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	<title>AgroCeleiro &#187; Pecuária Leite</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Cadeia do leite tem redução de produtores e rebanho e aumento da produtividade</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Dec 2019 20:05:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apesar do número de produtores e de rebanho ter diminuído no Estado, a produção e produtividade aumentaram. Essa é a conclusão do Relatório Socioeconômico da Cadeia Produtiva do Leite no Rio Grande do Sul 2019, divulgado pela Emater/RS-Ascar, em parceria com a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seadpr), nesta manhã (05/12), no [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Apesar do número de produtores e de rebanho ter diminuído no Estado, a produção e produtividade aumentaram. Essa é a conclusão do Relatório Socioeconômico da Cadeia Produtiva do Leite no Rio Grande do Sul 2019, divulgado pela Emater/RS-Ascar, em parceria com a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seadpr), nesta manhã (05/12), no Plenarinho da Assembleia Legislativa, em Porto Alegre.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">De acordo com o presidente da Emater/RS, Geraldo Sandri, os dados foram coletados em 100% dos 497 municípios gaúchos entre 20 de maio e 30 de junho de 2019. O titular da Seapdr, Covatti Filho, declarou que esse é o maior e mais completo estudo sobre a cadeia do leite realizado no Brasil. &#8220;São dados fundamentais para se ter o retrato da realidade e, com isso, poder atuar na melhoria da cadeia produtiva do leite, que é composta por 97% de agricultores familiares&#8221;.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Segundo o gerente técnico adjunto da Emater/RS-Ascar, Jaime Ries, houve aumento de rebanho e produtividade por propriedade, numa média de 1,1 vaca por ano e 19,1 litros/dia de leite. E a produtividade aumentou 165 litros/vaca, a cada ano, desde 2015. &#8220;Mesmo com a redução significativa do número de produtores envolvidos na cadeia produtiva do leite, o aumento na produtividade se deve ao fato dos pequenos produtores estarem se especializando mais, investindo em tecnologias, equipamentos e instalações, garantindo o conforto e bem-estar animal&#8221;.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Ries apresentou as três principais dificuldades apontadas pela maioria dos produtores: 45,21% dos produtores apontaram a falta ou deficiência de mão de obra; 44,89% se mostraram descontentes em relação ao preço recebido pelo leite e 40,72% reclamaram da falta de sucessão familiar.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">O gerente técnico adjunto afirmou que ainda no primeiro semestre de 2020, o relatório será lançado na versão impressa e mais completa, &#8220;com dados regionalizados pelas áreas de abrangência dos escritórios regionais da Emater e também por Coredes&#8221;.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Participaram da pesquisa 495 escritórios municipais da Emater/RS-Ascar, 392 prefeituras, 207 inspetorias de defesa, 114 sindicatos de trabalhadores rurais, 74 conselhos municipais de agricultura, 259 indústrias, agroindústrias, cooperativas e empresas de laticínios além de 81 outras entidades ligadas ao primeiro setor gaúcho.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Confira abaixo alguns dados divulgados nesta manhã!</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">E o Relatório completo em http://www.emater.tche.br/site/arquivos_pdf/teses/RELATORIO LEITE 2019_2.pdf</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Variação do número de municípios com produtores de leite*</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2015 &#8211; 467</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2017 &#8211; 465</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2019 &#8211; 457</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Variação do número de produtores*</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2015 &#8211; 84.199</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2017 &#8211; 65.202 (redução de -18.997)</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2019 &#8211; 50.664 (redução de -14.538)</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Diferença acumulada de -33.535 entre 2015 e 2019</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Variação no número de vacas leiteiras*</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2015 &#8211; 1.174.762</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2017 &#8211; 1.073.899 (redução de -100.863)</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2019 &#8211; 930.399 (redução de -143.500)</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Diferença acumulada de -244.363 entre 2015 e 