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	<title>AgroCeleiro &#187; Qualidade do leite</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Especialistas discutem situação da produção do setor leiteiro</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Aug 2019 15:58:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os técnicos apresentaram propostas de ações de curto e médio prazo para a melhoria da qualidade do produto A situação da produção e a qualidade do leite no Brasil foram debatidas nessa semana, em Brasília, na 1ª reunião da Comissão Técnica Consultiva (CTC/Leite). Participaram da reunião representantes da Rede Brasileira de Laboratórios da Qualidade do [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><!--StartFragment--><strong>Os técnicos apresentaram propostas de ações de curto e médio prazo para a melhoria da qualidade do produto<!--EndFragment--></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><!--StartFragment--></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A situação da produção e a qualidade do leite no Brasil foram debatidas nessa semana, em Brasília, na 1ª reunião da Comissão Técnica Consultiva (CTC/Leite). Participaram da reunião representantes da Rede Brasileira de Laboratórios da Qualidade do Leite (RBQL), da <span style="color: #008000;"><a class="external-link" title="" href="http://www.agricultura.gov.br/assuntos/camaras-setoriais-tematicas/camaras-setoriais-1/leite-e-derivados" target="_blank"><span style="color: #008000;">Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Leite </span></a><a class="external-link" title="" href="http://www.agricultura.gov.br/assuntos/camaras-setoriais-tematicas/camaras-setoriais-1/leite-e-derivados" target="_blank"><span style="color: #008000;">e Derivados</span></a></span> e das secretarias de Política Agrícola, de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação e de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os técnicos analisaram os dados do sistema informatizado para monitoramento da qualidade do leite e apresentaram propostas de ações de curto e médio prazo para a melhoria da qualidade do produto, com base nas avaliações e análises realizadas, conforme a <span style="color: #008000;"><a class="external-link" title="" href="http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-142-de-19-de-julho-de-2019-201621920" target="_blank"><span style="color: #008000;">portaria nº 142</span></a></span>, de 19 de julho deste ano, que cria a CTC/Leite. Foram apresentados estudos de competitividade da cadeia produtiva do Leite, do <span style="color: #008000;"><a class="external-link" title="" href="http://www.agricultura.gov.br/assuntos/sustentabilidade/programa-leite-saudavel/leite-saudavel" target="_self"><span style="color: #008000;">Programa Mais Leite Saudável</span></a></span> e do Observatório da Qualidade do Leite.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A próxima reunião está marcada para o dia 4 de setembro. </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: MAPA</strong></p>
<p><!--EndFragment-->&nbsp;</p>
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		<title>Verdades e mitos sobre as instruções normativas para garantir qualidade do leite</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2019 15:32:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nova legislação passa a vigorar no próximo dia 30 Com a proximidade da entrada em vigor do novo regramento do leite brasileiro, por meio das instruções normativas (INs) 76 e 77 de 2018, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vem esclarecer sobre as verdades e os mitos para que os setores envolvidos (produtor, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4><!--StartFragment--><em>Nova legislação passa a vigorar no próximo dia 30</em><!--EndFragment--></h4>
<p><!--StartFragment--></p>
<p style="text-align: justify;">Com a proximidade da entrada em vigor do novo regramento do leite brasileiro, por meio das instruções normativas (INs) 76 e 77 de 2018, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vem esclarecer sobre as verdades e os mitos para que os setores envolvidos (produtor, indústria, consumidor, inspeção) possam entender o papel de cada um na melhoria da qualidade do leite no país. A nova legislação passa a valer a partir de 30 de maio.</p>
<p><strong>VERDADE</strong></p>
<p><strong>“A implantação da nova legislação vai aumentar as exportações de leite”</strong><br />
A atualização da legislação tem como foco fornecer ferramentas aos setores envolvidos para ter leite com qualidade no país. Apesar de não ser o principal objetivo da normativa, com a qualificação, os produtos lácteos brasileiros poderão alcançar o mercado internacional, proporcionando aumento da renda do produtor e da indústria.</p>
<p><strong>“Quando o leite tem qualidade não necessita ser fraudado”</strong><br />
As fraudes detectadas nas operações realizadas pelo Mapa estavam relacionadas com a baixa qualidade da matéria prima, que necessitava ser adulterada para ser comercializada de forma irregular. A partir da implantação das novas normas, com a participação de todos os elos da cadeia produtiva, o risco de fraudes no leite irá diminuir.</p>
<p><strong>MITO</strong></p>
