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	<title>AgroCeleiro &#187; Pecuária Corte</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Mais de 5 mil bovinos deixam de ser abatidos por dia devido à greve no RS</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2015 19:19:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pecuária Corte]]></category>
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		<description><![CDATA[A paralisação dos servidores estaduais do Rio Grande do Sul prejudica o trabalho de frigoríficos. De acordo com o Sindicato da Indústria da Carne, mais de 5 mil bovinos deixam de ser abatidos por dia em todo o estado, devido à greve dos técnicos das inspetorias veterinárias. Os servidores são responsáveis por conceder as autorizações [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A paralisação dos servidores estaduais do Rio Grande do Sul prejudica o trabalho de frigoríficos. De acordo com o Sindicato da Indústria da Carne, mais de 5 mil bovinos deixam de ser abatidos por dia em todo o estado, devido à greve dos técnicos das inspetorias veterinárias. Os servidores são responsáveis por conceder as autorizações para transportar e abater animais. Sem os documentos, os funcionários dos abatedouros estão sem trabalhar.</p>
<p>A categoria é uma das mais de 40 do funcionalismo público estadual que realizam uma greve geral em protesto contra o parcelamento de salários adotado pelo governo do Estado. A paralisação começou na última segunda-feira (31), dia em que a medida foi anunciada pelo governador José Ivo Sartori.</p>
<p>Desde a segunda-feira, os frigoríficos não têm a liberação de trânsito dos animais da propriedade para o abate. O problema faz com que o empresário José Hilário Silveira em Pelotas, no Sul do estado, tenha um prejuízo de R$ 100 mil.</p>
<p><em>Fonte: G1 RS</em></p>
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		<title>Exportação anima pecuária, mas alta dos custos preocupa</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2015 20:27:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Corte]]></category>
		<category><![CDATA[Avicultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Embalados pela alta do dólar, a conquista de novos mercados e o aumento de vendas para os destinos tradicionais, os produtores de aves, suínos e bovinos estão otimistas. Apenas no primeiro semestre, Estados Unidos, Rússia eChina anunciaram fim dos embargos à carne brasileira e Japão, Arábia Saudita e países do Golfo Pérsico estão em vias de liberação. O presidente da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), Nestor Freiberger, observa que o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Embalados pela <strong>alta do dólar</strong>, a conquista de <strong>novos mercados</strong> e o aumento de <strong>vendas</strong> para os destinos tradicionais, os <strong>produtores de aves</strong>, suínos e <strong>bovinos </strong>estão otimistas. Apenas no primeiro semestre,<strong> Estados Unidos, Rússia </strong>e<strong>China</strong> anunciaram fim dos <strong>embargos à carne brasileira</strong> e Japão, Arábia Saudita e países do Golfo Pérsico estão em vias de liberação.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O presidente da <strong>Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav),</strong> Nestor Freiberger, observa que o cenário é favorável à carne bovina, já que o Brasil exporta para vários países e está em vias de abrir novas fronteiras.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O setor comemora a abertura do<strong> mercado americano</strong> porque a liberação da carne in natura servirá como um passaporte para acessar mercados exigentes como o japonês. A China também abriu recentemente as fronteiras para o produto. O momento é de negociação e busca de autorização para entrar no país asiático.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Nos primeiros meses deste ano, as exportações de carne bovina do <strong>Rio Grande do Sul</strong> recuaram 7,2% em volume (para 26.200 tonelada) e 6,7% em receita (para US$ 108,9 milhões). Embora o desempenho tenha sido negativo, ainda assim foi melhor que o total das vendas externas brasileiras de carne bovina, que recuaram 15% em volume (para 770.000 toneladas) e 19% em receita (para US$3,2 bilhões), devido aos problemas financeiros enfrentados por clientes como a Rússia e a Venezuela.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Apesar das dificuldades impostas pela queda dos preços do petróleo, nos primeiros sete meses deste ano a <strong>Rússia</strong>importou 51.500 toneladas de carne suína do Rio Grande do Sul, volume 71% acima do importado em igual período do ano passado.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Graças ao mercado russo, as exportações de carne suína gaúcha neste ano cresceram 14% (para 96.800 toneladas), enquanto a receita se manteve praticamente estável, em R$247 milhões, por conta da queda de 12% no preço médio. O desempenho foi melhor que o resultado total das exportações brasileiras de carne suína, que recuaram 18% em volume (para 283.000 toneladas) e 16% em receita (para US$701 milhões).</span></p>
<p><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/09/porco.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3750" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/09/porco-300x217.jpg" alt="porco" width="300" height="217" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: #000000;">Custos altos</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;">Ao mesmo tempo em que apostam no aumento das<strong>vendas externas</strong>, os produtores proteína animal estão preocupados com o aumento dos custos. A <strong>alta de preços da energia</strong> elétrica, combustíveis e da ração, entre outros, vem corroendo a rentabilidade das cadeias produtivas de proteína animal.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">“No mercado interno, estamos empatando”, revela Freiberger, representante das indústrias de aves. “É preciso assegurar o <strong>fornecimento de milho e soja</strong>, o que representa 70% dos custos. Sem uma produção suficiente, o setor avícola precisa comprar de outros Estados, o que reflete na competitividade.”</p>