2019</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Variação média de vacas leiteiras por produtor*</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2015 &#8211; 13,92</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2017 &#8211; 16,44</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2019 &#8211; 18,34</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Variação na produtividade (litros de leite/vaca/dia)*</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2015 &#8211; 11,74</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2017 &#8211; 12,59</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2018 &#8211; 13,90</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Variação na produtividade (litros de leite/propriedade/dia)*</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2015 &#8211; 136,5</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2017 &#8211; 172,9</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">2019 &#8211; 213</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">*Referente aos produtores que vendem leite para indústrias, cooperativas ou queijarias e aos que processam a produção em agroindústria própria e legalizada.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Jornalista Taline Schneider</span></p>
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		<title>RS avalia retirar vacina contra aftosa em 2019</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Oct 2017 17:07:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Rio Grande do Sul vai solicitar ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) uma auditoria para avaliar a execução das metas do Plano Nacional de Erradicação da Febre Aftosa, que visa a suspensão da vacinação contra a doença, e as ações que estão sendo implementadas no Plano Estadual elaborado no Estado pelo serviço [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #000000;">O Rio Grande do Sul vai solicitar ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) uma auditoria para avaliar a execução das metas do Plano Nacional de Erradicação da Febre Aftosa, que visa a suspensão da vacinação contra a doença, e as ações que estão sendo implementadas no Plano Estadual elaborado no Estado pelo serviço de defesa agropecuária da secretaria da agricultura.</p>
<p style="color: #000000;">O plano estadual prevê que todas as metas do Ministério da Agricultura sejam atingidas até 2018, permitindo que, em 2019, seja tomada a decisão de retirada total da imunização, dando ao Estado o status de área livre de febre aftosa sem vacinação.</p>
<p style="color: #000000;">A iniciativa tem o objetivo de reforçar a sanidade do rebanho do Estado e ampliar a comercialização do produto gaúcho no mercado externo, uma vez que vários países só importam carnes e derivados de locais que são áreas livres de aftosa sem vacinação. Desde 2002, o Rio Grande do Sul tem o status de área livre de febre aftosa, mas com a vacinação.</p>
<p style="color: #000000;">Nos próximos dias, o Estado deve formalizar a decisão junto ao Ministério da Agricultura, solicitando a auditoria para emissão de um parecer manifestando as condições do Rio Grande do Sul para suspender a imunização da febre aftosa.</p>
<p style="color: #000000;">O Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa prevê um cronograma de ações para os próximos anos com a suspensão da imunização por blocos. A área 1, formada por Acre e Rondônia, será a primeira a deixar de vacinar contra febre aftosa, no primeiro semestre de 2019. A última área a deixar de imunizar é a 5, que engloba o Rio Grande do Sul e Santa Catarina (SC já é considerada área livre sem vacinação), no segundo semestre de 2021. A meta do Mapa é ter todo o território livre de aftosa sem vacinação em 2023.</p>
<div class="row" style="color: #000000;">Fonte: <strong style="font-weight: bold;">Secretaria de Agricultura do RS</strong></div>
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		<title>Setor leiteiro gaúcho precisa de apoio</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2015 20:11:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A base do setor leiteiro do Rio Grande do Sul é constituída por empreendimentos familiares e elas precisam receber apoio governamental e das entidades de classe para continuarem na atividade. A constatação foi feita durante o painel Fórum Canal Rural: Desafios da cadeia do leite no Rio Grande do Sul, organizado pelo Canal Rural e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #2f2f2f;">A base do setor leiteiro do Rio Grande do Sul é constituída por empreendimentos familiares e elas precisam receber apoio governamental e das entidades de classe para continuarem na atividade. A constatação foi feita durante o painel Fórum Canal Rural: Desafios da cadeia do leite no Rio Grande do Sul, organizado pelo Canal Rural e o Instituto Gaúcho do Leite (IGL), como parte da programação do Dia da Agricultura Familiar na Expointer 2015, em Esteio.