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	<title>AgroCeleiro &#187; pecuária</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>SEAPDR altera prazo para declaração anual de animais e atualização cadastral de produtores</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Dec 2021 14:25:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em vez de janeiro, período de declarações passou para os meses de junho a outubro, em 2022 A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) informa que o prazo para atualização cadastral dos produtores e declaração anual dos animais em 2022 ocorre entre 1º de junho e 31 de outubro. O novo período foi [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-style: italic; color: #000000;">Em vez de janeiro, período de declarações passou para os meses de junho a outubro, em 2022</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) informa que o prazo para atualização cadastral dos produtores e declaração anual dos animais em 2022 ocorre entre 1º de junho e 31 de outubro. O novo período foi publicado na Instrução Normativa 54, nesta segunda-feira (20/12), no Diário Oficial do Estado. Desta forma, as planilhas de atualizações não estarão disponíveis em janeiro como de costume.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A diretora do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), Rosane Collares, explica que desde o ano passado a SEAPDR vem trabalhando junto à Procergs, empresa responsável pelo sistema informatizado da Defesa Agropecuária do Rio Grande do Sul, em uma nova plataforma de declaração de rebanho e cadastro de produtores. O objetivo é que a coleta de dados agropecuários ocorra de forma mais completa, assertiva e confiável, o que repercutirá positivamente para toda a cadeia pecuária do Estado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Rosane destaca que a plataforma em construção tem passado por inúmeros testes e validações. Com isso, não haverá tempo hábil para colocar o novo sistema em funcionamento em janeiro, prazo normal da declaração anual de rebanho. A nova ferramenta possibilitará, segundo a diretora do DDA, em um segundo momento, que o produtor consiga fazer as declarações e atualização cadastral de forma online, facilitando o cumprimento das suas obrigações junto ao Serviço Veterinário Oficial.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Uma base de dados robusta, confiável e organizada irá qualificar ainda mais o serviço de vigilância e defesa agropecuária no Rio Grande do Sul. A quantidade e qualidade de informações disponíveis são fatores muito relevantes na tomada de decisão frente a emergências sanitárias, mas, principalmente, nas ações de prevenção”, acrescenta Rosane.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A secretária Silvana Covatti lembra que, com o avanço do status sanitário do Rio Grande do sul para um Estado Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação, a Secretaria da Agricultura vem investindo na manutenção desta nova condição sanitária por meio de novas ferramentas. “Este investimento em tecnologia trará facilidades para os produtores, benefícios para as cadeias produtivas e para quem executa a defesa agropecuária no Estado”, afirma a titular da pasta.</span></p>
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		<title>Agricultura emite segundo alerta sanitário em 2021 sobre focos de raiva herbívora no RS</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2021 13:13:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) emitiu dia (06) alerta sanitário para raiva dos herbívoros e está orientando os produtores rurais a vacinarem ou revacinarem seu rebanho para prevenir a doença. Neste ano de 2021, de janeiro a setembro, o Programa de Controle da Raiva Herbívora da Secretaria contabilizou 32 focos de raiva em 25 municípios gaúchos (veja lista [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) emitiu dia (06) alerta sanitário para raiva dos herbívoros e está orientando os produtores rurais a vacinarem ou revacinarem seu rebanho para prevenir a doença. Neste ano de 2021, de janeiro a setembro, o Programa de Controle da Raiva Herbívora da Secretaria contabilizou 32 focos de raiva em 25 municípios gaúchos (veja lista abaixo).</p>
<p style="text-align: justify;">Os municípios com focos identificados neste alerta são Arroio dos Ratos, Caraá, São Jerônimo, Osório e São Gabriel. E os municípios com possível evolução dos focos são Capivari do Sul, Riozinho, Rolante, Santo Antônio da Patrulha, Butiá, Charqueadas, General Câmara, Eldorado do Sul, Guaíba, Mariana Pimentel, São Jerônimo, Lavras do Sul, Santa Margarida do Sul, São Sepé e Vila Nova do Sul.</p>
