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	<title>AgroCeleiro &#187; produção de trigo</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Trigo apresenta boas perspectivas para 2020</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2020 15:51:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[produção de trigo]]></category>
		<category><![CDATA[trigo safra 2020]]></category>

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		<description><![CDATA[O trigo, principal cultivo de inverno do sul do Brasil, apresenta boas perspectivas para o ano de 2020, segundo afirmou Marcelo André Klein, analista da cultura do trigo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). De acordo com ele, o cenário se mostra bastante favorável para o cereal.  “No contexto interno, há oferta reduzida de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #555555;">O trigo, principal cultivo de inverno do sul do Brasil, apresenta boas perspectivas para o ano de 2020, segundo afirmou Marcelo André Klein, analista da cultura do trigo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). De acordo com ele, o cenário se mostra bastante favorável para o cereal. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #555555;">“No contexto interno, há oferta reduzida de produto, dada a produção menor nas últimas safras e a previsão climática de inverno com tendência de uma estação de crescimento com menor umidade, que favorece o cultivo pela menor incidência de doenças e aumento de qualidade do produto colhido. Por sua vez, no cenário internacional, a desvalorização do real, em virtude da crise da Covid-19, tornou extremamente cara a aquisição de trigo argentino, cuja tonelada chegou ao mercado nacional por até R$ 1.300,00, no mês de março de 2020, com possibilidade de elevação em conformidade com o câmbio”, disse. </span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Além disso, para fevereiro de 2020, a elevação de preço chegou a 4,09% no Rio Grande do Sul e 7,37% no Paraná. “Com os preços bastante atrativos no balcão, pode-se esperar uma tendência de aumento de área cultivada com trigo para a safra 2020. Temos terra, máquinas, tecnologia disponível e, principalmente, produtores experientes e com vontade de trabalhar. Trigo é a mais importante opção econômica para o uso das terras no inverno no Sul do Brasil”, completa.</p>
<div style="color: #555555; text-align: justify;"> Juntos, RS, SC e PR têm representado 88% da área e da produção total de trigo do Brasil. Nesse cenário, a importação gerou, somente no ano de 2019, um desembolso de U$$ 1,5 bilhão. “Nosso principal parceiro comercial é a Argentina, país do qual importamos, em média, 75% do trigo que precisamos para abastecer o mercado interno”, conclui.</div>
<div style="color: #555555; text-align: justify;">Fonte: Agrolink</div>
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		<title>Ciclo determinantes para o desenvolvimento da cutura do trigo</title>
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		<pubDate>Tue, 28 May 2019 23:28:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na determinação do rendimento de grãos em trigo, há três etapas principais: 1) Primeira etapa: desde a emergência, passando pelo período de afilhamento, até a metade do alongamento (2 a 3 nós visíveis). O evento mais importante nessa etapa é expansão da área foliar, sendo desejável que, no final dessa etapa, a cultura tenha área foliar suficiente para interceptar a maior parte [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #222222;"><strong style="font-weight: bold;">Na determinação do rendimento de grãos em trigo, há três etapas principais:</strong></p>
<p style="color: #222222;"><strong style="font-weight: bold;">1)</strong> Primeira etapa: desde a emergência, passando pelo período de afilhamento, até a metade do alongamento (2 a 3 nós visíveis). O evento mais importante nessa etapa é expansão da área foliar, sendo desejável que, no final dessa etapa, a cultura tenha área foliar suficiente para interceptar a maior parte da radiação solar incidente (mais de 90%).</p>
<p style="color: #222222;">2) Segunda etapa: compreende o crescimento das espigas ainda sem grãos. O evento principal é a determinação do número potencial de grãos, que é condicionado pela sobrevivência das flores geradas. Ao término dessa etapa, a massa seca das espigas por metro quadrado é um bom estimador dos recursos que o cultivo destina para que as flores geradas venham, efetivamente, a produzir grãos.</p>
<p style="color: #222222;"><strong style="font-weight: bold;">3)</strong> Terceira etapa: refere-se à fase de enchimento dos grãos, que começa poucos dias depois da floração e encerra na maturação fisiológica, quando o peso final de cada grão é<br />
determinado. O rendimento de grãos em trigo é mais limitado pela capacidade de armazenamento dos destinos (número de grãos) do que propriamente pela fonte disponível (área fotossinteticamente ativa das plantas) para encher os grãos.  Ainda, é nessa terceira etapa que é definida a qualidade tecnológica do produto colhido, existindo forte influência<br />
de interações entre o genótipo (constituição genética da cultivar) e o ambiente (clima e manejo).</p>
<p><strong style="font-weight: bold;">Existe um período do ciclo que pode ser considerado o mais crítico para o potencial de rendimento do trigo?</strong></p>
