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	<title>AgroCeleiro &#187; Preço do leite</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>preços do leite caindo em outubro e alta dos custos acendem alerta</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2020 14:35:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Depois de quatro meses em elevação, o preço do leite pago ao produtor do Rio Grande do Sul deve cair 5,18% em outubro frente a setembro, de acordo com o Conseleite. A previsão é de que o valor de referência médio recue de R$ 1,6327 para R$ 1,5482. Apesar da redução, os valores seguem em patamares acima [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: 300;">Depois de quatro meses em elevação, o preço do leite pago ao produtor do Rio Grande do Sul deve cair 5,18% em outubro frente a setembro, de acordo com o </span><a style="font-weight: 300; color: #428bca;" href="http://conseleite.com.br/"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Conseleite.</strong></span></a><span style="font-weight: 300;"> A previsão é de que o valor de referência médio recue de R$ 1,6327 para R$ 1,5482. Apesar da redução, os valores seguem em patamares acima dos praticados em anos anteriores, motivados pela alta de custos no campo e na indústria.</span></span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O temor do setor é com o impacto dessa retração de preços frente à elevação de custos de insumos. Além dos grãos, há diversos outros itens com cotações sendo reajustadas rotineiramente, como embalagens, ingredientes e medicamentos.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Também há preocupação, alertou o presidente do Conseleite, Rodrigo Rizzo, com a falta de itens essenciais para manter a produção, já que produtores relatam dificuldade para aquisição de produtos básicos como o milho, por exemplo. “Ainda estamos sofrendo os efeitos da seca do último verão e isso se agrava com o alerta de La Niña”, diz.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O vice-presidente do Conseleite, Alexandre Guerra, ponderou que a redução do auxílio emergencial de R$ 600 para R$ 300 já traz impacto no mercado, além do aumento das importações de lácteos.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo Guerra, as aquisições de leite importado passaram de um patamar de 10 mil toneladas por mês, antes da pandemia, para mais de 23 mil toneladas em setembro. “Estivemos em reunião com o Ministério da Agricultura e pedimos para que o tema seja monitorado porque as importações estão vindo com mais força”, alerta.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Guerra sinalizou que a alta do preço no mercado interno tornou os importados mais competitivos mesmo com a valorização cambial. Com maior escala por propriedade, Argentina e Uruguai, por exemplo, vêm conseguindo reduzir custos.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O professor da Universidade de Passo Fundo (UPF) Marco Antonio Montoya afirma que há uma correlação direta entre o comportamento dos preços no Rio Grande do Sul e o verificado em outros estados, como Santa Catarina e Paraná, que também sinalizam retração para outubro.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Canal Rural</span></p>
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		<title>Pastagens de inverno e preço amenizam momento do produtor de leite</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2020 16:28:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A chegada do inverno e o retorno das chuvas trazem alento ao produtor de leite que teve perdas com a estiagem no Rio Grande do Sul desde o final do ano passado. Com o desenvolvimento das pastagens no campo, os criadores podem alimentar seus animais de forma a economizar com a silagem de milho, que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #292929; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A chegada do inverno e o retorno das chuvas trazem alento ao produtor de leite que teve perdas com a estiagem no Rio Grande do Sul desde o final do ano passado. Com o desenvolvimento das pastagens no campo, os criadores podem alimentar seus animais de forma a economizar com a silagem de milho, que foi prejudicada com a seca.</span></p>
<p style="color: #292929; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para o presidente da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando), Marcos Tang, os produtores estão conseguindo se utilizar das pastagens de forma a alimentar o gado, economizando silagem e ajudando na redução dos custos na pecuária leiteira. “Chamamos a atenção para a otimização máxima destas pastagens para que possamos utilizá-las em rotação e as vacas possam voltar no mesmo piquete de sete a dez dias e poupar a silagem que foi muito reduzida e, assim, diminuir os custos”, salienta.</span></p>
