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	<title>AgroCeleiro &#187; Produção de Leite</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Leite: municípios brasileiros atingem padrão europeu de produção</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jan 2020 17:26:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Existem mais de 350 municípios do  país com produtividade média superior à da Nova Zelândia, de 4 mil litros por vaca. Em alguns desses municípios, essa produtividade atingiu volumes acima de 6 mil litros por vaca, o que equivale ao padrão europeu. Com o atual volume de produção, o Brasil já figura entre os três maiores produtores [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;">Ex<span style="color: #000000;">istem mais de 350 municípios do  país com produtividade média superior à da Nova Zelândia, de 4 mil litros por vaca. Em alguns desses municípios, essa produtividade atingiu volumes acima de 6 mil litros por vaca, o que equivale ao padrão europeu. Com o atual volume de produção, o Brasil já figura entre os três maiores produtores mundiais, atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia. Para a equipe de Socioeconomia da Embrapa Gado de Leite, serão os avanços em competitividade que irão melhorar o posicionamento do País no mercado internacional.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No caso do leite inspecionado, segundo os pesquisadores, a produção de 2018 atingiu 24,4 bilhões de litros, o que correspondeu a 70% da produção total. Em relação a 2017, houve crescimento de apenas 0,5%. Os índices de 2019 ainda não vieram à tona, mas esse crescimento deverá ser superior, embora com um perfil de expansão distinto entre o primeiro e o segundo semestre. No primeiro semestre houve um aumento de 5% no volume de leite sob inspeção em relação ao mesmo semestre de 2018. Esse crescimento foi influenciado pela greve dos caminhoneiros, que afetou a produção em maio de 2018, mas também pela boa relação de troca ao produtor quando se analisa os preços de leite e de concentrado, o que estimulou a produção.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400; color: #000000;">Quando os números do ano que se passou forem apresentados, o segundo semestre não deve registrar uma expansão sobre volume produzido em igual período de 2018. Isso se deve a três fatores. O primeiro é estatístico e refere-se à base de comparação: a produção do segundo semestre de 2018 foi um recorde histórico. O segundo é uma piora na relação de troca e das margens dos produtores, fator que desestimula a produção. Além desses influenciadores, o desempenho do período foi afetado pelo clima. O setor sofreu uma seca prolongada, a ocorrência de geadas no inverno e chuvas irregulares e abaixo da média em algumas regiões do Sudeste e Centro-Oeste, que devem comprometer a retomada da produção no pós-entressafra.</span></p>
<h3 style="color: #333333; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Números animadores para 2020</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400; color: #000000;">Após fechar 2018 praticamente estagnada, com crescimento de apenas 0,5%, a pecuária de leite não tem muitos motivos para se lamentar em 2019. Mesmo não sendo um ano de grande expansão do setor (o crescimento deve fechar entre 2% e 2,5%), o preço do leite pago ao produtor terminou o ano em torno de R$1,36, o que equivale a 0,33 centavos de dólar, com o câmbio a R$ 4,06 por dólar. Segundo o analista da Embrapa Gado de Leite Lorildo Stock esse é um preço razoável para o setor, equivalendo-se às cotações internacionais, o que não favorece a importação do produto. O analista informa que, lá fora, a tonelada do leite está sendo vendida entre US$ 3.100 e USD$ 3.300, abaixo do preço histórico de USD$ 3.700, o que mostra equilíbrio do mercado mundial em termos de oferta e demanda.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400; color: #000000;">Ainda que os especialistas não vejam com euforia o ano que se inicia, os sinais de que a crise está chegando ao fim ficam mais claros. “As previsões iniciais para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020 indicam alta de 2,3%, o que é baixo, mas é a melhor expansão dos últimos seis anos”, diz o também analista que integra a equipe de socioeconomia da Embrapa Gado de Leite Denis Teixeira da Rocha. Por esse motivo, espera-se uma recuperação um pouco mais forte do consumo, possibilitando algum repasse de preços ao longo da cadeia produtiva e melhores margens industriais. A retrospectiva do ano que se passou também mostra mais solidez da atividade leiteira.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quando os números do ano que se passou forem apresentados, o segundo semestre não deve registrar uma expansão sobre volume produzido em igual período de 2018. Isso se deve a três fatores. O primeiro é estatístico e refere-se à base de comparação: a produção do segundo semestre de 2018 foi um recorde histórico. O segundo é uma piora na relação de troca e das margens dos produtores, fator que desestimula a produção. Além desses influenciadores, o desempenho do período foi afetado pelo clima. O setor sofreu uma seca prolongada, a ocorrência de geadas no inverno e chuvas irregulares e abaixo da média em algumas regiões do Sudeste e Centro-Oeste, que devem comprometer a retomada da produção no pós-entressafra</span></p>
