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	<title>AgroCeleiro &#187; Preço do milho</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Preço do milho têm tendência de alta</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jun 2018 22:29:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A redução da produção de milho segunda safra em alguns Estados por causa da seca, principalmente no Paraná e Mato Grosso do Sul, deve pressionar para cima os preços do grão no país. “O milho já teve uma alta importante no 1º trimestre, porque consumidores estavam com dificuldade de encontrar o grão no mercado interno, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">A redução da produção de milho segunda safra em alguns Estados por causa da seca, principalmente no Paraná e Mato Grosso do Sul, deve pressionar para cima os preços do grão no país. “O milho já teve uma alta importante no 1º trimestre, porque consumidores estavam com dificuldade de encontrar o grão no mercado interno, o que deu boa sustentação. E, agora com a quebra da safrinha, isso deve continuar”, diz Ana Luiza Lodi, analista da INTL FCStone. A estimativa da consultoria é de que a segunda safra seja de 55,3 milhões de toneladas, 8,6% abaixo da previsão do início de maio e 17,8% menor do que os valores de 2016/2017.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Para o consultor Carlos Cogo, parte das altas por conta da quebra de safra já estão sendo precificadas nos contratos futuros da B3, mas, na medida em que a colheita avançar, isso pode se intensificar, dependendo dos resultados. De acordo com ele, nesse cenário, o tamanho dos estoques do grão fica em segundo plano. “Quanto os estoques vão cair já não é tão importante. O mercado vai ficar nervoso da mesma forma por ter uma redução de oferta nos principais supridores do segundo semestre. Mas claro que quanto menor o estoque final, maior a pressão de alta”.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Ana Luiza pondera que a procura também pode ser determinante no movimento dos preços. “Nossa estimativa é de que o consumo de milho para ração caia um pouco em relação ao ano passado e ainda precisamos ver como a indústria de carnes vai reagir aos últimos problemas [embargos e greve dos caminhoneiros]. Além disso, também é preciso ficar atento às exportações do segundo semestre, porque por mais que o preço seja alto, o câmbio contribui para a competitividade”. Segundo a analista, se a demanda mostrar sinais de fraqueza, isso pode segurar os preços do grão internamente.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: Portal DBO</span></p>
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		<title>Milho: Perspectivas de preço para 2018</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jan 2018 11:38:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Após safra brasileira 2016/17 recorde e consequente queda nos preços internos, a área de milho da temporada 2017/18 deve ser a menor desde 1976/77.  Segundo pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, além da menor rentabilidade com a cultura na última safra, a queda na área também está atrelada ao [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>Após safra brasileira 2016/17 recorde e consequente queda nos preços internos, a área de milho da temporada 2017/18 deve ser a menor desde 1976/77.</strong></span></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: verdana,geneva,sans-serif;"><span style="font-size: 14px;"> Segundo pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, além da menor rentabilidade com a cultura na última safra, a queda na área também está atrelada ao atraso na colheita da soja em algumas regiões brasileiras. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: verdana,geneva,sans-serif;"><span style="font-size: 14px;">Apesar disso, o alto estoque de passagem deve manter elevada a disponibilidade interna do cereal. Em termos mundiais, a menor produtividade deve reduzir a oferta do cereal, enquanto as transações internacionais devem crescer, o que pode favorecer as exportações brasileiras. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: verdana,geneva,sans-serif;"><span style="font-size: 14px;">De acordo com dados da Equipe de Custos do Cepea, houve aumento nas relações de troca de milho por alguns insumos nas principais regiões acompanhadas, devido, principalmente, às valorizações de fertilizantes e sementes em 2017. Atualmente, verifica-se atrasos nas compras de insumos para a segunda safra, indicando pouco interesse de produtores.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: verdana,geneva,sans-serif;"><span style="font-size: 14px;">A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima forte redução de 9,6% na área e de 17,8% da oferta de verão frente à temporada anterior. Assim, a área semeada com milho na safra verão 2017/18 seria a menor de toda a série histórica da Conab, iniciada na temporada 1976/77. A produtividade média é projetada, por enquanto, em cerca de 5,05 t/ha e a produção, em 25,05 milhões de toneladas.