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	<title>AgroCeleiro &#187; piscicultura</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Agroindústria de abate de peixe da região Celeiro recebe visitantes</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Nov 2019 17:17:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pioneira agroindústria de abate de peixe da região Celeiro do Estado, a Agroindústria Familiar de Pescado Agro Peixe, de Chiapetta, recebeu na ultima quinta-feira a visita de agricultores e funcionários ligados ao Serviço de Inspeção Municipal (SIM) de quatro municípios gaúchos. A visita até o Reassentamento Novo Horizonte, onde se encontra o abatedouro de pescado, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Pioneira agroindústria de abate de peixe da região Celeiro do Estado, a Agroindústria Familiar de Pescado Agro Peixe, de Chiapetta, recebeu na ultima quinta-feira a visita de agricultores e funcionários ligados ao Serviço de Inspeção Municipal (SIM) de quatro municípios gaúchos. A visita até o Reassentamento Novo Horizonte, onde se encontra o abatedouro de pescado, foi guiada pela Emater/RS-Ascar.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A dupla de sócios da agroindústria, Luiz Carlos Daneli e Janávio Ferreira, priorizou a venda de filé de tilápia.<em><strong> Cinquenta quilos de filé de tilápia ao dia equivalem a mil litros de leite/dia</strong></em>, comparou Daneli, ao justificar porque trocou a produção de leite pelo cultivo de peixe.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A decisão de investir no negócio se fortaleceu nos últimos três anos. A dupla de sócios teve incentivo do Programa Estadual de Agroindústria Familiar (Peaf), do Governo do Estado. Por meio da Emater/RS-Ascar, Daneli inscreveu o projeto no Programa e, desde então, passou a receber Assistência Técnica da Emater/RS-Ascar em todas as etapas que levam à legalização. O Peaf é coordenado pela Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr).</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">TILÁPIA</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A Agro Peixe possui seis tanques de água. Para evitar que a tilápia congele de frio no inverno, é necessário que os tanques meçam acima de 1,70m de altura.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Depois de retirada dos tanques, a tilápia é transferida para um tanque de depuração. Esse processo, de acordo com Daneli, deixa a carne muito mais gostosa. Na etapa seguinte, o peixe vai para uma caixa com gelo e, na sequência, para a agroindústria, onde são realizados o abate, filetagem, embalagem, rotulagem e expedição.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Trabalham na Agro Peixe quatro pessoas, os dois sócios e as suas respectivas esposas.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar  Regional Ijuí</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Jornalista Cleuza Noal Brutti</span></p>
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		<title>Piscicultor brasileiro não precisa mais apresentar RGP para obter financiamento</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jul 2019 14:09:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, importante medida para desburocratizar a Piscicultura brasileira: a extinção da exigência de apresentação do Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) para operações de financiamento de custeio e investimento da aquicultura. O CMN acatou recomendação da Secretaria de Aquicultura e Pesca (SAP), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><!--StartFragment--><strong>O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, importante medida para desburocratizar a Piscicultura brasileira: a extinção da exigência de apresentação do Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) para operações de financiamento de custeio e investimento da aquicultura.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> O CMN acatou recomendação da Secretaria de Aquicultura e Pesca (SAP), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), liderada por Jorge Seif Jr., de que o “RGP não é necessário para investimentos em aquicultura, que não se assemelha à atividade pecuária” e que essa alteração possibilita destravar as operações de crédito para o setor aquícola.<!--EndFragment--></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><!