<figure class="artigo__ilustracao--esquerda" style="text-align: justify;"><a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202110/06162110_129523_GDO.jpeg" data-credito="André Witt/Divulgação SEAPDR" data-urlamigavel="/midia/imagem/whatsapp-image-2021-10-06-at-3-33-41-pm" data-legenda="Troncos ocos de árvores e cavernas são alguns dos esconderijos habituais dos morcegos" data-label-credito="Foto: "><img class="img-responsive" style="font-style: italic;" src="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202110/06162110_129523_MDO.jpeg" alt="Troncos ocos de árvores e cavernas são alguns dos esconderijos habituais dos morcegos" /></a><figcaption class="artigo__ilustracao__legenda">Troncos ocos de árvores e cavernas são alguns dos esconderijos habituais dos morcegos - <span class="artigo__ilustracao__credito">Foto: André Witt/Divulgação SEAPDR</span></figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">“Os proprietários dos municípios citados tem que ficar alertas para vacinar seus animais e relatar mordeduras do morcego hematófago <em>Desmodus rotundus</em> às <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/enderecos-de-regionais-e-ida-s" target="_blank">inspetorias ou escritórios de Defesa Agropecuária</a>. Se isso estiver ocorrendo, equipes da Secretaria vão ser designadas para a região, para o município onde está ocorrendo o foco, para fazer o controle”, explica o analista ambiental André Witt, do Programa de Controle de Raiva Herbívora.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns esconderijos habituais dos morcegos são troncos ocos de árvores, cavernas, fendas de rochas, furnas, túneis e casas abandonadas, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro alerta sanitário foi emitido no dia 24-06-2021.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Municípios com focos de raiva herbívora em 2021</h3>
<p style="text-align: justify;">Arroio dos Ratos, Caçapava do Sul, Canguçu, Caraá, Coronel Barros, Garruchos, Guabiju, Guaíba, Itacurubi, Lagoa Vermelha, Mariana Pimentel, Osório, Palmares do Sul, Palmitinho, Pirapó, Santo Antônio da Patrulha, Santo Antônio das Missões, Santo Cristo, São Francisco de Paula, São Gabriel, São Jerônimo, São Jorge, São Lourenço, São Nicolau e Sertão Santana.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja mais informações sobre a raiva herbívora e orientações neste endereço: <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/pncrh-rs" target="_blank">https://www.agricultura.rs.gov.br/pncrh-rs</a></p>
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		<title>Secretaria da Agricultura do RS prorroga prazo de entrega da Declaração Anual de Rebanho</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2021 16:50:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em função dos impactos da pandemia de covid-19, o prazo para entrega da declaração anual de rebanho foi prorrogado para 31 de julho. Produtores rurais de todo o Rio Grande do Sul têm até esta data para entregar a declaração referente à 2021, contendo todos os animais existentes na propriedade. O prazo da entrega finalizava [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em função dos impactos da pandemia de covid-19, o prazo para entrega da declaração anual de rebanho foi prorrogado para 31 de julho. Produtores rurais de todo o Rio Grande do Sul têm até esta data para entregar a declaração referente à 2021, contendo todos os animais existentes na propriedade. O prazo da entrega finalizava em 31 de maio.</p>
<p style="text-align: justify;">O documento é obrigatório, com formulário próprio que está disponível neste <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202001/07112647-declaracao-2020.pdf" target="_blank">link</a> e deve ser encaminhado para a Inspetoria de Defesa Agropecuária (IDA) do município de origem.</p>
<p style="text-align: justify;">Para evitar aglomeração nas IDA´s, a orientação é que as declarações sejam encaminhadas preferencialmente por e-mail ou por WhatsApp da Inspetoria. O número de WhatsApp de cada inspetoria é o mesmo de seu telefone fixo.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja aqui os e-mails das inspetorias: <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/e-mails-das-inspetorias" target="_blank">https://www.agricultura.rs.gov.br/e-mails-das-inspetorias</a></p>
<p style="text-align: justify;">SEAPDR</p>
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		<title>Prazo para declaração anual de rebanho se encerra nesta quarta-feira</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2020 17:55:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (30) se encerra o prazo para que os produtores rurais do Rio Grande do Sul entreguem a declaração anual obrigatória de rebanho, referente ao ano de 2020, à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR). O formulário a ser preenchido e entregue está disponível neste link. A declaração anual de rebanho é obrigatória [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nesta quarta-feira (30) se encerra o prazo para que os produtores rurais do Rio Grande do Sul entreguem a declaração anual obrigatória de rebanho, referente ao ano de 2020, à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR). O formulário a ser preenchido e entregue está disponível <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202001/07112647-declaracao-2020.pdf">neste link</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">A declaração anual de rebanho é obrigatória e exigida em dois momentos: no início do ano, de janeiro a maio, quando se relacionam todos os animais existentes na propriedade, divididos por idade e raça; e no mês de novembro, para registrar a evolução do rebanho, como nascimentos, mortes, consumo, roubo, entre outros. A declaração de rebanho normalmente era feita durante as campanhas de vacinação contra a febre aftosa, mas, com a suspensão da vacinação, o prazo foi prorrogado até o fim do ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Devido à pandemia, as inspetorias de defesa agropecuária estão restringindo o contato pessoal, com escalonamento de servidores e atendimento remoto por e-mail ou WhatsApp. A orientação é que os produtores deem preferência a entregar as declarações de rebanho às suas inspetorias locais por estes meios eletrônicos. Os e-mails das IDAs podem ser consultados <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/e-mails-das-inspetorias">aqui</a>. O número de WhatsApp de cada inspetoria é o mesmo de seu telefone fixo.</p>