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: verdana,geneva,sans-serif;"><span style="font-size: 14px;">O consumo interno é estimado em 58,5 milhões de toneladas, aumento de 4,2% em relação à temporada anterior. A industrialização crescente do cereal, inclusive com novas iniciativas de produção de etanol, aliado ao pujante setor de produção de proteína animal criam a perspectiva de aumento do consumo interno.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: verdana,geneva,sans-serif;"><span style="font-size: 14px;">Em termos de transações externas, o USDA espera redução de 6,9%, para 151,4 milhões de toneladas. Com menor oferta interna, muitos importadores precisarão elevar as compras externas. Por enquanto, o USDA estima aumento nas exportações do Brasil e da Argentina e redução nas dos Estados Unidos. Assim, o Brasil seria o segundo maior exportador da temporada, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"><span style="font-size: 14px;">Para a Argentina, principal concorrente regional das exportações brasileiras, as estimativas oficiais apontam aumento na produção de milho na temporada 2017/18, o que pode trazer maior concorrência com as exportações brasileiras em 2018.</span></span><strong><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Fonte: Cepea</em></span></p>
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		<title>Previsão é de aumento no preço do milho</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/previsao-e-de-possivel-aumento-no-preco-do-milho/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Oct 2017 12:59:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Preços do milho podem reagir com eventual problema na safra da América do sul, diz analista. O cenário de preços baixos do milho no mundo pode sofrer alteração caso a safra na América do Sul apresente problemas relevantes e haja menor disponibilidade do cereal, disse a INTL FCStone no relatório &#8220;Perspectivas para Commodities&#8221;, divulgado hoje. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4><span style="color: #000000;">Preços do milho podem reagir com eventual problema na safra da América do sul, diz analista.</span></h4>
<p><span style="color: #000000;">O cenário de preços baixos do milho no mundo pode sofrer alteração caso a safra na América do Sul apresente problemas relevantes e haja menor disponibilidade do cereal, disse a INTL FCStone no relatório &#8220;Perspectivas para Commodities&#8221;, divulgado hoje. &#8220;Com as lavouras do Hemisfério Norte já em fases finais, as atenções nos próximos três meses devem ficar centradas na safra da América do Sul, em período de plantio&#8221;, explicou no documento a analista de Mercado da INTL FCStone, Ana Luiza Lodi.</span><br style="color: #444444;" /><br style="color: #444444;" /><span style="color: #000000;">Segundo a consultoria, a estimativa é de que a área plantada na Argentina com o cereal cresça quase 6% ante a do ciclo 2016/17, alcançando 5,4 milhões de hectares. O crescimento deve se dar apesar da ampla oferta e da pressão sobre os preços do milho no País, porque as exportações argentinas do cereal não são taxadas como as de soja, diz a FCStone. O plantio já está em pleno andamento em algumas regiões e por ora as condições climáticas são favoráveis, mesmo com as chuvas que caem em algumas áreas.</span><br style="color: #444444;" /><br style="color: #444444;" /><span style="color: #000000;">No Brasil, a consultoria reforçou previsão de queda de cerca de 10% da área da safra verão 2017/18, assim como de uso de áreas cultivadas com milho no ciclo passado para o plantio de soja neste. O movimento é estimulado pela ampla oferta no mercado interno e por preços em baixa. A FCStone também reafirmou previsão de produção na 1ª safra 20% menor que na 2016/17, porque &#8220;dificilmente a produtividade do ciclo 2016/17 será repetida neste ano&#8221;.</span><br style="color: #444444;" /><br style="color: #444444;" /><span style="color: #000000;">A consultoria reportou que a semeadura do milho verão 2017/18 está adiantada no Rio Grande do Sul e atrasada em outros Estados, em virtude do tempo seco no Centro-Sul do País até o fim de setembro. &#8220;Estes atrasos podem incentivar uma redução ainda maior da área de verão do cereal&#8221;, diz Ana Luiza. A analista ponderou que as exportações aquecidas no segundo semestre têm impacto positivo, mas limitado nos preços, por causa da elevada disponibilidade de milho. Se as vendas externas do cereal do ciclo 2016/17 chegarem a 30 milhões de toneladas, os estoques finais devem ser de 20 milhões de t, estima a consultoria. &#8220;Por mais que o Brasil possa exportar volumes bem maiores que este, a oferta de outros exportadores, como EUA, Argentina e Ucrânia, também está elevada&#8221;, disse a FCStone.</span></p>
<p>canalrural.com.br</p>
