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	<title>AgroCeleiro &#187; pastagem de inverno</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Programa de Sementes Forrageiras terá prazo ampliado</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2020 14:53:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O prazo para que as entidades interessadas encaminhem projetos e documentação necessária ao Programa de Sementes Forrageiras foi prorrogado para 29 de maio. A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) recebeu ofício de 126 entidades interessadas, com um total de 15.981 agricultores em mais de cem municípios. Com isso, serão quase 4 mil beneficiados [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O prazo para que as entidades interessadas encaminhem projetos e documentação necessária ao Programa de Sementes Forrageiras foi prorrogado para <strong style="font-weight: 500;">29 de maio</strong>. A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) recebeu ofício de 126 entidades interessadas, com um total de 15.981 agricultores em mais de cem municípios. Com isso, serão quase 4 mil beneficiados a mais do que na edição passado do programa.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Desde que a estiagem começou, em dezembro de 2019, a Secretaria da Agricultura vem se esforçando para atender as diferentes demandas das entidades. Uma destas solicitações foi para que ampliássemos o Programa Forrageiras, onde conseguimos aumentar os recursos que eram de R$ 2 milhões para os atuais R$ 6 milhões. Aumentando o prazo para manifestação de interesse aumentamos também a possibilidade de mais produtores se beneficiarem deste Programa que é de extrema importância para os nossos agricultores”, afirma Covatti Filho, secretário da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Do total de recursos destinados ao programa neste ano, cerca de R$ 2 milhões foram disponibilizados pela bancada federal. Além disso, atendendo a uma demanda apresentada pelas federações, o limite por agricultor foi ampliado de R$ 300 para R$ 450. O valor teto por entidade (sindicato, associação ou cooperativa) passou de R$ 100 mil para 143,5 mil.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os recursos são operacionalizados por meio de financiamento subsidiado conforme regras do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Produtores Rurais (Feaper).</span></p>
<h3 style="color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mais informações</span></h3>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Divisão de Sistemas Produtivos / Departamento de Agricultura Familiar e Agroindústria da Seapdr,  pelo fone (51) 3218-3361 ou pelo email: leitegaucho@agricultura.rs.gov.br</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ou para ver diretamente no site, clique <a style="color: #3f5125;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/programa-sementes-forrageiras" target="_blank"><span style="color: #000000;">aqui</span></a>.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">SEAPDR RS</span></p>
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		<title>Como obter uma boa pastagem de inverno</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2018 15:10:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<description><![CDATA[A atividade de produção de leite é uma das principais atividades de produção que tem uma importância econômica significativa para a nossa região. Dessa forma a alimentação das vacas no inverno é uma das maiores preocupações de quem trabalha com a atividade. Com o passar dos anos melhoraram muito as opções de forrageiras para o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A atividade de produção de leite é uma das principais atividades de produção que tem uma importância econômica significativa para a nossa região.</p>
<p>Dessa forma a alimentação das vacas no inverno é uma das maiores preocupações de quem trabalha com a atividade.</p>
<p>Com o passar dos anos melhoraram muito as opções de forrageiras para o período de inverno. Tanto os azevéns e as variedades de aveia branca e preta são de excelente qualidade com bons níveis de proteína e produção de massa por hectare. Além disso, como o melhoramento esses materiais possuem mais folhas, proporcionando excelente produção de matéria verde e seca, com bom nível de proteína e longevidade de pastejo.</p>
<p>Para obter bons resultados, tanto no cultivo isolado como no consórcio de cultivares é importante um manejo adequado com uma boa adubação bem distribuída, para que o aumento da produção de leite por hectare, bem como por vaca/dia seja o melhor.</p>
<p>Não se tem uma receita pronta que vale pra todas as propriedades, pois temos variações de perfil de produtores, manejo e tipo de solo. Mas o objetivo é que o produtor busque um incremento de produtividade leiteira que se encaixe nas condições da sua propriedade e no sistema de produção.</p>
<p>O consórcio mais simples de forrageiras de inverno recomendado para o produtor inclui: aveia preta, aveia branca e azevém. Recomenda-se que o plantio seja feito em linha, uma vez que o resultado é superior que o plantio realizado a lanço, pois a adubação em linha proporciona um melhor resultado das respectivas forrageiras. O ideal é ter uma pastagem povoada de plantas para evitar uma maior compactação de solo.</p>