<p style="text-align: justify;">SEAPDR RS</p>
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		<title>preços do leite caindo em outubro e alta dos custos acendem alerta</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2020 14:35:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Depois de quatro meses em elevação, o preço do leite pago ao produtor do Rio Grande do Sul deve cair 5,18% em outubro frente a setembro, de acordo com o Conseleite. A previsão é de que o valor de referência médio recue de R$ 1,6327 para R$ 1,5482. Apesar da redução, os valores seguem em patamares acima [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: 300;">Depois de quatro meses em elevação, o preço do leite pago ao produtor do Rio Grande do Sul deve cair 5,18% em outubro frente a setembro, de acordo com o </span><a style="font-weight: 300; color: #428bca;" href="http://conseleite.com.br/"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Conseleite.</strong></span></a><span style="font-weight: 300;"> A previsão é de que o valor de referência médio recue de R$ 1,6327 para R$ 1,5482. Apesar da redução, os valores seguem em patamares acima dos praticados em anos anteriores, motivados pela alta de custos no campo e na indústria.</span></span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O temor do setor é com o impacto dessa retração de preços frente à elevação de custos de insumos. Além dos grãos, há diversos outros itens com cotações sendo reajustadas rotineiramente, como embalagens, ingredientes e medicamentos.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Também há preocupação, alertou o presidente do Conseleite, Rodrigo Rizzo, com a falta de itens essenciais para manter a produção, já que produtores relatam dificuldade para aquisição de produtos básicos como o milho, por exemplo. “Ainda estamos sofrendo os efeitos da seca do último verão e isso se agrava com o alerta de La Niña”, diz.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O vice-presidente do Conseleite, Alexandre Guerra, ponderou que a redução do auxílio emergencial de R$ 600 para R$ 300 já traz impacto no mercado, além do aumento das importações de lácteos.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo Guerra, as aquisições de leite importado passaram de um patamar de 10 mil toneladas por mês, antes da pandemia, para mais de 23 mil toneladas em setembro. “Estivemos em reunião com o Ministério da Agricultura e pedimos para que o tema seja monitorado porque as importações estão vindo com mais força”, alerta.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Guerra sinalizou que a alta do preço no mercado interno tornou os importados mais competitivos mesmo com a valorização cambial. Com maior escala por propriedade, Argentina e Uruguai, por exemplo, vêm conseguindo reduzir custos.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O professor da Universidade de Passo Fundo (UPF) Marco Antonio Montoya afirma que há uma correlação direta entre o comportamento dos preços no Rio Grande do Sul e o verificado em outros estados, como Santa Catarina e Paraná, que também sinalizam retração para outubro.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Canal Rural</span></p>
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		<title>RS obtém reconhecimento como zona livre sem vacinação para aftosa</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2020 16:49:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Rio Grande do Sul obteve uma conquista histórica para o setor da pecuária. A Instrução Normativa (IN) 52, assinada pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina, esta terça-feira (11), reconhece o Estado como zona livre de vacinação contra a febre aftosa. A mudança passa a vigorar em 1º de setembro, e a IN deve ser [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Rio Grande do Sul obteve uma conquista histórica para o setor da pecuária. A Instrução Normativa (IN) 52, assinada pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina, esta terça-feira (11), reconhece o Estado como zona livre de vacinação contra a febre aftosa. A mudança passa a vigorar em 1º de setembro, e a IN deve ser publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (12). Na semana passada, auditores do Ministério estiveram na Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural para avaliar o cumprimento das exigências feitas para a obtenção do novo status sanitário.