﻿<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>AgroCeleiro &#187; Pecuária leiteira</title>
	<atom:link href="http://www.agroceleiro.com/tag/pecuaria-leiteira/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.agroceleiro.com</link>
	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
	<lastBuildDate>Wed, 18 Sep 2024 14:58:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=3.9.40</generator>
	<item>
		<title>Planejamento forrageiro aumenta em 40% a produção de leite no RS</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/planejamento-forrageiro-aumenta-em-40-a-producao-de-leite-no-rs/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/planejamento-forrageiro-aumenta-em-40-a-producao-de-leite-no-rs/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2020 13:23:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamações e Sugestões]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas Agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Passagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento forrageiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=10701</guid>
		<description><![CDATA[O planejamento forrageiro tem se mostrado eficiente para aumentar a produção leiteira em propriedades do programa Balde Cheio no Rio Grande do Sul. Dados de fazendas integrantes do programa indicam que o uso de pastagens perenes e precoces, além de outros ajustes tecnológicos no manejo animal, incrementaram em até 40% a produção de leite por vaca, trazendo um caráter [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O <a style="font-weight: 500; color: #1351b4;" href="https://www.embrapa.br/en/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1011005/planejamento-forrageiro" target="_blank"><span style="color: #000000;">planejamento forrageiro</span></a> tem se mostrado eficiente para aumentar a produção leiteira em propriedades do programa <a style="font-weight: 500; color: #1351b4;" href="https://www.embrapa.br/balde-cheio" target="_blank"><span style="color: #000000;">Balde Cheio</span></a> no Rio Grande do Sul. Dados de fazendas integrantes do programa indicam que o uso de pastagens perenes e precoces, além de outros ajustes tecnológicos no manejo animal, incrementaram em até 40% a produção de leite por vaca, trazendo um caráter inovador ao manejo forrageiro e animando os produtores que participam do projeto no estado. </span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Planejar a propriedade para o cultivo das pastagens é uma tarefa que exige conhecimento sobre o ambiente de produção e assessoria técnica. A análise do solo, para correção da acidez e adubação, por exemplo, é uma das tarefas básicas. Mas outro aspecto geral, além da busca pelo incremento da produção, tem avizinhado o trabalho de gestão dos pastos realizado nas propriedades do Balde Cheio no RS: os vazios forrageiros que ocorrem no estado nos períodos de transição entre as estações quentes e frias do ano. </span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A alternativa encontrada pelos técnicos para atacar o problema foi a perenização da produção forrageira, com o uso de pastagens como <a style="font-weight: 500; color: #1351b4;" href="https://www.embrapa.br/en/busca-de-solucoes-tecnologicas/-/produto-servico/9/capim-elefante---brs-kurumi" target="_blank"><span style="color: #000000;">BRS Kurumi</span></a>, <a style="font-weight: 500; color: #1351b4;" href="https://www.embrapa.br/en/busca-de-solucoes-tecnologicas/-/produto-servico/3745/capim-elefante---brs-capiacu" target="_blank"><span style="color: #000000;">BRS Capiaçu</span></a> e tíftons (grama perene forrageira), além do <a style="font-weight: 500; color: #1351b4;" href="https://www.embrapa.br/en/busca-de-solucoes-tecnologicas/-/produto-servico/905/cultivar-de-capim-sudao---brs-estribo" target="_blank"><span style="color: #000000;">capim-sudão BRS Estribo</span></a><strong style="font-weight: bold; color: #555555;">,</strong> que apesar de não ser perene, tem possibilidade de semeadura precoce e longo ciclo de produção. “O aspecto inovador está em oferecer pastagens perenes de verão como alternativa para vazios forrageiros, e por consequência, elas também fornecem pasto até o outono do ano seguinte, porque concluem o ciclo com a chegada do inverno e a presença de geadas”, explica o analista da Embrapa Clima Temperado Sérgio Bender, um dos coordenadores do Balde Cheio no estado.