<p style="color: #1a1a1a;">O custo de <strong>produção dos suínos</strong> foi corrigido, mas o setor não consegue repassar ao consumidor, segundo o diretor-executivo do Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do Estado do Rio Grande do Sul (Sips), Rogério Kerber. “Precisamos de uma demanda estável, o que não ocorre em função da economia nacional”, diz.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">A pressão nos custos não é o único fator que afeta a competitividade do setor de proteínas animais. “Há uma extensa agenda interna relacionada à <strong>macroeconomia</strong>, burocracia, segurança jurídica em questões tributárias, ambientais, trabalhistas e investimentos em infraestrutura que precisa melhorar&#8217;, afirma o diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Fernando Sampaio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="foto componente_materia midia-largura-400"><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/09/china-eua.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3751" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/09/china-eua-300x217.jpg" alt="china eua" width="300" height="217" /></a></div>
<div class="foto componente_materia midia-largura-400"></div>
<div class="foto componente_materia midia-largura-400">
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: #000000;">Estados Unidos e China</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">Há um consenso entre os produtores de bovinos. A abertura dos Estados Unidos para a <strong>carne in natura brasileira</strong> é um importante balizador para compradores de outras regiões que se pretende conquistar. Mais do que impactar nas exportações do produto, a aprovação dos americanos ratifica a qualidade do que é produzido aqui.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">De acordo com a Abiec, Estados Unidos representam um mercado de cerca de 1 milhão de toneladas anuais de carne bovina in natura. O Brasil iniciará a exportação dentro da cota direcionada a “outros países”, o que totaliza 64.000 toneladas anuais. A Abiec estima que, num primeiro momento, o Brasil deve preencher parte desta cota. Mas a expectativa é que as exportações brasileiras de carne bovina in natura para o mercado americano possam chegar a 100.000 mil toneladas/ano.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">“Qualquer novo mercado é positivo, evidente que o processo é devagar”, destaca o presidente da Associação Brasileira de Angus, José Roberto Pires Weber. Segundo ele, mesmo que os americanos comprem carne de cortes menos valorizados, valerá como uma vitrine para outros países. “Veio em boa hora, servirá para escoar carne represada em função do aumento de custo”, concorda Lopa, da Associação Brasileira de Hereford e Bradford (ABHB).</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">As boas notícias de fora não se restringem àquele país. Neste ano, a China reabriu suas fronteiras após dois anos de embargo, quando ocorreu o caso atípico no Paraná da doença da vaca louca. Estima-se que nos próximos anos os chineses importarão cerca de 490.000 toneladas ao ano de carne. Considerando o que o Brasil exportou nos primeiros embarques em junho, a estimativa da Abiec é que as vendas atinjam 120.000 toneladas anuais.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">O setor dá como certa a retomada das exportações para a Arábia Saudita. Outros países que fecharam sua fronteiras em função da BSE também estão em processo de reabertura: África do Sul, Catar, Bahrein e Kuwait. Além disso, o Brasil deve focar agora na Ásia, onde está o maior potencial de crescimento do consumo. &#8220;Estamos em negociações com Indonésia, Tailândia, Camboja e Taiwan. Recentemente, conseguimos conquistar Mianmar e já estamos importando para Malásia, Vietnã e Cingapura&#8221;, conta o diretor da Abiec.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: #000000;">Mercado russo</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">O aumento das exportações de carne suína para a Rússia anima as indústrias gaúchas. O diretor executivo da Sips, Rodrigo Kerber, observa que o serviço russo de defesa agropecuária, o Rosselkhoznadzor, ampliou o número de frigoríficos habilitados em agosto do ano passado. &#8220;O Rio Grande do Sul registrou uma melhor participação em função de muitas plantas no país não estarem preparadas para aquele mercado, que tem exigências diferentes&#8221;, afirma Kerber. Ele exemplifica que a Rússia proíbe a utilização de ractopamina na nutrição animal, substância utilizada para o crescimento e engorda de suínos e bovinos.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">Como o Rio Grande do Sul detém status de zona livre de aftosa com vacinação, há restrição em chegar a mais países. &#8220;O Rio Grande do Sul tem de se concentrar em participar de mercados sem restrições, já que o processo é longo, o comprador precisa atestar a qualidade, tem de melhorar a logística, entre outros fatores&#8221;, avalia o dirigente do Sips.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">Mas há um gigante que pode se tornar um importador significativo no médio e longo prazos: a China, que já habilitou duas plantas do Estado. Apesar de deter 50% da produção mundial de suínos, o país asiático, sendo o líder mundial do setor, apresenta demanda crescente pela proteína animal.