<p><strong>Manejo</strong></p>
<p>Uma boa alternativa é o manejo com piquetes nas áreas, calculando a oferta de forragem, cerca de 60 a 80 kgs de pasto por vaca/dia. Para que seja maximizando o consumo e a utilização da área.</p>
<p>Outro fator importante de manejo é adubação nitrogenada após o segundo pastejo. Daí em diante, a reposição de Nitrogênio deve ser feita a cada pastejo, período que varia de acordo com cada propriedade. Se este manejo for feito adequadamente, resultará em ganho de produtividade para o produtor.</p>
<p>Uma boa pastagem de inverno bem plantada e que o clima ajude poderá dar pastejo já em 45 dias, proporcionando até 4 meses de pastoreio.</p>
<p>O sucesso de uma boa pastagem depende de um bom plantio, um bom manejo e de condições climáticas favoráveis.</p>
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		<title>Forrageiras de inverno incrementam produção de leite</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2018 16:11:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Leite]]></category>
		<category><![CDATA[pastagem de inverno]]></category>
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		<description><![CDATA[As forrageiras anuais de verão estão em final de ciclo e apresentando baixa produção de forragem. Já as Culturas perenes estão com bom desenvolvimento devido ao clima quente e úmido. Pastagens implantadas nas áreas onde a cultura da soja foi colhida apresentando boa emergência e crescimento inicial satisfatório. Geralmente no período do inverno o produtor [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;"><strong>As forrageiras anuais de verão estão em final de ciclo e apresentando baixa produção de forragem.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">Já as Culturas perenes estão com bom desenvolvimento devido ao clima quente e úmido.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Pastagens implantadas nas áreas onde a cultura da soja foi colhida apresentando boa emergência e crescimento inicial satisfatório.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Geralmente no período do inverno o produtor fornece mais silagem para suprir a necessidade de alimentação dos rebanhos devido a diminuição da oferta de forragem verde.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Historicamente no inverno há um melhora no preço do leite.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Opções que temos é, a aveia preta, trigo e azevém</span></p>
<p><span style="color: #000000;">No inverno, a oferta de pasto diminui e para o produtor não ficar à mercê da escassez de alimento, é fundamental que o produtor tenha uma oferta de pastagem de inverno:</span></p>
<p><span style="color: #000000;">E isso pode ser feito com uma área de forrageira de inverno. Seja a aveia preta, azevém ou trigo duplo propósito</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Para quem produz uma área de grãos no verão a combinação da lavoura e pecuária é uma oportunidade que pode aumentar  a produção leiteiras da propriedade no inverno.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Aveia preta</strong> &#8211; Forrageira anual de inverno mais usada para pastejo no Sul do Brasil, a aveia preta pode ser plantada em consórcio com o azevém de março a abril. “Com possibilidade de cultivo em plantio direto, logo após a colheita da soja</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Para atingir o máximo aproveitamento durante o pastejo, atenção deve ser dada ao seu potencial nutritivo. De seis a oito semanas após a emergência da aveia, as plantas devem ter de 25 a 30 cm, Feito o ingresso na hora certo no pasto, as plantas devem ser pastejadas até a altura máxima de aproximadamente 7 cm, o que garante uma rebrota vigorosa.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Azevém </strong>- Bem visto pelos produtores, em função do seu alto valor nutritivo, o azevém, pode servir para pastoreio, fornecimento no cocho, fabricação silagem pré-secada e fenação. “Apesar de apresentar desenvolvimento inicial lento, o azevém chega a produzir, até setembro, maior quantidade de forragem do que outras espécies de inverno”, Semeado de março a junho, ele pode ser plantado sozinho ou consorciado com a aveia.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O Azevem tem a característica de ser um pasto tolerante ao pisoteio, que permite o pastejo por até cinco meses, desde que a quantidade de animal esteja ajustada à disponibilidade de alimento. Outro dado importante é que descansos de quatro a seis semanas para o pasto são essenciais para aumentar sua produtividade de matéria seca.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Trigo Duplo proposito</strong> pode ser outra opção- Usado para a produção de farinha, o trigo ganhou novas cultivares nos últimos anos e hoje tem período vegetativo mais longo, o que abre espaço para que cumpra dois diferentes propósitos. O primeiro deles, é o pastejo, que acontece geralmente de maio a agosto, sendo o segundo a produção de grãos, já no rebrote. Cultivares mais recentes, a BRS Figueira, BRS Umbu, BRS Tarumã, BRS Guatambu e BRS 277 têm sido usadas para essas finalidades.