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	<title>AgroCeleiro &#187; murchadeira em tomate</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Adubação com Bokashi reduz murchadeira em tomate</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Apr 2018 17:48:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A partir de três formulações diferentes do composto orgânico fermentado chamado bokashi, um experimento conduzido por pesquisadores da Embrapa Hortaliças (DF) comprovou que o aporte de matéria orgânica no solo é capaz de reduzir o efeito negativo da bactéria Ralstoniasolanacearum, causadora da murcha bacteriana no tomateiro e agente nocivo para mais de 200 espécies vegetais. O [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #444444;"><span style="color: #000000;">A partir de três formulações diferentes do composto orgânico fermentado chamado bokashi, um experimento conduzido por pesquisadores da Embrapa Hortaliças (DF) comprovou que o aporte de matéria orgânica no solo é capaz de reduzir o efeito negativo da bactéria <em>Ralstoniasolanacearum</em>, causadora da murcha bacteriana no tomateiro e agente nocivo para mais de 200 espécies vegetais.</span></p>
<p style="color: #444444;"><span style="color: #000000;">O uso de bokashi propicia o aumento dos microrganismos presentes no solo que competem com a bactéria, dificultando sua reprodução.Na zona do solo influenciada pelas secreções das raízes, conhecida como rizosfera ou segundo genoma da planta, há uma vasta fauna microbiana composta por microrganismos como fungos, bactérias e algas. Um único grama de solo pode conter milhões de células de uma infinidade de microrganismos que competem de forma bem acirrada por nutrientes e por espaço em busca de sobrevivência.</span></p>
<p style="color: #444444;"><span style="color: #000000;">Com o aumento dos microrganismos que a combatem, a população da bactéria <em>Ralstonia</em> é reduzida, diminuindo a severidade dos danos da doença no tomateiro. Porém, na prática, a relação de causa e efeito não é tão simplista, pois depende do tipo de solo, da formulação do bokashi e de outros aspectos que os cientistas buscaram mensurar na pesquisa.</span></p>
<p style="color: #444444;"><span style="color: #000000;">“O diferencial desse estudo foi avaliar o comportamento do bokashi em dois tipos de solo: naturalmente infestado e artificialmente infestado – após esterilização e inoculação da bactéria nociva”, explica o engenheiro agrônomo Carlos Alberto Lopes, da área de Fitossanidade da Embrapa Hortaliças.</span></p>
<p style="color: #444444;"><span style="color: #000000;">Os resultados comprovaram a hipótese inicial: no solo esterilizado, sem a presença de microrganismos benéficos e com a infestação artificial, a bactéria <em>Ralstonia</em> não encontrou competidores e pôde se estabelecer com facilidade, ocasionando maior incidência da doença nas plantas de tomate. Por outro lado, no solo nativo que já possuía uma população espontânea de microrganismos, inclusive da bactéria <em>Ralstonia</em>, o bokashi foi mais eficiente em restabelecer os microrganismos benéficos do solo e suprimir a ocorrência da murcha bacteriana.</span></p>
<p style="color: #444444;"><span style="color: #000000;">Embrapa</span></p>
<p style="color: #444444;">
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