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Trata-se de uma mudança que vem sendo gestada e planejada há um bom tempo pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural. Vai gerar imenso impacto na economia gaúcha. Com a retirada da vacina, o Estado poderá alcançar 70% dos mercados mundiais disponíveis”, afirma o secretário da Agricultura, Covatti Filho. Ele observa que 2020 será o último ano com vacinação no Estado.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A partir do reconhecimento pelo Ministério, a Secretaria comunica a mudança para a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), que concede a certificação da evolução do status sanitário, abrindo portas para mercados não acessados pelos criadores gaúchos.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Técnicos e especialistas apontam que a retirada da vacinação tem potencial de abrir mercados como Japão, Coreia do Sul, México, Estados Unidos, Chile, Filipinas, China (carne com osso) e Canadá. No setor dos suínos, a expectativa é de que haja um incremento nas exportações na ordem de R$ 600 milhões anuais.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O documento também reconhece como área livre de vacinação os estados do Acre, Paraná, Rondônia e regiões do Amazonas e de Mato Grosso. Conforme o texto, o ingresso de animais e produtos de risco para a febre aftosa no estado de Santa Catarina, com origem nas áreas consideradas livres de vacinação, devem observar as diretrizes definidas para origem em zona livre da doença com vacinação, até seu reconhecimento pela OIE como zonas livres de aftosa sem vacinação.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">SEAPDR RS</span></p>
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		<title>RS prorroga prazo para entrega da declaração anual de rebanho</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2020 14:37:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural publicou instrução normativa no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira (13) estabelecendo novo prazo para a entrega da declaração anual de rebanho: 31 de outubro. O formulário a ser preenchido e entregue está disponível neste link. A prorrogação é necessária por causa da pandemia de Covid-19. Para o ano [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><strong>A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural publicou instrução normativa no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira (13) estabelecendo novo prazo para a entrega da declaração anual de rebanho: 31 de outubro. O formulário a ser preenchido e entregue está disponível <a style="color: #3f5125;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202001/07112647-declaracao-2020.pdf"><span style="color: #333333;">neste link</span></a>.</strong></span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><strong>A prorrogação é necessária por causa da pandemia de Covid-19. Para o ano que vem, a Secretaria terá uma estratégia estruturada e outros prazos, de forma a manter o cadastro dentro das necessidades. </strong></span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><strong>As inspetorias de defesa agropecuária vêm trabalhando para restringir o contato pessoal, com escalonamento de servidores e atendimento remoto por e-mail ou WhatsApp. A orientação é que os produtores dêem preferência a entregar as declarações de rebanho às suas inspetorias locais por estes meios eletrônicos. Os e-mails das IDAs podem ser consultados <a style="color: #3f5125;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/e-mails-das-inspetorias"><span style="color: #333333;">aqui</span></a>. O número de WhatsApp de cada inspetoria é o mesmo de seu telefone fixo.</strong></span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><strong>SEAPDR</strong></span></p>
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		<title>Embrapa divulga estudo inédito sobre tendências para a cadeia de carne bovina</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2020 15:26:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um dos pilares do agronegócio brasileiro, a cadeia da pecuária de corte movimentou o correspondente a 8,7% do PIB do país em 2018, totalizando R$ 597,22 bilhões. Para os próximos anos, o setor continuará a crescer, sustentado por um mercado consumidor de carne bovina crescente, com o aumento considerável da demanda, em especial pelos países asiáticos, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #505050; text-align: justify;">Um dos pilares do agronegócio brasileiro, a cadeia da pecuária de corte movimentou o correspondente a 8,7% do PIB do país em 2018, totalizando R$ 597,22 bilhões. Para os próximos anos, o setor continuará a crescer, sustentado por um mercado consumidor de carne bovina crescente, com o aumento considerável da demanda, em especial pelos países asiáticos, como China e Hong Kong. Os dois países, só em 2018, compraram o correspondente a 43,6% de todo o montante exportado.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">A busca por cortes diferenciados e de denominação de origem abrirão novas oportunidades de agregação de valor. No entanto, o maior grau de exigência do consumidor será um gatilho transformador da atividade, bem como a concorrência com outras fontes de proteína, que forçarão a cadeia a produzir melhor. O bem-estar animal será mandatório, desde a cria ao abate.