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	<title>AgroCeleiro &#187; Ovinocultura</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Brasil tem rebanho com 18 milhões de ovelhas</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Dec 2017 19:04:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Ovinocultura]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Corte]]></category>
		<category><![CDATA[ovelhas]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil tem hoje um rebanho de 18,4 milhões de ovelhas. Cerca de 70% dos animais é criado por produtores familiares, em sua maior parte no nordeste e no sul do país. A produção dos animais leva em conta o uso de sua lã, carne e leite. A lã abastece o mercado interno da moda [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;"><strong>O Brasil tem hoje um rebanho de 18,4 milhões de ovelhas. Cerca de 70% dos animais é criado por produtores familiares, em sua maior parte no nordeste e no sul do país.</strong></span></p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><span style="color: #000000;"><strong>A produção dos animais leva em conta o uso de sua lã, carne e leite.</strong></span></p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><span style="color: #000000;"><strong> A lã abastece o mercado interno da moda com fibras naturais. A carne é menos consumida que a bovina e a carne de frango, mas encontra no mercado gourmet seu espaço.</strong></span></p>
</div>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><span style="color: #000000;"><strong>Já o leite é usado na fabricação de queijos finos e é indicado para quem é sensível à lactose.</strong></span></p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><span style="color: #000000;">g1.globo.com</span></p>
</div>
</div>
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		<title>RS: O verão é da ovinocultura</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2015 13:12:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Ovinocultura]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

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		<description><![CDATA[O mês de janeiro marca o início das feiras de ovinos de verão. Em várias cidades do RS são ofertados animais de alta genética para criação e animais para abate. Em Livramento, começará, no dia 10, a 36ª Feira de Ovinos de Verão, que se estenderá até fevereiro, com oferta de quase cinco mil ovinos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="ctl00_cphConteudo_UcNoticiasDetalhe1_ucNoticia1_corpoNoticia" class="corpo" style="color: #3e3e3e;">
<div>O mês de janeiro marca o início das feiras de ovinos de verão. Em várias cidades do RS são ofertados animais de alta genética para criação e animais para abate.</p>
<p>Em Livramento, começará, no dia 10, a 36ª Feira de Ovinos de Verão, que se estenderá até fevereiro, com oferta de quase cinco mil ovinos e faturamento superior a R$ 2 milhões diante do crescimento do interesse pela criação, especialmente de animais tipo carne.</p>
<p>Serão vários dias de oferta de animais das mais diversas raças ovinas trabalhadas nos campos da Fronteira, entrando em pista nos tradicionais remates de cabanhas reconhecidas em nível nacional e internacional pela qualidade dos reprodutores e matrizes que oferecem.</p>
<p>Dois dos destaques serão o Mercotexel e a Feira Texel Nacional, a partir do dia 22, com alta genética da raça, com animais de criadores como Claudino Loro e David Fontoura Martins, introdutores e consolidadores da raça no Brasil há mais de 30 anos.</p>
<p>Outro destaque da temporada será a XXXI Feovelha, em Pinheiro Machado, entre 28 de janeiro e 1 de fevereiro, na qual os organizadores esperam faturar 17,6% mais do que em 2014, quando alcançaram R$ 1,7 milhão.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Jornal do Comércio</p>
</div>
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		<title>Com rebanho 12% maior em quatro anos, ovinocultura gaúcha quer retomar força e expandir mercado</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2014 14:05:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[AgroCeleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Ovinocultura]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