</span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo a pesquisadora da Embrapa Pecuária Sul, que também é uma das coordenadoras do programa no RS, Renata Suñé, as plantas perenes apresentam muitos benefícios aos sistemas de produção. “Uma das vantagens das forrageiras perenes é que no começo da estação favorável, elas já estão estabelecidas e com seu sistema radicular desenvolvido. Isso possibilita a rápida produção de forragem e consumo. Além disso, embora tenham um custo inicial de implantação mais alto, nos anos seguintes o custo é muito baixo, já que depende apenas da refertilização. Outra vantagem é que, por conta do sistema radicular mais robusto, elas protegem melhor o solo do pisoteio e, uma vez que são perenes, não apresentam períodos de solo descoberto, como no caso da implantação das anuais”, destaca. </span></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">MAPA</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/planejamento-forrageiro-aumenta-em-40-a-producao-de-leite-no-rs/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Preço do leite tem leve elevação em novembro no RS</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/preco-do-leite-tem-leve-elevacao-em-novembro-no-rs/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/preco-do-leite-tem-leve-elevacao-em-novembro-no-rs/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2019 13:12:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamações e Sugestões]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas Agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[Preço do leite]]></category>
		<category><![CDATA[Produtores de leite]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=10172</guid>
		<description><![CDATA[O valor de referência do leite projetado para o mês de novembro teve leve alta no Rio Grande do Sul. Segundo dados divulgados nesta terça-feira 19, durante reunião do Conseleite, realizada na sede da Fetag-RS, em Porto Alegre (RS), o valor estimado para o mês é de R$ 1,1038, 0,85% acima do consolidado do mês [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #444444; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O valor de referência do leite projetado para o mês de novembro teve leve alta no Rio Grande do Sul. Segundo dados divulgados nesta terça-feira 19, durante reunião do Conseleite, realizada na sede da Fetag-RS, em Porto Alegre (RS), o valor estimado para o mês é de R$ 1,1038, 0,85% acima do consolidado do mês de outubro, que fechou em R$ 1,0945.</span></p>
<p style="color: #444444; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo o professor da UPF – instituição responsável pelo estudo – Eduardo Finamore, a maioria dos produtos que compõem o mix apresentou elevação de preços, registrando alta de 1,63% no UHT e 2,04% no pó, por exemplo. A tendência para o fim do ano, segundo Finamore, é de estabilidade do preço do leite no estado.</span></p>
<p style="color: #444444; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Durante a reunião, os representantes do setor lácteo ainda debateram os avanços na qualidade do leite gaúcho e os ajustes realizados pelo Ministério da Agricultura nos critérios de exclusão de produtores em função das novas exigências impostas pelas INs 76 e 77 no campo. Agora, o resultado obtido na última amostra pode se sobrepor à média dos três últimos meses se ela indicar melhora nas condições do produto coletado.</span></p>
<p style="color: #444444; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O vice-presidente do Conseleite, Pedrinho Signori, disse que a conquista reconhece o esforço dos produtores que estão melhorando seu escore de CBT, uma mudança que ganhou força nos últimos meses no campo. “Foi um pedido encaminhado pelo Conseleite na reunião de outubro e que representa a sensibilidade do Mapa em relação ao produtor que está melhorando suas práticas de manejo e produção.”</span></p>
<p style="color: #444444; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Representando as indústrias, o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, comemorou a medida, uma vez que o sindicato vem trabalhando ao longo de todo o ano de 2019 na orientação do produtor pelo interior do RS. “Com essa mudança, os índices de conformidade dos produtores que entregam leite as nossas indústrias aumentou muito. Não queremos ver ninguém de fora e estamos trabalhando para isso”, completou João Seibel, executivo da Cooperativa Santa Clara.</span></p>
<p style="color: #444444; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Conseleite</span></p>
<p style="color: #444444; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold; font-style: inherit;"><em style="font-weight: inherit; font-style: italic;"> </em></strong></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/preco-do-leite-tem-leve-elevacao-em-novembro-no-rs/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cuidado com bezerros começa logo nas primeiras horas de vida</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/cuidado-com-bezerros-comeca-logo-nas-primeiras-horas-de-vida/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/cuidado-com-bezerros-comeca-logo-nas-primeiras-horas-de-vida/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2019 16:20:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Corte]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamações e Sugestões]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas Agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Criação da terneira]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidado com bezerros]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária leiteira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=9985</guid>