<h3 style="color: #333333; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para o ano de 2020 </span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400; color: #000000;">Do ponto de vista da oferta e demanda, em linhas gerais, o mercado brasileiro de leite se mostra bem equilibrado. A expansão da produção nacional perdeu força no final do ano passado, na comparação com 2018. Além disso, o volume de importação está relativamente baixo e, apesar do consumo estar fraco, não há excedente de produção que possa levar a uma queda nos preços. Pelo contrário, as cotações se sustentaram no último trimestre do ano, quando geralmente os preços caem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400; color: #000000;">“Nesse cenário, a expectativa é que 2020 comece com os preços do leite ao produtor em patamares superiores ao registrado em janeiro de 2019 e com uma trajetória de elevação mais alinhada ao padrão histórico, que difere da precoce e expressiva alta registrada em fevereiro daquele ano”, diz Carvalho. Produtos lácteos cujo consumo está associado a rendas mais altas, como queijos e iogurtes, tendem a ter um crescimento melhor em 2020. Mas o mercado de UHT ainda deve continuar complicado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 400; color: #000000;">O pesquisador acredita, no entanto, que as grandes apostas do setor foram adiadas para 2021, quando se espera que o Brasil tenha um crescimento mais robusto, gerando mais empregos e elevando o consumo familiar de leite e derivados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: <span style="color: #333399;"><a href="https://www.canalrural.com.br/noticias/pecuaria/leite/pecuaria-de-leite-espera-crescer-cerca-de-2-em-2020/" target="_blank"><span style="color: #333399;">Canal Rural</span></a></span></span></p>
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		<title>Cadeia do leite tem redução de produtores e rebanho e aumento da produtividade</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Dec 2019 20:05:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Apesar do número de produtores e de rebanho ter diminuído no Estado, a produção e produtividade aumentaram. Essa é a conclusão do Relatório Socioeconômico da Cadeia Produtiva do Leite no Rio Grande do Sul 2019, divulgado pela Emater/RS-Ascar, em parceria com a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seadpr), nesta manhã (05/12), no [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Apesar do número de produtores e de rebanho ter diminuído no Estado, a produção e produtividade aumentaram. Essa é a conclusão do Relatório Socioeconômico da Cadeia Produtiva do Leite no Rio Grande do Sul 2019, divulgado pela Emater/RS-Ascar, em parceria com a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seadpr), nesta manhã (05/12), no Plenarinho da Assembleia Legislativa, em Porto Alegre.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">De acordo com o presidente da Emater/RS, Geraldo Sandri, os dados foram coletados em 100% dos 497 municípios gaúchos entre 20 de maio e 30 de junho de 2019. O titular da Seapdr, Covatti Filho, declarou que esse é o maior e mais completo estudo sobre a cadeia do leite realizado no Brasil. &#8220;São dados fundamentais para se ter o retrato da realidade e, com isso, poder atuar na melhoria da cadeia produtiva do leite, que é composta por 97% de agricultores familiares&#8221;.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Segundo o gerente técnico adjunto da Emater/RS-Ascar, Jaime Ries, houve aumento de rebanho e produtividade por propriedade, numa média de 1,1 vaca por ano e 19,1 litros/dia de leite. E a produtividade aumentou 165 litros/vaca, a cada ano, desde 2015. &#8220;Mesmo com a redução significativa do número de produtores envolvidos na cadeia produtiva do leite, o aumento na produtividade se deve ao fato dos pequenos produtores estarem se especializando mais, investindo em tecnologias, equipamentos e instalações, garantindo o conforto e bem-estar animal&#8221;.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Ries apresentou as três principais dificuldades apontadas pela maioria dos produtores: 45,21% dos produtores apontaram a falta ou deficiência de mão de obra; 44,89% se mostraram descontentes em relação ao preço recebido pelo leite e 40,72% reclamaram da falta de sucessão familiar.