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">No começo das discussões, o presidente do IGL, Gilberto Piccinini, apresentou os dados do Levantamento Socioeconômico da Cadeia Setorial do Leite, relatório produzido em parceria com a Emater-RS e que traz informações sobre diversos ângulos da cadeia leiteira gaúcha. Os números apontam que dos 198,467 mil produtores de leite do estado, a maior parte é composta de pequenos produtores, com 45,3% dos produtores entregando até 100 litros por dia a indústrias e queijarias.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">O Rio Grande do Sul produz 4,59 bilhões de litros de leite por ano, fazendo o estado ocupar a segunda posição no ranking de produtores nacionais, ficando atrás de Minas Gerais. A atividade tem peso fundamental na economia de 94% dos municípios gaúchos.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">– Essa radiografia é importante, porque traz aspectos claros. Um deles é a importância da cadeia do leite para o Rio Grande do Sul. Ela está em quase todos os municípios. Outra é que ela é muito forte na agricultura familiar, a grande maioria dos produtores é da agricultura familiar – afirmou o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag), Carlos Joel da Silva, um dos integrantes do painel.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Segundo ele, o setor gaúcho possui plena capacidade para se tornar o principal produtor de leite do país, por ter espaço para aumentar o rebanho e disponibilidade de água. Algumas questões, porém, ainda precisam ser resolvidas, como o sistema de proteção financeira governamental, que ainda é fraco, os custos altos e os baixos preços pagos aos produtores, e problemas na regra de falências, que faz com que muitos pecuaristas fiquem anos sem receber por leite entregue a indústrias que deixaram de funcionar.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Outro panelista, o presidente da Associação das Pequenas Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Apil), relatou que a presença de pequenos produtores no setor leiteiro está recuando nos últimos anos devido à dificuldade de muitos produtores em adaptarem suas propriedades às necessidades técnicas da atividade, junto com o envelhecimento de muitos produtores e a falta de interesse dos herdeiros em seguir adiante.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">– Estamos excluindo de forma muito rápida a metade dos produtores, devido à idade e à falta de investimento. Metade das propriedades não cumpre a regra e elas precisam de investimentos para se adequar à legislação. Elas requerem investimentos significativos – disse Wladimir Dal’Bosco.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Para o presidente da Associação Gaúcha de Laticinistas e Laticínios (AGL), Ernesto Krug, o pequeno proprietário precisa contar “assistência técnica agregadora de valor, que faça a diferença durante a visita à propriedade”. Ele também levantou a questão de que a produtividade dos pecuaristas é prejudicada pela falta de capacitação, seja deles ou de seus funcionários.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">A falta de eficiência da mão de obra foi citada pela maioria dos produtores (46%) como sua principal dificuldade, segundo o levantamento do IGL e da Emater-RS. A questão dos herdeiros ficou em segundo lugar (41,9%) no ranking de problemas.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Segundo o gerente técnico da Emater-RS, Valmir Netto Wegner, algumas das dificuldades podem ser resolvidas com a melhora no processo de gestão. Ele recomenda que os pecuaristas reservem parte dos ganhos que fazem em épocas de preços bons para realizar investimentos e aguentarem os períodos em que o mercado está adverso.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">– Temos trabalhado para que o produtor nesse período de bons preços faça uma reserva, porque a atividade é cíclica. O produto tem que estar preparado para enfrentar estes períodos críticos de preços – disse.</p>
<p style="color: #2f2f2f;"><strong>Comércio exterior e sanidade</strong></p>
<p style="color: #2f2f2f;">A concorrência com produtos vindos dos países do Mercosul foi outro ponto citado pelos panelistas como problemática para a cadeia leiteira, que reclamaram que a situação está levando os produtores brasileiros a perderem espaço no mercado doméstico.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Todos concordaram que a saída é exportar mais, visto que as vendas a mercados de fora representam menos de 1% da produção total.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">– Nós precisamos, no mínimo, equilibrar essa balança comercial, exportamos menos de 1% da produção. Se exportarmos no mesmo nível que importamos, já estaria bom – afirmou Piccinini.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Para isso, o Brasil precisa melhorar a sua vigilância sanitária, melhorando a fiscalização da produção leiteira.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">– Se a gente não resolver a questão da sanidade interna, não temos como colocar nosso produto nos mercados externos – afirmou Dal’Bosco.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">
