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	<title>AgroCeleiro &#187; preço da soja</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Demanda chinesa deve mexer com mercado da soja; confira tendências para a semana</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2020 13:49:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mercado da soja vai iniciar dessa segunda, 21, acompanhando de perto a alta demanda da China pelo grão dos Estados Unidos, fato que impactou positivamente as cotações em Chicago e também no mercado brasileiro na última semana.  Internamente, produtores voltam suas atenções para o clima, que tem impedido o avanço dos trabalhos em algumas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 300; color: #000000;">O mercado da soja vai iniciar dessa segunda, 21, acompanhando de perto a alta demanda da China pelo grão dos Estados Unidos, fato que impactou positivamente as cotações em Chicago e também no mercado brasileiro na última semana.  Internamente, produtores voltam suas atenções para o clima, que tem impedido o avanço dos trabalhos em algumas regiões.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #7d858f; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de soja na semana que vem. As dicas são do analista da Safras Consultoria, Luiz Fernando Roque.</span></p>
<ul style="font-weight: 300; color: #7d858f; text-align: justify;">
<li style="font-weight: 300; color: #7d858f;"><span style="color: #000000;">O mercado da soja volta suas atenções para os fortes sinais de demanda chinesa pela soja norte-americana. Paralelamente, os players acompanham o clima para o início dos trabalhos de colheita nos Estados Unidos e plantio na América do Sul;</span><br style="font-weight: 300; color: #7d858f;" /><span style="font-weight: 300; color: #000000;">.</span></li>
<li style="font-weight: 300; color: #7d858f;"><span style="color: #000000;">A forte demanda chinesa pela soja norte-americana continua chamando a atenção do mercado internacional. Embora o aumento gradativo das compras chinesas de soja dos EUA já fosse esperado, os bons volumes que vem sendo envolvidos nas últimas semanas trouxeram um ambiente extremamente positivo para os contratos futuros em Chicago. Praticamente todos os dias temos anúncios de novas vendas, e a tendência é de continuidade desta situação à medida que a safra norte-americana começa a entrar no mercado e o Brasil não tem mais o que ofertar ao mercado chinês;</span><br style="font-weight: 300; color: #7d858f;" /><span style="font-weight: 300; color: #000000;">.</span></li>
<li style="font-weight: 300; color: #7d858f;"><span style="color: #000000;">Além disso, a diferença de prêmios entre os portos brasileiros e norte-americanos abre a possibilidade de arbitragem com cargas brasileiras já compradas pelos chineses, havendo a revenda do grão brasileiro e substituição pelo grão norte-americano. Rumores indicam que esta situação já está ocorrendo, e o mercado interno brasileiro continua com necessidade de grão para atender seus compromissos até a entrada da próxima safra;</span><br style="font-weight: 300; color: #7d858f;" /><span style="font-weight: 300; color: #000000;">.</span></li>
<li style="font-weight: 300; color: #7d858f;"><span style="color: #000000;">Também começa a pesar positivamente em Chicago o início atrasado dos trabalhos de plantio da nova safra brasileira. A falta de chuvas na faixa central do país tem impedido o avanço inicial dos trabalhos no Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo, estados que já encerraram o período de vazio sanitário. A confirmação de que o fenômeno La Niña estará presente na primavera e no verão da América do Sul acende um alerta ainda maior para o Sul do Brasil e para a Argentina, o que traz grandes incertezas relacionadas à produção. Embora ainda seja cedo para definições, a nova safra brasileira começa com preocupações;</span><br style="font-weight: 300; color: #7d858f;" /><span style="font-weight: 300; color: #000000;">.</span></li>
<li style="font-weight: 300; color: #7d858f;"><span style="color: #000000;">Nos EUA, a previsão de clima pouco úmido sobre a maior parte do cinturão produtor nos próximos 14 dias deve favorecer o início dos trabalhos de colheita. Apesar disso, algumas lavouras mais tardias ainda precisam de certa umidade para a finalização de seu desenvolvimento, fato que volta a trazer dúvidas com relação ao verdadeiro potencial produtivo da safra norte-americana.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Canal Rural</span></p>
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		<title>Seca na Argentina derruba safra de grãos e provoca rali de preços</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Mar 2018 16:28:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Rural]]></category>
