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	<title>AgroCeleiro &#187; produção de soja</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>colheita da soja atinge 12,4% no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2021 14:56:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ritmo segue bastante atrasado em comparação à safra anterior. Mato Grosso segue como o estado que mais soja retirou das lavouras. Confira cada estado! A colheita da soja avançou pouco de uma semana para a outra no Brasil, mostra o levantamento realizado pela consultoria Safras &#38; Mercado. Até o momento, 12,4% dos 38,6 milhões de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 300; color: #000000;">Ritmo segue bastante atrasado em comparação à safra anterior. Mato Grosso segue como o estado que mais soja retirou das lavouras. Confira cada estado!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A colheita da soja avançou pouco de uma semana para a outra no Brasil, mostra o levantamento realizado pela consultoria Safras &amp; Mercado. Até o momento, 12,4% dos 38,6 milhões de hectares semeados foram colhidos, menos que os 30,4% do mesmo período de 2020. Na semana passada, a porcentagem era de 7,1%. Na média histórica o Brasil colhe 26,6% da soja até este momento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Entre os estados, Mato Grosso segue como o que mais colheu até agora, com 34% dos 10,3 milhões de hectares colhidos. O ritmo ainda é bastante atrasado se comparado aos 74% do ano passado. Na semana passada tinham colhido 22%, o que mostra que mesmo com as chuvas os produtores estão conseguindo trabalhar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Já Goiás conseguiu mais do que dobrar o ritmo de colheita de uma semana para a outra, atingindo agora 14% da área de 3,7 milhões de hectares colhidos, contra os 6% da semana passada. Já em 2019, nesta mesma época, o estado havia colhido 29% da soja.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Por fim, completam a lista de estados que começaram a colher: Tocantins, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Minas Gerais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><img class="alignnone size-full wp-image-2835653 lazyloaded" src="https://imagens-cdn.canalrural.com.br/wp-content/uploads/colheita-soja-22-02.jpg" alt="soja colheita" width="784" height="1168" data-srcset="https://imagens-cdn.canalrural.com.br/wp-content/uploads/colheita-soja-22-02-161x240.jpg 161w, https://imagens-cdn.canalrural.com.br/wp-content/uploads/colheita-soja-22-02-322x480.jpg 322w, https://imagens-cdn.canalrural.com.br/wp-content/uploads/colheita-soja-22-02-423x630.jpg 423w, https://imagens-cdn.canalrural.com.br/wp-content/uploads/colheita-soja-22-02.jpg 784w" data-src="https://imagens-cdn.canalrural.com.br/wp-content/uploads/colheita-soja-22-02.jpg" data-sizes="(max-width: 784px) 100vw, 784px" /></span></p>
<h3 style="font-weight: 500; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: 500;">Dados oficiais</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além do levantamento da consultoria, iremos trazer toda a semana a atualização oficial que alguns estados como o Paraná (Deral), Mato Grosso (Imea) e Rio Grande do Sul (Emater-RS) realizam.</span></p>
<h4 style="font-weight: 500; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: 500;">Mato Grosso</strong></span></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A colheita da safra de soja 2020/2021 de Mato Grosso atingiu 34,51%, conforme levantamento do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), com número obtido até 19 de fevereiro. No mesmo período do ano passado, a colheita era de 73,18%. Na semana passada, o número era de 22,26%.</span></p>
<h4 style="font-weight: 500; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: 500;">Paraná</strong></span></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo levantamento do Departamento de Economia Rural (Deral), o estado recolheu até dia 16 de fevereiro um total de 3% da área de 5,5 milhões de hectares plantadas com soja. Na mesma época de 2020 a colheita estava em torno de 10%. A região mais adiantada até agora é Pato Branco, que recolheu 20% da área.</span></p>
<h4 style="font-weight: 500; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: 500;">Rio Grande do Sul</strong></span></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O estado não colheu nada de soja até o momento, algo normal para o período. Segundo dados da Emater, na mesma época de 2020 nada havia sido colhido também.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Canal Rural</span></p>