		<description><![CDATA[O nascimento de bezerros significa mudanças no dia a dia da fazenda leiteira. Os cuidados já começam nas primeiras horas de vida. O produtor precisa garantir que o animal receba o colostro, primeiro leite secretado pós-parto, considerado &#8220;a primeira vacina&#8221;. Como a placenta não passa a imunidade, os anticorpos necessários são recebidos pelo colostro. Curar [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<div class="texto-noticia">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O nascimento de bezerros significa mudanças no dia a dia da fazenda leiteira. Os cuidados já começam nas primeiras horas de vida. O produtor precisa garantir que o animal receba o colostro, primeiro leite secretado pós-parto, considerado &#8220;a primeira vacina&#8221;. Como a placenta não passa a imunidade, os anticorpos necessários são recebidos pelo colostro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Curar o umbigo é outro manejo logo após o nascimento, já que o local pode ser uma porta de entrada para infecções e os recém-nascidos são mais suscetíveis a doenças.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A sanidade dos bezerros deve ser uma preocupação constante. Uma medida simples, mas que contribui muito para redução de enfermidades, como a diarreia, é a higiene dos utensílios usados para fornecimento de leite e do local onde os animais ficam. Assim, evita-se a transmissão e proliferação de microrganismos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A limpeza do comedouro e do bebedouro colabora para barrar a multiplicação de microrganismos que transmitem doenças. Além disso, é importante que os filhotes fiquem em ambiente livre de umidade e sujeira.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Separar os bezerros também pode ser uma alternativa para impedir a contaminação cruzada entre os filhotes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">De acordo com a pesquisadora Teresa Cristina Alves, da Embrapa Pecuária Sudeste, um manejo adequado garante o bom desenvolvimento dos bezerros. No caso da bovinocultura de leite, traz reflexos na produção de leite durante a fase reprodutiva da novilha.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em relação ao manejo nutricional dos bezerros, o indicado é que ele receba 20% de seu peso em leite. Por exemplo, um animal de 30 quilos, necessita de cerca de seis quilos de leite ao dia. Até o desaleitamento, o animal deve ganhar em torno de 700 gramas a 800 gramas ao dia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Outro procedimento essencial para manter a saúde dos filhotes é estar em dia com o calendário de vacinação e fazer a vermifugação adequada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No Sistema de Produção de Leite, da Embrapa Pecuária Sudeste, localizada em São Carlos (SP), até os primeiros seis meses, a vermifugação é mensal, depois bimestral até os 15 meses e, semestral, após esse período. Mas a periodicidade depende do local e do ambiente da fazenda. Há regiões em que o problema é mais grave. Nesses casos, Teresa alerta que o pecuarista precisa vermifugar os animais com mais frequência.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em relação à vacinação, entre três e oito meses de vida, a bezerra terá que tomar a vacina contra a brucelose em dose única, prevista no Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A vacina contra febre aftosa, no estado de São Paulo, por exemplo, faz parte do Programa Estadual de Erradicação dessa zoonose. A vacinação ocorre em maio, para animais até 24 meses, e em novembro, para todo o rebanho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na profilaxia da raiva, os bezerros são vacinados aos três meses e revacinados após 30 dias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">De acordo com a veterinária Verônica Schinaider Pereira, da Embrapa Pecuária Sudeste, a aplicação de vacinas não obrigatórias depende da ocorrência de doenças nas localidades, ficando a critério do veterinário.</span></p>
</div>
<div class="unidade">
<p class="autor" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span class="autor negrito">Gisele Rosso </span> <span class="codigo negrito">(MTb/3091/PR)</span> </span><br />
<span class="unidade" style="color: #000000;"> Embrapa Pecuária Sudeste</span></p>
</div>
<p><!--EndFragment-->&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/cuidado-com-bezerros-comeca-logo-nas-primeiras-horas-de-vida/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Rede Leite discute vazio forrageiro durante encontro em Augusto Pestana</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/rede-leite-discute-vazio-forrageiro-durante-encontro-em-augusto-pestana/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/rede-leite-discute-vazio-forrageiro-durante-encontro-em-augusto-pestana/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Apr 2019 22:14:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamações e Sugestões]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[Produção de Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Leite]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=9642</guid>