<p style="color: #2f2f2f;">Fonte: Canal Rural</p>
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		<title>Tecnologia na produção de leite é tema de debate na Expointer</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2015 19:36:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O aumento da escala de produção é apontado como um ponto fundamental para o futuro dos pequenos produtores de leite, que no Rio Grande do Sul estão em grande parte na atividade. Conforme dados da Emater, 45% dos produtores entregam até 100 litros por dia, e 23% até 50 litros. A incorporação de tecnologia é [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">O aumento da escala de produção é apontado como um ponto fundamental para o futuro dos pequenos produtores de leite, que no Rio Grande do Sul estão em grande parte na atividade. Conforme dados da Emater, 45% dos produtores entregam até 100 litros por dia, e 23% até 50 litros. A incorporação de tecnologia é considerada uma alternativa para reverter esse quadro. O tema foi discutido nesta quarta-feira, na segunda edição do ciclo Debates Correio Rural, promovido na Casa do Correio do Povo/Grupo Record/RS no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. </span><br style="color: #000000;" /><br style="color: #000000;" /><span style="color: #000000;">O presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, destacou que o consumo per capita de leite no país é de 54 litros por ano. Porém, quando se leva em conta os derivados, o consumo sobe para 178 litros. Mesmo assim, o índice está distante do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 220 litros por ano &#8211; o que demonstra um grande potencial para crescimento do consumo. “Se crescessemos 20 litros por pessoa ao ano, seja fluido ou nos produtos derivados, isso representaria 4 bilhões de litros, que é quase a produção do Rio Grande do Sul”, observou. </span><br style="color: #000000;" /><br style="color: #000000;" /><span style="color: #000000;">Para o assistente técnico da Emater Jaime Ries, os números demonstram que a cadeia do leite possui uma importância não apenas econômica, mas social. No Rio Grande do Sul, 84 mil produtores de leite estão vinculados à indústria. Os pequenos produtores, com até 100 litros/dia, representam cerca de 12% do volume recebido pela indústria. “Hoje temos esse desafio de qualificar a produção, melhorar a qualidade, melhorar a escala de produção, mas trabalhando a atividade leiteira da forma mais inclusive possível”, afirma. Uma das questões a serem trabalhadas é como motivar esses pequenos produtores para atingir uma produção maior com qualidade, frente a um cenário de dificuldades na sucessão. “A atividade do leite é penosa, requer muito esforço”, avalia. </span><br style="color: #000000;" /><br style="color: #000000;" /><span style="color: #000000;">O diretor de relações institucionais da Braskem, João Ruy Freira, destacou que a cadeia do leite é longa e inclui diversos elos, incluindo aquelas que oferecem tecnologia com o objetivo de qualificar a produção e a produtividade. Uma das alternativas de tecnologia que podem ser aplicadas à atividade é o filme técnico para embalagens de pré-secados. Segundo o diretor industrial da Extraplast, Rodrigo Gerling, trata-se de um filme que é aplicado para utilizar na substituição do feno como alimento para o gado. “A expansão das lavouras tem feito reduzir a área para plantio de pasto, isso está acontecendo bastante no mercado”, justifica Gerling. Ao mesmo tempo, há a necessidade de aumentar a quantidade de animais nas propriedades. “Esse produto é um facilitador para atender a essa quantidade de alimento que vai precisar na propriedade para o gado”, descreve. </span><br style="color: #000000;" /><br style="color: #000000;" /><span style="color: #000000;">No ramo de embalagens flexíveis para leite, a Erplasti, de Montenegro, trabalha com a produção de filmes flexíveis de empacotamento. Segundo o presidente da empresa, Valdir Erthal, a maior parte da produção é distribuída no Paraná, porém a empresa também conta com clientes no Rio Grande do Sul e em São Paulo. </span><br style="color: #000000;" /><br style="color: #000000;" /><span style="color: #000000;">A tecnologia de embalagens flexíveis vem ajudando a transformar a forma como o leite é consumido. A Plastrela, de Estrela, conquistou mercado produzindo filmes de sachê de pouche, no formato