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		<title>Sementes de alta qualidade aumentam produção de soja entre 10% e 15%</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jul 2019 19:34:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Grãos]]></category>
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		<category><![CDATA[produção de soja]]></category>
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		<description><![CDATA[A cada safra aumenta a busca por sementes vigorosas, com alto poder de germinação e com potencial genético de produzir soja de maior qualidade e mais resistente a pragas e doenças. Para atender a essa demanda dos produtores, investimentos no beneficiamento de sementes vem crescendo. Pesquisas de campo realizadas por pesquisadores da Empresa Brasileira de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A cada safra aumenta a busca por sementes vigorosas, com alto poder de germinação e com potencial genético de produzir soja de maior qualidade e mais resistente a pragas e doenças. Para atender a essa demanda dos produtores, investimentos no beneficiamento de sementes vem crescendo. Pesquisas de campo realizadas por pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) revelaram que sementes de alta qualidade rendem ganhos em produtividade que variam de 10 a 15%. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Nós conseguimos produtividade de aproximadamente 3,4 mil quilos por hectare. Uma semente de qualidade média rende em torno de três mil quilos por hectare. Ou seja, o produtor ganha 400 quilos por hectare. Quem não quer ganhar 400 quilos por hectare?”, ressaltou José França Neto, pesquisador da Embrapa Soja.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Qual é o insumo que você investe e tem 10% a mais de produtividade? É muita lucratividade embutida nas sementes de alto vigor. Se for em campos experimentais, os ganhos podem chegar a 25%, 30%. Então, a gente só vê vantagens em começar a safra com semente de alta qualidade”, acredita França.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O pesquisador acrescenta que as plantas formadas por sementes de alto vigor têm desempenho agronômico diferenciado, pois demandam menos fertilizantes e defensivos agrícolas, e aproveitam melhor os recursos naturais, como luz, água, nutrientes do solo causando menos impacto ambiental.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Uma população ideal de plantas é fundamental para estabelecer o alicerce de tudo o que vem em seguida na lavoura. Você vai estabelecer a lavoura com população adequada composta por plantas de alto desempenho agronômico, mais robustas, com um sistema radicular maior, mais profundo, parte aérea mais robusta que resultará numa produção maior de vagem e, consequentemente, mais produtiva”, explicou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Cada hectare rende 3,2 mil kg de soja no Brasil</strong> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo a Associação Brasileira dos Produtores de Sementes (Abrasem), o Brasil produziu no ano passado mais de três milhões de toneladas de sementes de soja. Considerando que a estimativa da safra atual é de aumentar a área plantada de 35,8 milhões para 36,6 milhões de hectares de soja, o setor de produção de sementes espera crescer ainda mais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><!--StartFragment--></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Brasil é o segundo produtor mundial de soja, atrás dos Estados Unidos. Em todo o mundo, foram produzidos mais de 362 milhões de toneladas de soja em área plantada de 125,6 milhões de hectares. Os norte-americanos produziram 123,6 milhões de toneladas do grão em 35,6 milhões de hectares, atingindo produtividade de 3,4 mil quilos por hectare, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">E no Brasil, a produção anual de soja, liderada pelo estado do Mato Grosso, alcançou 115 milhões de toneladas em área plantada de 35,8 milhões de hectares. A produtividade brasileira é de 3,2 mil quilos por hectare, segundo levantamento do mês de junho realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">De todo o volume produzido no país no ano passado, 44 milhões de toneladas foram consumidos internamente e outros 83 milhões de toneladas foram exportados. Para a próxima safra, a previsão é que sejam plantados 36,6 milhões de hectares de soja.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: MAPA</span></p>
<p><!--EndFragment-->&nbsp;</p>
<p><!--EndFragment-->&nbsp;</p>