<p>Admite-se a existência de um período mais crítico de aproximadamente 30 dias, concentrados entre 20 dias pré-floração (aparecimento das anteras) e 10 dias pós-floração. Nesse período, as condições ambientais (radiação solar e temperatura) são essenciais, pois determinam tanto o número de afilhos que produzirão espigas (número de espigas por unidade de área) como o número de primórdios florais que sobreviverão em cada uma das espiguetas, estabelecendo o número de flores que efetivamente poderão produzir grão.</p>
<p>Nesse período crítico, condições de ambiente desfavoráveis (baixa disponibilidade de radiação solar e temperatura do ar elevada) refletirão negativamente na definição do número de flores férteis no momento da antese. Além disso, as condições adversas nos 10 dias pós-floração reduzirão a capacidade de estabelecimento dos grãos.</p>
<p>Durante o período crítico de crescimento das espigas, geralmente as limitações têm, pela redução no número de grãos por metro quadrado, maior efeito sobre o rendimento da cultura. Desse fato decorre a importância de se manejar o cultivo, explorando genótipo<br />
e ambiente, por meio de práticas de manejo, para que se conjuguem as melhores condições no período crítico.</p>
<p><strong style="font-weight: bold;">Incluem-se nisso: </strong></p>
<p>• Escolha da cultivar.<br />
• Época e densidade de semeadura.<br />
• Nutrição de plantas (adubação de base e em cobertura).<br />
• Controle de pragas e de doenças (preservando área foliar<br />
fotossinteticamente ativa para interceptar radiação solar).</p>
<p><strong style="font-weight: bold;">Como o potencial de rendimento do trigo se relaciona com as variáveis do ambiente?</strong></p>
<p>O potencial de rendimento (PR) de qualquer cultivo pode ser expresso, de forma muito simplificada, como função da quantidade de radiação solar interceptada (Rsi), da eficiência de uso da radiação solar (EURs ) e da partição de biomassa para o rendimento de interesse<br />
econômico (no caso do trigo, os grãos), que é operacionalmente definida pelo índice de colheita (IC). Matematicamente, tem-se:<br />
PR = Rsi x EURs x IC</p>
<p>O crescimento de um cultivo de trigo (acúmulo de biomassa) é determinado pela capacidade fotossintética do dossel (folhagem das plantas) em interceptar radiação solar e sua eficiência de uso (conversão).</p>
<p>A radiação solar é a principal variável do ambiente para a definição do potencial de rendimento do trigo. Além de condicionar a produção total de biomassa, também define o número de grãos por unidade de superfície cultivada (o componente de rendimento que mais explica as variações de rendimento em trigo entre anos, locais, épocas de semeadura e cultivares). A ação da radiação solar, nesse caso, dá-se por intermédio do quociente fototermal (razão entre a disponibilidade de radiação solar e a temperatura média), no<br />
período crítico de 30 dias ao redor da floração/antese do trigo (20 dias antes e 10 dias depois).</p>
<p><strong style="font-weight: bold;">Fonte:</strong> Coleção 500 perguntas e 500 repostas Embrapa.</p>
<p>Acesse o material completo<a style="color: #0a4300;" href="https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/144769/1/ID43609-2016LVTrigo.pdf" target="_blank" rel="noopener"> <span style="color: #0000ff;">clique aqui</span>.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Produção de trigo em 2019 deve crescer 3,9%, para 5,5 milhões de toneladas, diz IBGE</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2019 23:26:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A produção brasileira de trigo deve atingir 5,5 milhões de toneladas em 2019, segundo Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de abril, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta quinta-feira, 9. O resultado corresponde a um crescimento de 7,1% em comparação com a previsão anterior, de março, e a aumento de 3,9% [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #505050;"><strong><span style="color: #000000;">A produção brasileira de trigo deve atingir 5,5 milhões de toneladas em 2019, segundo Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de abril, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta quinta-feira, 9.</span></strong></p>
<p style="color: #505050;"><strong><span style="color: #000000;">O resultado corresponde a um crescimento de 7,1% em comparação com a previsão anterior, de março, e a aumento de 3,9% quando comparado com 2018.</span></strong></p>
<p style="color: #505050;"><strong><span style="color: #000000;">O rendimento médio (2.801 kg/ha) foi estimado com alta de 10,1% em relação ao mês anterior. No Paraná, maior produtor brasileiro (59,8% do total), a produção deve atingir 3,3 milhões de toneladas.</span></strong></p>
<p style="color: #505050;"><strong><span style="color: #000000;">Segundo o IBGE, a produção (12,8%) e o rendimento médio (19,1%) aumentaram em relação a março. Para o Rio Grande do Sul, segundo maior produtor brasileiro de trigo (25,9% da produção), foi estimada uma produção de 1,4 milhão de toneladas.</span></strong></p>
<p style="color: #505050;"><span style="color: #000000;"> Fonte</span>: <a href="https://www.dinheirorural.com.br/producao-de-trigo-em-2019-deve-crescer-39-para-55-milhoes-de-t-diz-ibge/" target="_blank">Dinheiro Rural</a></p>
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		<title>Clima poderá ser bom para a cultura do trigo</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/clima-podera-ser-bom-para-a-cultura-do-trigo/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Jun 2018 01:52:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Trigo safra 2018]]></category>