--StartFragment--></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A extinção do RGP para a aquicultura, não só para obtenção de financiamento de custeio, mas para todas as etapas da produção e comercialização, está entre as medidas emergenciais solicitadas pela Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR) para a SAP/MAPA no início de 2019. “O RGP para o aquicultor é uma ‘aberração burocrática’ com propósito desconhecido para a Piscicultura, pois nossa produção já é controlada pelo serviço sanitário oficial, como é feito com suínos, aves e bovinos. Em 2018, o RGP provocou enorme prejuízo financeiro a produtores, indústrias e supermercados”, argumentou a Peixe BR para a SAP/MAPA.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>“O fim da obrigatoriedade de apresentação do RGP pelo aquicultor para obtenção de financiamento de custeio é uma primeira conquista, mas a entidade permanece na luta para extinção completa desse registro, que não tem qualquer contribuição para a cadeia da produção de peixes de cultivo”, ressalta Francisco Medeiros, presidente executivo da Peixe BR.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="https://panoramadaaquicultura.com.br/piscicultor-brasileiro-nao-precisa-mais-apresentar-rgp/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">Panorama da Aquicultura</span></a></strong></p>
<p><!--StartFragment--><br />
<!--EndFragment--></p>
<p><!--EndFragment-->&nbsp;</p>
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		<title>Semana Santa deve comercializar mais de 4 mil toneladas de peixe no RS</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Apr 2019 16:14:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Durante a Semana Santa a comercialização de peixe é intensificada no Rio Grande do Sul e, para este ano, a Emater/RS-Ascar prevê aumento de 9% no volume a ser comercializado, passando de 3.890.601 kg para 4.229.765 kg. Estima-se que esta quantidade represente de 20 a 25% da produção. Comparado com o ano passado, o número [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Durante a Semana Santa a comercialização de peixe é intensificada no Rio Grande do Sul e, para este ano, a Emater/RS-Ascar prevê aumento de 9% no volume a ser comercializado, passando de 3.890.601 kg para 4.229.765 kg. Estima-se que esta quantidade represente de 20 a 25% da produção. Comparado com o ano passado, o número de escritórios da Instituição que apresentaram informações sobre a comercialização de peixe também aumentou, passando de 402 para 485 escritórios locais. O levantamento é feito desde 2009 e envolve os escritórios municipais e regionais, sendo que o processamento das informações e o resumo dos dados são realizados no Escritório Central da Emater/RS-Ascar, em Porto Alegre.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Enquanto o volume de comercialização aumentou, o preço médio de venda reduziu em cerca de 2%, de R$ 14,01 para R$ 13,66 o quilo do produto. Em todo o Estado, os preços variam de R$ 41,20 o kg do camarão descascado, passando pelo filé de tilápia, vendido a R$ 26,01 o kg e o filé de carpa capim, a R$ 21,27 o kg, até a carpa prateada inteira, vendida em média a R$ 9,46 o kg, a tilápia inteira, a R$ 8,12, e a violinha inteira, vendida a R$ 5,85 o kg.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A comercialização é feita em 332 locais de feira, o que totaliza 1.070 dias. Há venda de peixes também em outros locais de comercialização (6.233 pontos de venda), como na propriedade (2.776), na residência do pescador (2.036), na beira da praia (368), por vendedores ambulantes (290), na beira dos rios (217), em pesque-pague (162) e em outros locais (384), como supermercados e açougues.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Segundo o levantamento da Emater/RS-Ascar, as espécies de peixe mais vendidas são carpa capim inteira (732.387 kg), tilápia inteira (407.420 kg), carpa húngara inteira (345.520), tilápia filé (326.992 kg), carpa capim eviscerada (297.181 kg), carpa cabeça grande inteira (291.710 kg), carpa prateada inteira (277.993 kg), carpa húngara eviscerada (157.516 kg), carpa prateada eviscerada (134.923 kg), carpa cabeça grande eviscerada (119.444 kg), tainha eviscerada (85.355 kg), jundiá inteiro (76.535 kg) e tilápia eviscerada (74.565 kg), além de outras espécies de filés (64.810 kg), traíras, jundiás, piava, pescada, linguado, corniva, grumatã, viola, pacu abrótea, papa-terra, surubim, truta, siri/marisco e sardinha/peixe-rei.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Durante o ano, a Emater/RS-Ascar planeja e executa várias atividades nas áreas de piscicultura, destaca o assistente técnico estadual em Piscicultura da Emater/RS-Ascar, Henrique Bartels, ao citar, entre as ações, a elaboração de projetos de viveiros e orientação aos criadores de peixes na construção, calagem e adubação de viveiros e açudes, na introdução dos alevinos, no manejo e controle da qualidade da água, na alimentação dos peixes, no controle das doenças, na despesca, na comercialização da produção e nas formas de consumo.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Jornalista Adriane Bertoglio Rodrigues</span></p>