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		<title>Manejo Integrado de Pragas proporciona economizar na produção de soja</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Dec 2018 14:35:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estudo realizado no sul de Mato Grosso do Sul demonstrou que controlar percevejos e lagartas da soja seguindo as orientações do Manejo Integrado de Pragas (MIP) aumenta a margem de lucro do produtor ao promover uma economia de pouco mais de R$ 125 por hectare. A pesquisa estimou ainda que se a prática fosse adotada [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<div id="texto" class="texto col-xs-12">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Estudo realizado no sul de Mato Grosso do Sul demonstrou que controlar percevejos e lagartas da soja seguindo as orientações do Manejo Integrado de Pragas (MIP) aumenta a margem de lucro do produtor ao promover uma economia de pouco mais de R$ 125 por hectare. A pesquisa estimou ainda que se a prática fosse adotada em todas as lavouras de soja do Brasil &#8211; uma área de aproximadamente 33.228.400 hectares &#8211; poderia gerar um benefício econômico da ordem de R$ 4 bilhões, devido à economia com inseticidas e gastos com a aplicação dos produtos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O entomologista Crébio José Ávila, pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste (MS), explica que apesar da eficiência do MIP-Soja na redução do uso de inseticidas nas lavouras, especialmente na última década, tem-se observado um retrocesso nos programas de manejo de pragas da soja. “Em alguns casos, houve um abandono dessa estratégia, que exige muita presença e atenção do produtor nos diversos estádios das lavouras, o que fez com que houvesse um aumento excessivo de aplicações de inseticidas nas plantações, com consequências indesejáveis do ponto de vista econômico, ecológico e ambiental”, explica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo o cientista, o uso do MIP pode contribuir indiretamente com melhorias na qualidade de vida da população, pois o emprego de estratégias limpas de manejo como o controle biológico natural no agroecossistema reduz a exposição ambiental aos químicos, uma vez que menos produtos são pulverizados anualmente. O pesquisador afirma que a prática contribui para a sustentabilidade social, econômica e ambiental.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Economia de mais de R$ 300 mi só no MS</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A pesquisa realizou o monitoramento e o manejo integrado dos insetos-praga e de seus inimigos naturais nas lavouras do estudo, ao longo de duas safras consecutivas: em 2014/2015, no município de Caarapó; e na safra 2015/2016, em Dourados, ambos em Mato Grosso do Sul.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em Caarapó, o trabalho foi conduzido em uma área de aproximadamente 70 hectares, enquanto em Dourados a área foi de 25 hectares. Duas áreas comparativas também serviram como referência para a pesquisa, ambas manejadas segundo as orientações do produtor, sem nenhuma interferência da equipe do MIP.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A pesquisa contou com apoio financeiro da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (Fundect), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), sendo o MIP conduzido pela bolsista do Programa de Desenvolvimento Científico Nacional (DCR), Viviane Santos, atualmente professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul (IFMS/Campus Dourados).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Santos explica que a análise do custo das aplicações de inseticidas para o controle de lagartas e de percevejos, nos dois ambientes de controle de pragas, comprovou que na área do MIP conduzida em Dourados na safra 2015/2016, houve uma economia de R$ 125,58 por hectare. “Na área estudada, se o produtor tivesse seguido as orientações do MIP em todos os 360 hectares de soja de sua propriedade, ele teria uma economia total de cerca de R$ 45 mil. Extrapolando-se esse valor de redução de custo para todo o estado de Mato Grosso do Sul, que na safra 2015/2016 teve uma área cultivada com soja de 2.430.000 hectares, o benefício econômico seria de mais de R$ 300 milhões”, estima Viviane Santos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Menos risco ambiental</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O uso do MIP extrapola os resultados econômicos e contribui para o controle biológico natural no agroecossistema, bem como reduz o risco de contaminação ambiental, uma vez que menos produtos são pulverizados no ambiente. Porém, o sucesso desse tipo de manejo exige dedicação, acompanhamento e presença do agricultor na lavoura. Sua adoção deve ter início antes mesmo da instalação da cultura, por meio da realização de monitoramento do grupo de pragas presentes na área a ser manejada para o plantio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“A adoção e o manejo devem ser realizados conforme as recomendações técnicas da Comissão de Pesquisa de Soja da Região Central do Brasil visando garantir um controle efetivo de pragas em todos os estádios da cultura”, recomenda Ávila. “O ponto central do MIP consiste em monitorar a base da população de pragas amostradas e que se encontram presentes nos estádios da lavoura, observando-se os níveis de ação preconizados pela pesquisa. Por isso, a realização de pulverizações programadas de inseticidas com base em calendários deve ser evitada”, salienta o pesquisador.