		<description><![CDATA[Produtores de leite de 11 municípios do Noroeste gaúcho discutiram nesta quinta-feira (25/04), no interior de Augusto Pestana, como extrair o potencial das forrageiras de verão e de inverno para manter constante a produção de leite, durante todos os meses do ano. O encontro, na propriedade da família Wildner, em Rincão dos Müller, foi promovido [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Produtores de leite de 11 municípios do Noroeste gaúcho discutiram nesta quinta-feira (25/04), no interior de Augusto Pestana, como extrair o potencial das forrageiras de verão e de inverno para manter constante a produção de leite, durante todos os meses do ano. O encontro, na propriedade da família Wildner, em Rincão dos Müller, foi promovido pelo Programa em Rede de Pesquisa-desenvolvimento em sistemas de produção com atividade leiteira no Noroeste do RS (Rede Leite).</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">&#8220;A proposta é reduzir o vazio forrageiro no outono e na primavera e manter constante a produção de leite no período em que o preço está em alta&#8221;, explicou o técnico da Emater/RS-Ascar, Fábio Júnior Toledo. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">O encontro teve apoio da prefeitura de Augusto Pestana, Comércio e Representações Agrícolas Relva Ltda, Camera, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Cresol, Atlântica Sementes, RC Hidroponic e Instituto Municipal de Ensino Assis Brasil (Imeab).</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">&#8220;Precisamos focar no setor primário. A produção de leite tem altos e baixos, às vezes, o preço cai, mas, na média, é positivo&#8221;, disse o prefeito Vilmar Zimmermann.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><strong><span style="color: #000000;">Forrageiras</span></strong><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">As forrageiras de verão, à mostra na propriedade do casal Márcia e Lucas Wildner, são: capim sudão, que germina bem em solos frios e é fácil de ser implantado; milheto, pasto com grande potencial de produção; sorgo, muito palatável aos animais. Completam a lista, as forrageiras de inverno: centeio temprano, por ser precoce está disponível quando as demais forrageiras ainda estão na fase de desenvolvimento; trigo, palatável e com alta qualidade; aveia branca e aveia ucraniana.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">&#8220;O desafio é oferecer folha verde para as vacas em lactação&#8221;, explicou o médico veterinário da Emater/RS-Ascar, Oldemar Weiller. &#8220;E todos os processos produtivos &#8211; escolha das espécies de forrageiras, adubação, sistema de pastoreio (rotativo ou rotatino) -, devem levar isto em conta, o que produz leite é a folha verde&#8221;, completou Weiller. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><strong><span style="color: #000000;">Rede Leite</span></strong><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Formalmente, fazem parte da Rede: Emater/RS-Ascar, Embrapa, Unicruz, Unijuí, Instituto Federal Farroupilha- campus Santo Augusto, Universidade Federal de Santa Maria (Ufsm), Coperfamiliar e Rede Dalacto.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">De acordo com a supervisora da microrregião da Emater/RS-Ascar de Ijuí, Márcia Barboza Breitenbach, nos últimos 13 anos, foram realizados, nessa microrregião, 75 eventos da Rede Leite. A microrregião de Ijuí engloba 12 municípios, nos quais foram implantadas 18 Unidades de Observação (UOs). </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A exemplo da propriedade dos Wildner, que sediou o encontro, nesta quinta-feira, as 50 UOs existentes no Noroeste do Estado são acompanhadas sistematicamente pela Rede Leite. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar Regional de Ijuí</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Jornalista Cleuza Noal Brutti</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/rede-leite-discute-vazio-forrageiro-durante-encontro-em-augusto-pestana/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Custo de produção do leite sobe 9,4% em fevereiro</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/custo-de-producao-do-leite-sobe-94-em-fevereiro/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/custo-de-producao-do-leite-sobe-94-em-fevereiro/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2019 23:45:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas Agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Custo de produção do leite]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[Produção do leite]]></category>
		<category><![CDATA[Produtor]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=9134</guid>
