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	<title>AgroCeleiro &#187; produção de verdura</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Ministério da Agricultura publica normas para comercialização de produtos hortícolas</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Nov 2018 15:05:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os comerciantes terão prazo de seis meses para se adaptar às novas exigências.  Todos os produtos hortícolas comercializados no país, quer seja no varejo ou atacado, terão de seguir os requisitos mínimos de qualidade e identidade definidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Instrução Normativa nº 69, publicada nessa sexta-feira [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os comerciantes terão prazo de seis meses para se adaptar às novas exigências. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Todos os produtos hortícolas comercializados no país, quer seja no varejo ou atacado, terão de seguir os requisitos mínimos de qualidade e identidade definidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Instrução Normativa nº 69, publicada nessa sexta-feira (16). Para acessar a IN clique <a class="external-link" title="" href="http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=16/11/2018&amp;jornal=515&amp;pagina=28&amp;totalArquivos=186" target="_blank"><span style="color: #000000;">aqui</span></a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">De acordo com a medida, os produtos terão que estar inteiros, limpos, firmes, isentos de pragas visíveis a olho nu, livres de odores estranhos, sem podridões ou danos profundos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Também não poderão estar excessivamente maduros ou passados, ou estar congelados, murchos nem desidratados. Os comerciantes terão prazo de seis meses para se adaptar às novas exigências.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quando os produtos não atenderem a estes padrões deverão ser substituídos. Entre os produtos mais consumidos que deverão seguir essa norma estão o tomate, alface, cebola, laranja, limão, alho, vagem, entre outros. A lista deverá ter mais de 50 hortícolas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (DIPOV), Fábio Florêncio, “a medida vai dar voz aos consumidores, que exigem cada vez mais qualidade nos produtos que adquirem”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No caso do alho, o diretor explica que o produto não poderá mais estar misturado com a palha, precisando estar limpo para a comercialização. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo Fábio Florêncio “o Ministério vai reforçar gradativamente a fiscalização e fazer parcerias com as secretarias de Agriculturas dos estados para melhorar o controle desses alimentos. O diretor explicou que &#8220;o Mapa vinha recebendo muitas demandas com solicitações de fiscalização sobre certos produtos e sempre respondíamos que não tinham padrão. A fiscalização só pode trabalhar havendo uma norma. Como não tinha normatização a fiscalização não podia atuar nesses produtos”, esclareceu o diretor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No caso dos produtos hortícolas embalados destinados à alimentação humana, a marcação ou rotulagem deverá conter a identificação do lote; identificação do responsável pelo produto: nome, (CNPJ ou CPF) e o endereço, além do município e estado de origem da produção.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Já os produtos hortícolas importados embalados e destinados à alimentação humana deverão especificar o nome ou identificação do produto; identificação do lote; país de origem; nome empresarial, endereço e CNPJ ou CPF do importador.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: MAPA</span></p>
<p><!--EndFragment-->&nbsp;</p>
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		<title>Horticultura é destaque na Expoagro 2018</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Feb 2018 12:30:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o tema “Alimentando o Rio Grande”, a Emater/RS-Ascar mostra na Expoagro Cotricampo (22 a 24/02), o potencial da região Celeiro para a produção de hortaliças. “Queremos mostrar neste espaço a grande capacidade que temos de produzir alimentos e isso nos leva ao slogan passar fome não é racional”, disse o engenheiro agrônomo Gilberto Bortolini.  