanais lácteos e a outra diz respeito aos procedimentos para a certificação do Selo Arte. As instruções normativas devem ficar em consulta pública por 30 dias.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Com essas mudanças legais, fica permitida, portanto, a comercialização interestadual de alimentos produzidos de forma artesanal. As mercadorias serão fiscalizadas pelos órgãos estaduais e deverão seguir as boas práticas agropecuárias e sanitárias&#8221;, explicou a Tereza Cristina. </span></p>
<h3 style="font-weight: normal; color: #231f20; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Lei</span></h3>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><a class="external-link" style="color: #3a70d1;" title="" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/Lei/L13680.htm" target="_blank">A Lei do Selo Arte (13.680/2018)</a>,<span style="color: #000000;"> publicada em junho do ano passado, modifica uma legislação de 1950, que trata da inspeção industrial e sanitária dos produtos de origem animal. Com a mudança, fica permitida a comercialização interestadual de produtos alimentícios produzidos de forma artesanal, com características e métodos tradicionais ou regionais próprios, empregadas boas práticas agropecuárias e de fabricação, desde que submetidos à fiscalização de órgãos de saúde pública dos estados e do Distrito Federal<i>. </i>A lei é<i> </i>de autoria do Deputado Federal Evair de Melo (PP-ES) e a elaboração do modelo do Selo contou com a parceria do Sebrae.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><em>Atualmente, a comercialização de produtos artesanais é limitada ao município ou estado em que o alimento é feito e inspecionado. Com a regulamentação, os produtos poderão ser vendidos em diferentes estados, desde que tenham o Selo Arte.</em></span></strong> A mudança irá beneficiar milhares de produtores artesanais, garantindo acesso ao mercado formal e a agregação de valor dos produtos agropecuários.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A estimativa é que 170 mil produtores de queijos artesanais no Brasil sejam beneficiários diretos da regulamentação neste primeiro momento.</span></p>
<h3 style="font-weight: normal; color: #231f20; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><b>Consumidores</b></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Com o Selo Arte, o consumidor terá a segurança de que a produção é artesanal, e respeita as características e métodos tradicionais. Os produtos serão fiscalizados pelos órgãos estaduais e deverão seguir as boas práticas agropecuárias e sanitárias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O diretor do departamento de Desenvolvimento das Cadeias Produtivas do Ministério da Agricultura, Orlando Melo de Castro, explica que o Selo Arte vai beneficiar os produtores, que terão acesso a mais mercados, e também os consumidores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Antes, não havia uma regulamentação que previa o comércio fora do estado. Tendo o selo arte, ele poderá comercializar em todo o território nacional. Isso é um ganho para o produtor e para o consumidor, que vai comprar um produto sabidamente fiscalizado, que tem controles na legislação, tanto na questão da produção do leite como no processo de fabricação. Isso é uma garantia e uma segurança para o consumidor, que vai encontrar esses produtos em diferentes praças do país”, diz Castro.</span></p>
<h3 style="font-weight: normal; color: #231f20; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><b>Características</b></span></h3>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os produtos alimentícios identificados com o Selo Arte deverão ser feitos com matérias-primas de origem animal produzidas na propriedade ou com origem determinada e os procedimentos de fabricação devem ser predominantemente manuais. Além disso, deverão ser adotadas boas práticas de fabricação, para garantir a produção de alimento seguro ao consumidor, e boas práticas agropecuárias, contemplando sistemas de produção sustentáveis.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Por ser caracterizado pela fabricação individualizada e genuína, o produto artesanal poderá ter variabilidade sensorial entre os lotes. Na produção artesanal, a composição e o processamento seguem receitas e técnicas tradicionais de domínio dos manipuladores e o uso de ingredientes industrializados deve ser restrito ao mínimo indispensável por razão de segurança, não sendo permitida a adição de corantes e aromatizantes artificiais.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além da comercialização interestadual de produtos, a regulamentação do Selo Arte vai diminuir a burocracia para o registro e comercialização de produtos artesanais e facilitar a identificação e o reconhecimento dos produtos através do selo.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><b>Inspeção</b></span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Ministério da Agricultura vai estabelecer os critérios para a comercialização interestadual desses produtos, garantindo o cumprimento das exigências sanitárias e dos requisitos de excelência de produção artesanal, que evidenciam o vínculo cultural e territorial.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os estados e o Distrito Federal ficarão responsáveis pela concessão do Selo Arte e pela fiscalização desses produtos, cabendo ao Ministério da Agricultura coordenar a implementação da política e realizar a gestão do sistema de concessão e controle do Selo. Cada selo terá um número de rastreabilidade que permitirá ao consumidor identificar o nome do produtor, data e local de fabricação do produto.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“O Mapa vai orquestrar toda a engrenagem, realizando o fomento de boas práticas, incentivando a produção artesanal. Também vai aconselhar e dar capacitação por meio da Embrapa e de parceiros como o Sistema S e as escolas. O Mapa tem todo o interesse de favorecer a produção artesanal no Brasil”, diz Fernando Camargo.</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/selo-arte-ira-espandir-a-pocibilidade-da-comercializacao-de-alimentos-artesanais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