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Assim como no caso do trigo convencional, a recomendação é que o trigo duplo proposito seja bem adubado. “A diferença é que o ideal é fracionar a dose de adubo nitrogenado, de acordo com o número de cortes ou pastejos”. Para reposição de cada 1.000 kg de matéria seca/ha, deve-se adicionar de 25 a 30 kg de N/ha (à exceção de solos com mais de 5% de matéria orgânica). A semeadura acontece em plantio direto.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O trigo de duplo-propósito pode começar a ser pastejado ou cortado quando as plantas atingem mais de 20 cm de altura, cerca de 42 a 70 dias após a sua emergência. A partir daí, o segundo corte ou pastejo pode levar entre 28 e 35 dias para ser feito. O limite para pastejo deve respeitar a altura de 5 a 7 cm para haver rebrote.</span></p>
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		<title>Pastagem de Inverno</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2018 15:40:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Leite]]></category>
		<category><![CDATA[pastagem de inverno]]></category>

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		<description><![CDATA[O Sintraf Tiradentes do Sul comunica aos agricultores do município que: Esta aberto os pedidos para semente de Pastagens para Inverno através do Programa Troca &#8211; Troca. Venha até o sindicato e faça o seu pedido até o dia 23/03/18.  Temos disponível semente de aveia preta, branca e azevem.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #000000;">O Sintraf Tiradentes do Sul comunica aos agricultores do município que:<br />
</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">Esta aberto os pedidos para semente de Pastagens para Inverno através do Programa Troca &#8211; Troca.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">Venha até o sindicato e faça o seu pedido até o dia 23/03/18.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000;"> Temos disponível semente de aveia preta, branca e azevem.</span></strong></p>
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		<title>Programa Sementes Forrageiras para a formação de pastagens de inverno</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Feb 2018 14:38:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamações e Sugestões]]></category>
		<category><![CDATA[pastagem de inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Produção de Leite]]></category>
		<category><![CDATA[programa leite gaúcho]]></category>

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		<description><![CDATA[Os produtores gaúchos interessados em adquirir sementes forrageiras para a formação de pastagens de inverno têm até o dia 5 de março para solicitar financiamento pelo Programa Leite Gaúcho e Pecuária Familiar, da Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR). Esta edição do programa se iniciou no dia 20 de fevereiro de 2018. O [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<p><span style="color: #000000;">Os produtores gaúchos interessados em adquirir sementes forrageiras para a formação de pastagens de inverno têm até o dia 5 de março para solicitar financiamento pelo Programa Leite Gaúcho e Pecuária Familiar, da Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR). Esta edição do programa se iniciou no dia 20 de fevereiro de 2018.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O programa disponibiliza linha de crédito via FEAPER, com bônus de adimplência de 30% para aquisição de sementes forrageiras para pastagens. O objetivo da iniciativa é propiciar aumento de produção e  produtividade e melhorar a qualidade do leite e dos rebanhos de corte nos estabelecimentos de base familiar.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">As manifestações de interesse de cooperativas, associações e sindicatos para acessar o financiamento devem ser enviadas ao Departamento de Agricultura Familiar da SDR.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Para acessar o financiamento, os agricultores familiares devem procurar suas entidades representativas (cooperativas, associações e sindicatos), que devem enviar manifestações de interesse exclusivamente pelo e-mail leitegaucho@sdr.rs.gov.br,  do departamento de Agricultura Familiar da SDR, até 5 de março.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail <span style="color: #008000;"><a href="mailto:leitegaucho@sdr.rs.gov.br"><span style="color: #008000;">leitegaucho@sdr.rs.gov.br</span></a></span> ou pelo telefone (51) 3218-3361.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: SDR</span></p>
<p><!--EndFragment--></p>
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		<title>Implantação de Pastagem Para o Gado</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/implantacao-de-pastagem-para-o-gado/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Apr 2017 18:25:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