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		<title>Mercado do milho, perspectiva de preço a médio prazo</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/mercado-do-milho-perspectiva-de-preco-a-medio-prazo/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Aug 2017 13:15:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para presidente da Abramilho, cenário baixista deve continuar pressionando cotações no mercado interno por algum tempo Depois da disparada de preços no ano passado, os produtores de milho têm  em 2017 um ano desafiador. A expectativa de safra recorde e a sobrecarga nos estoques do grão em diversas regiões no país têm derrubado o preço do [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4 class="row f16 pb0" style="font-weight: 500; color: #000000;"><span id="lblChamada">Para presidente da Abramilho, cenário baixista deve continuar pressionando cotações no mercado interno por algum tempo</span></h4>
<p style="color: #000000;">Depois da disparada de preços no ano passado, os produtores de milho têm  em 2017 um ano desafiador. A expectativa de safra recorde e a sobrecarga nos estoques do grão em diversas regiões no país têm derrubado o preço do milho desde o início do ano.</p>
<p style="color: #000000;">De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq USP), a saca de 60 kg do grão ficou cotada em R$ 26,97 no dia 17 de agosto em Campinas, SP, quase 40% menos do que os R$ 44,59 de igual período do ano passado.</p>
<p style="color: #000000;">Para Sérgio Bortolozzo, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), o cenário não deve ser revertido a curto prazo e as exportações têm surgido como a única esperança dos produtores. “Não temos saída. O mercado está saturado e as vendas externas são nossa única salvação no momento”, destacou.</p>
<p style="color: #000000;">No entando, Bertolozzo afirma que algumas ações dos setores público e privado tendem a evitar essa oscilação no preço nas próximas safras. “Os leilões da Conab têm ajudado muito os produtores do Centro-Oeste no escoamento de sua produção, principalmente os de Pepro, em função do gargalo da logística e da infraestrutura do país”.</p>
<p style="color: #000000;">Segundo projeções da Conab, é esperado que o país produza <a href="http://www.portaldbo.com.br/Agro-DBO/Noticias/Supersafra-deve-atingir-238-milhoes-de-t/21758"><span style="color: #0000cd;"><strong style="font-weight: bold;">97,2 milhões de toneladas de milho na safra 2016/2017</strong></span></a>, 46,1% acima da safra 2015/2016. A expectativa de safra recorde tem causado um colapso nos armazéns de todo o país, principalmente no Centro-Oeste. Em Mato Grosso, maior produtor nacional do grão, alguns agricultores têm empilhado o grão a céu aberto por não ter mais onde armazená-lo.</p>
<div class="row" style="color: #000000;">Fonte: Portal DBO</div>
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		<title>Preço do milho ainda segue em desvalorização, mas pode mudar com avanço nas exportações</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Aug 2017 14:29:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com as exportações em processo acelerado, o preço do milho ainda continua em baixa. Segundo a Scot Consultoria, os produtos embarcados em julho aumentaram 96,7% em relação ao mesmo período que o ano passado.  Segundo analistas, a expectativa é de cotações fiquem mais firmes para o milho no mercado brasileiro, puxadas pelas exportações aquecidas. Mas, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #444444;">Com as exportações em processo acelerado, o preço do milho ainda continua em baixa. Segundo a Scot Consultoria, os produtos embarcados em julho aumentaram 96,7% em relação ao mesmo período que o ano passado. </span></p>
<p><span style="color: #444444;">Segundo analistas, a expectativa é de cotações fiquem mais firmes para o milho no mercado brasileiro, puxadas pelas exportações aquecidas. Mas, este desempenho vai depender do câmbio.</span><br style="color: #444444;" /><br style="color: #444444;" /><strong style="color: #444444;">Cotação</strong><br style="color: #444444;" />Na região sul do Brasil, as cotações também seguem em estável.  No Rio Grande do Sul, a comercialização para a saca do milho está a R$ 21,58 nesta quinta-feira (03). No Paraná, os preços apresentou uma queda neste mês, sendo cotado a R$ 18,64 a saca com 60 quilos. Em Santa Catarina, a cotação permaneceu em estável, sendo vendido a R$ 22,35 a saca.</p>
<p><span style="color: #444444;">Em Mato Grosso, o preço da saca do milho ainda segue em desvalorização, registrando uma queda de 7,3% nesta primeira semana de agosto, sendo cotado a R$ 12,22 a saca com 60 quilos. </span><br style="color: #444444;" /><br style="color: #444444;" /><span style="color: #444444;">Já em Mato Grosso do Sul, a cotação para o milho é de R$ 15,97. </span><br style="color: #444444;" /><br style="color: #444444;" />portalagronoticias.com.br</p>
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