<p style="color: #292929; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Outro fator tem sido o incremento dos preços, já com referência de R$ 1,37 o litro ao produtor. Tang lembra também que com a pandemia causada pelo Coronavírus (Covid-19) houve aumento dos produtos lácteos. “É um alento ao produtor. A estiagem no leite não é sentida em um mês, mas sim em um ou dois anos. No momento em que se tem um aumento do preço do produto e diminuição nos custos com as pastagens, conseguimos ajudar a impulsionar o setor. O produtor de leite é um apaixonado, mas precisamos ter o direito de ter lucro na nossa propriedade”, complementa.</span></p>
<p style="color: #292929; text-align: justify;">Fonte: Gadolando</p>
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		<title>Câmara Setorial do Leite une-se por pedido de crédito para o produtor e a indústria</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Apr 2020 13:26:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Setor lácteo gaúcho busca linhas de crédito oficiais que viabilizem manutenção da atividade no neste período de pandemia. Representantes dos produtores, das indústrias e da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) se reuniram nesta terça-feira (14) em videoconferência da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Leite. O principal pleito foi a oferta de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 300;">Setor lácteo gaúcho busca linhas de crédito oficiais que viabilizem manutenção da atividade no neste período de pandemia.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;">Representantes dos produtores, das indústrias e da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) se reuniram nesta terça-feira (14) em videoconferência da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Leite. O principal pleito foi a oferta de linhas de crédito oficiais que viabilizem a manutenção da atividade no setor lácteo gaúcho neste período de pandemia do coronavírus.</p>
<p style="font-weight: 300; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;">As indústrias reivindicam crédito para estoques e capital de giro tendo em vista que alguns clientes, principalmente do setor de food service, estão solicitando prorrogação dos pagamentos em virtude da suspensão de operações com a quarentena. “As empresas estão solicitando mais prazo. A indústria está entre o produtor e o varejista e não quer repassar esse custo. Temos que achar equilíbrio para manter a estabilidade do setor”, frisou o presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do RS (Sindilat), Alexandre Guerra. Segundo ele, é essencial que o produtor também tenha acesso a essas linhas de crédito de forma a assegurar a manutenção de sua atividade e renda no campo.</p>
<p style="font-weight: 300; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;">O secretário da agricultura solicitou um levantamento do volume de recursos necessários e das condições que tornariam essas linhas de crédito viáveis ao setor. Segundo ele, outros segmentos do agronegócio já solicitaram demandas semelhantes e isso precisará ser tratado junto aos bancos ligados ao governo do Estado. Covatti ficou de agendar uma reunião entre o setor lácteo e representantes do Banrisul e Badesul para tratar da questão.</p>
<p style="font-weight: 300; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;">O secretário Covatti Filho ainda citou a compra governamental de cestas básicas, o que será feito por meio de recursos da merenda escolar. A aquisição dos kits – que conterão leite em pó – deve auxiliar pelo menos algumas empresas do setor que serão contempladas diretamente.</p>
<p style="font-weight: 300; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;">Coordenada pelo diretor-tesoureiro do Sindilat, Jéferson Smaniotto, a reunião ainda tratou da necessidade de isenções tributárias (Pis/Cofins) sobre adubos, sementes  e medicamentos veterinários. O presidente do Fundesa, Rogério Kerber, citou que a isenção do ICMS que, inicialmente iria até 30 de abril, foi estendida pelo Confaz até 31 de dezembro de 2020. Smaniotto ainda lembrou que é essencial desburocratizar o limite de crédito de forma a permitir que o produtor que já tem seu Pronaf comprometido possa ter linha especial para passar esse momento, principalmente com estiagem.</p>