Na [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<p><span style="color: #000000;">Com o tema “Alimentando o Rio Grande”, a Emater/RS-Ascar mostra na Expoagro Cotricampo (22 a 24/02), o potencial da região Celeiro para a produção de hortaliças. “Queremos mostrar neste espaço a grande capacidade que temos de produzir alimentos e isso nos leva ao slogan passar fome não é racional”, disse o engenheiro agrônomo Gilberto Bortolini. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Na horta construída pela Emater/RS-Ascar na Expoagro, foram priorizadas as hortaliças de verão, cultivadas com irrigação por gotejamento. Além das folhosas, como a alface, dos tubérculos, como a cenoura, e dos temperos, como a salsa e a cebolinha verde, o tomate está em evidência. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Muito usado na culinária gaúcha, o tomate, de acordo com Bortolini, oferece desafios, relacionados ao calor e a doenças. “Estamos demonstrando aqui que, utilizando técnicas como tela de sombreamento para reduzir a temperatura, irrigação por gotejamento e atenção a pragas e doenças, sim, é possível produzir esta cultura”, demonstrou o engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">É necessário conhecer as variedades. “Dentre as cultivares, temos o tomate conduzido de modo rasteiro, que se desenvolve no chão, em uma época mais concentrada. Temos também o tomate com ciclo mais curto e o tomate de ciclo indeterminado, que vai crescendo, florescendo, frutificando e se nós cuidarmos bem pode produzir durante um ano, 14 meses, 18 meses, 20 meses. Então, queremos mostrar que têm variedades diferentes que podem se adaptar às necessidades do produtor e até das pessoas que moram na cidade”, disse Bortolini.</span><br />
<span style="color: #000000;"> <strong> Fonte: </strong>Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar Regional de Ijuí</span></p>
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		<title>Nova alternativa de produção de verdura pode atingir o triplo da agricultura convencional</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Aug 2017 23:41:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
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		<category><![CDATA[Agricultura urbana]]></category>
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		<description><![CDATA[Atualmente, a agricultura urbana responde a uma preocupação mundial, que é o distanciamento entre os centros de produção e de consumo. O transporte de alimentos por grandes distâncias é hoje uma das principais causas das perdas pós-colheita, e contribui para a pegada de carbono da agricultura, devido à utilização de combustíveis fósseis. Nesse sentido, as [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente, a agricultura urbana responde a uma preocupação mundial, que é o distanciamento entre os centros de produção e de consumo. O transporte de alimentos por grandes distâncias é hoje uma das principais causas das perdas pós-colheita, e contribui para a pegada de carbono da agricultura, devido à utilização de combustíveis fósseis.</p>
<p>Nesse sentido, as chamadas fazendas verticais podem ser uma das soluções para o aproveitamento de áreas urbanas destinadas à produção agrícola intensiva e para a aproximação dos polos de produção e consumo. A observação é do pesquisador da Embrapa Hortaliças, Ítalo Guedes.</p>
<p>Segundo ele, o sistema que envolve a produção agrícola controlada em construções urbanas e prédios, onde todas as variáveis ambientais são controladas, permite o dobro ou até o triplo de desempenho em comparação à agricultura tradicional. Guedes afirma ainda que a utilização de variedades e híbridos adaptados de forma específica para esse tipo de ambiente e o manejo adequado dos cultivos podem aumentar essa proporção.</p>
<p>“Para se ter uma ideia, hoje a média de produtividade de tomate para consumo in natura em campo aberto deve girar, no Brasil, em torno de 70 a 90 toneladas por hectare; no cultivo em estufa, não são incomuns produtividades de até 200 toneladas por hectare. O cultivo em fazendas verticais tem potencial para mais”, destaca o pesquisador. “Em experimentos científicos na Holanda, utilizando ambiente controlado com tomate, já foram alcançadas produtividades equivalentes a mil toneladas por hectare. O potencial é grande”, avalia.</p>
<p>De acordo com o pesquisador, o sistema também oferece como vantagens a utilização de áreas urbanas marginais e o decréscimo nos custos de cultivo como os de hortaliças e frutos. “É preciso também considerar que as experiências de plantio em ambiente controlado demonstram o uso muito mais eficiente de nutrientes e água pelas plantas”, acrescenta.</p>
<p><strong style="font-weight: bold;">Projetos</strong></p>