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		<title>Brasil importou US$ 1bilhão em peixes, em 2018</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Mar 2019 10:22:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Exportações atingiram US$ 136 milhões. Uma relação entre Importação e exportação: O Brasil exportou pouco mais de 700 toneladas de Tilápia para os Estados Unidos, em 2018. Esse resultado está em linha com as vendas anteriores para o maior consumidor mundial da espécie. A receita ficou em torno de US$ 5,5 milhões. A Tilápia foi [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4>Exportações atingiram US$ 136 milhões.</h4>
<p><span style="color: #000000;">Uma relação entre Importação e exportação:</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O Brasil exportou pouco mais de 700 toneladas de Tilápia para os Estados Unidos, em 2018. Esse resultado está em linha com as vendas anteriores para o maior consumidor mundial da espécie. A receita ficou em torno de US$ 5,5 milhões.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A Tilápia foi a principal peixe de cultivo exportado no ano passado, mas os números são pouco expressivos, mas permitem olhar com otimismo para o futuro. Segundo a SECEX, o Brasil exportou 32.417 t de peixes congelados, frescos e refrigerados em 2018, com receita de US$ 136 milhões. Nessa categoria, estão incluídos os peixes de captura e de cultivo.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Mesmo com a suspensão das exportações de pescado para a União Europeia, o Brasil vendeu</span></p>
<p><span style="color: #000000;">US$ 12 milhões a mais do que em 2017.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Em termos de volume, em 2018 o país exportou 1.000 t a mais que no ano anterior.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Quanto às importações, os números finais da SECEX no item “Peixes Congelados, Frescos e Refrigerados” atingiram US$ 1,03 bilhão contra US$ 1,081 bi em 2017. Em volume, no ano passado o Brasil comprou 295.000 ton, com recuo de 12% sobre o ano anterior.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Nesse item, destaque para o Salmão do Chile. Em 2018, entraram no Brasil mais de 75.000 t da espécie, sendo a expressiva maioria do país latino. Somente nesse item, as importações atingiram US$ 500 milhões.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Em 2019, a Piscicultura intensifica a participação nas missões de negócios da APEX-Brasil, incluindo a Seafood Expo North America (Boston, EUA) e a China Fisheries and Seafood Expo 2019 (Quingdâo, China).</span></p>
<p>Fonte: Anuário Piscicultura</p>
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		<title>Piscicultura deve crescer 10% em 2019</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Feb 2019 15:56:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A produção brasileira de peixes de cultivo deve crescer 10% em 2019 na comparação com o resultado de 2018, que registrou o volume de 722,5 mil toneladas, aponta estimativa da Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR). Mais importante espécie de peixe de cultivo do País, a produção de tilápia deve avançar 15% sobre o montante [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #777777;"><span style="color: #000000;">A produção brasileira de peixes de cultivo deve crescer 10% em 2019 na comparação com o resultado de 2018, que registrou o volume de 722,5 mil toneladas, aponta estimativa da Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR).</span></p>
<p style="color: #777777;"><span style="color: #000000;">Mais importante espécie de peixe de cultivo do País, a produção de tilápia deve avançar 15% sobre o montante produzido no ano passado, que chegou a 400,2 mil toneladas.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">A Associação Brasileira de Piscicultura (PeixeBR). Na sexta-feira (15/2), a entidade lançou, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o Anuário Brasileiro da Piscicultura 2019, que tem como base os dados do ano passado, em evento com participação de representantes da cadeia produtiva, instituições de pesquisa e do secretário nacional de Pesca e Aquicultura do Ministério da Agricultura, Jorge Seif Júnior.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">O relatório mostra que a produção expandiu no Sul (+11,3%), que manteve a liderança no ranking nacional.</span></p>
<p style="color: #777777;">