<p style="font-weight: 300; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;">O setor lácteo também abordou a necessidade de Prêmio de Escoamento da Produção (PEP) para viabilizar a liberação dos altos estoques que se acumulam principalmente nas queijarias gaúchas. “Foram setores impactados duramente pela parada do setor de food service”, alertou Guerra.</p>
<p style="font-weight: 300; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;">Participaram da videoconferência: Sindilat, AGL, Fetag, Ciepel/Simers, Farsul, Fundesa, Senar, Fecoagro, Emater e Seapdr.</p>
<p style="font-weight: 300; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;">SEAPDR</p>
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		<title>Preço do leite deve subir no curto prazo, diz Cepea</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jan 2020 17:18:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A oferta de leite no mercado brasileiro deve seguir limitada em 2020, especialmente no primeiro trimestre. A projeção do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) indica que esse fato pode sustentar o preço pago ao produtor em patamar mais elevado. “Essa perspectiva está fundamentada na possível alta dos custos de produção e no recente maior [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: 300;">A oferta de leite no mercado brasileiro deve seguir limitada em 2020, especialmente no primeiro trimestre. A projeção do </span><a style="font-weight: 300; color: #428bca;" href="https://www.cepea.esalq.usp.br/br"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)</strong></span></a><span style="font-weight: 300;"> indica que esse fato pode sustentar o preço pago ao produtor em patamar mais elevado. “Essa perspectiva está fundamentada na possível alta dos custos de produção e no recente maior abate de matrizes”, comenta a entidade em relatório.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 300; color: #000000;">No caso dos custos de produção, os preços do milho e do farelo de soja, componentes da ração, têm subido no mercado brasileiro. O aumento dos valores do milho está atrelado ao forte ritmo das exportações do cereal. Há também que se considerar que, num cenário de incentivo à produção de combustíveis renováveis, o milho tem sido cada vez mais utilizado para a produção de etanol, o que pode reforçar o movimento de valorização desse cereal.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quanto ao farelo, a demanda do setor pecuário pelo derivado de soja pode se aquecer neste ano, resultando em altas nos preços. Além disso, o dólar em patamar elevado aumenta o interesse pela comercialização desses insumos no mercado externo. Para o Cepea, esse cenário pode prejudicar a relação de troca do pecuarista, principalmente no primeiro semestre.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em relação ao abate de matrizes, a alta no preço da arroba do boi gordo no encerramento de 2019 levou muitos produtores a mandarem precocemente fêmeas para o abate. “Também deve-se levar em conta que, dada a alta nos preços dos bezerros, é possível que produtores de leite invistam na criação destes animais e passem a destinar maior parte da produção de leite para a sua alimentação”, afirma o Cepea.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Tendência</strong></span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Diante desse cenário, o Cepea comenta que este ano pode ser difícil para a recuperação da produção. “É importante lembrar também que, com a valorização do dólar, as importações de leite em pó são desestimuladas, o que pode diminuir a disponibilidade de leite às indústrias”, diz o relatório. O levantamento do Cepea mostra que, neste início de ano, a concorrência entre empresas para garantir a compra de matéria-prima e abastecer seus estoques têm se elevado, resultando em altas de preços.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A entidade afirma que a dificuldade em se elevar a produção tem se mostrado como um gargalo estrutural para o setor. A principal limitação ao pecuarista é realizar investimentos de longo prazo frente às incertezas no curto prazo, o que inclui a volatilidade das cotações. Estas, por sua vez, dependem de um delicado equilíbrio entre a oferta no campo e o consumo de derivados lácteos. Em 2019, por exemplo, a previsibilidade do mercado foi afetada por duas forças antagônicas: oferta enxuta e retração da demanda – as quais levaram a uma curva de preços atípica no ano passado.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ainda que as expectativas para a produção em 2020 sejam cautelosas, é importante ressaltar que a perspectiva de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) acima de 2% é um fator positivo para diminuir as incertezas.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Como o consumo de lácteos está diretamente ligado ao aumento da renda, o crescimento econômico pode melhorar as margens da indústria (espremidas em 2019) e permitir que os preços ao produtor se mantenham em patamares elevados, mas mais alinhados ao padrão sazonal”, projeta</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;">Fonte<a href="https://www.canalrural.com.br/noticias/pecuaria/leite/preco-do-leite-deve-subir-no-curto-prazo-diz-cepea/?utm_content=112674808&amp;utm_medium=social&amp;utm_source=facebook&amp;hss_channel=fbp-117478018309485" target="_blank">: Canal Rural</a></p>