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		<description><![CDATA[Forrageiras  Existem muitas espécies de plantas que podem ser utilizadas como pastagem para o gado. Estas espécies se dividem de acordo com o período de desenvolvimento (inverno ou verão), quanto ao ciclo de vida (anual ou perene) e quanto à família botânica, sendo as mais utilizadas as gramíneas e as leguminosas. Ao escolher uma espécie [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3 class="tituloxxx" style="font-weight: bold; color: #666666;"><span style="color: #808080;">Forrageiras </span></h3>
<p><span style="font-weight: 300; color: #666666;">Existem muitas espécies de plantas que podem ser utilizadas como pastagem para o gado. Estas espécies se dividem de acordo com o período de desenvolvimento (inverno ou verão), quanto ao ciclo de vida (anual ou perene) e quanto à família botânica, sendo as mais utilizadas as gramíneas e as leguminosas. Ao escolher uma espécie forrageira devemos considerar sua produtividade e qualidade nutritiva, mas também sua adaptação ao clima e tipo de solo do local. Esta Base de Dados tem como objetivo disponibilizar ao público interessado as informações básicas para o cultivo e utilização das principais forrageiras recomendadas para cultivo nos Estados da Região Sul.</span><br style="font-weight: 300; color: #666666;" /><br style="font-weight: 300; color: #666666;" /><span style="font-weight: 300; color: #666666;">As densidades de semeadura recomendadas neste capítulo são para a formação de pastagem contendo uma única espécie. Quando em consorciação poderá ser utilizada uma quantidade menor de sementes de cada espécie por hectare (redução de aproximadamente 30%). Por outro lado, deve-se ter um cuidado especial com as sementes forrageiras, pois nem sempre são de boa qualidade. A quantidade de semente usada tem que ser corrigida de acordo com o poder germinativo, ou seja, o percentual das sementes que realmente germinará.</span><br style="font-weight: 300; color: #666666;" /><br style="font-weight: 300; color: #666666;" /><span style="font-weight: 300; color: #666666;">Para todas as espécies, é importante o controle de formigas, que podem prejudicar muito o desenvolvimento inicial das plantas. Também durante o período inicial, deve ser feito o controle das chamadas invasoras, ou plantas daninhas. Outro cuidado, principalmente quando o plantio é feito por mudas, é de que haja umidade suficiente no solo.</span> <a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/05/17394923.jpg"><img class="alignnone  wp-image-2923" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2015/05/17394923-300x199.jpg" alt="17394923" width="431" height="286" /></a></p>
<table style="font-weight: 300; color: #666666;">
<tbody>
<tr>
<td class="dado-tabela"><strong>Aveia</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Nome científico</td>
<td class="dado-tabela"><i>Avena strigosa e Avena sativa</i></td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Época</td>
<td class="dado-tabela">Inverno</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Família</td>
<td class="dado-tabela">Gramínea</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Ciclo de vida</td>
<td class="dado-tabela">Anual</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela-2">Descrição</td>
<td class="dado-tabela">Produz forragem mais cedo que o azevém, mas também floresce mais cedo. Não se adapta a solos muito úmidos. A mais utilizada para pastagens é a aveia preta. Já existem variedades de aveia branca selecionadas para produção de forragem, porém são mais sensíveis a doenças. A aveia para forragem deve ser semeada em março ou abril, com 60 kg de semente por hectare para a aveia preta e 80 kg para a aveia branca. Para melhor germinação, as sementes devem ficar a uma profundidade de 3 a 5 cm no solo. O pastejo deve ser iniciado quando as plantas atingirem aproximadamente 30 cm de altura, o que acontece cerca de 45 a 60 dias após a semeadura, e os animais devem ser retirados quando ainda houver um resíduo de 7 a 10 cm de altura, para permitir um melhor rebrote. As cultivares recomendadas são: &#8211; Aveia preta (Avena strigosa): Comum, UPFA 21-Moreninha e IAPAR 61-Ibiporã &#8211; Aveia branca (Avena sativa): FAPA 2, FUNDACEP-FAPA 43, UPF 15 e UPF 18 A aveia pode também ser usada para corte, feno ou silagem.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="font-weight: 300; color: #666666;">
<tbody>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Nome comum</td>
<td class="dado-tabela"><strong>Azevém</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Nome científico</td>
<td class="dado-tabela"><i>Lolium multiflorum</i></td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Época</td>
<td class="dado-tabela">Inverno</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Família</td>
<td class="dado-tabela">Gramínea</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Ciclo de vida</td>
<td class="dado-tabela">Anual</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela-2">Descrição</td>