]]></content:encoded>
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		<title>Criação de tilápia na bacia do Rio Uruguai é liberada após 15 anos de proibição</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Jan 2019 15:49:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Depois de 15 anos de tramitação, chegou ao fim a disputa judicial que proibia a introdução, reintrodução e criação da tilápia-do-Nilo em tanques escavados na bacia do Rio Uruguai. A criação da tilápia, espécie exótica originária da Ásia, estava proibida no Rio Grande do Sul desde 2003, a pedido do Ministério Público Federal. A liberação [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Depois de 15 anos de tramitação, chegou ao fim a disputa judicial que proibia a introdução, reintrodução e criação da tilápia-do-Nilo em tanques escavados na bacia do Rio Uruguai. A criação da tilápia, espécie exótica originária da Ásia, estava proibida no Rio Grande do Sul desde 2003, a pedido do Ministério Público Federal. A liberação de criação da tilápia em tanques escavados foi baseada em estudos que apontaram não haver risco de dispersão da espécie. A regularização definitiva da atividade depende agora de portaria da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Para o secretário Covatti Filho, a liberação da tilápia depois de 15 anos de disputa jurídica abre um novo momento para a cultura na Bacia do Rio Uruguai. “Agora, após a portaria específica, o produtor poderá se regularizar e receber apoio de políticas públicas para incrementar a atividade e a produção, tendo acesso a financiamento para investimentos e cadastramento de agroindústrias no SIM e Susaf”, analisou Covatti Filho. “Desta forma, os produtores da bacia do Uruguai ganham mais uma oportunidade de diversificação e o Estado  terá maior arrecadação de ICMS.”</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A superintendente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no Rio Grande do Sul, Cláudia Pereira da Costa, visitou nesta quarta-feira (30) a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), para alinhar informações e encaminhar a edição de portaria que dê segurança jurídica aos municípios para licenciarem a criação da espécie em tanques de 1000 m², cujo empreendimento não ultrapasse dois hectares de lamina d&#8217;água, limite definido pela Fepam aos municipios.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“Apesar de o órgão federal ter preocupação com o controle de espécies exóticas e não ter atribuição de licenciamento, nos preocupamos com essa questão também pelo aspecto social e econômico para os municípios da bacia do Rio Uruguai”, disse Cláudia.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A superintendente foi recebida pelo chefe-de-gabinete da Seapdr, Erli Teixeira, pelo diretor do Departamento de Defesa Agropecuária (DDA), Antonio Carlos de Quadros Ferreira Neto, e pelo secretário executivo do Conselho Gaúcho de Aquicultura e Pesca Sustentável (Congapes), Ricardo Núncio.</span></p>
<p>Fonte: <span style="color: #666666;">Seapdr</span></p>
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		<title>Piscicultura uma alternativa de diversificar a produção e aumentar a renda</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jan 2019 23:31:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Durante muitos anos, a piscicultura foi encarada como uma simples atividade de lazer voltada ao autoconsumo ou, no máximo, um negócio secundário na propriedade rural.  Nota-se, porém, que a atividade ganhou espaço próprio no meio rural em diversas regiões do pais  e atrai uma leva de agricultores  interessados  em  colocar  a  criação  de  peixes  como  [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #000000;">Durante muitos anos, a piscicultura foi encarada como uma simples atividade de lazer voltada ao autoconsumo ou, no máximo, um negócio secundário na propriedade rural.  Nota-se, porém, que a atividade ganhou espaço próprio no meio rural em diversas regiões do pais  e atrai uma leva de agricultores  interessados  em  colocar  a  criação  de  peixes  como  uma atividade importante na propriedade. </span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">O objetivo é que a  atividade  proporcione geração de  renda  e  receitas para o produtor.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">Diante da oportunidade que a piscicultura vem apresentando, o atual quadro da atividade e suas perspectivas muitos já não consideram a atividade apenas como lazer, mas também como atividade que gera renda pra a propriedade. A necessidade de  aperfeiçoamento  constante  do  setor  torna-se  uma necessidade importante para o produtor. Daí a exigência de uma análise criteriosa por parte do produtor antes de começar a fazer ou redefinir investimentos para a construção de açudes, aquisição de ração e alevinos.