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		<description><![CDATA[A pior seca em décadas na Argentina está reduzindo a safra de grãos do país, jogando os preços das commodities para cima e forçando a Bunge e outros grandes processadores a esmagar menos oleaginosas para fabricação de rações que alimentam rebanhos ao redor do mundo. A seca na Argentina, o terceiro exportador mundial de milho [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<p>A pior seca em décadas na Argentina está reduzindo a safra de grãos do país, jogando os preços das commodities para cima e forçando a Bunge e outros grandes processadores a esmagar menos oleaginosas para fabricação de rações que alimentam rebanhos ao redor do mundo.</p>
<p>A seca na Argentina, o terceiro exportador mundial de milho e soja, não acabou com um cenário de excesso de oferta global deixado por anos de safras abundantes, impulsionadas pelo bom clima e pelas culturas geneticamente modificadas.</p>
<div id="smartIntxt-cqwxpo" style="transition: height 0.5s ease 0s; position: relative; overflow: hidden; height: 0px;"></div>
<p>Mas combinada com problemas de seca que ameaçam as culturas nos Estados das Planícies dos EUA e na África do Sul, as perdas na Argentina estão consumindo reservas globais e levando os compradores a acelerarem as compras.</p>
<p>Os agricultores do Meio-Oeste dos EUA estão lutando para vender grãos que ficaram armazenados durante meses para tirar proveito dos preços em alta em meio às dificuldades na Argentina.</p>
<p>&#8220;Você nunca deseja uma seca em outro país, mas às vezes é o que é preciso&#8221;, disse Rob Schaffer, produtor de milho e soja de Illinois, que está intensificando as vendas para aproveitar a subida dos preços dos EUA. &#8220;Isso tem sido praticamente um presente.&#8221;</p>
<p>A milhares de quilômetros de distância na cidade rural de Chivilcoy, na Argentina, o agricultor Bernardo Romano tem o ponto de vista oposto. Suas plantas de soja e milho estão apenas na metade do tamanho típico, sofrendo com a falta de chuva. As espigas de milho estão 70 por cento menores ante o normal, faltando cerca de um mês para o início da colheita.</p>
<p>&#8220;Isso vai ter um impacto muito grande na economia regional&#8221;, disse ele, acrescentando que os produtores pediam chuva para mitigar mais perdas nas culturas plantadas tardiamente.</p>
<p>As chuvas nesta fase de desenvolvimento ficaram em apenas um quarto do normal, disse Romano. No máximo, ele espera que sua soja produza um terço do seu rendimento médio.</p>
<p>A Bolsa de Cereais de Buenos Aires cortou em três milhões de toneladas a sua previsão de soja na quinta-feira, estimando agora uma produção um quarto menor que a do ano passado.</p>
<p><!--StartFragment-->Fonte: Reuters<!--EndFragment--></p>
<p><!--EndFragment-->&nbsp;</p>
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		<title>Soja sobe com seca na Argentina e dispara vendas no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Feb 2018 15:15:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma enxurrada de vendas de soja pelos produtores do Brasil na última semana em função de preços mais altos devido à quebra de safra na Argentina melhorou a comercialização da safra brasileira, que vinha atrasada, e deve ajudar também a indústria processadora e exportadora no país. A comercialização de soja da safra 2017/18 do Brasil [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<div class="readable-text">
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">Uma enxurrada de vendas de soja pelos produtores do Brasil na última semana em função de preços mais altos devido à quebra de safra na Argentina melhorou a comercialização da safra brasileira, que vinha atrasada, e deve ajudar também a indústria processadora e exportadora no país.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">A comercialização de soja da safra 2017/18 do Brasil atingiu o maior volume semanal da temporada na última semana, com produtores negociando cerca de 3,5 milhões de toneladas, diante de preços mais altos, afirmou à Reuters nesta segunda-feira a consultoria AgRural.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">Com as vendas da semana passada, o volume já comercializado na temporada subiu para 40,6 por cento da safra de soja, estimada para o Brasil em um recorde de 116,2 milhões de toneladas, acrescentou a consultoria.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">“Supersafra no Brasil e o mercado sobe, momento mais do que bom para nós”, disse o analista Fernando Muraro, da AgRural, referindo-se aos valores de referência na bolsa de Chicago que avançaram para máximas de cerca de um ano nas últimas sessões.