		<description><![CDATA[O custo de produção da pecuária leiteira registrou aumento de 9,4% em fevereiro na comparação com mesmo período do ano passado, apontam dados da Scot Consultoria. Segundo o levantamento, em relação a janeiro, a alta nos custos foi de 0,8%.  No último mês, as despesas foram pressionadas pelo aumento nos preços do milho, dos suplementos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">O custo de produção da pecuária leiteira registrou aumento de 9,4% em fevereiro na comparação com mesmo período do ano passado, apontam dados da Scot Consultoria. Segundo o levantamento, em relação a janeiro, a alta nos custos foi de 0,8%.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;"><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2018/01/vaca-de-leite.jpg"><span style="color: #000000;"><img class="alignleft size-medium wp-image-6834" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2018/01/vaca-de-leite-300x149.jpg" alt="vaca de leite" width="300" height="149" /></span></a> No último mês, as despesas foram pressionadas pelo aumento nos preços do milho, dos suplementos minerais, dos produtos para sanidade e dos combustíveis/lubrificantes.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Em relação às cotações, a Scot destaca que fevereiro foi o segundo mês consecutivo com alta nos preços pagos ao produtor. Considerando a média nacional ponderada dos 18 estados pesquisados pela Scot Consultoria, o aumento foi de 4,1% no pagamento realizado em fevereiro/19, referente a produção entregue no mês anterior.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Foi a maior alta desde julho do ano passado. Na comparação com o mesmo período do ano passada, o produtor está recebendo 15,3% mais este ano em valores reais ou 8,7% de alta descontando a inflação nos últimos doze meses (IGP-DI).</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: Uagro</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/custo-de-producao-do-leite-sobe-94-em-fevereiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Produtor de leite pode ter isenção de impostos para compra de equipamentos</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/produtor-de-leite-pode-ter-isencao-de-impostos-para-compra-de-equipamentos/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/produtor-de-leite-pode-ter-isencao-de-impostos-para-compra-de-equipamentos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 Feb 2019 15:40:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas Agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[isenção de impostos]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[Produtor de leite]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=8901</guid>
		<description><![CDATA[Entre os itens que podem ser beneficiados estão máquinas, instrumentos, peças de reposição, acessórios e matérias-primas Os insumos e equipamentos destinados à produção de leite poderão ser isentos do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A medida está prevista no Projeto de Lei PL 575/2019, de autoria do senador Alvaro Dias (Pode-PR) que tramita na Comissão [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4 style="font-weight: normal; color: #999999; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Entre os itens que podem ser beneficiados estão máquinas, instrumentos, peças de reposição, acessórios e matérias-primas</span></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os insumos e equipamentos destinados à produção de leite poderão ser isentos do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A medida está prevista no Projeto de Lei PL 575/2019, de autoria do senador Alvaro Dias (Pode-PR) que tramita na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA).</span></p>
<p style="color: #777777; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo informou a Agência Senado, pela proposta, o Ministério da Agricultura é quem vai definir quais os produtos que terão direito à isenção do imposto. Entre os itens que podem ser beneficiados estão máquinas, instrumentos, peças de reposição, acessórios e matérias-primas. O objetivo do projeto é estimular a modernização da pecuária leiteira diante do aumento da demanda por investimento e eficiência.</span></p>
<p style="color: #777777; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Alvaro Dias ressalvou que alguns equipamentos e insumos para a produção agropecuária já se beneficiam da incidência de um IPI baixo, mas, em seu entendimento, a isenção preservaria os pecuaristas do impacto de uma eventual elevação do imposto.</span></p>
<p style="color: #777777; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Não resta dúvida de que o princípio da seletividade do IPI, em função da essencialidade do produto, é aplicável às máquinas, equipamentos e insumos destinados à produção leiteira, tendo em vista constituir-se o leite em produto básico para a população brasileira, sem distinção de classes sociais”, argumenta na ementa do projeto.</span></p>
<p style="color: #777777; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Atualmente a proposta aguarda recebimento de emendas. Depois de examinado pela CRA, o texto segue para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), cuja decisão é terminativa: se aprovado e não houver recurso para votação em Plenário, o projeto segue para a Câmara dos Deputados.</span></p>
<p style="color: #777777; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Uagro</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/produtor-de-leite-pode-ter-isencao-de-impostos-para-compra-de-equipamentos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cepea: preço do leite sobe em janeiro após quatro quedas seguidas</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/cepea-preco-do-leite-sobe-em-janeiro-apos-quatro-quedas-seguidas/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/cepea-preco-do-leite-sobe-em-janeiro-apos-quatro-quedas-seguidas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 31 Jan 2019 16:16:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[Preço do leite]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=8803</guid>