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		<description><![CDATA[No embalo da carne e da lã, setor conta aposta em mais crédito, melhor manejo e foco em programa de sanidade &#160; Berço da ovinocultura brasileira, o Rio Grande do Sul tenta retomar o perfil extensivo da atividade que já teve dimensão três vezes maior. Estimulados pela valorização da carne ovina e pela estabilidade do [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2 class="materia-subtitulo" style="color: #393939;">No embalo da carne e da lã, setor conta aposta em mais crédito, melhor manejo e foco em programa de sanidade</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #393939;">Berço da ovinocultura brasileira, o Rio Grande do Sul tenta retomar o perfil extensivo da atividade que já teve dimensão três vezes maior. Estimulados pela valorização da carne ovina e pela estabilidade do setor de lã, produtores gaúchos aumentaram em 12% o número de animais nos últimos três anos — superando 4 milhões de cabeças.</p>
<p style="color: #393939;">Apesar da atual liderança nacional na produção, o Estado está muito aquém do rebanho de cerca de 13 milhões da década de 1980. É justamente a escassez de oferta que limita o crescimento do consumo brasileiro de carne ovina — hoje de 400 gramas per capita ano. Em 2013, foram consumidas 88 mil toneladas do produto no país, das quais 7 mil foram importadas do Uruguai.</p>
<p style="color: #393939;">— Os frigoríficos precisam de matéria-prima para firmar contratos de venda e ter viabilidade econômica – destaca José Galdino Garcia Dias, coordenador da Câmara Setorial dos Ovinos e responsável pelo Mais Ovinos no Campo.</p>
<p style="color: #393939;">Criado em 2011, o programa ofereceu mais de R$ 100 milhões em crédito para retenção e aquisição de matrizes ovinas no Estado. Na época, o rebanho gaúcho era de 3,7 milhões de cabeças. Em novembro deste ano, o número registrado pela Secretaria Estadual da Agricultura era superior a 4,1 milhões de cabeças.</p>
<p style="color: #393939;">— E até janeiro, com o nascimento de cordeiros do período de safra, chegaremos a mais de 4,4 milhões de cabeças – estima Galdino, acrescentando que, com capital de giro, o produtor consegue manter e organizar a criação.</p>
<p style="color: #393939;"><strong>Abates ainda desafiam</strong></p>
<p style="color: #393939;">Para aumentar o consumo per capita em dois quilos por ano, por exemplo, de acordo com a Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco), seria necessário triplicar o rebanho nacional — passando de 17 milhões de cabeças para 50 milhões.</p>
<p style="color: #393939;">Embora seja primordial para a expansão de mercado, o crescimento não é o único desafio do setor. Tão crucial quanto é reduzir a informalidade dos abates — 95% dos animais no país, segundo a Arco, não passam por inspeção.</p>
<p style="color: #393939;">— Estamos trabalhando para criar um programa nacional de sanidade e organizar a cadeia  produtiva — destaca o presidente da Arco, Paulo Afonso Schwab, acrescentando que o Rio Grande do Sul é o único Estado a ter legislação sanitária para ovinos.</p>
<p style="color: #393939;">Conforme dados da Secretaria Estadual da Agricultura, dos cerca de 1,6 milhão de animais abatidos no ano passado, 250 mil passaram por inspeção e 280 mil foram abatidos para consumo próprio. Não se sabe o destino do restante, em torno de 1 milhão de animais nascidos e declarados.</p>
<p style="color: #393939;">— A formalidade do setor é fundamental para ampliarmos oferta e mercado — resume Schwab.</p>
<p style="color: #393939;">
<p style="color: #393939;"><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2014/12/17096776.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1012" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2014/12/17096776-300x244.jpg" alt="17096776" width="300" height="244" /></a></p>
<p><em>Existe muito mercado para a carne ovina, inclusive no Exterior, o que falta é ter uma<br />
oferta em grande escala — </em><strong>José Galdino Garcia Dias, coordenador da Câmara<br />
Setorial dos Ovinos</strong></p>
<p><em>O foco da ovinocultura no passado era a lã. Hoje, a produção de carne é que rentabiliza<br />
a produção — </em><strong>Paulo Afonso Schwab, presidente da Associação Brasileira<br />
de Criadores de Ovinos (Arco)</strong></p>
<p><strong>De secundário à prioridade</strong></p>