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">O gerente técnico adjunto afirmou que ainda no primeiro semestre de 2020, o relatório será lançado na versão impressa e mais completa, &#8220;com dados regionalizados pelas áreas de abrangência dos escritórios regionais da Emater e também por Coredes&#8221;.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Participaram da pesquisa 495 escritórios municipais da Emater/RS-Ascar, 392 prefeituras, 207 inspetorias de defesa, 114 sindicatos de trabalhadores rurais, 74 conselhos municipais de agricultura, 259 indústrias, agroindústrias, cooperativas e empresas de laticínios além de 81 outras entidades ligadas ao primeiro setor gaúcho.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Confira abaixo alguns dados divulgados nesta manhã!</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">E o Relatório completo em http://www.emater.tche.br/site/arquivos_pdf/teses/RELATORIO LEITE 2019_2.pdf</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Variação do número de municípios com produtores de leite*</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2015 &#8211; 467</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2017 &#8211; 465</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2019 &#8211; 457</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Variação do número de produtores*</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2015 &#8211; 84.199</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2017 &#8211; 65.202 (redução de -18.997)</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2019 &#8211; 50.664 (redução de -14.538)</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Diferença acumulada de -33.535 entre 2015 e 2019</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Variação no número de vacas leiteiras*</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2015 &#8211; 1.174.762</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2017 &#8211; 1.073.899 (redução de -100.863)</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2019 &#8211; 930.399 (redução de -143.500)</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Diferença acumulada de -244.363 entre 2015 e 2019</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Variação média de vacas leiteiras por produtor*</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2015 &#8211; 13,92</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2017 &#8211; 16,44</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2019 &#8211; 18,34</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Variação na produtividade (litros de leite/vaca/dia)*</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2015 &#8211; 11,74</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2017 &#8211; 12,59</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2018 &#8211; 13,90</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Variação na produtividade (litros de leite/propriedade/dia)*</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2015 &#8211; 136,5</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2017 &#8211; 172,9</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2019 &#8211; 213</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">*Referente aos produtores que vendem leite para indústrias, cooperativas ou queijarias e aos que processam a produção em agroindústria própria e legalizada.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Jornalista Taline Schneider</span></p>
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		<title>Rede Leite discute vazio forrageiro durante encontro em Augusto Pestana</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Apr 2019 22:14:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Produtores de leite de 11 municípios do Noroeste gaúcho discutiram nesta quinta-feira (25/04), no interior de Augusto Pestana, como extrair o potencial das forrageiras de verão e de inverno para manter constante a produção de leite, durante todos os meses do ano. O encontro, na propriedade da família Wildner, em Rincão dos Müller, foi promovido [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Produtores de leite de 11 municípios do Noroeste gaúcho discutiram nesta quinta-feira (25/04), no interior de Augusto Pestana, como extrair o potencial das forrageiras de verão e de inverno para manter constante a produção de leite, durante todos os meses do ano. O encontro, na propriedade da família Wildner, em Rincão dos Müller, foi promovido pelo Programa em Rede de Pesquisa-desenvolvimento em sistemas de produção com atividade leiteira no Noroeste do RS (Rede Leite).</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">&#8220;A proposta é reduzir o vazio forrageiro no outono e na primavera e manter constante a produção de leite no período em que o preço está em alta&#8221;, explicou o técnico da Emater/RS-Ascar, Fábio Júnior Toledo. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">O encontro teve apoio da prefeitura de Augusto Pestana, Comércio e Representações Agrícolas Relva Ltda, Camera, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Cresol, Atlântica Sementes, RC Hidroponic e Instituto Municipal de Ensino Assis Brasil (Imeab).</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">&#8220;Precisamos focar no setor primário. A produção de leite tem altos e baixos, às vezes, o preço cai, mas, na média, é positivo&#8221;, disse o prefeito Vilmar Zimmermann.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><strong><span style="color: #000000;">Forrageiras</span></strong><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">As forrageiras de verão, à mostra na propriedade do casal Márcia e Lucas Wildner, são: capim sudão, que germina bem em solos frios e é fácil de ser implantado; milheto, pasto com grande potencial de produção; sorgo, muito palatável aos animais. Completam a lista, as forrageiras de inverno: centeio temprano, por ser precoce está disponível quando as demais forrageiras ainda estão na fase de desenvolvimento; trigo, palatável e com alta qualidade; aveia branca e aveia ucraniana.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">&#8220;O desafio é oferecer folha verde para as vacas em lactação&#8221;, explicou o médico veterinário da Emater/RS-Ascar, Oldemar Weiller. &#8220;E todos os processos produtivos &#8211; escolha das espécies de forrageiras, adubação, sistema de pastoreio (rotativo ou rotatino) -, devem levar isto em conta, o que produz leite é a folha verde&#8221;, completou Weiller. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><strong><span style="color: #000000;">Rede Leite</span></strong><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Formalmente, fazem parte da Rede: Emater/RS-Ascar, Embrapa, Unicruz, Unijuí, Instituto Federal Farroupilha- campus Santo Augusto, Universidade Federal de Santa Maria (Ufsm), Coperfamiliar e Rede Dalacto.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">De acordo com a supervisora da microrregião da Emater/RS-Ascar de Ijuí, Márcia Barboza Breitenbach, nos últimos 13 anos, foram realizados, nessa microrregião, 75 eventos da Rede Leite. A microrregião de Ijuí engloba 12 municípios, nos quais foram implantadas 18 Unidades de Observação (UOs). </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A exemplo da propriedade dos Wildner, que sediou o encontro, nesta quinta-feira, as 50 UOs existentes no Noroeste do Estado são acompanhadas sistematicamente pela Rede Leite. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar Regional de Ijuí</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Jornalista Cleuza Noal Brutti</span></p>
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		<title>RS suspende decreto que incentivava a importação de leite de países do Mercosul</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Mar 2019 19:15:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesta sexta-feira (29) por pressão da UNICAFES/RS e entidades que compõem o Grupo de Trabalho na Assembleia Legislativa (GT do Leite) coordenado pelo deputado estadual Zé Nunes, o Governo do Estado publicou no diário oficial do Estado a medida que suspende por um ano o Decreto nº 53.019/2016 que incentivava a importação de leite de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Nesta sexta-feira (29) por pressão da UNICAFES/RS e entidades que compõem o Grupo de Trabalho na Assembleia Legislativa (GT do Leite) coordenado pelo deputado estadual Zé Nunes, o Governo do Estado publicou no diário oficial do Estado a medida que suspende por um ano o Decreto nº 53.019/2016 que incentivava a importação de leite de países do Mercosul com redução de ICMS, ou seja, a empresa/indústria que quisesse importar leite e transformá-lo em pó tinha um benefício de redução de impostos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Enquanto as nossas cooperativas com indústrias pagam 18% de ICMS para o leite adquirido dos <strong>produtores</strong> gaúchos, empresas que buscavam o leite fora do Brasil pagavam apenas 12%, prejudicando a nossa cadeia leiteira no Estado.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O Dep. Zé Nunes, destaca: “recebemos a notícia de que o governador Eduardo Leite atendeu nossa demanda, e prorrogou a suspensão do decreto que estimula a importação de leite no Estado. Esse foi um pleito do Grupo de Trabalho do Leite, que coordenamos aqui na Assembleia Legislativa, que pautou e enviou um ofício ao governo exigindo a suspensão do decreto.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Para Gervásio Plucinski, presidente da UNICAFES/RS, “essa é uma vitória da UNICAFES/RS que a tempos vem lutando pela cadeia leiteira, no entanto, a luta continua, pois queremos a revogação completa do decreto que estimula a importação de leite e queremos investimentos para o setor”.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><!--StartFragment-->UNICAFES/RS</span><!--EndFragment--></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Entidades realizam audiência com o MAPA sobre a  produção de leite</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Mar 2019 22:42:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Fim do antidumping para o leite em pó]]></category>