		<description><![CDATA[A expectativa para fevereiro, dizem os pesquisadores, é de que os preços do leite aumentem ainda mais  Os preços do leite voltaram a subir na médio Brasil, após quatro meses consecutivos de quedas, entre agosto e dezembro do ano passado. O acompanhamento de mercado feito pelos pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #1a1a1a;"><em><span style="color: #797979;">A expectativa para fevereiro, dizem os pesquisadores, é de que os preços do leite aumentem ainda mais </span></em></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span class="intro">O</span>s preços do leite voltaram a subir na médio Brasil, após quatro meses consecutivos de quedas, entre agosto e dezembro do ano passado. O acompanhamento de mercado feito pelos pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP) mostra que a média Brasil líquida de janeiro (referente ao leite captado em dezembro) foi de R$ 1,2836/litro, aproximadamente 4% (ou 5 centavos) acima do valor registrado no mês anterior.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">Os pesquisadores observam que a alta foi mais intensa nos estados do Sul do Brasil, “mas, por outro lado, no Sudeste, os preços se mantiveram praticamente estáveis. A valorização do leite no campo esteve atrelada à oferta limitada e ao aumento da competição entre empresas para assegurar matéria-prima.”</p>
<p style="color: #1a1a1a;">Segundo eles, os custos de produção subiram justamente no último trimestre do ano, “período em que a receita do pecuarista recuou – o que freou novos investimentos”. Na avaliação dos pesquisadores, as assimetrias de informações e as ações especulativas diminuíram a confiança de produtores em seguir aumentando a produção, o que limitou a oferta em janeiro. “Além disso, há que se considerar que o excesso de chuvas no Sul e a escassez no Centro-Oeste também impactaram a atividade.”</p>
<p style="color: #1a1a1a;">A expectativa para fevereiro, dizem os pesquisadores, é de que os preços do leite aumentem ainda mais, uma vez que, durante janeiro, as empresas acirraram a disputa por fornecedores e elevaram os patamares de negociação. “Além disso, os mercados do leite spot (negociação entre indústrias) e do leite UHT (longa-vida), importantes direcionadores do preço no campo, também reagiram”.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">No primeiro mês de 2019, a maior demanda das indústrias pelo leite spot impulsionou sua valorização em 37,6% na média de Minas Gerais. No caso do UHT, o preço médio recebido pelas indústrias no estado de São Paulo registrou alta acumulada de 6,5% de 2 a 29 de janeiro.</p>
<p style="color: #1a1a1a;"><strong style="font-weight: bold;">Nova metodologia</strong><br />
A partir de janeiro de 2019, os preços médios do leite ao produtor passaram a ser calculados pelo Cepea com base em uma nova metodologia. As principais mudanças são: coleta de dados desagregada por produtor; nova nomenclatura para preços mínimos e máximos, que passam a ser “preço médio do menor estrato de produção (maior que 200 litros de leite por dia)” e “preço médio do maior estrato de produção (maior que 2.000 litros de leite por dia)”; novo cálculo das médias estaduais e da “Média Brasil”, que passam a ser ponderadas pelo volume da amostra.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">Fonte: Cepea</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/cepea-preco-do-leite-sobe-em-janeiro-apos-quatro-quedas-seguidas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brasil é responsável por cerca de 7% do leite produzido no mundo</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/brasil-e-responsavel-por-cerca-de-7-do-leite-produzido-no-mundo/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/brasil-e-responsavel-por-cerca-de-7-do-leite-produzido-no-mundo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Jan 2019 11:41:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[Produção de Leite]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=8754</guid>
		<description><![CDATA[A posição do Brasil no cenário da produção de leite mostra uma performance competitiva no mercado internacional. Um estudo lançado no último dia 20 pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) revelou que o país é responsável por cerca de 7% do leite produzido no mundo e é o quinto maior produtor mundial. O compêndio Pecuária Leiteira: [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="box-correlated" style="color: #505050;">
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">A posição do Brasil no cenário da produção de leite mostra uma performance competitiva no mercado internacional. Um estudo lançado no último dia 20 pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) revelou que o país é responsável por cerca de 7% do leite produzido no mundo e é o quinto maior produtor mundial.</span></p>
</div>