<p>No Estado onde a criação de ovinos envolve mais de 50 mil produtores, a atividade não costuma ser a principal renda da propriedade pelo número reduzido do rebanho — em torno de 86 animais por criador.</p>
<p>Produtor em Lavras do Sul, Rui Afonso Teixeira, 64 anos, inverteu essa lógica. De quatro anos para cá, ampliou em 80% o plantel criado na fazenda Santa Jovita, tornando a ovinocultura mais rentável do que o rebanho de bovinos.</p>
<p>— A carne de cordeiro é muito valorizada no mercado, sem contar que o período de engorde é mais rápido do que o gado — conta Teixeira, que vende os animais<br />
para os mercados gaúcho, catarinense e paulista.</p>
<p>Há três anos, o produtor acessou a linha de crédito do programa Mais Ovinos no Campo e investiu R$ 100 mil na compra de matrizes das raças texel e corriedale, ampliando o rebanho para 1,8 mil ovinos:</p>
<p>— E vou continuar investindo com foco na produção de carne de qualidade — afirma o produtor.</p>
<p>A rentabilidade é um dos atrativos da ovinocultura, já que existem diferentes raças que podem ser destinadas para produção de carne e de lã.</p>
<p>O preço do quilo pago ao produtor no Estado, na semana passada em R$ 4,29, segue firme nos últimos anos. No mercado paulista, onde a oferta da carne é mais escassa, o preço do quilo vivo chega a R$ 7.</p>
<p>— A produção de lã é mais restrita ao Rio Grande do Sul <em>(o Estado produziu 12 mil toneladas no ano passado)</em>, embora represente um mercado importante também – destaca Paulo Afonso Schwab, presidente da Arco.</p>
<p><strong>70%<br />
</strong>do faturamento da ovinocultura no Estado é proveniente da produção de carne.</p>
<p><strong>R$ 1,6 mil<br />
</strong>é o valor médio dos reprodutores estimado para a temporada de remates, recém-iniciada no Estado.</p>
<p><strong>Feiras e eventos</strong></p>
<p><em>Veja abaixo a agenda da Secretaria Estadual da Agricultura e da Arco</em></p>
<p><strong>Dezembro de 2014</strong></p>
<p><strong>— 11 — </strong>Feira de Ovinos, em Caçapava do Sul</p>
<p><strong>— 12 — </strong>Feira de Ovinos, em Arroio dos Ratos</p>
<p><strong>— 12 e 13 —</strong> Feira de Ovinos de Verão, em São Gabriel</p>
<p><strong>— 19 e 20 —</strong> Feira do Cordeiro Missioneiro, em São Borja</p>
<p><strong>Janeiro de 2015</strong></p>
<p><strong>— 13 a 18 —</strong> 7ª Agrovino, em Bagé</p>
<p><strong>—22 a 25 —</strong> 5º Nacional do Texel e 17º Merco Texel, em Santana do Livramento</p>
<p><strong>—  28 a 1º/2 —</strong> 30ª Feovelha, em Pinheiro Machado</p>
<p><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2014/12/17096775.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1013" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2014/12/17096775-300x199.jpg" alt="17096775" width="300" height="199" /></a></p>
<p style="color: #393939;"><strong>Foto Emater, Divulgação</strong></p>
<p style="color: #393939;"><strong>Técnica de tosquia traz mais rapidez</strong></p>
<p style="color: #393939;">A produção de ovinos no Estado é fortalecida por ações que vão do melhoramento genético à capacitação técnica para manejo do rebanho. Financiados pelo Fundo de Desenvolvimento da Ovinocultura (Fundovinos), os projetos buscam desenvolver o setor de maneira organizada e profissional.</p>
<p style="color: #393939;">Uma das iniciativas é a técnica australiana Tally-Hi. O método de tosquia se diferencia pela forma de imobilizar a ovelha e retirar a lã em menor tempo.</p>
<p style="color: #393939;">— A técnica não estressa o animal e ainda ganha em rapidez e eficiência da tesoura manual — observa Carlos Cleber Dias Leal, diretor-presidente da Cooperativa de Lã Tejupá, de São Gabriel.</p>
<p style="color: #393939;">Com cerca de 3 mil associados em 60 municípios, a cooperativa firmou convênios com governo e Arco para disseminar a técnica. No Uruguai, o método é usado por mais de 80% dos pecuaristas. No Estado, estima-se que seja 20%.</p>
<p style="color: #393939;">Ao reduzir o tempo em relação à tosquia tradicional, de 20 minutos para menos de cinco, a Tally-Hi aumenta a eficiência — de 40 para mais de 150 animais por dia.</p>
<p style="color: #393939;">— Além de ser mais ágil, a tosquia é feita com qualidade maior, separando as lãs superiores das inferiores — explica Leal.</p>
<p style="color: #393939;">
<p style="color: #393939;">Fonte ZH</p>
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