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: #000000;">Status sanitário</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">Na avaliação do setor, para ter acesso a mercados importantes, o Brasil precisa continuar evoluindo em seu status sanitário. Atualmente, três Estados &#8211; Amazonas, Roraima e Amapá &#8211; estão fora da área livre de febre aftosa e a inclusão de todos em um status sanitário ajudaria a vender para países que hoje são fechados ao Brasil.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">“É preciso extremo cuidado com nossas fronteiras, de forma a mantermos nosso status sanitário”, alerta o vice-presidente da Farsul, Gedeão Pereira, o que também é defendido pelo presidente da Associação Brasileira de Angus, José Roberto Pires Weber. “Temos um banco genético muito qualificado e não podemos colocar em risco. Demonstramos que não precisamos deixar de vacinar para chegar a novos mercados”, afirma Weber.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #000000;"><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/09/avicultura.jpg"><span style="color: #000000;"><img class="alignnone size-medium wp-image-3752" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/09/avicultura-300x217.jpg" alt="avicultura" width="300" height="217" /></span></a></span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: #000000;">Avicultura</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">No setor de aves também há preocupação em manter o controle de doenças. &#8220;O produtor e a indústria são qualificados, mas precisamos evoluir mais para evitar problemas de doença. Nossa sobrevivência (como setor) está na sanidade animal, que é nossa prioridade zero”, observa o presidente da Asgav, Nestor Freiberger. Ele lembra que a contaminação por influenza aviária nas fazendas de aves nos Estados Unidos, maior produtor mundial do setor, abriu novas oportunidades para o frango brasileiro.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">Hoje, o Brasil é o maior exportador do produto. Os recordes seguidos nas exportações de carne de frango em junho e julho deste ano (considerando a ave inteira, cortes, processados e salgados) reverteram a tendência de queda registrada ao longo do primeiro semestre. No acumulado deste ano, até julho, o volume embarcado cresceu 5,2% para 2,392 milhões de toneladas. Devido à retração de 25% nos preços médios de exportação, a receita de janeiro a julho caiu 7,7% em relação ao mesmo período do ano passado, para US$4,141 bilhões.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">No embarque recorde de julho, a exportação de carne de frango cresceu 18,7% para 440.400 toneladas, detalha o presidente da Asgav. O Rio Grande do Sul não acompanhou o índice, em função de uma menor produção, comparado a Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">Para crescer mais, Freiberger considera fundamental a equalização na oferta de milho e soja. Sem disponibilidade para o setor, posto que grande parte da produção é exportada, a matéria-prima tem de vir de outros Estados, com valor de frete que compromete a rentabilidade. Outra preocupação é com a possibilidade de retirada de 30% dos créditos presumidos por parte do governo gaúcho.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: #000000;">Dentro da porteira</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;">Para ganhar mercados, é preciso fazer a lição de casa. E isso significa investir em gestão, controle, pesquisa, solo, alimento e melhoramento genético. As compras são globais e feitas em escala, o que faz com que as exigências cresçam exponencialmente. Pecuária de precisão, irrigação inteligente das pastagens, brinco eletrônico para rastreabilidade, correção do solo, nutrição sob medida e termografia infravermelha para verificar doenças são algumas das tecnologias disponíveis hoje e que ajudam os produtores de bovinos.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">O Núcleo de Estudos de Produção de Bovinos de Corte e Cadeia Produtiva (Nespro), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), está desenvolvendo um software de medição de pastagens. Entre as aplicações, detalha o professor e coordenador do Nespro, Júlio Barcellos, a tecnologia permite uma análise da imagem e indicação de quantos animais podem utilizar e se alimentar em uma determinada área.</p>
<p style="color: #1a1a1a;">“Há uma necessidade de buscar novas formas de gerenciamento da propriedade e melhores desempenhos”, explica Barcellos, destacando que através de informações conectadas a um sistema de gerenciamento automático, o produtor reduz o tempo de manejo do gado, otimiza processos, o que resulta em custos menores e ganhos de produtividade. Barcellos fala com a expertise de quem estuda a cadeia frigorífica no Rio Grande do Sul.</p>
<div class="foto componente_materia midia-largura-780"><img class="img-responsive" title="gedeao-pereira-farsul (Foto: Marcelo Curia/Editora Globo)" src="http://s2.glbimg.com/UDWylytgTISGrHExuv0dPef_-E0=/780x440/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2015/09/01/mc_150807_0028.jpg" alt="gedeao-pereira-farsul (Foto: Marcelo Curia/Editora Globo)" /></div>
<div class="foto componente_materia midia-largura-780"></div>
<div class="foto componente_materia midia-largura-780">Fonte: Globo Rural</div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="foto componente_materia midia-largura-400"></div>
</div>