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">Os dados são do estudo que integra a mais recente edição da série “Desafios do Agronegócio Brasileiro”, elaborada por pesquisadores da Embrapa que integram o Centro de Inteligência da Carne Bovina da Embrapa Gado de Corte (Cicarne) e o Sistema Agropensa. Participaram do estudo os pesquisadores Guilherme Malafaia, Fernando Dias, Paulo Biscola e Elísio Contini e o analista Adalberto Araújo.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">De acordo com os autores, a inovação digital será uma das duas maiores forças disruptivas para o mercado nas próximas duas décadas e acelerará o processo de transformação da cadeia, injetando gestão e inteligência na atividade. Terá papel central na certificação, rastreabilidade e qualidade do produto carne.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">A busca por soluções sustentáveis transformará toda a cadeia produtiva, desde a indústria de insumos até a carne na prateleira do supermercado. Tecnologias de ponta como a biotecnologia moderna aumentarão a eficiência produtiva, com ganhos para os produtores e consumidores finais.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">As tendências para a cadeia de carne bovina do país vão exigir melhor gestão do negócio, digitalização e intensificação produtiva por parte dos pecuaristas para que seja alcançado o potencial de incremento de 23% da produção nos próximos oito anos, diz o estudo.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">Por outro lado, o impacto social será muito relevante – pois muitos pecuaristas não conseguirão se adaptar e deixarão a atividade.  “Vamos ter menos produtores, que serão mais tecnificados e terão maior volume de produção. Quem for pequeno ou se organiza em cooperativas, em associações, em rede, ou não sobreviverá”, afirma o pesquisador Elísio Contini.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">De acordo com o especialista, a previsão é que poderão deixar a atividade quase metade dos 1,3 milhão de pecuaristas hoje em atividade, apesar de promissora projeção de o país se consolidar como líder global nesse mercado.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">“Parcela considerável vai ser excluída da atividade e substituída por fazendas corporativas. Até 2040, cerca de 50% dos produtores devem sair do mercado”, afirma o coordenador do Cicarne, Guilherme Malafaia.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold;">Mais carne em menos área</strong></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">As projeções elaboradas pelo estudo indicam que os próximos anos serão de muito desenvolvimento e sucesso para os bons gestores. A pecuária brasileira produzirá mais carne em menos área, liberando terras para a agricultura e silvicultura. O setor ocupará espaço no cenário internacional, exportando desde genética a produtos altamente especializados e de elevado valor agregado. “O Brasil terá uma pecuária altamente tecnificada, profissional, competitiva e uma referência global, não só pelo gigantismo, mas também por sua tecnologia, qualidade, segurança e sustentabilidade”, afirmam os autores.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">Eles chamam atenção também para os impactos da covid-19 no mercado e na produção da carne bovina. A pandemia colocará no topo do debate global a preocupação com a sanidade animal, onde devem crescer as exigências e consistência sobre os sistemas de vigilância e controle de doenças que atingem animais e humanos. “Esta pode ser uma grande oportunidade para a cadeia da carne bovina mostrar ao mundo, de forma transparente, como os nossos processos produtivos, tanto no campo como na indústria, são confiáveis”, afirmam.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">De acordo com o estudo, a maior transformação será no processo de distribuição, seja de insumos, gado ou da carne. A relevância da sanidade, qualidade e sustentabilidade crescerá via interação digital com o consumidor final. Entretanto, torna-se de fundamental importância a promoção de melhorias no sistema de conectividade no território brasileiro, especialmente, no campo.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">“É de fundamental importância a criação e fortalecimento dos diálogos entre <em>stakeholders</em> em rede no setor de carne bovina. A integração e coordenação da cadeia é extremamente necessária e estratégica. É preciso romper a cultura demarcada pela falta de relacionamentos sistêmicos e avançar em modelos colaborativos em rede, já realizado com êxito por países como Austrália, Canadá, China, Estados Unidos, Reino Unido e Uruguai. A Câmara Setorial da Bovinocultura de Corte do Ministério da Agricultura poderia ser um fórum propício para germinar uma ação nesse sentido”, afirma Elísio Contini.