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">A piscicultura no Brasil sempre foi uma grande promessa  de bons  negócios,  principalmente  por  causa  das  condições  climáticas  favoráveis  e  da  boa  oferta de grãos para produção de ração. Tais fatores, porém, não foram tão aproveitados e potencializados durante muitos anos.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">Importante destacar que a implantação de uma piscicultura para fins comerciais exige os mesmos cuidados que qualquer outro atividade de produção agrícola.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">O peixe tem uma taxa de conversão muito alta, precisando de uma quantidade muito menor de ração para adquirir a mesma quantidade de carne em relação ao boi, por exemplo. O peixe, com um quilo de ração, ele te dá o mesmo quilo de carne. Isso faz com que a atividade tenha um grande potencial de crescimento, quando se trabalha de forma sustentável.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">O mercado do peixe tem características próprias regionais que merecem ser observadas quando se vai implantar uma piscicultura. Tal preocupação se explica pelo fato de que a produção tem de ser voltada para o mercado, seja ele local, regional, estadual, nacional. Se a estratégica é a venda direta ao consumidor também deve estudar uma formas que mais bem atendam esse mercado e os seus clientes. Cada um desses mercados tem suas exigências e particularidades.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;"><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2019/01/psicultura-..jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-8766" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2019/01/psicultura-.-300x225.jpg" alt="psicultura ." width="300" height="225" /></a>A piscicultura é uma atividade econômica que dependendo a propriedade não exige grandes investimentos financeiros e pode ser implantada em pequenas áreas, sendo ideal para os moldes das pequenas propriedades, da nossa região. </span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">No entanto há linhas de crédito para o pequeno produtor no Pronaf aquicultura. Trata-se de uma linha específica do Programa nacional de Fortalecimento da agricultura Familiar.</span></strong></p>
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		<title>Entreposto móvel processará pescado próximo ao produtor</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Nov 2018 15:05:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[piscicultura]]></category>
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		<description><![CDATA[A iniciativa poderá servir de exemplo e tornar-se também uma oportunidade para a nossa região. Um contêiner refrigerado de 12 metros de comprimento transportado por uma carreta realizará o processamento de peixes ao lado das pisciculturas. Trata-se do entreposto móvel de pescado (EMP), desenvolvido pela Embrapa Pesca e Aquicultura (TO) com apoio de parceiros, que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">A iniciativa poderá servir de exemplo e tornar-se também uma oportunidade para a nossa região.</span></strong></p>
<p><span style="color: #000000;">Um contêiner refrigerado de 12 metros de comprimento transportado por uma carreta realizará o processamento de peixes ao lado das pisciculturas. Trata-se do entreposto móvel de pescado (EMP), desenvolvido pela <a href="https://www.embrapa.br/pesca-e-aquicultura" target="_blank"><span style="color: #000000;">Embrapa Pesca e Aquicultura</span></a> (TO) com apoio de parceiros, que está sendo validado esta semana, em Fortaleza (CE), na <a href="https://www.embrapa.br/agroindustria-tropical" target="_blank"><span style="color: #000000;">Embrapa Agroindústria Tropical</span></a>. O objetivo é levar aos pequenos piscicultores um serviço de processamento seguro, de acordo com a legislação sanitária e que agregue valor ao produto.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“O EMP atende a uma demanda por frigoríficos com menor custo de implantação”, conta a pesquisadora da Embrapa Patrícia Costa Mochiaro Soares Chicrala, líder do projeto que desenvolveu o equipamento. Ela relata que um entreposto tradicional, com capacidade para processar cinco toneladas de tilápias por dia, custa em média R$ 5 milhões para ser implantado. Em contrapartida, o EMP, mais simples e compacto, custa um décimo desse valor.