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		<title>História e futuro da febre aftosa no RS são tema de Fórum</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2015 20:07:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos marcos da história do combate à febre aftosa no Rio Grande do Sul completa 50 anos em 2015. A primeira campanha de vacinação contra a doença foi realizada em 1965 e fez parte de um grande projeto para proteger o estado contra a enfermidade, que é considerada uma das mais importantes que acomete [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Um dos marcos da história do combate à febre aftosa no Rio Grande do Sul completa 50 anos em 2015. A primeira campanha de vacinação contra a doença foi realizada em 1965 e fez parte de um grande projeto para proteger o estado contra a enfermidade, que é considerada uma das mais importantes que acomete animais de produção. De lá para cá, além da imunização do rebanho, foram organizados sistemas de informação em vigilância sanitária, redes de laboratórios e orientação ao produtor.</span><br style="color: #3e3e3e;" /><span style="color: #000000;"> </span><br style="color: #3e3e3e;" /><span style="color: #000000;">Com as novas metas do Ministério da Agricultura para a erradicação da doença no país e a pressão de alguns setores para suspender a vacinação de olho em mercados mais remuneradores, o tema deve ser um dos mais importantes da Expointer 2015. “Para olhar para o futuro, é preciso rever o passado”, diz o vice-presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do RS, José Arthur Martins. Por isso, o CRMV-RS, através da Comissão de Sanidade Agropecuária e a Sociedade de Veterinária do Rio Grande do sul – Sovergs, realizam &#8211; no dia 3 de setembro das 14h às 17h00 &#8211; o IV Fórum de Responsabilidade Técnica e Sanidade na Produção Animal com o tema “50 anos de combate à febre aftosa: história e perspectivas”. A atividade ocorre no auditório da Federacite na Expointer. </span><br style="color: #3e3e3e;" /><span style="color: #000000;"> </span><br style="color: #3e3e3e;" /><span style="color: #000000;">O evento vai contar com a presença de representantes de produtores, frigoríficos, indústrias de vacinas e serviço oficial. “A ideia é promover o debate, mostrando o tema através da visão de diferentes segmentos”, afirma o presidente da Sovergs, Ricardo Bohrer.</span><br style="color: #3e3e3e;" /><span style="color: #000000;"> </span><br style="color: #3e3e3e;" /><span style="color: #000000;">A apresentação do médico veterinário José Fernando Dora, que trabalhou no início da campanha pela Secretaria da Agricultura, foi o coordenador do programa de erradicação da febre aftosa na Bacia do Prata e atuou no Centro Panamericano da Febre Aftosa, vai trazer o histórico da doença e seu combate no Rio Grande do Sul. O presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) Jorge Camardeli, vai apresentar o olhar da indústria sobre os impactos da febre aftosa e da vacinação para o mercado de carnes. </span><br style="color: #3e3e3e;" /><span style="color: #000000;"> </span><br style="color: #3e3e3e;" /><span style="color: #000000;">Além disso, um painel sobre epidemiologia será apresentado pelo fiscal federal agropecuário do Mapa e doutorando da Ufrgs, Diego Viali dos Santos. A visão do serviço oficial na atualidade será apresentada pelo diretor do Departamento de Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Fernando Groff. O presidente do Sindicato Nacional das Indústrias de Produtos para Saúde Animal (Sindan), Emilio Salani, deverá falar sobre o papel da vacinação no combate à aftosa e a perspectiva da indústria de medicamentos veterinários.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: Agrolink</span></p>
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		<title>Estado tem suspeita de caso de mormo em humano</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2015 21:01:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Corte]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

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		<description><![CDATA[A Santa Casa de Santana do Livramento, na Fronteira Oeste, aguarda o resultado de um exame que pode constatar o primeiro caso de infecção pela bactéria causadora da doença do mormo em um ser humano no Estado. O paciente com suspeita da doença, um trabalhador rural de 19 anos, está internado na instituição em estado gravíssimo. Ele [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Santa Casa de Santana do Livramento, na Fronteira Oeste, aguarda o resultado de um exame que pode constatar o primeiro caso de infecção pela bactéria causadora da <strong>doença do mormo</strong> em um ser humano no Estado.</p>
<p>O paciente com suspeita da doença, um trabalhador rural de 19 anos, está internado na instituição em estado gravíssimo. Ele foi encaminhado na última segunda-feira, após ter sofrido uma intoxicação por um pesticida.</p>
<p>Segundo o diretor técnico do hospital, Antônio Cabrera, ele apresentou sintomas compatíveis com a doença do mormo. Cabrera não descarta a infecção por bactéria. Ele afirma que foi coletado sangue e que o resultado do exame que vai confirmar ou descartar a doença deve ficar pronto em até 96 horas.</p>
<p>O mormo provoca problemas respiratórios nos equinos e pode ser transmitido para seres humanos, podendo levar à morte. A doença era considerada erradicada do Estado até o aparecimento do primeiro caso em junho, em Rolante, no Vale do Paranhana.</p>
<p><em>FONTE: ZH</em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cobertura de vacina contra aftosa atinge 98% da meta nacional</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2015 15:51:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cerca de 165 milhões de bovinos e bubalinos – 98,04% da previsão – foram imunizados contra febre aftosa na campanha nacional de vacinação da doença. Foram vacinados 164,7 milhões de animais, de um total previsto de 168 milhões de cabeças, informou ontem (19) o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Com base em dados dos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">Cerca de 165 milhões de bovinos e bubalinos – 98,04% da previsão – foram imunizados contra febre aftosa na campanha nacional de vacinação da doença. Foram vacinados 164,7 milhões de animais, de um total previsto de 168 milhões de cabeças, informou ontem (19) o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.