<p><strong>“Com a entrada em vigor das novas regras haverá exclusão de produtores, principalmente dos pequenos”</strong><br />
Os padrões de contagens bacteriana e de células somáticas no leite de produtores não foram alterados, estando vigentes desde 2014. Com as novas normas, o objetivo é incluir no processo o produtor cujo leite, até então, não atendia aos padrões de qualidade da legislação. A interrupção da coleta de leite só acontecerá após a terceira média geométrica de contagem bacteriana acima dos padrões legais, ou seja, apenas a partir de outubro de 2019, 5 meses após a entrada em vigor desta norma e 17 anos após a entrada em vigor da IN nº 51/2002, que já estabelecia os parâmetros de qualidade. Para que a coleta seja restabelecida, será necessária uma única contagem bacteriana dentro dos padrões.</p>
<p><strong>“O limite de 900.000 UFC/ml para contagem bacteriana nos silos das indústrias é difícil de ser atendido, não condiz com nossa realidade e os valores devem ser monitorados por dois anos antes de entrar em vigor”</strong><br />
O limite de 900.000 UFC/ml para contagem bacteriana nos silos das indústrias tem como base a qualidade do leite na propriedade. O estabelecimento deste limite evita que todo o trabalho de qualidade aplicado pelo produtor rural seja perdido durante o recolhimento, transporte e armazenamento de leite na indústria. As contagens atuais não atendem ao padrão de 900.000 UFC/ml, pois o leite de produtores com contagens acima de 300.000 UFC/ml ainda é recolhido, apesar de estar em desacordo com a legislação desde 2014. As ações de fiscalização de contagem bacteriana dos silos somente serão realizadas pelo Mapa a partir de novembro de 2019, considerando que o limite legal de contagem bacteriana nas propriedades poderá ser atingido em outubro. As indústrias terão mais de cinco meses para realizar seu diagnóstico e as ações corretivas. Muitas empresas já vêm realizando procedimentos de correção desde a publicação da norma em 2018.</p>
<p><strong>“Em lugar de medidas de fiscalização, as normativas deveriam prever medidas educativas e a implantação das melhorias através dos autocontroles das empresas”</strong><br />
Desde a implantação da IN nº 51/2002, o Mapa vem trabalhando a melhoria da qualidade do leite de forma educativa. No entanto, foi constatado que algumas empresas e produtores buscaram melhorar e outras continuaram com o recolhimento e produção de má qualidade. Quem investe em qualidade, seja produtor ou indústria, concorre de igual para igual com produtores e indústrias que não têm esse cuidado, o que não é justo. Além disso, o consumidor sai prejudicado e sente os efeitos da má qualidade no leite UHT, que apresenta problemas dentro do prazo de validade, e no gosto amargo dos queijos.</p>
<p><strong>“A interrupção da coleta fomentará a migração de produtores de leite para o mercado informal”</strong><br />
As principais causas de abandono da produção de leite são a sucessão rural e o baixo volume de produção, o que torna o produtor pouco competitivo. Um dos principais objetivos da obrigatoriedade de implantação dos planos de qualificação é capacitar o produtor em ferramentas gerenciais que tornem a propriedade organizada e lucrativa, profissionalizando e tornando atraente a produção leiteira para os filhos e netos de produtores.</p>
<p><b>&#8220;O produtor que não se adequar às novas normas será multado pelo Mapa&#8221;<br />
</b>A normativa prevê a interrupção da coleta do leite, com rápido retorno da entrega para a indústria assim que a contagem bacteriana for corrigida. Não há previsão legal para autuação e multa para produtores que não atendam ao padrão legal.</p>
<p><b>&#8220;O leite do silo que não atender ao padrão de contagem bacteriana terá que ser descartado pela indústria&#8221;<br />
</b>A análise do leite no silo tem como objetivo avaliar o processo de captação e transporte do leite até o laticínio. Resultados elevados devem ensejar correção deste processo, mas não há previsão legal nas normativas que impeçam o leite de silo que ultrapassar o limite de contagem bacteriana de ser utilizado. A empresa deverá trabalhar, através de planos de ação, a melhoria da qualidade do leite.</p>
<p>Fonte: MAPA</p>
<p><!--EndFragment-->&nbsp;</p>
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		<title>Boas práticas melhoram produção de leite</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Aug 2017 13:31:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um índice de 90% de adoção de boas práticas foi o principal resultado do Projeto Protambo, coordenado pela Embrapa Clima Temperado (Pelotas, RS), encerrado após três anos de duração. Esse percentual refere-se às propriedades leiteiras onde foi realizado um plano de ação do projeto, resultando em melhoria na qualidade do leite produzido. Ao todo, 62 [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #000000;">Um índice de 90% de adoção de boas práticas foi o principal resultado do Projeto Protambo, coordenado pela Embrapa Clima Temperado (Pelotas, RS), encerrado após três anos de duração. Esse percentual refere-se às propriedades leiteiras onde foi realizado um plano de ação do projeto, resultando em melhoria na qualidade do leite produzido. Ao todo, 62 unidades produtivas receberam acompanhamento dos técnicos e as tecnologias da pesquisa. Também foram realizadas mais de 50 ações de capacitação para técnicos e produtores sobre os principais temas da atividade leiteira. A última reunião de avaliação do projeto ocorreu no início de agosto.</p>