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O equipamento foi projetado com estrutura modular, permitindo que etapas de processamento possam ser adicionadas de acordo com a necessidade de cada produtor e demandas de mercado. Trata-se do primeiro do gênero voltado ao processamento de pescado e segue modelos similares para abate de suínos, aves e caprinos, também desenvolvidos com participação da Embrapa.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A versão para pescados foi criada em parceria com a empresa Engmaq, de Peritiba (SC), especializada em novas tecnologias no ramo agroindustrial para atender uma demanda da Piscis, empresa de Jaguaribara (CE) especializada em aproveitamento de resíduos de processamento de peixe.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Gerson Pilatti, diretor da Engmaq, comenta sobre as dificuldades de se construir um frigorífico dentro das exigências legais em regiões afastadas dos grandes centros. “No Brasil, quando se está próximo a uma metrópole, há mais facilidade para construir um abatedouro. Mas quando se mora afastado, isso passa a ser um desafio”, declara. Para ele, se o interessado em construir um abatedouro adquire o módulo já pronto, ele leva junto toda a tecnologia de indústrias especializadas na construção de abatedouros. “Nos moldes tradicionais muitas vezes o empreendedor tem que trazer profissionais de outras capitais para dar suporte à construção do frigorífico, o que acaba encarecendo o empreendimento que, como qualquer obra, também pode ter problemas de falta de material, chuva, etc.”, explica.</span></p>
<h3 style="line-height: 150%;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-family: arial,sans-serif;">Estrutura modular se adequa à demanda</span></strong></span></h3>
<p><span style="color: #000000;">O sistema modular do entreposto móvel também barateia custos de quem está começando. O interessado pode iniciar atuando apenas no abate, sem processamento, cortes e industrialização. Vende só a carcaça dos animais abatidos e, conforme o mercado for respondendo, pode adicionar módulos, aumentando sua capacidade produtiva. Ele pode começar com um módulo só de abate e chegar à industrialização completa do produto. “Da mesma forma, se o mercado da região demandar determinado produto, ele pode comprar um módulo de industrialização focado naquilo que o mercado está pedindo e ir expandindo aos poucos”, ressalta Pilatti.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">No caso da Piscis a construção do entreposto móvel foi possível por meio de um projeto de inovação apoiado pelo programa Tecnova, promovido pela Financiadora de Estudos e Projetos (<a href="http://www.finep.gov.br/" target="_blank"><span style="color: #000000;">Finep</span></a>) e pelo Governo do Estado do Ceará. “A nossa região sempre foi carente de unidades de processamento de pescado. O peixe é produzido e eviscerado sem condições adequadas à legislação. A proposta desse entreposto é resolver o problema da falta de infraestrutura de abate para o pescado”, explica André Siqueira, diretor da Piscis.</span></p>
<p><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2018/11/pescado...jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-8530" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2018/11/pescado..-150x150.jpg" alt="pescado.." width="150" height="150" /></a>   <a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2018/11/pescado.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-8529" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2018/11/pescado-150x150.jpg" alt="pescado" width="150" height="150" /></a>   <a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2018/11/pescado.....jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-8531" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2018/11/pescado....-150x150.jpg" alt="pescado...." width="150" height="150" /></a></p>
<h3 style="line-height: 150%;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-family: arial,sans-serif;">Processamento pode quintuplicar valor</span></strong></span></h3>