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ávila explica ainda que entre as tecnologias sugeridas pelo MIP, destacam-se a observação de pontos simples, tais como: os níveis de ação estabelecidos pela pesquisa, especialmente em relação a lagartas e os percevejos; os métodos efetivos de amostragens e de monitoramento das pragas e de inimigos naturais; o controle biológico natural e aplicado na cultura; e a disponibilidade de produtos químicos e biológicos seletivos para serem aplicados quando for realmente necessário. Ele acrescenta ainda que o MIP-Soja também preconiza o cultivo das plantas transgênicas Bt que expressam proteínas que afetam insetos desfolhadores, como lagartas da soja e a falsa-medideira.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Controle biológico</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Nesse estudo observamos a presença de diversos inimigos naturais, como as aranhas, especialmente na área em que se conduziu o MIP. Elas são muito importantes para as lavouras de soja, pois são predadoras naturais que se alimentam de insetos-praga”, explica Santos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além disso, na área do MIP, em comparação com a área do produtor, observou-se também maior incidência do fungo Nomureae rileyi durante o início do mês de fevereiro. “Esse, também inimigo natural, é um fungo que ataca as lagartas da soja e a falsa-medideira, causando uma doença nesses insetos desfolhadores. Sua presença nas lavouras é muito importante, pois ajuda a combater pragas”, acrescenta Ávila.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Experiência e dedicação</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O produtor rural de Dourados Maicon André Zorzo é o proprietário da área em que a pesquisa com o MIP foi conduzida na safra 2015/2016. Filho de agricultor e criado na lida do campo, ele conta que desde criança já ouvia falar sobre MIP e, por isso, acredita que esse tipo de manejo é uma estratégia que possibilita a redução do custo de produção, contribui com a sustentabilidade e permite o uso de insumos de forma racional.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“O produto químico tem um custo elevado e todas as vezes que for possível evitar seu uso será ótimo. Dessa forma, preservamos o meio ambiente e temos um nível menor de interferência. Esses produtos, se forem tecnicamente bem posicionados e utilizados somente quando houver de fato uma necessidade, não geram transtornos à natureza”, acrescenta.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Nós, produtores, percebemos que temos alguns paradigmas que ainda precisam ser quebrados. No meu caso, eu continuei fazendo o manejo do meu jeito, e observei que, especialmente em relação às lagartas, eu poderia ter economizado muito com insumos. A frequência e a maneira como se faz o monitoramento semanal das lavouras permite que as aplicações sejam feitas somente quando for necessário, não de forma preventiva ou por uma questão de conveniência operacional”, destaca Zorzo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ele destaca que participar do trabalho de pesquisa foi uma experiência muito útil, que enriqueceu seus conhecimentos e possibilitou a adoção correta do MIP em suas propriedades. “No final da história, foram menos aplicações, menos custo e a produtividade foi idêntica. Creio que o com o MIP é possível fazer o controle de pragas de forma segura e sem prejuízos. Porém, o método exige dedicação e monitoramento”, relata.</span></p>
</div>
<div class="fonte col-xs-12">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Embrapa Agropecuária Oeste</span></p>
</div>
<p><!--EndFragment--></p>