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		<title>Leite: oferta limitada freia queda de preços em novembro</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Dec 2019 16:38:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O preço pago ao produtor em novembro (referente ao volume captado em outubro) foi de R$ 1,3493/litro na “Média Brasil” líquida, leve queda de 1,04% frente ao mês anterior. O movimento de desvalorização do leite no campo está atrelado ao aumento da produção, devido ao período sazonal de maior disponibilidade de forragens na primavera. No [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #505050; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O preço pago ao produtor em novembro (referente ao volume captado em outubro) foi de R$ 1,3493/litro na “Média Brasil” líquida, leve queda de 1,04% frente ao mês anterior. O movimento de desvalorização do leite no campo está atrelado ao aumento da produção, devido ao período sazonal de maior disponibilidade de forragens na primavera. No entanto, o atraso das chuvas no Sudeste e Centro-Oeste – que limitou a recuperação da produção – e a competição entre indústrias por matéria-prima neste período evitaram que as cotações não despencassem, assim como observado em anos anteriores.</span></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Índice de Captação de Leite (ICAP-L) subiu apenas 0,55% na “Média Brasil” de setembro para outubro, muito abaixo do esperado para o período. Além do atraso das chuvas no Sudeste e Centro-Oeste, agentes consultados pelo Cepea destacaram que a saída de produtores da atividade e a maior cautela em realizar investimentos, somado ao aumento dos preços dos grãos, diminuíram o potencial de crescimento da oferta nesse período.</span></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Com oferta limitada no último trimestre, o comportamento dos preços neste ano segue atípico. O intenso recuo que sazonalmente se observa no final do ano pode não ocorrer. Segundo agentes do setor, há grandes chances de a captação de novembro, cujo pagamento será feito em dezembro, ficar praticamente estável. Deve-se levar em conta que a produção do Sul do País tende a cair a partir de novembro. Ademais, os preços atrativos no mercado de corte têm incentivado o abate de vacas e podem, nos próximos meses, levar à destinação de parte da produção de leite para a alimentação de bezerros.</span></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte:</span> <a href="https://www.cepea.esalq.usp.br/br/releases/leite-cepea-oferta-limitada-freia-queda-de-precos-em-novembro.aspx" target="_blank">CEPEA</a></p>
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		<title>Preço do leite tem leve elevação em novembro no RS</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Nov 2019 13:12:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O valor de referência do leite projetado para o mês de novembro teve leve alta no Rio Grande do Sul. Segundo dados divulgados nesta terça-feira 19, durante reunião do Conseleite, realizada na sede da Fetag-RS, em Porto Alegre (RS), o valor estimado para o mês é de R$ 1,1038, 0,85% acima do consolidado do mês [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #444444; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O valor de referência do leite projetado para o mês de novembro teve leve alta no Rio Grande do Sul. Segundo dados divulgados nesta terça-feira 19, durante reunião do Conseleite, realizada na sede da Fetag-RS, em Porto Alegre (RS), o valor estimado para o mês é de R$ 1,1038, 0,85% acima do consolidado do mês de outubro, que fechou em R$ 1,0945.</span></p>
<p style="color: #444444; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo o professor da UPF – instituição responsável pelo estudo – Eduardo Finamore, a maioria dos produtos que compõem o mix apresentou elevação de preços, registrando alta de 1,63% no UHT e 2,04% no pó, por exemplo. A tendência para o fim do ano, segundo Finamore, é de estabilidade do preço do leite no estado.</span></p>