</span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">Com base em dados dos serviços veterinários estaduais, os índices de imunização neste ano mantiveram-se estáveis em relação à campanha do ano passado, quando foram vacinadas 164 milhões de cabeças, com índice de vacinação de 97,63%. A campanha deste ano começou em março, no Pará, e terminou em junho, no Pantanal de Mato Grosso do Sul.</span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">Os estados com melhores índices de vacinação foram Rondônia (99,96%), Mato Grosso (99,82%) e Goiás (99,72%). No Acre, no Espírito Santo, em Mato Grosso do Sul, no Paraná, em Rondônia e em São Paulo foram vacinados só animais até 24 meses. A vacinação não ocorreu no Amapá, que tem vacinação apenas uma vez ao ano, e em Santa Catarina, zona livre de aftosa.</span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">Com isso, estavam previstos para ser vacinados 168 milhões de cabeças na primeira etapa da campanha. Os 3 milhões de bovinos e bubalinos não imunizados na primeira fase ainda estão sendo vacinados. Na segunda etapa, iniciada no mês passado, o restante do rebanho será imunizado, exceto o de Santa Catarina. A vacinação prossegue até dezembro.</span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">De acordo com a Coordenação de Febre Aftosa do ministério, a cobertura vacinal no país é satisfatória, decorrente do esforço governamental e da iniciativa privada, que executa a vacinação.</span></p>
<p style="color: #545454;">
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">Fonte: Rd3.net</span></p>
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		<title>Valor bruto da produção agropecuária bate novo recorde</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2015 19:55:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O valor bruto da produção (VBP) agropecuária de 2015 somou R$ 469,7 bilhões no acumulado de janeiro a julho, com aumento de 0,63% em relação aos R$ 466,7 bilhões do mesmo período do ano passado. Atingiu, portanto o valor mais alto da série histórica iniciada em 1989, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira pelo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">O valor bruto da produção (VBP) agropecuária de 2015 somou R$ 469,7 bilhões no acumulado de janeiro a julho, com aumento de 0,63% em relação aos R$ 466,7 bilhões do mesmo período do ano passado. Atingiu, portanto o valor mais alto da série histórica iniciada em 1989, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.</span><br style="color: #000000;" /><br style="color: #000000;" /><span style="color: #000000;">As lavouras representam R$ 300,9 bilhões e a pecuária R$ 168,8 bilhões. As culturas agrícolas tiveram redução de 0,12%, enquanto a pecuária aumentou 2%, segundo o coordenador-geral de Estudos e Análises da Secretaria de Política Agrícola (SPA) do ministério, José Garcia Gasques.</span><br style="color: #000000;" /><br style="color: #000000;" /><span style="color: #000000;">Segundo ele, uma das características deste ano é que a maior parte dos produtos analisados tem apresentado preços menores que em 2014. Um ponto relevante de 2015 é o aumento das safras de milho, soja, trigo e cana-de-açúcar. &#8220;Os preços mais baixos desses produtos têm o efeito compensado pelo aumento da produção, o que resulta em acréscimo do valor da produção&#8221;, disse Gasques.</span><br style="color: #000000;" /><br style="color: #000000;" /><span style="color: #000000;">Entre os produtos com aumento no VBP estão cebola (122,42%), mamona (97,57%), pimenta-do-reino (52,10%) e trigo em grão (7,18%). Os alimentos rurais com maiores reduções foram maçã (-21,8), uva (-18,8 %), tomate (-15,9 %), batata inglesa (-11,0 %) e mandioca (-6,8 %).</span><br style="color: #000000;" /><br style="color: #000000;" /><span style="color: #000000;">Na pecuária, os melhores desempenhos foram carne bovina (9,50%), ovos (2,26%) e carne suína (1,01%). O leite e carne de frango têm apresentado variação negativa do VBP neste ano. O ministério não revelou os percentuais.</span><br style="color: #000000;" /><br style="color: #000000;" /><span style="color: #000000;">As estimativas regionais indicam que a liderança do VBP continua sendo do Sul (R$ 135,9 bilhões), seguido pelo Centro-Oeste (R$ 125,7 bilhões), Sudeste (R$119,8 bilhões), Nordeste (R$ 47,9 bilhões) e Norte (R$ 27,8 bilhões).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: CP</p>
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		<title>Expansão das lavouras de soja e busca por eficiência fazem crescer interesse pela pecuária de precisão</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2015 23:42:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o avanço da soja em áreas de pecuária na Metade Sul, os criadores de gado terão de ser cada vez mais eficientes. Nos últimos cinco anos, enquanto as lavouras do grão na Campanha e na Fronteira Oeste – regiões típicas de pecuária – cresceram 200% e alcançaram 740 mil hectares, segundo o IBGE, o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #393939;">Com o avanço da soja em áreas de pecuária na Metade Sul, os criadores de gado terão de ser cada vez mais eficientes. Nos últimos cinco anos, enquanto as lavouras do grão na Campanha e na Fronteira Oeste – regiões típicas de pecuária – cresceram 200% e alcançaram 740 mil hectares, segundo o IBGE, o rebanho bovino cresceu 1,5% no Estado.</span></p>
<p style="color: #393939;">Neste cenário, o uso de técnicas para otimizar a produção, aumentando a produtividade e reduzindo custos – a chamada pecuária de precisão –, vem conquistando cada vez mais adeptos, apesar de ainda estar longe de ser realidade para a maioria dos produtores gaúchos.</p>