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		<title>Incidência precoce da ferrugem da soja desafia produtores</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/incidencia-precoce-da-ferrugem-da-soja-desafia-produtores/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Dec 2018 14:29:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A ferrugem-asiática da soja chegou mais cedo nas lavouras comerciais na safra 2018/2019, acompanhando a implantação antecipada das lavouras, logo após o término dos períodos de vazio sanitário. Até agora há 55 relatos de ferrugem em seis Estados &#8211; Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.  [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<div id="texto" class="texto col-xs-12">
<p><span style="color: #000000;">A ferrugem-asiática da soja chegou mais cedo nas lavouras comerciais na safra 2018/2019, acompanhando a implantação antecipada das lavouras, logo após o término dos períodos de vazio sanitário. Até agora há 55 relatos de ferrugem em seis Estados &#8211; Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.  “A semeadura cedo, associada às plantas de soja voluntárias (guaxas) com ferrugem que sobraram do vazio sanitário e as condições favoráveis, com chuvas bem distribuídas, fez com que as primeiras ocorrências fossem antecipadas em até um mês em relação à safra 2017/2018”, explica a pesquisadora da Embrapa Soja, Claudia Godoy. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">A dificuldade para manejar a doença será ainda mais complexa nos Estados em que a semeadura foi mais tardia, a exemplo do Rio Grande do Sul. Nessa safra, a pesquisadora da Embrapa Trigo, Leila Costamilan, diz que as chuvas frequentes e em altos volumes, em outubro, atrasaram os plantios. “Também fizeram com que, em algumas áreas, ocorressem replantios devido à morte de soja, causada pela doença podridão radicular de fitóftora”, destaca a pesquisadora. Mesmo assim, a ferrugem foi relatada 10 dias mais tarde, nesta safra, do que na safra 2017/2018.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Além disso, no RS há o agravante de não haver a adoção do vazio sanitário. Leila diz que há relatos de ferrugem em plantas voluntárias de soja, que sobreviveram ao inverno em várias regiões, e em kudzu, indicando a presença de esporos do fungo. Até agora, há 11 relatos de focos da doença, em áreas comerciais. &#8220;Alguns produtores conseguiram semear cedo, o que ocasionou uma grande janela de semeadura. As primeiras áreas semeadas irão produzir inóculo para as áreas que semearam mais tarde&#8221;, explica.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Relatos do agrônomo Laercio Hoffmann reforçam a ocorrência de ferrugem da soja em kudzu, uma planta que é hospedeira da ferrugem, e também em soja voluntária, que nasceu espontaneamente e não faz parte das lavouras semeadas. “A ferrugem está chegando muito cedo nas lavouras comerciais e as condições climáticas são favoráveis para a doença”, diz.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Por isso, a pesquisadora Cláudia Godoy, enfatiza a necessidade de se intensificar o monitoramento da doença e também manejar adequadamente a ferrugem. Cláudia orienta os produtores a consultarem os resultados de eficiência dos fungicidas para o controle da ferrugem e utilizar os multissítios para aumentar a eficiência de controle.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Ferrugem na safra 2018/2019 </strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">O primeiro relato no site do Consórcio Antiferrugem foi em Marechal Cândido Rondon, PR, no distrito de Porto Mendes, em 31 de outubro, cadastrado pelas cooperativas Copagril e Copacol. As ocorrências de ferrugem-asiática na safra podem ser verificadas no mapa do site do Consórcio Antiferrugem. De acordo com Cláudia, o principal objetivo do Consórcio é informar as ocorrências regionais para alertar o produtor sobre a chegada da doença. “Como o fungo da ferrugem se dissemina facilmente pelo vento, com o alerta, o produtor pode proteger sua lavoura, evitando perdas de produtividade”, afirma.</span></p>
</div>
<div class="fonte col-xs-12">
<p><span style="color: #000000;">Fonte: Embrapa Soja</span></p>
</div>
<p><!--EndFragment-->&nbsp;</p>
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		<title>Brasil será o maior produtor de soja do planeta já em 2019, preveem EUA</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jun 2018 17:30:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Depois de assumir a liderança mundial na exportação de soja no ciclo 2015/16 e se consolidar como o grande player da oferta, o Brasil deve fechar a próxima safra (2018/19) como o maior produtor da oleaginosa no planeta, ultrapassando os Estados Unidos, ainda que por uma diferença apertada. É o que prevê o Departamento de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Depois de assumir a liderança mundial na exportação de soja no ciclo 2015/16 e se consolidar como o grande player da oferta, o Brasil deve fechar a próxima safra (2018/19) como o maior produtor da oleaginosa no planeta, ultrapassando os Estados Unidos, ainda que por uma diferença apertada. </strong></p>