UHT, que permite conservar o produto até 120 dias fora da geladeira. ‘“No passado se utilizava muito a embalagem ‘barriga mole’, que ficava refrigerada com validade de sete a dez dias”, lembra o supervisor de vendas, Luciano Puccinelli. Esse produto, segundo ele, caiu um pouco em desuso a partir do momento em que o consumidor resolveu procurar um produto com maior praticidade. “Com isso buscamos fora do mercado brasileiro uma tecnologia que concorresse com as embalagens acartonadas”, explicou. O produto, segudo Puccinelli, tem um custo até 50% menor, “deixando assim uma margem melhor para a indústria, podendo até remunerar melhor o produtor”. </span><br style="color: #000000;" /><br style="color: #000000;" /><span style="color: #000000;">O coordenador da Câmara Setorial do Leite da Secretaria de Agricultura, Danilo Gomes, destacou que o leite tem virado um vilão, assim como foi, durante uma época, o ovo e a carne suína. “Existem restrições médicas, sim, mas elas tem que ser trabalhadas com cuidado. Temos que fazer uma interação muito grande com os profissionais da saúde”, observa. </span><br style="color: #000000;" /><br style="color: #000000;" /><span style="color: #000000;">O presidente da Comissão do Leite da Farsul, Jorge Rodrigues, destacou que a necessidade de ampliar o portfólio de produtos da cadeia do leite. Outro ponto abordado por ele foi a dificuldade de que as propriedades que produzem até 100 litros por dia consigam se manter. “Não adianta tirar um leite maravilhoso, com a sanidade total da vaca e não fazer o frio adequado. Começa aí o processo de qualidade.” </span><br style="color: #000000;" /><br style="color: #000000;" /><span style="color: #000000;">Para a analista técnica do Senar Márcia de Azevedo Rodrigues, além da questão da mão de obra, a falta de genética do rebanho também preocupa. “Às vezes são rebanhos mistos, com vacas que produzem muito pouco, e com o produtor sem conhecimento de como criar uma boa terneira e melhorar a qualidade do leite sem precisar aumentar o rebanho”, salienta. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: CP</p>
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		<title>Preço do leite pago ao produtor sobe 2% em agosto</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2015 20:19:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O preço do leite pago ao produtor atingiu em agosto o maior valor no ano, de R$ 0,9964 o litro, alta de 2,09% em relação a julho, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Foi a sexta alta mensal consecutiva da média Brasil. O preço bruto, que considera frete e impostos, foi [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #2f2f2f;">O preço do leite pago ao produtor atingiu em agosto o maior valor no ano, de R$ 0,9964 o litro, alta de 2,09% em relação a julho, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Foi a sexta alta mensal consecutiva da média Brasil.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">O preço bruto, que considera frete e impostos, foi a R$ 1,0843 (1,9%). Os valores correspondem à média nos Estados de Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Goiás e Bahia ponderada pelo volume captado em julho.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Mesmo com a série de avanços, o preço líquido ainda é cerca de 10% menor que o registrado em agosto de 2014, em termos reais, enquanto o valor bruto registrou recuo de 9,6% no mesmo comparativo.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Em nota, o Cepea destaca que a valorização do leite na entressafra de 2015 foi limitada pela demanda pouco aquecida, diferindo de anos anteriores, que registraram picos expressivos entre março e julho. Segundo os pesquisadores, a alta dos preços foi mais gradual e se estendeu até agosto, mês em que geralmente acaba a entressafra no Sudeste e Centro-Oeste e a produção leiteira na região Sul se consolida.</p>
<p style="color: #2f2f2f;"><strong>Captação e tendências</strong></p>
<p style="color: #2f2f2f;">O índice de captação de leite do Cepea subiu 1,67% em julho em relação ao mês anterior, avanço liderado pela produção na Região Sul. Da média Brasil, apenas Goiás registrou queda na captação, de 0,59%. No Rio Grande do Sul, houve avanço de 4,34%. O Estado foi seguido por Santa Catarina (2%) e Paraná (1,93%). A captação também subiu em São Paulo (1,57%), Minas Gerais (0,96%) e Bahia (0,67%).</p>
<p style="color: #2f2f2f;">A maioria dos agentes de mercado consultados pelo Cepea prevê que o avanço da safra no Sul e o aumento das chuvas no restante do País devem elevar a produção, com impacto nas cotações nos próximos meses.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Segundo o estudo, 48,5% dos laticínios e cooperativas consultados, que representam 43,5% do leite amostrado, esperam queda de preços. Outros 27,3% (47,2% da amostra) indicam estabilidade, enquanto 24,2% (9,3% do leite pesquisado) acreditam na continuidade das altas dos preços.</p>