		<category><![CDATA[Produção de Leite]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 26 de fevereiro, a UNICAFES/RS, o Sindilat, Fetag, Apil, Emater, IGL, Fecoagro, Farsul, SEAPDR, Findesa, Famurs, Asamvat, Langiru, Avat e deputados federais, realizaram audiência com a Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento &#8211; MAPA, Tereza Cristina, sobre o tema leite. O Fim do antidumping para o leite em pó vindo da União Europeia [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">No dia 26 de fevereiro, a UNICAFES/RS, o Sindilat, Fetag, Apil, Emater, IGL, Fecoagro, Farsul, SEAPDR, Findesa, Famurs, Asamvat, Langiru, Avat e deputados federais, realizaram audiência com a Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento &#8211; MAPA, Tereza Cristina, sobre o tema leite.</span></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">O Fim do antidumping para o leite em pó vindo da União Europeia e Nova Zelândia;</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">A Flexibilização das Instruções Normativas do leite 76 e 77;</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;"> Compras públicas</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;"> Subsídio na energia elétrica.</span></strong></p>
<p><span style="color: #000000;">A Ministra assegurou à comitiva que o governo estuda a adoção de uma medida compensatória para que as importações de leite em pó da Europa e da Nova Zelândia não prejudiquem o setor lácteo brasileiro. A expectativa é de que nos próximos 30 dias seja efetivada uma política protetiva ao setor que constantemente passa por crises por não ter uma política definida.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A ministra Tereza Cristina também se comprometeu quanto às instruções normativas 76 e 77, repassando o pleito à Câmara Setorial do Leite e afirmou que recebeu pedidos semelhantes de outros estados. A Câmara Setorial do Leite será acionada em breve segundo garantiu a ministra, já que as INs estão previstas para vigorar a partir de 30 de maio e se ela entrar em vigor da maneira como estão, nem produtor e nem indústria tem condições de atender a alguns dispositivos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Sobre as compras governamentais de leite em pó com objetivo de retirar excedente do mercado a ministra garantiu que o tema está em discussão, mas não teve nenhum aceno concreto até o momento.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Quanto aos subsídios da energia elétrica que serão tirados gradualmente (20% a.a.) a comitiva reivindicou que o Governo reveja o decreto e o cancele para que o agricultor consiga continuar produzindo sem elevar os custos da produção.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: UNICAFES/RS</span></p>
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		<title>Cadeia produtiva do leite em perigo</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Feb 2019 17:16:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[FAESC condena o fim da tarifa antidumping para o leite importado A decisão do Governo Federal em retirar a tarifa antidumping aplicada sobre a importação de leite da União Europeia e da Nova Zelândia coloca sob ameaça a cadeia produtiva nacional, que pode entrar em colapso. A advertência foi feita hoje pelo presidente da Federação [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">FAESC condena o fim da tarifa antidumping para o leite importado</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A decisão do Governo Federal em retirar a tarifa antidumping aplicada sobre a importação de leite da União Europeia e da Nova Zelândia coloca sob ameaça a cadeia produtiva nacional, que pode entrar em colapso. A advertência foi feita hoje pelo presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), José Zeferino Pedrozo.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O Brasil aplicou o direito antidumping em fevereiro de 2001 e a medida vinha sendo a cada cinco anos renovada para proteger o setor lácteo brasileiro. As tarifas antidumping que estavam em vigência até o dia 5 de fevereiro eram de 3,9% para as importações originárias da Nova Zelândia e 14,8% para o produto procedente da União Europeia.