<p><span style="color: #000000;">Na prática, sobretudo nas regiões Norte e Nordeste do País, pequenos e médios produtores de pescado não podem contar com frigoríficos próximos, levando-os a vender os peixes inteiros nas feiras livres. “Uma tilápia que é vendida a R$ 5,50 o quilo, inteira, poderia ser comercializada por R$ 16,00 se fosse processada, ou seja, embalada com registro sanitário. Em forma de filé, esse valor subiria para R$ 25,00 ou R$ 30,00 o quilo”, calcula Chicrala. Além disso, a falta de abatedouros também impede que os produtores possuam o Selo da Inspeção Federal (SIF), que permitiria a comercialização para outros estados.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Outra vantagem é a mobilidade do Entreposto Modular de Pescado, que elimina um problema comum dos frigoríficos convencionais: a ociosidade. Muitas vezes, eles operam abaixo de sua capacidade porque não há um fluxo constante de fornecimento de peixes. “O entreposto móvel pode processar o pescado na região que estiver produzindo e depois partir para outro polo, sem prejuízo pela falta de matéria-prima”, destaca Chicrala. Siqueira faz coro e está otimista com a ideia. “É uma solução que viabiliza o abate em vários locais onde não há entreposto. É uma tecnologia estratégica e que pode servir a mais de um grupo de produtores”, acredita.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Pela facilidade de implantação e custos menores, o EMP pode ser a saída para cooperativas de piscicultores que desejam investir no seu próprio frigorífico. Também pode fazer parte de políticas públicas de governos e prefeituras que desejem incrementar a produção de pescado. “É muito importante esse trabalho de validação de todas as etapas do processamento. Com a chancela da Embrapa estamos confiantes de que haverá o interesse de grupos ou de municípios que queiram ter uma unidade de processamento de pescado instalado na região”, prevê André Siqueira.</span></p>
<p><!--EndFragment--> Fonte: Embrapa</p>
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		<title>Nova pesquisa explora &#8216;benefício triplo&#8217; de fitase para produtores de tilápia</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Oct 2018 20:21:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ Dois novos estudos serão apresentados pela AB Vista no Congresso Latino-Americano e Caribenho de Aquicultura (LACQUA), e demonstram que a fitase oferece aos produtores de tilápia um triplo benefício, afetando o desempenho, a lucratividade e a sustentabilidade. Os ensaios, conduzidos em parceria com a Universidade Federal do Paraná no, apresentaram que a adição de 2.000 [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;"> Dois novos estudos serão apresentados pela AB Vista no Congresso Latino-Americano e Caribenho de Aquicultura (LACQUA), e demonstram que a fitase oferece aos produtores de tilápia um triplo benefício, afetando o desempenho, a lucratividade e a sustentabilidade.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Os ensaios, conduzidos em parceria com a Universidade Federal do Paraná no, apresentaram que a adição de 2.000 FTU / kg de fitase à dieta de tilápia resultou em melhoria na digestibilidade e retenção de nutrientes, bem como no status mineral e nas taxas de conversão alimentar.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Os estudos também indicaram que tais benefícios de desempenho impactaram positivamente nos custos de alimentação e bem-estar ambiental &#8211; o que, como explica o Dr. Alexandre Barbosa de Brito, Gerente Técnico LAM da AB Vista, é de grande interesse para os produtores:</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“As estratégias para reduzir os custos da ração &#8211; que podem representar 60% do total das despesas de produção &#8211; e minimizar os danos ecológicos estão se tornando cada vez mais importantes na indústria do pescado. O efeito da fitase representa benefícios para ambos: o melhor estado mineral poupa 0,25% do fósforo disponível, reduzindo os custos de produção, enquanto o aumento da retenção de nutrientes resulta em níveis mais baixos de poluição da água. ”</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Delineando o modo de ação relacionado da enzima, Dr. Alexandre explica:</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“Quantum Blue decompõe o fitato encontrado em ingredientes à base de plantas, liberando fósforo que de outra forma não estaria disponível. Além disso, os íons de cálcio são liberados, que geralmente estão ligados à molécula de fitato e, portanto, não estão disponíveis para absorção“.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“Além disso, foi demonstrado com as recentes pesquisas que o fitato afeta as secreções internas dos animais, além da redução de digestibilidade dos vários nutrientes no intestino dos animais, que pode ter efeito atenuado com o uso de fitase”, conclui.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">As pesquisas serão apresentadas no dia 25 de outubro, no LACQUA – Congresso Latino Americano e Caribenho de Aquacultura, que será realizado na Colômbia, de 23 a 26 de outubro.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: O Presente Rural</span></p>