<div class="text text-justify" style="color: #505050;">
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O compêndio Pecuária Leiteira: Análise dos Custos de Produção e da Rentabilidade nos Anos de 2014 a 2017 traz dados recolhidos em diversas localidades dos principais estados produtores: Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Goiás, Santa Catarina, São Paulo, Rondônia, Ceará e Rio Grande do Norte.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Segundo o documento, Minas Gerais é o maior estado produtor, com 27% da produção nacional, seguido dos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Goiás, Santa Catarina, São Paulo e Bahia, todos com média anual superior a um bilhão de litros.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Ainda de acordo com a publicação, a captação de leite é menor entre abril e junho, porém, praticamente constante durante todo o ano. “O produtor, ao tomar a decisão de captar, conhece os impactos do escoamento, do mercado, os custos de produção e o comportamento dos preços do leite e insumos utilizados no processo produtivo”, explica o superintendente de Informações do Agronegócio da Conab, Cleverton Santana.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Com relação ao comportamento dos preços recebidos pelos produtores, no período analisado, o predomínio de preços acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido em números-índices, indica que houve mais perdas do que ganhos reais. “Em geral, os produtores do Rio Grande do Norte, de Minas Gerais e de São Paulo recebem preços melhores do que os das demais Unidades da Federação”, afirma Cleverton. “De acordo com nossa análise, isso ocorre em função das condições de oferta e consumo em cada um desses estados, sendo que os menores preços recebidos foram dos produtores de Rondônia”.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Fonte: CONAB</span></p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/brasil-e-responsavel-por-cerca-de-7-do-leite-produzido-no-mundo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brasil tem novas regras para a produção de leite</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/brasil-tem-novas-regras-para-a-producao-de-leite/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/brasil-tem-novas-regras-para-a-producao-de-leite/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 23:37:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Bovinocultura de leite]]></category>
		<category><![CDATA[novas regras]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[Produção de Leite]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=8655</guid>
		<description><![CDATA[O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) fixou novas regras para a produção de leite no país, especificando os padrões de identidade e qualidade do leite cru refrigerado, do pasteurizado e do tipo A. As mudanças foram publicadas na edição de sexta-feira (30) no Diário Oficial da União, nas Instruções Normativas (INs) 76 e na 77. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="texto" class="texto col-xs-12" style="font-weight: 300;">
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) fixou novas regras para a produção de leite no país, especificando os padrões de identidade e qualidade do leite cru refrigerado, do pasteurizado e do tipo A. As mudanças foram publicadas na edição de sexta-feira (30) no Diário Oficial da União, nas Instruções Normativas (INs) 76 e na 77. Na IN 78, são definidos os critérios a serem seguidos nas provas de produção. As Normas entram em vigor em 180 dias, quando serão revogadas as instruções 51/2002, 22/2009, 62/2011, 07/2016 e 31/2018.</span></p>
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">A IN 76 trata das características e da qualidade do produto na indústria. Na IN 77, são definidos critérios para obtenção de leite de qualidade e seguro ao consumidor e que englobam desde a organização da propriedade, suas instalações e equipamentos, até a formação e capacitação dos responsáveis pelas tarefas cotidianas, o controle sistemático de mastites, da brucelose e da tuberculose.</span></p>
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">Em relação à identidade e qualidade, no caso do leite cru refrigerado foi mantida a contagem bacteriana máxima de 300 mil unidades por ml e 500 mil células somáticas por ml.. O produto não deve apresentar substâncias estranhas à sua composição, como agentes inibidores do crescimento microbiano, neutralizantes da acidez nem resíduos de produtos de uso veterinário.</span></p>
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">Segundo a responsável pelo Programa Nacional de Qualidade do Leite no Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa), Mayara Souza Pinto, “as normas têm como objetivo atualizar os critérios de produção e seleção de leite de qualidade, com foco nas boas práticas agropecuárias e na educação sanitária”.</span></p>
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">Com o novo regramento, os produtores poderão intensificar o controle na obtenção de leite, aplicando ferramentas de gestão de qualidade nas propriedades, incluindo manejo sanitário, refrigeração e estocagem, qualidade da água, uso racional de medicamentos veterinários, adoção de boas práticas de bem estar animal.</span></p>