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">As tarifas antidumping e o imposto de importação (28%) são os instrumentos de política fiscal que ajudam a evitar a entrada descontrolada de leite em pó, integral ou desnatado, não fracionado no Brasil.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Pedrozo justifica a necessidade da medida antidumping lembrando que o leite importado do Velho Mundo é altamente subsidiado pela Comunidade Europeia.  Além disso, o custo de produção do leite brasileiro é imensamente maior e a tributação no Brasil é extremamente mais elevada do que o leite estrangeiro. Um outro fator que retira a competitividade do produto nacional é a deficiência logística para captação, processamento e distribuição do leite e seus derivados nas bacias leiteiras do País.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“Tenho pena de quem produz leite no Brasil se a medida antidumping não for novamente adotada”, comenta o dirigente, observando que ficarão muito prejudicados os produtores rurais, cooperativas e os pequenos, médios e grandes laticínios.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O presidente da Faesc teme que o mercado interno seja inundado com leite importado em face do grande estoque de leite em pó existente atualmente na Comunidade Europeia. O excesso de importação de leite em pó dos países-membros do Mercosul – especialmente Argentina e Uruguai – já era um problema crônico a desestabilizar o mercado brasileiro.</span></p>
<p><span style="color: #444444;">Fonte: FAESC</span></p>
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		<title>Brasil é responsável por cerca de 7% do leite produzido no mundo</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jan 2019 11:41:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A posição do Brasil no cenário da produção de leite mostra uma performance competitiva no mercado internacional. Um estudo lançado no último dia 20 pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) revelou que o país é responsável por cerca de 7% do leite produzido no mundo e é o quinto maior produtor mundial. O compêndio Pecuária Leiteira: [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="box-correlated" style="color: #505050;">
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">A posição do Brasil no cenário da produção de leite mostra uma performance competitiva no mercado internacional. Um estudo lançado no último dia 20 pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) revelou que o país é responsável por cerca de 7% do leite produzido no mundo e é o quinto maior produtor mundial.</span></p>
</div>
<div class="text text-justify" style="color: #505050;">
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O compêndio Pecuária Leiteira: Análise dos Custos de Produção e da Rentabilidade nos Anos de 2014 a 2017 traz dados recolhidos em diversas localidades dos principais estados produtores: Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Goiás, Santa Catarina, São Paulo, Rondônia, Ceará e Rio Grande do Norte.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Segundo o documento, Minas Gerais é o maior estado produtor, com 27% da produção nacional, seguido dos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Goiás, Santa Catarina, São Paulo e Bahia, todos com média anual superior a um bilhão de litros.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Ainda de acordo com a publicação, a captação de leite é menor entre abril e junho, porém, praticamente constante durante todo o ano. “O produtor, ao tomar a decisão de captar, conhece os impactos do escoamento, do mercado, os custos de produção e o comportamento dos preços do leite e insumos utilizados no processo produtivo”, explica o superintendente de Informações do Agronegócio da Conab, Cleverton Santana.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Com relação ao comportamento dos preços recebidos pelos produtores, no período analisado, o predomínio de preços acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido em números-índices, indica que houve mais perdas do que ganhos reais. “Em geral, os produtores do Rio Grande do Norte, de Minas Gerais e de São Paulo recebem preços melhores do que os das demais Unidades da Federação”, afirma Cleverton. “De acordo com nossa análise, isso ocorre em função das condições de oferta e consumo em cada um desses estados, sendo que os menores preços recebidos foram dos produtores de Rondônia”.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Fonte: CONAB</span></p>
</div>