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		<title>Dicas de piscicultura</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Dec 2017 12:22:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
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		<description><![CDATA[A carpa-húngara é uma espécie rústica e tolerante às variações do clima, o peixe tem duas variedades mais conhecidas, que podem ser criadas para ornamentação e consumo Após a carpa-prateada (maio),  a cabeçuda (setembro) e a capim (dezembro), chegou a vez da húngara, que é uma variedade melhorada da carpa comum (Cyprinus carpio) desenvolvida desde [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h5><strong><span style="color: #000000;">A carpa-húngara é uma espécie rústica e tolerante às variações do clima, o peixe tem duas variedades mais conhecidas, que podem ser criadas para ornamentação e consumo</span></strong></h5>
<p><span style="color: #000000;">Após a <a href="http://revistagloborural.globo.com/vida-na-fazenda/como-criar/noticia/2016/07/como-criar-carpa-prateada.html" target="_blank"><span style="color: #000000;"><strong>carpa-prateada</strong></span></a> (maio),  a <a href="http://revistagloborural.globo.com/Revista/noticia/2016/11/como-criar-carpa-cabecuda.html" target="_blank"><span style="color: #000000;"><strong>cabeçuda</strong></span></a> (setembro) e a <a href="http://revistagloborural.globo.com/vida-na-fazenda/como-criar/noticia/2017/02/como-criar-carpa-capim.html" target="_blank"><span style="color: #000000;"><strong>capim</strong></span></a> (dezembro), chegou a vez da húngara, que é uma variedade melhorada da carpa comum (Cyprinus carpio) desenvolvida desde a década de 1960 na Hungria, como o próprio nome indica. Técnicas de melhoria já produziram dezenas de variedades, mas as mais conhecidas aqui são a <strong>húngara</strong> e a <strong>espelho</strong>. Donas de um dorso mais alto, para maior rendimento de carcaça, diferem entre si nas <strong>escamas</strong>, que na espelho são falhadas e na húngara são grandes, uniformes e de coloração olivácea.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Como seus pares, a carpa-húngara é pertencente à <strong>família Cyprinidae</strong>, rústica e tolerante a variações de temperatura, facilitando seu manejo. Reúne as principais características de uma criação com <strong>potencial rentável </strong>para o produtor. Tem crescimento rápido, com capacidade de alcançar de 800 gramas a até 1 quilo no primeiro ano de vida. O peso final do adulto pode atingir mais de 8 quilos.</span></p>
<div class="frase-materia componente_materia expandido">
<div class="frase"><span style="color: #000000;"><em><strong>&#8220;Água limpa é importante para assegurar a saúde da criação e ainda contribui para reduzir o característico &#8216;gosto de barro&#8217; da carpa criada em viveiro natural ou escavado&#8221;</strong></em></span></div>
<div class="frase"></div>
</div>
<p><span style="color: #000000;">O hábito alimentar da carpa-húngara possibilita economia ao seu cultivo, pois a espécie gosta de comer <strong>zooplâncton</strong> e<strong> organismos bentônicos</strong>, como pequenos moluscos, larvas de inseto, minhocas e detritos. Por outro lado, a preferência do peixe pode restringir seu manejo a <strong>tanques-redes</strong>, já que em açudes a húngara tem mania de fuçar as paredes e o fundo.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Ao mesmo tempo, a carpa-húngara aceita bem <strong>comida artificial</strong>, ampliando as opções do cardápio. Além disso, <strong>rações industrializadas </strong>são necessárias para acelerar o desenvolvimento do peixe que vive em cativeiro. As refeições devem ocorrer várias vezes ao dia, porém, fornecidas em <strong>poucas quantidades</strong>, para evitar o excesso de matéria orgânica, o que possibilita a ocorrência de doenças.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A qualidade da água é outro fator importante para assegurar a saúde da criação. No caso de aproveitamento de um lago ou açude existente na propriedade, a <strong>drenagem total </strong>da área alagada antes de iniciar a atividade é indicada, para se livrar de predadores naturais e entulhos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Água limpa ainda contribui para reduzir o característico “gosto de barro” da carpa-húngara criada em viveiro natural ou escavado na terra. Outra dica para suavizar o sabor da carne do peixe é deixá-lo, por um período de três a sete dias, em <strong>depuração em tanques</strong> de alvenaria com água corrente.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Globo Rural</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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