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	<title>AgroCeleiro &#187; Produção de milho</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Altas temperaturas aceleram maturação e colheita do milho no Estado</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Feb 2019 16:56:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As condições climáticas predominantes da semana anterior de tempo seco, altas temperaturas e forte radiação solar, aceleraram a maturação fisiológica e colheita do milho, que já foi realizada em 28% da área implantada em todo o Rio Grande do Sul. De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (07/02), assim é possível [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">As condições climáticas predominantes da semana anterior de tempo seco, altas temperaturas e forte radiação solar, aceleraram a maturação fisiológica e colheita do milho, que já foi realizada em 28% da área implantada em todo o Rio Grande do Sul. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (07/02), assim é possível a colheita de grãos com uma umidade adequada que proporciona melhor debulha das espigas e maior rendimento da colheita. Por outro lado, as mesmas condições de temperatura aceleram a evapotranspiração, que de forma isolada, faz manifestar sintomas de estresse hídrico, amenizado pelas chuvas do decorrer da semana.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A colheita avança rapidamente nesse período, em paralelo ao segundo plantio da safra 2018-2019. No norte do Estado, a cultura alcança até 80% de milho colhido; na Campanha, 80% da cultura encontra-se em estado vegetativo. A produtividade das lavouras continua boa, com exceção daquelas cultivadas em áreas que estavam prontas para a colheita e foram afetadas pela enchente na Fronteira Oeste, região em que haverá perda da qualidade no milho, apresentando grãos ardidos, mofados e germinados na espiga.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Muitas lavouras no Estado estão superando a expectativa de produtividade média de 6,8 mil kg/ha no Estado, com relatos de que na Fronteira Noroeste e Missões há lavouras de milho sequeiro produzindo até 9 mil kg/há. E lavouras irrigadas com produtividade acima de 12 mil kg/ha, o que caracteriza uma grande safra.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: Emater/RS</span></p>
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		<title>Preço do milho têm tendência de alta</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jun 2018 22:29:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A redução da produção de milho segunda safra em alguns Estados por causa da seca, principalmente no Paraná e Mato Grosso do Sul, deve pressionar para cima os preços do grão no país. “O milho já teve uma alta importante no 1º trimestre, porque consumidores estavam com dificuldade de encontrar o grão no mercado interno, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">A redução da produção de milho segunda safra em alguns Estados por causa da seca, principalmente no Paraná e Mato Grosso do Sul, deve pressionar para cima os preços do grão no país. “O milho já teve uma alta importante no 1º trimestre, porque consumidores estavam com dificuldade de encontrar o grão no mercado interno, o que deu boa sustentação. E, agora com a quebra da safrinha, isso deve continuar”, diz Ana Luiza Lodi, analista da INTL FCStone. A estimativa da consultoria é de que a segunda safra seja de 55,3 milhões de toneladas, 8,6% abaixo da previsão do início de maio e 17,8% menor do que os valores de 2016/2017.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Para o consultor Carlos Cogo, parte das altas por conta da quebra de safra já estão sendo precificadas nos contratos futuros da B3, mas, na medida em que a colheita avançar, isso pode se intensificar, dependendo dos resultados. De acordo com ele, nesse cenário, o tamanho dos estoques do grão fica em segundo plano. “Quanto os estoques vão cair já não é tão importante. O mercado vai ficar nervoso da mesma forma por ter uma redução de oferta nos principais supridores do segundo semestre. Mas claro que quanto menor o estoque final, maior a pressão de alta”.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Ana Luiza pondera que a procura também pode ser determinante no movimento dos preços. “Nossa estimativa é de que o consumo de milho para ração caia um pouco em relação ao ano passado e ainda precisamos ver como a indústria de carnes vai reagir aos últimos problemas [embargos e greve dos caminhoneiros]. Além disso, também é preciso ficar atento às exportações do segundo semestre, porque por mais que o preço seja alto, o câmbio contribui para a competitividade”. Segundo a analista, se a demanda mostrar sinais de fraqueza, isso pode segurar os preços do grão internamente.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: Portal DBO</span></p>
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		<title>Lavouras de milho apresentam bom potencial produtivo</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Dec 2017 11:29:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[As lavouras de milho seguem favorecidas com as condições climáticas atuais, apresentando potencial produtivo acima da média, sendo que no atual momento, 30% delas estão em fase de floração e 40% em enchimento de grãos; ambas suscetíveis à falta de umidade no solo. Nesse sentido, segundo o Informativo Conjuntural divulgado, nesta quinta-feira (14/12), pela Emater/RS-Ascar, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">As lavouras de milho seguem favorecidas com as condições climáticas atuais, apresentando potencial produtivo acima da média, sendo que no atual momento, 30% delas estão em fase de floração e 40% em enchimento de grãos; ambas suscetíveis à falta de umidade no solo. Nesse sentido, segundo o Informativo Conjuntural divulgado, nesta quinta-feira (14/12), pela Emater/RS-Ascar, as chuvas registradas nas principais regiões produtoras, ao Norte do Estado, aliadas às temperaturas elevadas, têm contribuído para o bom desenvolvimento das lavouras.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Já as lavouras semeadas recentemente e que se encontram em desenvolvimento vegetativo inicial, os produtores tratam de aplicar nitrogênio em cobertura com o intuito de garantir uma boa produção futura. Naquelas plantadas no início do período recomendado, aproximadamente 1% delas já se encontram maduras, sendo que a colheita já teve início, fato este que deverá se intensificar a partir de meados de janeiro próximo. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Emater/RS</span></p>
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