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		<title>Alimentação do rebanho é o maior problema da pecuária de leite no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Dec 2018 14:45:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A alimentação inadequada ou insuficiente do rebanho é responsável pelo baixo desempenho da produção brasileira de leite, especialmente nas pequenas e médias propriedades. O problema foi considerado o mais importante da pecuária leiteira nacional por técnicos e pesquisadores que atuam no Balde Cheio, programa da Embrapa que capacita profissionais da extensão rural. Dados do Instituto [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<p><span style="color: #000000;">A alimentação inadequada ou insuficiente do rebanho é responsável pelo baixo desempenho da produção brasileira de leite, especialmente nas pequenas e médias propriedades. O problema foi considerado o mais importante da pecuária leiteira nacional por técnicos e pesquisadores que atuam no <a href="https://www.embrapa.br/pecuaria-sudeste/transferencia-de-tecnologia/balde-cheio" target="_blank"><span style="color: #000000;">Balde Cheio</span></a>, programa da Embrapa que capacita profissionais da extensão rural.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: arial,sans-serif;">Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (</span><a href="http://www.ibge.gov.br" target="_blank"><span style="font-family: arial, sans-serif; color: #000000;">IBGE</span></a><span style="font-family: arial,sans-serif;">) apontam que o Brasil tem pouco mais de um milhão de propriedades leiteiras, responsáveis pela produção de 35 bilhões de litros de leite por ano. Segundo o pesquisador da </span><a href="https://www.embrapa.br/gado-de-leite" target="_blank"><span style="font-family: arial, sans-serif; color: #000000;">Embrapa Gado de Leite</span></a><span style="font-family: arial,sans-serif;"> Glauco Carvalho, apenas a metade desse contingente pode ser considerada de produtores comerciais (que entregam leite aos laticínios). “Embora o Brasil tenha fazendas com produtividade comparável à dos maiores países do mundo, a grande maioria dos produtores brasileiros tira em torno de 100 litros por dia”, diz o pesquisador. E são essas pequenas e médias propriedades que sofrem o problema da alimentação do rebanho.</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;">O Balde Cheio, programa que permitiu esse diagnóstico, completou 20 anos em 2018 e já atendeu cerca de dez mil pecuaristas. O pesquisador da <a href="https://www.embrapa.br/pecuaria-sudeste" target="_blank"><span style="color: #000000;">Embrapa Pecuária Sudeste</span></a> Artur Chinelato, idealizador do programa, já visitou centenas de propriedades no País e afirma que a alimentação dos animais é a principal responsável pela baixa produtividade das fazendas que ingressam no Balde Cheio. É tão comum que o cientista criou até uma brincadeira com os produtores que aumentam a produção quando corrigem a alimentação do rebanho: pedir perdão às vacas por as terem tratado tão mal.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A afirmação de Chinelato é compartilhada por todos os técnicos e pesquisadores do programa. O engenheiro-agrônomo Walter Miguel Ribeiro, coordenador do Balde Cheio em Minas Gerais pela Federação de Agricultura do Estado de Minas Gerais (<a href="http://www.faemg.org.br/" target="_blank"><span style="color: #000000;">FAEMG</span></a>), insiste em suas palestras que a genética só vai se tornar um gargalo quando a vaca estiver sendo alimentada com qualidade e quantidade suficientes.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“Às vezes a vaca não mostra sua qualidade genética em termos de produção de leite porque está passando fome”, alerta. Segundo Ribeiro, os produtores acreditam que, para produzir muito, o animal tem que comer ração; por isso, não se preocupam em ter um bom volumoso (capim, silagem, feno etc com bom teor de nutrientes) na propriedade ou mesmo água de qualidade. “Visitamos muitas fazendas onde os animais ainda bebem água em córregos ou em buracos cheios de lama”, relata ao frisar que em condições assim, o resultado da produção é influenciado diretamente.</span></p>
<p>Fonte: Embrapa Gado de Leite</p>
<p><!--EndFragment-->&nbsp;</p>
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		<title>Brasil tem novas regras para a produção de leite</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 23:37:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) fixou novas regras para a produção de leite no país, especificando os padrões de identidade e qualidade do leite cru refrigerado, do pasteurizado e do tipo A. As mudanças foram publicadas na edição de sexta-feira (30) no Diário Oficial da União, nas Instruções Normativas (INs) 76 e na 77. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="texto" class="texto col-xs-12" style="font-weight: 300;">