<p style="color: #393939;"><iframe src="http://www.clicrbs.com.br/sites/swf/zh_iframes/tpce-v0.0.8.html?width=640&amp;height=652&amp;scrolling=no&amp;content=http%3A//www.clicrbs.com.br/sites/swf/zh_grafico_pecuariaprecisao/index.html" width="640" height="652" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p style="color: #393939;"><span lang="PT-BR">Barreiras culturais, custo para adotar novas tecnologias e infraestrutura precária, como energia, telefonia e internet, são alguns dos obstáculos que travam o avanço do sistema. Em outros Estados, em especial no Centro-Oeste, o processo está mais adiantado, mas também é considerado incipiente.</span></p>
<p style="color: #393939;"><span lang="PT-BR">– A busca por redução de custos é fundamental. A pecuária vai ter de ser cada vez mais intensiva, porque a agricultura está ocupando mais espaços, e isso passa pela pecuária de precisão – avalia Carlos Simm, diretor da Federação da Agricultura do Estado (Farsul).</span></p>
<p>Para Júlio Barcellos, coordenador do Núcleo de Estudos em Sistemas de Produção de Bovinos de Corte (Nespro) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o emprego de tecnologias que possibilitem, por exemplo, a alimentação individual de vacas leiteiras pode aumentar a produtividade em pelo menos 20%.</p>
<p><span lang="PT-BR">Além disso, a identificação eletrônica dos animais, outra técnica considerada de precisão, é capaz de reduzir a margem de erro em cerca de 30%, quando comparada com a anotação manual.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Conforme Márcio Langer, assessor de política agrícola da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no RS (Fetag-RS), como 86% dos estabelecimentos rurais no Estado são geridos por pequenos produtores, a necessidade de investir e o temor de se endividar são os maiores entraves ao avanço da tecnificação na pecuária.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Consultor da Safras &amp; Mercado, Luiz Fernando Gutierrez Roque, avalia que, ao apostar na soja, os pecuaristas estão conseguindo se capitalizar, apesar dos custos de produção mais altos. A cotação do dólar tem sido a principal aliada, diz Roque. Com isso, parte do lucro retorna para o campo como investimento para melhorar a produtividade da pecuária. O analista de mercado Farias Toigo, da Capital Corretora, concorda:</span></p>
<p><span lang="PT-BR">– Antes, a pecuária era a única atividade em muitas propriedades. Agora, com o ganho obtido no cultivo de grãos, o investimento é para alavancar a criação de gado.</span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span lang="PT-BR"><span lang="PT-BR"><span lang="PT-BR"><strong>Conceito divergente</strong></span></span></span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><img class="miniatura" title="" src="http://www.clicrbs.com.br/rbs/image/17470723.jpg" alt="" width="624" align="middle" /><br />
<em>Foto Francisco Bosco, Especial</em></span></p>
<p><span lang="PT-BR">Entre os especialistas, é consenso que a implantação da pecuária de precisão tende a crescer frente ao aumento da demanda do mercado por carne, diminuição das áreas destinadas à pecuária no Estado e dificuldade em se obter mão de obra qualificada no campo. Mas o entendimento sobre o conceito do método é divergente.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Conforme Barcellos, a pecuária de precisão está vinculada ao uso de alta tecnologia, e o uso destas técnicas começou a ocorrer há menos de cinco anos no país.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">– Precisão é dar o tiro certo. No meio rural, ainda trabalha-se muito no &#8220;achômetro&#8221;, seja por questões de custo ou limitação da mão de obra. Então, os dados que se obtêm são pouco precisos.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Professor do Departamento de Zootecnia da UFRGS, José Fernando Piva Lobato discorda. Para ele, a tecnologia facilita o processo, mas as técnicas sempre existiram.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">– A pecuária de precisão é um rótulo para técnicas usadas há décadas e que têm sido aprimoradas.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Pesquisador da Embrapa Pecuária Sul, o engenheiro agrônomo Naylor Perez diz que o aparato tecnológico ajuda, mas não é imprescindível. Como exemplo, cita o controle da altura de pasto, que pode ser feito com uma régua:</span></p>
<p><span lang="PT-BR">– A pecuária de precisão é uma postura gerencial que visa aumentar o retorno econômico, o bem-estar dos animais e dos trabalhadores, satisfazer os consumidores e minimizar algum efeito negativo no ambiente.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Gestão diferenciada e investimento em itens como irrigação, explica Cantão, um dos donos, deixou gado mais valorizado</span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span lang="PT-BR"><span lang="PT-BR"><strong>Propriedade integrada e mais eficiente</strong></span></span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><span lang="PT-BR"><span lang="PT-BR"><strong><img class="miniatura" title="" src="http://www.clicrbs.com.br/rbs/image/17470664.jpg" alt="" width="624" align="middle" /><br />
</strong><span lang="PT-BR"><em>Em Aceguá, na Campanha, produtor Ronaldo Cantão ajusta cerca elétrica móvel, um dos métodos de precisão que permite a rotação dos animais no pasto (</em></span><em>Foto Francisco Bosco, Especial)</em></span></span></span></p>
<p><span lang="PT-BR">A trajetória da Estância Formosa, de Aceguá, na Campanha, resume o que vem ocorrendo no Rio Grande do Sul ao longo das últimas décadas. Com quase 80 anos, a propriedade, que começou focada só na pecuária de corte, hoje também produz arroz, milho e soja. Na próxima safra, a lavoura vai avançar mais sobre os 1,3 mil hectares destinado à criação de gado da raça aberdeen angus.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Segundo o agrônomo Ronaldo Cantão, 56 anos, um dos proprietários da estância, a meta é plantar 700 hectares de grãos, cem a mais do que no ciclo anterior.<br />