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">A Rede Brasileira de Laboratórios da Qualidade do Leite (RBQL), credenciada junto ao Mapa e responsável pela análise do produto comercializado cru em todo o país passará também a oferecer capacitação ao pessoal responsável pela captação nos estabelecimentos industriais, o que propiciará a recepção com contagem bacteriana baixa e o consequente aumento do rendimento industrial e da qualidade do leite e de seus derivados.</span></p>
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">Na avaliação de Mayara Souza, “a implementação das normas permitirá avanço significativo nos índices de qualidade, o aumento da produtividade leiteira, a oferta de alimentos mais seguros à população e a queda de barreiras comerciais para exportação”.</span></p>
<p style="color: #333333 !important;"><span style="color: #000000;">Os Estados e municípios que não dispõem de legislação específica e equivalente sobre qualidade deverão adotar essas normas como referência nos serviços de inspeção estaduais e municipais.</span></p>
</div>
<div class="fonte col-xs-12">
<p><span style="color: #000000;">Fonte: Mapa</span></p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/brasil-tem-novas-regras-para-a-producao-de-leite/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fórum em Ijuí debaterá 15 anos da Rede Leite</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/forum-em-ijui-debatera-15-anos-da-rede-leite/</link>
		<comments>http://www.agroceleiro.com/forum-em-ijui-debatera-15-anos-da-rede-leite/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2018 11:31:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamações e Sugestões]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas Agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum em Ijuí]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Leite]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agroceleiro.com/?p=8569</guid>
		<description><![CDATA[A Rede Leite completa 15 anos e, em meio ao desafio de fortalecer a produção de leite no Rio Grande do Sul, as oito instituições que fazem parte desse Programa realizam, na quinta-feira (29/11), em Ijuí, o 4º Fórum da Rede Leite. O evento inicia às 8h30, no Salão de Atos Argemiro Jacob Brum, no [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<p><span style="color: #000000;">A Rede Leite completa 15 anos e, em meio ao desafio de fortalecer a produção de leite no Rio Grande do Sul, as oito instituições que fazem parte desse Programa realizam, na quinta-feira (29/11), em Ijuí, o 4º Fórum da Rede Leite. O evento inicia às 8h30, no Salão de Atos Argemiro Jacob Brum, no Campus Ijuí. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">O objetivo do Fórum é mostrar os resultados alcançados durante o período, o impacto da Rede Leite na melhoria do meio ambiente, nas relações sociais e na renda das famílias. </span><br />
<span style="color: #000000;"><strong>Veja a programação</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">8h30 – Recepção e credenciamento</span><br />
<span style="color: #000000;">9h – Mesa Oficial de abertura</span><br />
<span style="color: #000000;">9h30 – Painel: Como a Rede Leite fortalece o trabalho dos agricultores, dos extensionistas, dos professores e dos pesquisadores</span><br />
<span style="color: #000000;">11h – Painel: Impactos positivos gerados na Agricultura Familiar: perspectiva social; ambiental e de alimentação animal; qualidade do leite e sanidade animal; econômica e de mercado</span><br />
<span style="color: #000000;">12h30 – Almoço</span><br />
<span style="color: #000000;">13h30 – Dinâmica de trabalho em grupos: Prioridades e ações para o futuro da Rede Leite</span><br />
<span style="color: #000000;">15h30 – Apresentação dos resultados dos grupos</span><br />
<span style="color: #000000;">16 h – Encerramento</span></p>
<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #000000;">Rede Leite</span></h4>
<p><span style="color: #000000;">A Rede Leite, Programa em Rede de Pesquisa-desenvolvimento em Sistemas de Produção com Atividade Leiteira no Noroeste do RS, conta, atualmente, com a participação formal das seguintes instituições: Emater/RS-Ascar, Embrapa, Universidade de Cruz Alta (Unicruz), Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), Instituto Federal Farroupilha campus Santo Augusto, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Cooperfamiliar e Rede Dalacto.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><!--StartFragment--></span></p>
<div class="item-pagecomunica2">
<p style="text-align: right;"><span style="color: #000000;"><em>Informações: Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar &#8211; Regional de Ijuí</em></span></p>
</div>
<p><span style="color: #000000;"><!--EndFragment--></span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: Unijui</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.agroceleiro.com/forum-em-ijui-debatera-15-anos-da-rede-leite/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