<p style="color: #2f2f2f;"><strong>Derivados</strong></p>
<p style="color: #2f2f2f;">O consumo de leite UHT e de queijo mussarela continuou enfraquecido em São Paulo no mês passado, ainda segundo o Cepea. Desse modo, o preço do UHT caiu 4,84% ante a julho, sendo negociado no atacado a R$ 2,3144 por litro. A cotação média da mussarela cedeu 0,11% no mesmo comparativo, a R$ 13,96 por quilo.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">O levantamento do Cepea é feito em parceria com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).</p>
<p style="color: #2f2f2f;">
<p style="color: #2f2f2f;">Fonte: Canal Rural</p>
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		<title>Setrem: Dia de Campo encerra Projeto Leite Nota 10</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2015 21:57:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Projeto foi desenvolvido durante um ano e meio pelo Departamento de Extensão da SETREM em parceria com a prefeitura de Dr. Maurício Cardoso O último encontro com as mulheres agricultoras do município de Dr. Maurício Cardoso, participantes do Projeto Leite Nota 10, foi realizado na terça-feira, 25, na SETREM. No tambo, o docente e doutor [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="titulo_noticia2" style="color: #000000;">
<p style="font-weight: normal !important;"><span class="Verdana14BoldVerde" style="font-weight: bold; color: #000000;">Projeto foi desenvolvido durante um ano e meio pelo Departamento de Extensão da SETREM em parceria com a prefeitura de Dr. Maurício Cardoso</span></p>
</div>
<div class="descricao_noticia" style="color: #000000;">
<div>
<div align="justify">
<p>O último encontro com as mulheres agricultoras do município de Dr. Maurício Cardoso, participantes do Projeto Leite Nota 10, foi realizado na terça-feira, 25, na SETREM. No tambo, o docente e doutor Rodrigo Pizzani, dos cursos de Agronomia e Laticínios, ministrou o treinamento para mais de 30 mulheres através de um dia de campo, enfocando a questão dos cuidados com o gado leiteiro. O Projeto foi desenvolvido durante um ano e meio pelo Departamento de Extensão da Instituição em parceria com a prefeitura daquele município visando a capacitação, a melhoria da propriedade rural, adubação, produção e alimentos e melhoria genética. O Leite Nota 10 foi acompanhado por mais de 170 mulheres.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Projeto é do governo federal através da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres e promoveu uma série de atividades. A SETREM participou da sua realização através de palestras que envolveram assuntos referentes à conceitos, estratégias, mudanças, comportamento do consumidor, divulgação, propaganda e preço, a fim de obter a consolidação do papel feminino nas propriedades rurais em novas proporções com o passar dos anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o vice-prefeito e secretário de Agricultura de Dr. Maurício Cardoso, Antenor Antônio Desconsi, o Leite Nota 10 proporcionou o primeiro acesso para muitas destas mulheres a um Projeto sobre a cadeia do leite. “Quem acompanhou o Projeto com interesse e dedicação já está usufruindo dos conhecimentos obtidos em suas propriedades rurais. O Leite Nota 10 é excelente e tenho certeza que contribuiu para o aumento da renda e da produção. O resultado é extremamente positivo”, enfatiza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A agricultora Ivonete Bolzan está muito feliz com tudo o que aprendeu. A moradora da Esquina Londero acompanhou o Projeto desde o primeiro encontro e tem implantado na sua propriedade o conhecimento compartilhado pelos profissionais que proferiram as palestras e os treinamentos. Das 140 cabeças de gado criadas na propriedade, 60 delas são vacas leiteiras, e juntas produzem 1700 litros de leite por dia. “Participei do Projeto pois sempre queremos inovar na produção leiteira. Tudo o que aprendo aqui, repasso para meu marido, meus dois filhos e para o casal que trabalha conosco, pois acredito que é muito importante compartilhar com os outros o que o Leite Nota 10 nos ensinou e assim, estamos colocando em prática lá em casa. Foi excelente”, conclui.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>*Fonte: Setrem</strong></em></span></p>
<h3 style="font-weight: normal !important;"></h3>
</div>
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</div>