Mas a redução gradual da área dedicada ao gado não tem se traduzido em encolhimento da produção bovina de ciclo completo (cria, recria e engorda).</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Isso porque, desde 1996, os proprietários da fazenda utilizam técnicas de pecuária de precisão, que permitem produzir mais com menos. Em 19 anos, a produtividade triplicou, passando de 50 quilos por hectare em 1996 para 150 quilos hoje, com picos de até 165 quilos.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">O primeiro método adotado foi o pastejo rotacionado, no qual as zonas de pasto são divididas em 27 fatias. Há sempre uma ocupada, isolada por uma cerca elétrica móvel, e outras 26 vazias. O gado entra no espaço com o pasto a uma altura de 25 cm e é retirado quando o nível atinge 10 cm. Aliada à adubação de pastagem, a técnica permite lotação de até três cabeças por hectare, quando no método tradicional seria apenas uma.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Cantão relata que resolveu implantar o sistema após assistir palestras em que pesquisadores e produtores relatavam suas experiências. A partir daí, também resolveu testar. Começou com uma área pequena, de 20 hectares, até chegar aos atuais 600 hectares, que abrigam 1,4 mil cabeças de gado.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">– A intensificação exige bastante, porque envolve vários fatores. É importante iniciar devagar, em áreas menores. Não dá para ser imediatista – afirma o agrônomo, que, assim como os dois irmãos, seguiu os passos do pai e do avô na atividade.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Há dois anos, a estância também investiu em pivôs de irrigação, inicialmente destinando um para a pastagem e outro para a lavoura. Hoje, os equipamentos são usados principalmente na lavoura, pois os donos entendem que, assim, o valor investido se paga mais rápido. Na propriedade, que tem 16 funcionários, também é feita a sobressemeadura de forrageiras na resteva de soja, com auxílio de uma aeronave.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Há ainda rastreabilidade, integração lavoura-pecuária e controle mensal de 187 itens, como custos, receita, investimento e produtividade. O resultado de tudo isso? No valor pago pela indústria pelo gado produzido, vem embutido um bônus de bem-estar social e animal.</span></p>
<p align="left"><span lang="PT-BR"><span lang="PT-BR"><span lang="PT-BR"><strong>&#8220;Muitos preferem ver para crer&#8221;, diz pesquisadora de Embrapa</strong></span></span></span></p>
<p align="left"><span lang="PT-BR"><img class="miniatura" title="" src="http://www.clicrbs.com.br/rbs/image/17470724.jpg" alt="" width="624" align="middle" /><br />
<em>Foto João Carlos Costa Junior, Divulgação</em></span></p>
<p align="left"><span lang="PT-BR"><span lang="PT-BR"><span lang="PT-BR"><em>Pesquisadora de Sistemas de Produção Embrapa Gado de Corte, Thaís Basso Amaral defende que a pecuária de precisão é um caminho sem volta. Os custos das novas tecnologias e a resistência dos pecuaristas a mudanças são apontados como alguns dos entraves para o avanço das técnicas no país.</em></span></span></span></p>
<p align="left"><span lang="PT-BR"><span lang="PT-BR"><span lang="PT-BR"><strong>Quais as vantagens em implantar a pecuária de precisão?</strong></span></span></span></p>
<p align="left"><span lang="PT-BR">Com as informações de todas as ocorrências relevantes – tais como vacinas e variação de peso – durante a vida do animal, é possível rastrear a origem de problemas ao longo de toda a cadeia. Isso permite modificar manejo, prever lucros e obter maior segurança na tomada de decisão. Assim, é possível atingir o efetivo controle dos animais desde o nascimento até a gôndola, aumentando a eficiência do processo produtivo.</span></p>
<p align="left"><span lang="PT-BR"><span lang="PT-BR"><span lang="PT-BR"><strong>Por que o uso de tecnologia conquistou mais a agricultura do que a pecuária?</strong></span></span></span></p>
<p align="left"><span lang="PT-BR">Costumo comparar a agricultura à bolsa de valores e a pecuária, à caderneta de poupança. Pelo fato de a agricultura ser uma atividade de alto risco, os produtores precisam sempre inovar e buscar opções para reduzir custos e ampliar a eficiência. No caso da pecuária, os riscos são mais baixos, e o ciclo de produção é muito maior, o que faz com que a velocidade das mudanças seja menor.</span></p>
<p align="left"><span lang="PT-BR"><span lang="PT-BR"><span lang="PT-BR"><strong>O que impede o avanço do sistema no país?</strong></span></span></span></p>
<p align="left"><span lang="PT-BR">Os principais entraves para o desenvolvimento da pecuária de precisão no Brasil são os custos dos equipamentos e aspectos culturais e comportamentais dos pecuaristas, que costumam ser bastante tradicionalistas e ter certa resistência a novas tecnologias. Preferem “ver para crer” e esperar dar certo no vizinho para depois fazer as mudanças.</span></p>
<p align="left"><span lang="PT-BR"><span lang="PT-BR"><span lang="PT-BR"><strong>A utilização da pecuária de precisão tende a aumentar nos próximos anos?</strong></span></span></span></p>
<p align="left"><span lang="PT-BR">Sim. Diante de um mercado cada vez mais agressivo, os pecuaristas têm de buscar novas formas de gerenciamento da propriedade e melhores desempenhos. Além disso, a conexão de informações a sistemas de gerenciamento automático irá reduzir o tempo despendido no manejo do gado, contribuindo para a otimização dos processos. Consequentemente, ocorrerá diminuição dos custos, tornando as empresas rurais mais competitivas no mercado.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: ZH</p>