<p><strong>É o que prevê o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), conforme o relatório de oferta e demanda mundial.</strong></p>
<p><strong>o Brasil irá, segundo o USDA, repetir a safra 2017/18 e colher 117 milhões de toneladas, enquanto a produção norte-americana ficará em 116,48 milhões de toneladas (-2,54% em relação à safra 2017/18). Os produtores do país, que já entrou no ciclo 2018/19, sofrem com o frio intenso e o excesso de umidade, o que vem atrasando a semeadura e pode ter impactos no rendimento médio das lavouras. </strong></p>
<p><strong>No caso do Brasil, que aguarda o fechamento da safrinha para encerrar a campanha 2017/18, o <a style="color: #26613c;" href="https://www.gazetadopovo.com.br/agronegocio/agricultura/brasil-vai-colher-117-milhoes-t-de-soja-em-2018-aponta-conab-f5cys6670ie89kn5sihyk2nc7" target="_blank">USDA acompanhou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)</a>, ampliando suas projeções para a soja de 115 milhões de toneladas para 117 milhões de toneladas na atual temporada.</strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">Gazeta do Povo</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Brasil deve ultrapassar os EUA na produção de soja em dez anos</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jul 2017 01:31:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Brasil deve ultrapassar os Estados Unidos como o maior produtor de soja mundial em dez anos, de acordo com o novo relatório Perspectivas Agrícolas 2017-2026, divulgado na semana passada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).Durante o período analisado, espera-se que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil deve ultrapassar os Estados Unidos como o maior produtor de soja mundial em dez anos, de acordo com o novo relatório Perspectivas Agrícolas 2017-2026, divulgado na semana passada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).<br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" />Durante o período analisado, espera-se que a produção mundial de soja continue expandindo-se, mas em um ritmo de 1,9% por ano, abaixo da taxa de crescimento de 4,9% anual da última década. De acordo com o relatório, a produção de soja no Brasil deve crescer a 2,6% por ano, o maior crescimento entre os principais produtores, já que dispõe de mais terras, comparado com a Argentina, com crescimento projetado de 2,1% por ano e os Estados Unidos, de 1% por ano. A expectativa é de que, com isso, o Brasil ultrapasse os Estados Unidos como o maior produtor de soja. As exportações do produto em 2026 serão dominadas pelo Brasil e Estados Unidos que, juntos, respondem por quase 80% das exportações mundiais.<br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><span style="text-decoration: underline;">Supersafra</span><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" />As estimativas do último levantamento da safra 2016/2017 divulgadas, também nesta semana, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) pareceram confirmar as expectativas traçadas pela FAO e OCDE. A Conab projeta que a safra no período seja de 237,2 milhões de toneladas de grãos. Uma produção recorde, com crescimento de 27,1% em relação ao período anterior.<br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" />De acordo com a pesquisa, a produção de soja deve crescer 19,4% e chegar a 113,9 milhões de toneladas colhidas, mantendo assim a expectativa dos números divulgados em maio. Já a produção de milho pode chegar a 96 milhões de toneladas, 44,3% acima da safra 2015/2016. Para o presidente da Associação dos Produtores de Soja do Brasil, Marcos da Rosa, todas essas projeções podem ter impacto nos preços, que já vêm caindo. &#8220;Fazer um anúncio de safra grande pode fazer com que o mercado precifique para baixo, o que é ruim para todo mundo&#8221;, diz.<br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" />&#8220;Quando olhamos o preço das commodities soja e milho, observamos que houve queda e isso é um desestímulo. Como as duas últimas safras de soja, norte e sul, foram boas, a gente sentiu uma oferta maior que a demanda. Sentimos no bolso que a oferta foi muito grande e os valores pagos caíram bastante em relação à safra passada&#8221;, acrescenta.