<p>No mundo, já existem algumas empresas que investem em fazendas verticais ou “plant factories”. Recentemente, o lançamento da startup Plenty, no Vale do Silício (EUA), recebeu atenção especial da mídia. A AeroFarms, também nos Estados Unidos, é outro projeto do gênero em desenvolvimento. Alguns países asiáticos, como Coreia do Sul e Singapura, têm realizado pesquisas avançadas com o conceito de fazendas verticais. “São países com alta demanda por hortaliças e frutas de qualidade, mas com escassez de terras e limitações climáticas”, afirma Guedes.</p>
<p>No Brasil, o interesse por fazendas verticais ainda é pequeno. No entanto, o pesquisador da Embrapa lembra que há dois fatores que têm aumentado a área de agricultura em ambientes protegidos (neste caso, em proporção mais modesta que as ‘vertical farms’): o crescimento da população urbana, principal consumidora de hortaliças e frutas, e o aumento da incidência de eventos climáticos extremos, que afetam de forma negativa a produção desses dois grupos de cultivos.</p>
<p>“As áreas de cultivo protegido têm se concentrado ao redor de grandes centros urbanos, já começando a formar expressivos ‘white belts’ ou cinturões brancos (em relação à cor do plástico das estufas), como ocorre ao redor de Brasília, São Paulo e mesmo Manaus, por exemplo”, ressalta Guedes.</p>
<p>Ele observa ainda que é crescente o interesse por empreendimentos conhecidos por “roof farms” ou fazendas de teto, cada vez mais comuns em Nova York, que utilizam as coberturas de grandes edifícios, como shopping centers, para a produção de alimentos. “Em Belo Horizonte há um projeto desse tipo em um dos shoppings da cidade”, afirma o pesquisador.</p>
<p><strong style="font-weight: bold;">Solução criativa</strong></p>
<p>Porém, ele ressalta que “no Brasil, um dos fatores que limita o crescimento da produção tecnificada de hortaliças e frutas em ambiente controlado é o baixo consumo deste tipo de alimento pelo brasileiro”.</p>
<p>De acordo com Guedes, em âmbito global, as fazendas verticais não deixam de ser uma das soluções criativas para a agricultura no mundo. “São sistemas que atendem à realidade atual, diante da maior incidência de eventos climáticos extremos, da pressão urbana por terras agricultáveis, da preocupação com a diminuição de perdas de alimentos pós-colheita e da pressão ambiental por uma agricultura mais eficiente no uso de insumos, mais produtiva e menos dependente do uso de terras”.</p>
<p><em>Fonte: SNA</em></p>
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		<title>Produção de Verduras e legumes na região podem ter sido afetados pelas geadas</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Jul 2017 12:40:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
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		<description><![CDATA[Geadas fortes ocorreram na região devido a massa de ar polar, que derrubou temperaturas em diversos municípios. A forte massa polar que atingiu o Sul do Brasil provocou geadas em várias localidade da região, informa a Climatempo. Houve registros de geadas de moderada a forte intensidade em diversos municípios gaúchos, catarinenses e paranaenses, com alguns deles [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2 style="color: #999999;">Geadas fortes ocorreram na região devido a massa de ar polar, que derrubou temperaturas em diversos municípios.</h2>
<p style="color: #777777;">A forte massa polar que atingiu o Sul do Brasil provocou geadas em várias localidade da região, informa a Climatempo. Houve registros de geadas de moderada a forte intensidade em diversos municípios gaúchos, catarinenses e paranaenses, com alguns deles registrando temperaturas negativas.</p>
<p style="color: #777777;">De acordo com o técnico Gian Franco, da área de planejamento da Emater-RS, ainda  não há um relatório oficial sobre os prejuízos causados entre segunda-feira (17) e quinta-feira (20) em todo o Rio Grande do Sul. Porém, por experiência e de fatos parecidos ocorridos em outros anos, preliminarmente é possível dizer, que o setor de olericultura gaúcha (verduras e legumes) plantados a céu aberto e mantidos em estufas sem aquecimento foram afetados pela geada forte.</p>
<p style="color: #777777;">Já, o trigo, aveia e cevada em fase de desenvolvimento vegetativo não foram afetados, segundo Franco. Ao contrário, das verduras e legumes, nestes grãos, quando submetidos a temperaturas muito baixas e ao tempo seco, ocorre uma certa inibição em relação à incidência de fungos, o que é benéfico para a cultura.</p>
<p style="color: #777777;">Uagro</p>
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