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) fixou novas regras para a produção de leite no país, especificando os padrões de identidade e qualidade do leite cru refrigerado, do pasteurizado e do tipo A. As mudanças foram publicadas na edição de sexta-feira (30) no Diário Oficial da União, nas Instruções Normativas (INs) 76 e na 77. Na IN 78, são definidos os critérios a serem seguidos nas provas de produção. As Normas entram em vigor em 180 dias, quando serão revogadas as instruções 51/2002, 22/2009, 62/2011, 07/2016 e 31/2018.</span></p>
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">A IN 76 trata das características e da qualidade do produto na indústria. Na IN 77, são definidos critérios para obtenção de leite de qualidade e seguro ao consumidor e que englobam desde a organização da propriedade, suas instalações e equipamentos, até a formação e capacitação dos responsáveis pelas tarefas cotidianas, o controle sistemático de mastites, da brucelose e da tuberculose.</span></p>
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">Em relação à identidade e qualidade, no caso do leite cru refrigerado foi mantida a contagem bacteriana máxima de 300 mil unidades por ml e 500 mil células somáticas por ml.. O produto não deve apresentar substâncias estranhas à sua composição, como agentes inibidores do crescimento microbiano, neutralizantes da acidez nem resíduos de produtos de uso veterinário.</span></p>
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">Segundo a responsável pelo Programa Nacional de Qualidade do Leite no Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa), Mayara Souza Pinto, “as normas têm como objetivo atualizar os critérios de produção e seleção de leite de qualidade, com foco nas boas práticas agropecuárias e na educação sanitária”.</span></p>
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">Com o novo regramento, os produtores poderão intensificar o controle na obtenção de leite, aplicando ferramentas de gestão de qualidade nas propriedades, incluindo manejo sanitário, refrigeração e estocagem, qualidade da água, uso racional de medicamentos veterinários, adoção de boas práticas de bem estar animal.</span></p>
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">A Rede Brasileira de Laboratórios da Qualidade do Leite (RBQL), credenciada junto ao Mapa e responsável pela análise do produto comercializado cru em todo o país passará também a oferecer capacitação ao pessoal responsável pela captação nos estabelecimentos industriais, o que propiciará a recepção com contagem bacteriana baixa e o consequente aumento do rendimento industrial e da qualidade do leite e de seus derivados.</span></p>
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">Na avaliação de Mayara Souza, “a implementação das normas permitirá avanço significativo nos índices de qualidade, o aumento da produtividade leiteira, a oferta de alimentos mais seguros à população e a queda de barreiras comerciais para exportação”.</span></p>
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">Os Estados e municípios que não dispõem de legislação específica e equivalente sobre qualidade deverão adotar essas normas como referência nos serviços de inspeção estaduais e municipais.</span></p>
</div>
<div class="fonte col-xs-12">
<p><span style="color: #000000;">Fonte: Mapa</span></p>
</div>
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		<title>Pecuária: Custos da produção leiteira aumentou</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jun 2018 01:19:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Índice Scot Consultoria de Custo de Produção da Pecuária Leiteira teve alta de 2,7% em maio, em relação a abril. Foi o quarto mês consecutivo de incremento no indicador. Desde fevereiro, início das altas, o aumento acumulado para a atividade leiteira foi de 7,2%. A alta de preço dos alimentos concentrados, com destaque para [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;"><strong>O Índice Scot Consultoria de Custo de Produção da Pecuária Leiteira teve alta de 2,7% em maio, em relação a abril. Foi o quarto mês consecutivo de incremento no indicador. Desde fevereiro, início das altas, o aumento acumulado para a atividade leiteira foi de 7,2%.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>A alta de preço dos alimentos concentrados, com destaque para o milho e o farelo de soja, além dos suplementos minerais, dos combustíveis e dos fertilizantes, foram os motivos do aumento no índice.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>A valorização do dólar, a maior movimentação para exportação (até antes da greve) e o clima adverso no país colaboraram para a alta de preços de alguns produtos. No mais, a greve contribuiu para “travar” o mercado de insumos, prejudicando o escoamento.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Em relação a igual período do ano passado, os custos da atividade estão 5,6% maiores.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Fonte: Scot Consultoria</strong></span></p>
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