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold;">Desafio para o escoamento das exportações</strong></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">A concentração das exportações de carne bovina nos portos das regiões Sul e Sudeste evidencia os corredores de exportação dos estados brasileiros produtores de carne situados nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste. No caso dos frigoríficos de Mato Grosso, por exemplo, as rodovias BR-364 e BR-163 estão entre as principais vias de escoamento da produção do território destinada à exportação, convergindo aos portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR). Já a produção do território goiano segue, sobretudo, pelas BR-153, BR-364 e a BR-050, em direção ao porto de Santos.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">No entanto, o estudo apontou a necessidade de reorientar a matriz de transporte para maior integração entre os percursos rodoviário e ferroviário. O transporte rodoviário poderia ser realizado entre os frigoríficos e os pátios de transbordo da ferrovia, por ser o mais flexível, com maior disponibilidade de vias de acesso e rapidez na entrega. Por sua vez, o modal ferroviário seria adequado para o transporte de carga por longas distâncias, desde os pátios da ferrovia até os portos litorâneos. Em relação à logística de exportação da carne bovina, nota-se uma concentração em alguns portos da região Sul e Sudeste.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">Para diminuir essa concentração, sugere-se maior exportação pelos portos do Nordeste e Norte brasileiro, quando o produto tiver como destino os portos da Europa, do Oriente Médio e da América do Norte.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">As projeções para a pecuária brasileira mostram que o setor deve apresentar um significativo crescimento nos próximos anos e a expectativa é que a produção de carne bovina no Brasil continue a crescer na próxima década. Segundo projeções do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), no período de 2018 a 2028, a produção de carne bovina do Brasil deverá crescer 2,1% ao ano. Neste contexto, espera-se atingir 12,15 milhões toneladas produzidas em 2028, com 22,7% de variação em relação a 2018.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">Fonte: Embrapa</p>
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		<title>Pastagens de inverno e preço amenizam momento do produtor de leite</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2020 16:28:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A chegada do inverno e o retorno das chuvas trazem alento ao produtor de leite que teve perdas com a estiagem no Rio Grande do Sul desde o final do ano passado. Com o desenvolvimento das pastagens no campo, os criadores podem alimentar seus animais de forma a economizar com a silagem de milho, que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #292929; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A chegada do inverno e o retorno das chuvas trazem alento ao produtor de leite que teve perdas com a estiagem no Rio Grande do Sul desde o final do ano passado. Com o desenvolvimento das pastagens no campo, os criadores podem alimentar seus animais de forma a economizar com a silagem de milho, que foi prejudicada com a seca.</span></p>
<p style="color: #292929; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para o presidente da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando), Marcos Tang, os produtores estão conseguindo se utilizar das pastagens de forma a alimentar o gado, economizando silagem e ajudando na redução dos custos na pecuária leiteira. “Chamamos a atenção para a otimização máxima destas pastagens para que possamos utilizá-las em rotação e as vacas possam voltar no mesmo piquete de sete a dez dias e poupar a silagem que foi muito reduzida e, assim, diminuir os custos”, salienta.</span></p>
<p style="color: #292929; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Outro fator tem sido o incremento dos preços, já com referência de R$ 1,37 o litro ao produtor. Tang lembra também que com a pandemia causada pelo Coronavírus (Covid-19) houve aumento dos produtos lácteos. “É um alento ao produtor. A estiagem no leite não é sentida em um mês, mas sim em um ou dois anos. No momento em que se tem um aumento do preço do produto e diminuição nos custos com as pastagens, conseguimos ajudar a impulsionar o setor. O produtor de leite é um apaixonado, mas precisamos ter o direito de ter lucro na nossa propriedade”, complementa.</span></p>
<p style="color: #292929; text-align: justify;">Fonte: Gadolando</p>
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		<title>Governo anuncia liberação de orçamento recorde para o Programa de Seguro Rural em 2020</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2020 21:51:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A liberação de R$ 955 milhões para subvencionar a contratação de seguro rural pelos produtores representa mais que o dobro do valor executado no ano passado. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou nesta terça-feira (23) o cronograma de liberação do orçamento para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) em 2020 (Resolução [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #555555;">A liberação de R$ 955 milhões para subvencionar a contratação de seguro rural pelos produtores representa mais que o dobro do valor executado no ano passado.