<br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><span style="text-decoration: underline;">Valor agregado</span><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" />Na avaliação do chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Soja, Alexandre Cattelan, o Brasil tem um potencial de crescimento para os próximos anos inclusive superior ao projetado pelas organizações internacionais. No entanto, os preços do mercado externo e questões logísticas podem desestimular os produtores.<br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" />&#8220;O Brasil praticamente já atingiu o limite da logística, aliás, está acima do limite da logística. Estamos observando que esse ano a safra ainda não foi totalmente comercializada principalmente em termos de exportação&#8221;, diz e acrescenta: &#8220;Tem muita soja estocada e o milho da segunda safra praticamente não tem onde ser armazenado. Vemos milho a céu aberto. Em parte, a soja não foi totalmente escoada por conta dos baixos preços&#8221;.<br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" />O pesquisador defende que, para que o Brasil siga lucrando com a soja, o ideal é agregar valor. &#8220;Temos que agregar valor, transformar a soja em carne, seja frango, porco, boi, usando-a como ração. Outra opção é o biodiesel, que tem tido um aumento paulatino e é um mercado interessante porque 90% é produzido com óleo de soja&#8221;.<br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /><span style="text-decoration: underline;">Outras projeções</span><br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" />O relatório da OCDE e da FAO traz projeções até 2026 para os principais produtos agrícolas. No período analisado, a produção mundial de grãos crescerá cerca de 1% por ano, o que levará a um aumento total em 2026 de 11% para o trigo, 14% para o milho, 10% para os grãos secundários e 13% para o arroz.<br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" />Em relação à pecuária, é previsto que a participação dos dois maiores países exportadores de carne, que são Brasil e Estados Unidos, aumente até aproximadamente 44%, contribuindo com quase 70% no aumento previsto das exportações mundiais de carne durante o período analisado. Em relação a biocombustíveis, a expectativa é de que a demanda brasileira de etanol expanda-se em 6 bilhões de litros no período analisado, o que resultaria em um aumento na produção de mais de 40% nos próximos dez anos.</p>
<p>agenciabrasil<br style="font-weight: bold;" /><br style="font-weight: bold;" /></p>
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		<title>Soja lidera exportações do agronegócio brasileiro em abril</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/soja-lidera-exportacoes-do-agronegocio-brasileiro-em-abril/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 May 2017 01:06:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[exportação]]></category>
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		<description><![CDATA[O complexo soja (grãos, farelo e óleo) teve participação de 52,5% nas exportações do agronegócio brasileiro em abril. O desempenho do setor ocorreu tanto em volume embarcado quanto em faturamento, de acordo com a balança comercial do agronegócio, divulgada nesta quarta-feira (10) pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #172938;">O complexo soja (grãos, farelo e óleo) teve participação de 52,5% nas exportações do agronegócio brasileiro em abril. O desempenho do setor ocorreu tanto em volume embarcado quanto em faturamento, de acordo com a balança comercial do agronegócio, divulgada nesta quarta-feira (10) pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).</p>
<p style="color: #172938;"><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2017/05/soja-003.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4094" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2017/05/soja-003.jpg" alt="soja 003" width="300" height="168" /></a></p>
<p style="color: #172938;">As exportações do complexo soja cresceram 12,6% em relação a abril de 2016, com US$ 4,55 bilhões. A maior parcela foi obtida pelas vendas de soja em grãos, que alcançaram quantidade recorde para o mês, de 10,43 milhões de toneladas (+3,4%), o que resultou em US$ 3,95 bilhões (+11,8%). Além disso, o preço médio do produto subiu 8,1% no período, passando de US$ 350 para US$ 378 por tonelada.</p>
<p style="color: #172938;">O farelo de soja foi o segundo principal produto negociado pelo setor, saindo de US$ 470,11 milhões (+4%) para 1,33 milhão de toneladas embarcadas (-7,2%) e preço médio no período de US$ 354 por tonelada (+12,0%). Já as vendas externas de óleo de soja totalizaram US$ 134,10 milhões (+124,5%), com alta no preço médio do produto (+8,2%) e na quantidade comercializada (+107,6%), com 181,34 mil toneladas.</p>
<p style="color: #172938;">agricultura.gov.br</p>
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