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">“Em plena boca de safra, tivemos o maior movimento, a comercialização estava muito lenta e bem atrasada em relação à média&#8230; quem não vendeu (antes) se deu super bem”, destacou ele, referindo-se aos produtores que vinham represando negócios à espera de melhores valores.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">Além de destravar o mercado no Brasil, maior exportador global da oleaginosa, a seca na Argentina indica uma redução potencial de exportação do país vizinho, líder na produção de óleo e farelo de soja &#8211;os argentinos estão ainda em terceiro nos embarques do grão, atrás de Brasil e Estados Unidos.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">A Argentina vem tendo sua safra rebaixada em função de uma estiagem prolongada em importantes áreas, com especialistas no país vendo agora a produção em torno de 46,5-47 milhões de toneladas, cerca de 10 milhões a menos do inicialmente projetado por alguns.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">“A safra argentina vem se deteriorando&#8230; isso naturalmente faz com que eles fiquem com uma oferta menor, certamente vão colocar menos produto do que seria o ocorrido na eventualidade de eles terem uma safra cheia, abre espaço para o Brasil nos produtos (farelo e óleo de soja)”, afirmou à Reuters o secretário-geral da Associação Brasileira da Indústria de Óleos Vegetais (Abiove), Fábio Trigueirinho.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">Ele ressaltou que o Brasil também pode avançar no embarque de soja em grão diante dos problemas na Argentina, mas que o grande impacto positivo para os brasileiros seria na venda de mais farelo, principalmente, uma vez que haverá maior disponibilidade dessa matéria-prima para ração com esperado aumento da fabricação de biodiesel, com alta mandatória da mistura no diesel a partir de março.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">A maior parte da produção de biodiesel no Brasil tem a soja como matéria-prima, cujo processamento resulta na produção de farelo e óleo.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">“A exportação do grão não muda muito, a própria Argentina não exporta muito&#8230; para o Brasil, se a Argentina exportar um pouco mais ou menos, não vai mudar muito, a gente já está muito acima deles no grãos. Agora, no mercado de farelo e óleo, ela (Argentina) domina&#8230; se o nosso concorrente tiver oferta menor, abre espaço para o Brasil.”</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">A Abiove projeta uma exportação de 16,2 milhões de toneladas de farelo de soja do Brasil em 2018, de uma produção total de 32,7 milhões, de acordo com estimativa feita em dezembro pela associação, números que devem ser alterados nas próximas projeções, diante da maior oferta esperada desde então no Brasil e agora com o fator Argentina.</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><span style="font-size: 14px;">Ajuda na soja</span></span></strong></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">O analista de soja da Safras &amp; Mercado, Gil Barabach, vê chance de maiores exportações também do grão, diante dos problemas na Argentina e com revisões para cima da produção brasileira.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">A Safras &amp; Mercado elevou na semana passada sua projeção para a produção brasileira de soja em 2017/18 a um recorde de 115,64 milhões de toneladas, alta de 1,2 por cento sobre o registrado em 2016/17, em razão de produtividades melhores do que as esperadas em Estados do Sudeste e Centro-Oeste.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">Enquanto isso, a Agroconsult prevê 117,5 milhões de toneladas, ante 114,1 milhões projetados no mês passado.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">“Uma quebra na Argentina ajuda o Brasil a escoar uma safra maior. Com menor oferta, o fluxo de grãos deles será menor e isso abre espaço para o Brasil colocar mais soja no mercado”, afirmou Barabach, que acredita que a demanda virá ao Brasil, que exporta mais de metade de sua colheita tradicionalmente.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">“Com uma safra recorde no Brasil, trabalhamos com crescimento de estoques, que agora podem ser menores por causa do problema na Argentina”, acrescentou ele.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">O analista ponderou que o mercado ainda não tem uma dimensão exata das perdas na Argentina. “Se avançar para março sem chuva, o preço pode subir mais.”</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">Assim como a AgRural, a Safras também detectou avanço nas vendas de produtores devido aos preços mais altos na semana passada.</span></span></p>
<p>Fonte: Reuters Brasil<!--EndFragment--></p>
</div>
<p><!--EndFragment--></p>