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		<description><![CDATA[A presença de uma massa de ar polar sobre o Rio Grande do Sul mantém as temperaturas baixas em quase todo o território gaúcho. A tendência é que as temperaturas continuem baixas durante o mês de junho, frentes frias passando com regularidade sobre o Sul do país, deixando o tempo instável e com previsões para [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #000000;">A presença de uma massa de ar polar sobre o Rio Grande do Sul mantém as temperaturas baixas em quase todo o território gaúcho. A tendência é que as temperaturas continuem baixas durante o mês de junho, frentes frias passando com regularidade sobre o Sul do país, deixando o tempo instável e com previsões para pancadas de chuva e na sequência, entrada de massas de ar polar, que ocasionam o declínio das temperaturas mínimas.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">Com relação ao trigo, o plantio segue avançando na região Noroeste do Rio Grande do Sul, com boas perspectivas de produtividade.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">A expectativa é de que neste ano a área no Rio Grande do Sul, se mantenha em 699,2 mil hectares, conforme perspectiva dos levantamentos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o que significa a manutenção do espaço para a cultura em relação ao ano passado.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">Enquanto o Brasil produz metade do trigo que consome, o Rio Grande do Sul, diferentemente do resto do país, produz o dobro do trigo que consome.</span></strong></p>
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		<title>Produção e produtividade do trigo caem pela metade no Estado</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/producao-e-produtividade-do-trigo-caem-pela-metade-no-estado/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Dec 2017 10:34:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Gerência de Planejamento da Emater/RS-Ascar, por meio do Núcleo de Informações e Análises (NIA), divulga, nesta quinta-feira (07/12), o relatório de estimativa final de área, produção e produtividade das principais culturas de grãos de inverno da safra 2017. Os resultados apontam quedas significativas na produção e produtividade, em decorrência das intempéries climáticas ocorridas neste [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">A Gerência de Planejamento da Emater/RS-Ascar, por meio do Núcleo de Informações e Análises (NIA), divulga, nesta quinta-feira (07/12), o relatório de estimativa final de área, produção e produtividade das principais culturas de grãos de inverno da safra 2017. Os resultados apontam quedas significativas na produção e produtividade, em decorrência das intempéries climáticas ocorridas neste ano. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">O trigo registrou queda de 10% na área cultivada (699.725 ha); 47% na produtividade (1.727 kg/ha) e 52% na produção (1,2 milhões de toneladas). Já na cevada, mesmo com o aumento de 25% na área cultivada, a produtividade da cultura caiu 49% (1.827 kg/há) e 37% na produção (101 mil toneladas).</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Mesmo havendo um aumento de 3% na área cultivada de aveia, a produtividade e produção caíram de forma significativa, respectivamente 46% (1.550 kg/ha) e 44% (361,7 mil toneladas). A canola também teve um incremento na área cultivada de 4% (51,1 mil ha), mas apresentou queda de 52% na produtividade (709 kg/ha) e 50% na produção (36,2 mil toneladas).</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Os dados das lavouras já colhidas até agora (97%) foram coletados entre 16 e 30 de novembro, junto às unidades operativas da Instituição, sendo 98 escritórios municipais para a cultura da aveia; 98 para a canola; 86 para a cevada e 281 para o trigo, além dos 12 escritórios regionais e do Escritório Central.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Ate junho de 2018, a Emater/RS-Ascar poderá fazer alterações nos números referentes às áreas efetivamente plantadas e nas produtividades obtidas. A partir de então, tais números serão homologados pelo Grupo de Coordenação de Estatísticas Agropecuárias (GCEA), de responsabilidade da unidade estadual do IBGE. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Dados da Safra 2016</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Trigo</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Área &#8211; 779.045 hectares</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Produtividade &#8211; 3.265 Kg/ha</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Produção &#8211; 2.541.889 T</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Cevada</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Área &#8211; 44.312 hectares</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Produtividade &#8211; 3.606 Kg/ha</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Produção &#8211; 159.797 T</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Aveia</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Área &#8211; 227.642 hectares</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Produtividade &#8211; 2.856 kg/ha</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Produção &#8211; 650.066 T</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Canola</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Área &#8211; 49.378 hectares</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Produtividade &#8211; 1.472kg/ha</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Produção &#8211; 72.706 T</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Fonte: 2016 IBGE; 2017 GPL/NIA &#8211; Emater/RS-Ascar  </span></p>
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