<p style="color: #000000;">O Projeto &#8220;Transferência de tecnologias para o desenvolvimento da atividade leiteira no RS com base nas boas práticas agropecuárias&#8221; teve início em 2014 a partir de demanda do setor produtivo para promover a inovação nos sistemas de produção de leite gaúchos. O trabalho foi realizado com oito grupos de produtores em seis regiões do Estado, envolvendo 14 instituições.</p>
<p style="color: #000000;">Após o fim do projeto, nova avaliação foi realizada nestas propriedades para comparação da evolução dos indicadores. “Houve melhora altamente significativa dos indicadores nas Propriedades Tratamento, em mais de 90% dos casos,” afirmou Dereti. Algumas propriedades chegaram a duplicar a produção, melhorando o planejamento forrageiro, e resolveram a questão da qualidade do leite, mudando as práticas de higiene.</p>
<p style="color: #000000;">O projeto contou com apoio de parceiros como <strong>Emater/RS, Cooperativa Agropecuária dos Agricultores Familiares de Tenente Portela (Cooperfamiliar), Cooperativa dos Assentados de Santana do Livramento (Cooperforte), Cooperativa Mista de Pequenos Agricultores da Região Sul (Coopar), Cooperativa Sul-Rio-Grandense de Laticínios (Cosulati), Cooperativa Santa Clara, e Associação Regional de Educação, Desenvolvimento e Pesquisa de Santa Rosa/RS (Arede).</strong></p>
<p style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Ações realizadas no Estado - </strong>Além do acompanhamento das UPLs, foram realizadas reuniões periódicas com os grupos de produtores; cursos e oficinas de capacitação para técnicos e produtores; Dias de Campo – alguns com público de quase mil pessoas; Unidades de Observação de forrageiras; além de ações de divulgação por meio de sites, revistas e jornais. Também foi criado um grupo no Facebook – que hoje conta 150 interessados no tema – para interação e troca de informações. E colocadas à disposição das propriedades acompanhadas as tecnologias de análise de solo, leite e água dos laboratórios da Embrapa.</p>
<p style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Resultados junto à cadeia produtiva - </strong>Além da melhoria dos processos nas propriedades, houve maior aproximação entre pesquisa, assistência técnica e cadeia produtiva, especialmente por meio da capacitação dos técnicos. O contato também foi importante para direcionar o desenvolvimento de novas tecnologias. Outro destaque foi a mudança da imagem institucional da Embrapa junto ao setor. Com a maior presença da pesquisa, surgiram convites para realização de atividades em regiões não contempladas pelo projeto, gerando uma ampliação. E, também, em feiras e exposições em todo o Estado.</p>
<p style="color: #000000;">No entanto, de acordo com a pesquisadora Maira Zanela, responsável pelo Projeto, o Protambo representou apenas o esforço inicial, abrangendo um número relativamente pequeno de produtores. É por meio da capacitação dos técnicos nas tecnologias da Embrapa que se pretende multiplicar e capilarizar ainda mais a atuação no campo. “A implementação de boas práticas na atividade traz benefícios para toda a cadeia produtiva. O produtor recebe mais pelo leite e o consumidor se beneficia por ter um produto de melhor qualidade”, finaliza.</p>
<p style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Produtos associados -</strong> O Protambo ainda gerou outros resultados, como um aplicativo para tablets e celulares com foco no planejamento forrageiro, ainda em desenvolvimento. Também foram elaboradas recomendações para análises microbiológicas do leite, identificando os agentes de mastite. “O projeto fez muito mais do que transferir tecnologias, ele fez uma prospecção de demandas aplicadas ao setor. Coisas que a gente não sabia que eles tinham dificuldades apareceram a partir da interação e da troca de experiências”, explica Maira.</p>
<p style="color: #000000;">Para dar continuidade a estas e outras ações, está sendo discutida a renovação dos convênios com as instituições parceiras. E a possibilidade de, futuramente, ser realizado um novo projeto com enfoque similar.</p>
<p style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Produção de leite -</strong> Segundo dados do Relatório Socioeconômico da Cadeia Produtiva do Leite no Rio Grande do Sul, produzido pela Emater/RS e Instituto Gaúcho do Leite (IGL), o Brasil produz 35 bilhões de litros de leite anualmente, tendo como principais estados produtores Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul – este último responsável por 13% da produção nacional, com 4,6 bilhões de litros/ano. O Estado abriga 198 mil propriedades produtoras – cerca de 40% do total das propriedades rurais –, estando a produção de leite vinculada à indústria presente em 94% dos municípios. Em termos regionais, o noroeste do Rio Grande do Sul é o primeiro em produção leiteira no Brasil. Outra característica importante da cadeia é a predominância de pequenos produtores. “O leite é familiar”, encerra Maira.</p>
<div class="row" style="color: #000000;">Fonte: <strong style="font-weight: bold;">Embrapa</strong></div>
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