<p style="color: #444444; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Durante a reunião, os representantes do setor lácteo ainda debateram os avanços na qualidade do leite gaúcho e os ajustes realizados pelo Ministério da Agricultura nos critérios de exclusão de produtores em função das novas exigências impostas pelas INs 76 e 77 no campo. Agora, o resultado obtido na última amostra pode se sobrepor à média dos três últimos meses se ela indicar melhora nas condições do produto coletado.</span></p>
<p style="color: #444444; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O vice-presidente do Conseleite, Pedrinho Signori, disse que a conquista reconhece o esforço dos produtores que estão melhorando seu escore de CBT, uma mudança que ganhou força nos últimos meses no campo. “Foi um pedido encaminhado pelo Conseleite na reunião de outubro e que representa a sensibilidade do Mapa em relação ao produtor que está melhorando suas práticas de manejo e produção.”</span></p>
<p style="color: #444444; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Representando as indústrias, o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, comemorou a medida, uma vez que o sindicato vem trabalhando ao longo de todo o ano de 2019 na orientação do produtor pelo interior do RS. “Com essa mudança, os índices de conformidade dos produtores que entregam leite as nossas indústrias aumentou muito. Não queremos ver ninguém de fora e estamos trabalhando para isso”, completou João Seibel, executivo da Cooperativa Santa Clara.</span></p>
<p style="color: #444444; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Conseleite</span></p>
<p style="color: #444444; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold; font-style: inherit;"><em style="font-weight: inherit; font-style: italic;"> </em></strong></span></p>
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		<title>Leite: preço pago ao produtor fica estável</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Oct 2019 02:57:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pesquisa foi feita pela Scot Consultoria em 18 estados brasileiros Após dois meses de queda, o preço de leite pago ao produtor apresentou estabilidade em setembro – referente à matéria-prima entregue em agosto –, de acordo com pesquisa da Scot Consultoria em 18 estados brasileiros. A média ficou em R$ 1,20 por litro, desconsiderando frete. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4 class="call" style="font-weight: 500; color: #888888; text-align: justify;"><strong>Pesquisa foi feita pela Scot Consultoria em 18 estados brasileiros</strong></h4>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><strong>Após dois meses de queda, o preço de leite pago ao produtor apresentou estabilidade em setembro – referente à matéria-prima entregue em agosto –, de acordo com pesquisa da Scot Consultoria em 18 estados brasileiros. A média ficou em R$ 1,20 por litro, desconsiderando frete. Já o índice que inclui bonificações subiu 0,8% em relação ao mês de agosto.</strong></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><strong>Conforme análise da consultoria, o ritmo de incremento na produção das principais bacias leiteiras tem sido menor que em outros anos, em razão do atraso nas chuvas, da alta no custo do milho e da redução dos investimentos. Dessa forma, a concorrência entre os laticínios no Brasil central e na região Sudeste segue firme neste início de safra, segurando as cotações.</strong></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><strong>A previsão dos laticínios é de que os pagamentos de outubro sejam parecidos. Enquanto 37% dos laticínios pesquisados falam em queda, 58% acreditam na manutenção das cotações e 5% estimam alta – esses últimos localizados apenas na região Nordeste.</strong></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><strong>Já em novembro a situação é outra: chuvas mais regulares e bem distribuídas tendem a melhorar as condições das pastagens e elevar a oferta no mercado, derrubando os preços, informa a Scot. Em São Paulo, Minas Gerais e Goiás, por exemplo, aumentou o número de laticínios que estimam queda na remuneração da produção. Na região Sul, por outro lado, o mercado confia na estabilidade.</strong></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="https://canalrural.uol.com.br/noticias/pecuaria/leite/leite-preco-pago-estavel-setembro/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">Canal Rural</span></a></strong></p>