<td class="dado-tabela">É uma gramínea anual que apresenta alta produção e qualidade de forragem. Resiste ao pastejo e a excessos de umidade, suportando altas lotações. Pode ser manejada para permitir a ressemeadura natural, ou seja, a produção e a queda das sementes na terra, não sendo necessário semear todos os anos. A semeadura deve ser realizada no outono, preferencialmente de março a maio. É recomendado o uso de 20 a 30 kg de semente por hectare. O azevém pode ser semeado à lanço ou em linhas, mas a semente não deve ficar a uma profundidade maior que 1 cm. O pastejo deve iniciar quando as plantas chegarem a cerca de 20 cm de altura e encerrar quando restarem ainda 5 a 10 cm de altura. A maior parte do azevém comercializado é identificado como cultivar Comum. Estão registradas também as cultivares LE-284, Eclipse, FABC-1, Fepagro São Gabriel e BRS Ponteio.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Nome comum</td>
<td class="dado-tabela"><strong>Trevo branco</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Nome científico</td>
<td class="dado-tabela"><i>Trifolium repens</i></td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Época</td>
<td class="dado-tabela">Inverno</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Família</td>
<td class="dado-tabela">Leguminosa</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Ciclo de vida</td>
<td class="dado-tabela">Perene</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela-2">Descrição</td>
<td class="dado-tabela">As espécies de trevo mais utilizadas são o trevo branco, o trevo vermelho, e o trevo vesiculoso. Todos têm alta qualidade nutritiva. Em geral, não são utilizados sozinhos, mas em mistura com o azevém e a aveia, pois possuem substâncias que podem causar um problema digestivo grave chamado &#8220;timpanismo&#8221;. Timpanismo é a formação de uma espuma que não permite a eliminação dos gases formados no rúmen, um dos estômagos dos bovinos, o qual incha, podendo levar à morte do animal. O trevo branco caracteriza-se por tolerar umidade e pastejo intenso. Mantém-se facilmente por ressemeadura natural. É semeado de abril a junho e a quantidade de semente a ser usada é de 2 kg por hectare. O pastejo deve iniciar quando as plantas estiverem com 20 a 30 cm de altura, deixando um resíduo de 7 a 10 cm.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Nome comum</td>
<td class="dado-tabela"><strong>Trevo vesiculoso</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Nome científico</td>
<td class="dado-tabela"><i>Trifolium vesiculosum</i></td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Época</td>
<td class="dado-tabela">Inverno</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Família</td>
<td class="dado-tabela">Leguminosa</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Ciclo de vida</td>
<td class="dado-tabela">Anual</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela-2">Descrição</td>
<td class="dado-tabela">As espécies de trevo mais utilizadas são o trevo branco, o trevo vermelho, e o trevo vesiculoso. Todos têm alta qualidade nutritiva. Em geral, não são utilizados sozinhos, mas em mistura com o azevém e a aveia, pois possuem substâncias que podem causar um problema digestivo grave chamado &#8220;timpanismo&#8221;. Timpanismo é a formação de uma espuma que não permite a eliminação dos gases formados no rúmen, um dos estômagos dos bovinos, o qual incha, podendo levar à morte do animal. As plantas dessa espécie são anuais, mas a pastagem persiste por ressemeadura, produzindo bom volume de forragem no período de outono. Deve ser semeado em março ou abril, com 6 kg por hectare. A semente precisa de escarificação, ou seja, um processo que auxilie a diminuir a resistência da camada externa da semente, permitindo o início da germinação. A planta deve ser pastejada deixando um resíduo de 15 cm de altura.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table style="font-weight: 300; color: #666666;">
<tbody>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Nome comum</td>
<td class="dado-tabela"><strong>Trevo vermelho</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Nome científico</td>
<td class="dado-tabela"><i>Trifolium pratense</i></td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Época</td>
<td class="dado-tabela">Inverno</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Família</td>
<td class="dado-tabela">Leguminosa</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela">Ciclo de vida</td>
<td class="dado-tabela">Perene</td>
</tr>
<tr>
<td class="titulo-tabela-2">Descrição</td>
<td class="dado-tabela">As espécies de trevo mais utilizadas são o trevo branco, o trevo vermelho, e o trevo vesiculoso. Todos têm alta qualidade nutritiva. Em geral, não são utilizados sozinhos, mas em mistura com o azevém e a aveia, pois possuem substâncias que podem causar um problema digestivo grave chamado &#8220;timpanismo&#8221;. Timpanismo é a formação de uma espuma que não permite a eliminação dos gases formados no rúmen, um dos estômagos dos bovinos, o qual incha, podendo levar à morte do animal. O trevo vermelho pode ser considerado uma planta perene de curta duração, sobrevivendo em geral dois anos. Precisa de solos sem excesso de umidade e com boa fertilidade. Tem desenvolvimento mais rápido que o trevo branco. A semeadura deve ser feita nos meses de abril e maio, com 6 a 8 kg de semente por hectare. O ideal é que o pastejo inicie apenas quando as plantas estiverem com 30 cm de altura, e deve ser deixado um resíduo de 10 cm.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="font-weight: 300; color: #666666;">Embrapa</p>
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