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		<title>Pequenos produtores de leite terão capacitação profissional</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2015 15:29:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um convênio entre o Ministério da Agricultura e o Sistema CNA/ Senar deve promover promover assistência técnica e capacitação profissional por meio de um convênio  para mais de 3.600 pequenos e médios produtores de leite de seis estados. O documento que prevê o convênio foi assinado nesta quarta, dia 19, pela Ministra da Agricultura, Kátia [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #2f2f2f;">Um convênio entre o Ministério da Agricultura e o Sistema CNA/ Senar deve promover promover assistência técnica e capacitação profissional por meio de um convênio  para mais de 3.600 pequenos e médios produtores de leite de seis estados.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">O documento que prevê o convênio foi assinado nesta quarta, dia 19, pela Ministra da Agricultura, Kátia Abreu, e pelo presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA), João Martins.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">– Nós entendemos que o leite é um multiplicador de pequenos produtores. Se nós tivermos eficiência não só em qualidade mas em quantidade, novos pequenos produtores entrarão no mercado, então essa é a concepção de tirar da classe E pra classe C – afirmou o presidente da CNA.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">De acordo com a Ministra da Agricultura, só há possibilidade de melhorar a qualidade de um produto com inovação, tecnologia, praticas de produção que possa garantir sanidade animal e vegetal.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">– Tudo que nós pudermos fazer com o Senar, o sistema S em geral, temos que usar esse know how pra chegar aos produtores todo o conhecimento necessário – completou.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">
<p style="color: #2f2f2f;">Fonte: Canal Rural</p>
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		<title>Preços dos lácteos devem subir em 2016</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2015 19:24:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os preços dos lácteos, em queda no mercado internacional, devem começar a reagir em meados do próximo ano, prevê o Rabobank. Em relatório sobre o mercado, os analistas Tim Hunt, Tom Bailey e Michael Harvey dizem que os preços mais baixos desses produtos no mercado chinês limitarão o crescimento da produção no país. Como a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #2f2f2f;">Os preços dos lácteos, em queda no mercado internacional, devem começar a reagir em meados do próximo ano, prevê o Rabobank. Em relatório sobre o mercado, os analistas Tim Hunt, Tom Bailey e Michael Harvey dizem que os preços mais baixos desses produtos no mercado chinês limitarão o crescimento da produção no país.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Como a demanda interna está crescendo, os estoques devem diminuir e a China precisará importar mais, dizem os analistas. Na Nova Zelândia, as companhias, notadamente a Fonterra, devem liderar o ajuste de oferta entre exportadores, reduzindo preços pagos aos produtores e, por consequência, o leite disponível na temporada 2015/2016.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">A desvalorização dos lácteos nos Estados Unidos e na União Europeia também contribuirá para redução da oferta internacional. Por fim, os estoques formados a valores baixos farão processadores reduzirem preço também ao consumidor, o que deve reativar a demanda.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Até agora, o mercado global segue bastante pressionado. A Global Dairy Trade (GDT), plataforma online de vendas desenvolvida pela Fonterra, registrou uma série de dez leilões entre março e agosto deste ano com preços em queda. Neste período, o valor médio dos lácteos comercializados cedeu 46% e atingiu US$ 1,815 mil por tonelada em 4 de agosto.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">O primeiro sinal de recuperação veio no pregão desta terça-feira, quando os valores médios subiram 14,8%, a US$ 1,974 mil por tonelada. O leite em pó também avançou, mas segue 48% abaixo do valor verificado no início de março, a US$ 1,521 mil por tonelada.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">– A extensão do colapso (de preços), para a maior parte da indústria, superou expectativas. O leite em pó negociado entre US$ 1,4 mil e US$ 1,5 mil por tonelada há anos é encarado como uma coisa do passado – afirmam os analistas do Rabobank.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Segundo eles, participantes do mercado previam que uma combinação de demanda crescente por lácteos nos países emergentes e alta dos custos para a captação do leite impediriam preços tão baixos.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">A situação na China foi determinante para o atual quadro. No ano passado, o país começou a cortar suas importações em resposta à menor demanda nacional e passou a abastecer o mercado com a produção doméstica, que cresceu. A China também acumulou grandes estoques da commodity. Além disso, em agosto de 2014 a Rússia baniu importações da União Europeia e de outros fornecedores, o que reduziu o mercado para alguns exportadores.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Por fim, em meio à queda de preços, a União Europeia extinguiu suas cotas de produção de leite e fazendeiros têm buscado aumentar a oferta pensando no longo prazo.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">