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		<title>CNA promoveu debate com empresas habilitadas à exportação para China</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Sep 2019 03:23:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Atendendo a uma demanda da Aliança Láctea Sul Brasileira (ALSB), a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realizou reunião na quinta-feira (19/9) para debater os desafios da exportação de lácteos brasileiros para a China.  A China é o maior importador de lácteos do mundo e abertura desse mercado é de suma importância para [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #222222; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Atendendo a uma demanda da Aliança Láctea Sul Brasileira (ALSB), a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realizou reunião na quinta-feira (19/9) para debater os desafios da exportação de lácteos brasileiros para a China. </span></p>
<p style="color: #222222; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A China é o maior importador de lácteos do mundo e abertura desse mercado é de suma importância para a valorização da indústria de laticínios do Brasil. Segundo o coordenador-geral da ALSB, Airton Spies, o encontro tem o objetivo de sanar possíveis dúvidas das empresas aptas à exportação para a China. &#8220;Os 24 estabelecimentos habilitados para a exportação foram convidadas a participar da reunião que contará com o diretor da Candor Partner Trading, Bruno Trombelli, que dará dicas de como acessar esse mercado chines&#8221;.</span></p>
<p style="color: #222222; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">De acordo com o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, a exportação é a melhor forma de escoar o volume excedente de leite no Brasil e recuperar o crescimento da produção  &#8220;O mercado chinês é um gigante mas, para dar certo, é necessário que haja o apoio do Governo Federal&#8221;, ressalta.  Uma das sugestões do Sindilat é que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) agilize a normatização do Prêmio de Escoamento da Produção (PEP) para que tanto o produtor quanto a indústria consigam enfrentar os altos custos de produção e infraestrutura que o Brasil possui. &#8220;Sem apoio, o setor brasileiro de lácteos não conseguirá ser exportador e corre sério risco de se tornar importador, causando  um grande problema social, pois é um setor que conta com mais de 1.200.000 famílias envolvidas na atividade leiteira&#8221;, afirma Palharini.</span></p>
<p style="color: #222222; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para o presidente da Câmara Setorial do Leite e Derivados, Ronei Volpi, a cadeia produtiva precisa de adequar às demandas do mercado externo para que a exportação de lácteos brasileiros seja uma constante. &#8220;A exportação irá fortalecer o nosso setor&#8221;. </span></p>
<p style="color: #222222; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Assessoria de Imprensa Sindilat.</span></p>
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		<title>Leite: preço ao produtor registra alta de 2 centavos em maio</title>
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		<pubDate>Thu, 30 May 2019 19:00:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O preço do leite ao produtor registrou a quinta alta consecutiva em maio, chegando a R$ 1,5175/litro na “Média Brasil” líquida¹, aumento de 2 centavos (ou de 1,7%) frente a abril, segundo levantamento do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. A média de maio foi 15,6% superior à do mesmo mês [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><span style="font-size: 14px;">O preço do leite ao produtor registrou a quinta alta consecutiva em maio, chegando a R$ 1,5175/litro na “Média Brasil” líquida¹, aumento de 2 centavos (ou de 1,7%) frente a abril, segundo levantamento do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. A média de maio foi 15,6% superior à do mesmo mês de 2018, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IPCA de abril/19). Desde o início do ano, os preços do leite ao produtor já subiram 20,4%. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><span style="font-size: 14px;">É importante observar que, ao longo de 2019, os valores do leite no campo têm atingido os maiores patamares da série do Cepea para os respectivos meses. O preço médio de janeiro a maio de 2019 supera em 25,3% o do mesmo período do ano passado, em termos reais. A expressiva valorização do leite ao produtor está atrelada à oferta limitada no campo e à maior competição entre indústrias para garantir a compra de matéria-prima. O Índice de Captação Leiteira do Cepea (ICAP-L) caiu 0,7% de março para abril e já acumula recuo de 9,8% desde o início do ano.