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		<title>Estados do Sul discutem fim da vacina de aftosa</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/estados-do-sul-discutem-fim-da-vacina-de-aftosa/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2015 02:36:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Representantes dos governos de Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul se reuniram nesta terça, dia 9, em Porto Alegre, para discutir a febre aftosa. A ideia é que os estados suspendam a imunização contra a doença. &#160; Esse foi o primeiro encontro do grupo de trabalho que reúne secretários [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #191d00;">Representantes dos governos de Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul se reuniram nesta terça, dia 9, em Porto Alegre, para discutir a febre aftosa. A ideia é que os estados suspendam a imunização contra a doença.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Esse foi o primeiro encontro do grupo de trabalho que reúne secretários da Agricultura integrantes do Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul). O secretário do Conselho, Vicente Bogo, ressaltou a importância destes diálogos entre os Estados para tratar do tema.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">– Cada Estado procurou suas soluções separadamente até agora, mas se verificou que não há uma boa solução isoladamente. Para um Estado interromper a vacinação e acessar mercados específicos, é preciso que os Estados vizinhos, e inclusive os países vizinhos tomem suas providências para controlar a doença – aponta Bogo.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Atualmente, apenas Santa Catarina pode exportar sem a obrigatoriedade da vacina, por ter o certificado da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, na sigla em inglês). A situação permitiu aos catarinenses exportarem cerca de 3,2 mil toneladas de carne suína ao Japão no ano passado.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">– Nós ganhamos muito com isso. São mercados mais promissores, as indústrias podem agregar mais valor à sua produção, fora o gasto que Estado deixa de ter – diz o secretário de Agricultura e Pesca de Santa Catarina, Moacir Solpesa.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Só o Paraná encontra resistência na própria cadeia produtiva de carne para a suspensão da vacina. De acordo com o secretário de Agricultura paranaense, Roberto Ortigara, o problema é a dinâmica da bovinocultura no Estado.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">– As terras em Mato Grosso do Sul são mais baratas que no Paraná. Assim, o rebanho sul-matogrossense é maior que nosso, com maior capacidade que nós de gerar bezerro, garrote, boi magro maior. Muitos pecuaristas do Paraná fazem somente a terminação do gado – explica Ortigara.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul possuem propriedades em fronteiras com países vizinhos como o Uruguai e Bolívia. Por este motivo, o que pode ser uma vantagem comercial, pode também dificultar a suspensão da vacina.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">– Nós temos 700 quilômetros de fronteira seca com o Paraguai. Isso é uma fragilidade e precisamos discutir medidas que minimizem ao máximo a possibildiade de um eventual surto em Mato Grosso do Sul – diz o secretário de Produção e Agricultura Familiar do Estado, Fernando Lamas.</p>
<p style="color: #2f2f2f;">
<p style="color: #2f2f2f;">Fonte: Canal Rural</p>
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		<title>Agricultor aplica produto errado e mata 12 bovinos em Três de Maio</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2015 20:29:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

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		<description><![CDATA[Doze cabeças de gado, da raça Nelore, morreram devido ao engano de um agricultor na localidade de Consolata, interior de Três de Maio, após a aplicação da vacina contra a febre aftosa. O incidente ocorreu na manhã de segunda-feira, 01. Depois da vacinação, como é prática comum, agricultores também aplicarem remédios para controlar parasitas, como [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">Doze cabeças de gado, da raça Nelore, morreram devido ao engano de um agricultor na localidade de Consolata, interior de Três de Maio, após a aplicação da vacina contra a febre aftosa. O incidente ocorreu na manhã de segunda-feira, 01.</span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">Depois da vacinação, como é prática comum, agricultores também aplicarem remédios para controlar parasitas, como carrapato, mosca do chifre, entre outros, Rosalvo Postai, acabou pegando por engano, inseticida de combate a baratas e pulgas.</span></p>
<p style="color: #545454;"><span style="color: #000000;">Cerca de cinco minutos depois da aplicação do inseticida sobre o lombo dos animais, eles começaram a morrer. Dos quatorze animais, dois sobreviveram graças à intervenção de um médico veterinário. O prejuízo com a morte dos animais é estimado em cerca de 35 mil reais. Segundo informações, a média de peso dos animais mortos é de aproximadamente 500 quilos, sendo que somente um touro pesava quase mil quilos.</span></p>
<p style="color: #545454;">
<span style="color: #000000;">RPI</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Proprietários de animais têm mais uma semana para vacinar contra aftosa</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2015 21:32:48 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Proprietários de bovinos e bubalinos têm mais uma semana para vacinar os animais contra a febra aftosa. Isso porque a campanha de imunização, que terminaria sábado, 30, foi prorrogada até 6 de junho. Agricultores incluídos no Pronaf e com até 30 animais recebem o medicamento gratuitamente. Os demais precisam comprar as doses.  Todas as Inspetorias Veterinárias ligadas à Coordenadoria Regional de Agricultura, com sede em Ijuí, têm vacinas suficientes para atender os produtores do Pronaf.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: RD3</span></p>
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