</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou nesta terça-feira (23) o <span class="underline"><a class="external-link" style="font-weight: 500; color: #1351b4;" title="" href="http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=23/06/2020&amp;jornal=515&amp;pagina=3&amp;totalArquivos=59" target="_blank" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title=""><b style="font-weight: 600; color: #555555;">cronograma de liberação do orçamento para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR)</b> </a></span>em 2020 (Resolução nº 74). Do valor total a ser liberado, R$ 280 milhões serão destinados para a contratação de apólices para as culturas de inverno, como o milho 2ª safra e trigo; R$ 535 milhões para as culturas da soja, milho 1ª safra, arroz, feijão e café; R$ 70 milhões para as frutas; R$ 10 milhões para a modalidade de pecuária; R$ 10 milhões para a modalidade de florestas e R$ 50 milhões para as demais culturas.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">“Com esse apoio do Governo Federal será possível fomentar a contratação de aproximadamente 220 mil apólices, proporcionando a cobertura de 15 milhões de hectares e R$ 43 bilhões de valor segurado”, ressalta o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa, Pedro Loyola.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Outro destaque é a destinação do orçamento exclusivo de R$ 50 milhões para a contratação de apólices de grãos nos meses de setembro e outubro nas regiões Norte e Nordeste. Essa medida, que teve início em 2019, tem como objetivo alavancar as contratações nessas regiões. “A contratação do seguro ainda está concentrada nos estados do Centro-sul do país, é preciso aumentar a oferta de seguros nas demais regiões, com a inserção de novas seguradoras, criação de novos canais de distribuição, sejam nas instituições financeiras, cooperativas, revendas de insumos, além de aumentar o número de corretores de seguros especializados atuando nesse mercado. Em 2019, conseguimos dobrar o número de contratações em relação ao ano anterior. Esperamos que em 2020 o resultado seja ainda mais significativo”, explica.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Também serão alocados R$ 50 milhões para um projeto-piloto que deverá atender produtores enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). De acordo com Loyola, essa iniciativa visa proporcionar para esse público específico condições melhores na contratação do seguro. “Precisamos criar condições diferenciadas para que esse perfil de produtor comece a contratar o seguro. Em breve, divulgaremos os detalhes do projeto”.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">O cronograma foi aprovado durante a última reunião do Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural (CGSR), realizada no dia 22 de junho, quando também foi aprovada a <a class="external-link" style="font-weight: 500; color: #1351b4;" title="" href="http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=23/06/2020&amp;jornal=515&amp;pagina=3&amp;totalArquivos=59" target="_blank" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Resolução nº 73</a>, que definiu novas regras operacionais para as seguradoras habilitadas no PSR.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">O clima é o principal fator de risco para a produção rural. Ao contratar uma apólice de seguro rural, o produtor pode minimizar suas perdas ao recuperar o capital investido na sua lavoura. Desde o ano de 2005, o governo federal, por meio do PSR, auxilia o produtor na aquisição do seguro rural, pagando parte do valor da apólice (prêmio).</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold; color: #555555;">Contratação</strong></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">O produtor que tiver interesse em contratar o seguro rural deve procurar um corretor ou uma instituição financeira que comercialize apólice de seguro rural. Atualmente,14 seguradoras estão habilitadas para operar no PSR. A subvenção econômica concedida pelo Ministério da Agricultura pode ser pleiteada por qualquer pessoa física ou jurídica que cultive ou produza espécies contempladas pelo Programa. Para os grãos em geral, o percentual de subvenção ao prêmio pode variar entre 20% e 40%, a depender da cultura e tipo de cobertura contratada. No caso das frutas, olerícolas, cana-de-açúcar e demais modalidades (florestas, pecuário e aquícola), o percentual de subvenção ao prêmio será fixo em 40%.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><iframe style="color: #555555;" src="https://www.youtube.com/embed/sO_I1nRSmXQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Para mais informações, faça o download do aplicativo do PSR, basta acessar para <a class="external-link" style="font-weight: 500; color: #1351b4;" title="" href="https://play.google.com/store/apps/details?id=br.embrapa.psr" target="_blank" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Android</a> e para <a class="external-link" style="font-weight: 500; color: #1351b4;" title="" href="https://apps.apple.com/br/app/psr-programa-de-seguro-rural/id1517617208" target="_blank" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">IOS</a>.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">MAPA</p>
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