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><span style="font-size: 14px;">Para o pecuarista, o momento é de aumento das margens. Segundo pesquisas do Cepea, o aumento do Custo Operacional Efetivo (COE), que considera os desembolsos correntes das propriedades leiteiras, foi de apenas 0,57% no acumulado da “média Brasil” de janeiro a abril, muito abaixo da alta verificada na receita.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><span style="font-size: 14px;">No entanto, os laticínios enfrentam dificuldades em repassar a alta da matéria-prima para o consumidor. As médias de preços do leite UHT e do queijo muçarela de janeiro a maio deste ano estão, respectivamente, 7,5% e 9,8% superiores às do mesmo período de 2018, em termos reais. Desde o início do ano, a cotação média da muçarela negociada entre indústrias e atacado do estado de São Paulo teve alta acumulada de apenas 3%, mas atingiu patamares muito acima dos verificados em anos anteriores. Por outro lado, o leite UHT se valorizou em 20,8% no acumulado de 2019, mas os patamares de preços continuam próximos dos negociados em 2018.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><span style="font-size: 14px;">No atual contexto de estagnação econômica e de consumo fragilizado, observa-se concorrência acirrada entre os laticínios para a venda de derivados, além de elevada pressão dos canais de distribuição para reduções nos preços dos lácteos. Com margens espremidas, as indústrias devem pressionar o segmento produtivo nos próximos meses. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><span style="font-size: 14px;">Diante desse cenário, é importante que o pecuarista se mantenha informado e aproveite o momento de melhor receita para se planejar com cautela. Também é essencial que a relação entre produtor e indústria se fortaleça para evitar que as especulações e ruídos de informação prejudiquem as atividades no longo prazo. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><span style="font-size: 14px;">Fonte: </span></span><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><span style="font-size: 14px;">CEPEA</span></span></p>
<p><!--EndFragment--></p>
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		<title>RS suspende decreto que incentivava a importação de leite de países do Mercosul</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Mar 2019 19:15:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesta sexta-feira (29) por pressão da UNICAFES/RS e entidades que compõem o Grupo de Trabalho na Assembleia Legislativa (GT do Leite) coordenado pelo deputado estadual Zé Nunes, o Governo do Estado publicou no diário oficial do Estado a medida que suspende por um ano o Decreto nº 53.019/2016 que incentivava a importação de leite de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Nesta sexta-feira (29) por pressão da UNICAFES/RS e entidades que compõem o Grupo de Trabalho na Assembleia Legislativa (GT do Leite) coordenado pelo deputado estadual Zé Nunes, o Governo do Estado publicou no diário oficial do Estado a medida que suspende por um ano o Decreto nº 53.019/2016 que incentivava a importação de leite de países do Mercosul com redução de ICMS, ou seja, a empresa/indústria que quisesse importar leite e transformá-lo em pó tinha um benefício de redução de impostos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Enquanto as nossas cooperativas com indústrias pagam 18% de ICMS para o leite adquirido dos <strong>produtores</strong> gaúchos, empresas que buscavam o leite fora do Brasil pagavam apenas 12%, prejudicando a nossa cadeia leiteira no Estado.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O Dep. Zé Nunes, destaca: “recebemos a notícia de que o governador Eduardo Leite atendeu nossa demanda, e prorrogou a suspensão do decreto que estimula a importação de leite no Estado. Esse foi um pleito do Grupo de Trabalho do Leite, que coordenamos aqui na Assembleia Legislativa, que pautou e enviou um ofício ao governo exigindo a suspensão do decreto.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Para Gervásio Plucinski, presidente da UNICAFES/RS, “essa é uma vitória da UNICAFES/RS que a tempos vem lutando pela cadeia leiteira, no entanto, a luta continua, pois queremos a revogação completa do decreto que estimula a importação de leite e queremos investimentos para o setor”.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><!--StartFragment-->UNICAFES/RS</span><!--EndFragment--></p>
<p>&nbsp;</p>
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