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		<title>Preço da soja deve subir</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Sep 2017 13:25:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O analista da AgResource Brasil, Matheus Pereira, afirmou que os preços da soja devem se ajustar para um patamar de equilíbrio acima dos US$ 10,00 o bushel na Bolsa de Chicago. Segundo ele, isso deve ocorrer porque a safra norte-americana deverá ser reajustada para baixo, pois está sobrestimada pelo USDA. “O mercado da soja passa [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O analista da AgResource Brasil, Matheus Pereira, afirmou que os preços da soja devem se ajustar para um patamar de equilíbrio acima dos US$ 10,00 o bushel na Bolsa de Chicago. Segundo ele, isso deve ocorrer porque a safra norte-americana deverá ser reajustada para baixo, pois está sobrestimada pelo USDA.</p>
<p>“O mercado da soja passa por um momento de transição de variáveis (foco do mercado). Agora, os operadores da commodity se concentram, em maior peso, nas estimativas, projeções e relatos de produção nos Estados Unidos”, disse Pereira.</p>
<p>ara ele, as demais variáveis componentes da formação de preços, como demanda mundial, consumo doméstico, estoques finais e produção estimada na América do Sul, voltarão a fazer parte da formação de preços apenas quando uma produção final dos EUA estiver mais definida: “O que começa a acontecer no final de setembro, com um começo de colheita e se dilui até começo de novembro”.</p>
<p>Questionado sobre a tendência de preços para os próximos meses e que fatores devem influenciar essas cotações, o analista da AgResource afirma acreditar em valorização. “Não concordamos com a produção total estimada pelo USDA, em seu último relatório de agosto. Mesmo que o USDA não traga ajustes no relatório desta terça-feira, ainda acredito que a produção final deverá ficar em torno das 113.5 milhões contra as 119.2 milhões de toneladas estimadas pelo USDA de agosto”.</p>
<p>“Com uma produção final norte-americana menor, os preços devem se ajustar para um patamar de equilíbrio acima dos US$ 10,00 (Chicago), assim como um aumento da área brasileira de soja menor, neste novo ano safra 2017/18, que se inicia”, disse o especialista.</p>
<p>“A demanda chinesa continua forte e com compras físicas extraordinárias, o Brasil e os Estados Unidos passam por campanhas em embarques recordes (sim, em ambos os paises). Apesar de que as novas compras contratuais (soja em papel para embarque futuro) estão sendo limitadas ao grão brasileiro, visto que os chineses não querem apostar em compras futuras para o grão norte-americano”, disse.</p>
<p>Fonte: Agrolink</p>
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		<title>Soja: Mercado realiza lucros em Chicago nesta 6ª feira e já se posiciona para o fim de semana</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Jul 2017 12:49:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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		<description><![CDATA[O mercado internacional da soja volta a realizar lucros na manhã desta sexta-feira (21). Os futuros da oleaginosa, por volta das 7h30 (horário de Brasília), perdiam entre 5,75 e 6 pontos, com o contrato novembro sendo negociado a US$ 10,20 por bushel. &#8220;O mercado de grãos continua focado no clima. A cada modelo climático que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #444444;">O mercado internacional da soja volta a realizar lucros na manhã desta sexta-feira (21). Os futuros da oleaginosa, por volta das 7h30 (horário de Brasília), perdiam entre 5,75 e 6 pontos, com o contrato novembro sendo negociado a US$ 10,20 por bushel.</p>
<p style="color: #444444;">&#8220;O mercado de grãos continua focado no clima. A cada modelo climático que é atualizado, os traders esperam por sua interpretação e, então, reagem. Um final de semana em que chuvas podem ou não sr registradas do Nebraska ao centro de Iowa deve influenciar esse mercado e esperamos que esses recuos durem até o fechamento&#8221;, diz o reporte diário da consultoria internacional Allendale.</p>
<p style="color: #444444;">Os principais modelos climáticos ainda apresentam diferenças entre suas previsões e provoca reações adversas entre as cotações. Essa tomada de lucros de hoje, porém, era esperada depois das altas de mais de 14 pontos do pregão anterior, segundo explicam analistas e consultores.</p>
<p style="color: #444444;">Acompanhando o quadro climático, a presença dos fundos investidores neste mercado é ainda mais marcante. Somente nesta quinta, em que estavam na ponta compradora do mercado, os fundos adquiriram cerca de 14 mil contratos de milho, 12 mil de soja, 4 mil de trigo, 4 mil de farelo e 4 mil de óleo de soja.</p>
<div class="autor">Por: Carla Mendes</div>
<div class="fonte">Fonte: Notícias Agrícolas</div>
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