<p style="color: #2f2f2f;">Fonte: Canal Rural</p>
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		<title>Justiça bloqueia bens de mais duas empresas envolvidas na Leite Compen$ado</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2015 19:52:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Ministério Público divulgou, nesta segunda-feira, que foram autorizadas a quebra do sigilo bancário e a indisponibilidade de bens imóveis e veículos das empresas Transportes Melati Ltda e Transportes de Cargas Pogorzelski Ltda. As duas foram alvo de uma das fases da Operação Leite Compen$ado, que desvendou fraudes no transporte e distribuição de leite no Rio [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">O Ministério Público divulgou, nesta segunda-feira, que foram autorizadas a quebra do sigilo bancário e a indisponibilidade de bens imóveis e veículos das empresas Transportes Melati Ltda e Transportes de Cargas Pogorzelski Ltda. As duas foram alvo de uma das fases da </span><a style="color: #000000;" href="http://www.correiodopovo.com.br/Busca/?Tag=Leite%20Compen$ado" target="_blank"><b>Operação Leite Compen$ado</b></a><span style="color: #000000;">, que desvendou fraudes no transporte e distribuição de leite no Rio Grande do Sul. As medidas atingem também os sócios das corporações. A finalidade é evitar a dispersão do patrimônio e garantir a devida indenização aos consumidores, em caso de condenação.</span><br style="color: #000000;" /><br style="color: #000000;" /><span style="color: #000000;">Os investigados ligados às duas empresas, a primeira fica em Ponte Preta e a segunda em Floriano Peixoto, foram denunciados em 27 de julho. Elas não poderão produzir, transportar e fornecer produtos lácteos que não atendam a normas legais, sob pena de multa de R$ 100 mil por ocorrência de descumprimento.</span><br style="color: #000000;" /><br style="color: #000000;" /><span style="color: #000000;">Desde o início da Operação Leite Compen$ado, em 2013, já foram ajuizadas 45 ações coletivas de consumo contra indústrias, postos de resfriamento e transportadores em razão de fraudes no leite. Em todas elas foram obtidas as liminares solicitadas pelo MP. O trabalho é da Promotoria de Justiça Especializada de Defesa do Consumidor em conjunto com as Promotorias de Justiça de Erechim e de Getúlio Vargas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: CP</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Produtores de leite ligados a Fetraf-RS protestam em frente a sede da Promilk</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2015 19:34:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cerca de 80 produtores de leite ligados à Fetraf-RS, com débitos a receber da Promilk, realizam manifestação nesta segunda-feira (17) em frente a sede da Laticínios, em Rondinha.  Os agricultores protestam contra a proposta apresentada pela empresa no plano de recuperação judicial, e reivindicam a construção de um acordo conjunto a ser apresentado amanhã (18), [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 80 produtores de leite ligados à Fetraf-RS, com débitos a receber da Promilk, realizam manifestação nesta segunda-feira (17) em frente a sede da Laticínios, em Rondinha.  Os agricultores protestam contra a proposta apresentada pela empresa no plano de recuperação judicial, e reivindicam a construção de um acordo conjunto a ser apresentado amanhã (18), na Assembleia Geral de Credores, em Estrela.</p>
<p>“Os produtores não aceitam a anistia de 50% do valor que têm a receber, nem o parcelamento em longo prazo conforme prevê a recuperação judicial. Estamos aqui para negociar e construir uma proposta alternativa”, afirma a coordenadora da Fetraf-RS, Cleonice Back.</p>
<p>A Fetraf-RS ajuizou, em novembro de 2014, ação judicial coletiva, em nome de produtores de leite  de Tiradentes do Sul, Crissiumal, Engenho Velho, Constantina, Novo Xingu, Barra Funda, Nova Boa Vista, Sarandi, Rondinha, Barra Funda,  Humaitá e Cacique Doble, com débitos a receber da Promilk. O processo reivindica o pagamento de mais de 1 milhão de litros de leite que representam cerca de R$ 900 mil.</p>
<p>Amanhã, na assembleia de credores, os produtores poderão aprovar o plano de recuperação judicial; apresentar emenda ou desaprovar, o que ocasiona falência da laticínios.</p>
<p><em>Fonte: Fetraf-RS</em></p>
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