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	<title>AgroCeleiro &#187; Milho</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Imposto de importação para soja e milho é zerado até 2021</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2020 14:08:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Dois dos principais grãos da agricultura nacional – soja e milho – terão a alíquota do imposto de importação zerada a fim de manter o equilíbrio na oferta desses produtos no mercado doméstico.  A decisão foi tomada pelo Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) nesta sexta-feira (16), durante reunião extraordinária, a partir de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<nav class="govbr-skip-menu" style="color: #555555;">Dois dos principais grãos da agricultura nacional – soja e milho – terão a alíquota do imposto de importação zerada a fim de manter o equilíbrio na oferta desses produtos no mercado doméstico.  A decisão foi tomada pelo <a class="external-link" style="font-weight: 500; color: #1351b4;" title="" href="https://www.gov.br/economia/pt-br/assuntos/noticias/2020/outubro/camex-zera-imposto-de-importacao-para-soja-e-milho" target="_blank" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false">Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex)</a> nesta sexta-feira (16), durante reunião extraordinária, a partir de propostas apresentadas pelos ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (sobre a soja) e da Economia (sobre o milho).</nav>
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<p style="color: #555555; text-align: justify;">A suspensão temporária do imposto de importação para soja (grão, farelo e óleo de soja) valerá até 15 de janeiro de 2021. Já em relação ao milho, as importações brasileiras sem pagamento de imposto irão até 31 de março de 2021. O estabelecimento dessas datas visa não comprometer a comercialização da próxima safra, que tem a colheita prevista para início do próximo ano.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">O aumento pela demanda mundial de alimentos, ocasionado pela ocorrência da pandemia da Covid-19, gerou reflexos semelhantes, mas com motivações diferenciadas, nos mercados relativos a essas duas commodities. No caso do milho, houve um aumento no consumo interno para abastecer a produção de proteína animal, que registrou crescimento nas exportações. Movimento que já vem sendo registrado nas últimas duas décadas, a uma taxa de 14,3% ao ano.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">No caso da soja e derivados, como farelo e óleo, também houve aumento nas vendas externas que ganharam impulso com a valorização do dólar.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">“Em virtude desses fatores, foi conveniente buscar uma medida preventiva, de maneira a equalizar as condições de importação de terceiros países com o Mercosul, fortalecendo o abastecimento do mercado doméstico”, afirma o diretor de Comercialização e Abastecimento, Sílvio Farnese.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">É importante ressaltar, segundo o diretor do Mapa, que não há expectativa de falta dos produtos. O objetivo é promover um ajuste entre a oferta e demanda desses produtos no período anterior à colheita da safra 2020/2021, que ocorre a partir do início do próximo ano.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><b style="font-weight: 600; color: #555555;">Cenário</b></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Neste ano, o Brasil está colhendo safra recorde de soja, estimada em 124,8 milhões de toneladas, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). No entanto, a desvalorização do real provocou elevação no preço do produto, gerando atratividade para as exportações, aliado ao aumento de demanda externa, notadamente pela China.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">O milho deverá registrar uma colheita de 102,5 milhões de toneladas, expansão de 2,5% em relação à safra anterior. O fator cambial também tem contribuído para facilitar as vendas externas, que somaram entre janeiro e setembro 20,5 milhões de toneladas e deverão fechar no patamar superior a 34,5 milhões de toneladas.</p>
<p class=" " style="color: #555555; text-align: justify;">No último dia 9 de setembro, a Camex zerou a alíquota do imposto de importação para o arroz em casca e beneficiado até 31 de dezembro deste ano, atendendo uma solicitação do Mapa. Neste caso, a redução temporária está restrita à cota de 400 mil toneladas. Até o início do mês, o Brasil já havia negociado<a class="external-link" style="font-weight: 500; color: #1351b4;" title="" href="https://www.gov.br/brasil-ja-negociou-225-mil-toneladas-de-arroz-apos-a-isencao-da-tarifa-de-importacao" target="_blank" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false"> 225 mil toneladas de arroz</a> dos Estados Unidos, Índia e Guiana, que deverão entrar no país até novembro.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">No caso do milho e da soja, não houve definição de cota de importação.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold; color: #555555;">Gecex</strong></p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">O Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) é o núcleo executivo colegiado da Camex, responsável por definir alíquotas dos impostos de importação e exportação, fixar medidas de defesa comercial, internalizar regras de origem de acordos comerciais, entre outras atribuições.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">Segundo o Decreto 10.044/2019, o Gecex é integrado pela Presidência da República, pelos ministérios da Economia, das Relações Exteriores e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.</p>
<p style="color: #555555; text-align: justify;">MAPA</p>
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		<title>Mesmo com tempo seco, implantação das lavouras de milho chega a 66% da área total a ser cultivada</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2020 13:42:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[E o predomínio de tempo seco e a baixa umidade no solo e no ar em todo o Estado do RS diminuíram a intensidade do plantio de milho na última semana, chegando a 66% da área total cultivada. De acordo com o Informativo Conjuntural produzido pela Gerência de Planejamento da Emater/RS-Ascar, em parceria com a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">E o predomínio de tempo seco e a baixa umidade no solo e no ar em todo o Estado do RS diminuíram a intensidade do plantio de milho na última semana, chegando a 66% da área total cultivada. De acordo com o Informativo Conjuntural produzido pela Gerência de Planejamento da Emater/RS-Ascar, em parceria com a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), e divulgado nesta quinta-feira (15/10), na região de Soledade, 40 mil hectares já foram plantados. Em geral, os cultivos se encontram com ótimo crescimento vegetativo. Os tratos culturais seguem sendo realizados de acordo com as condições de umidade dos solos. Há casos pontuais de incidência da lagarta do cartucho para os quais são realizados controles químicos. Produtores têm procurado os escritórios da Emater/RS-Ascar para encomendar a vespinha (Trichogramma pretiosum) para o controle biológico da praga.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O tempo seco ocorrido também fez produtores reduzirem a implantação de áreas de soja no Estado, que já atinge 4% da área total cultivada. Na região de Ijuí, o solo muito seco impediu a continuidade da semeadura. As lavouras implantadas na semana anterior estão com emergência desuniforme. As sementes que não germinaram continuam intactas no solo, sem ataque de pragas ou doenças, necessitando apenas de umidade adequada.</span><br />
<span style="color: rgb(0, 0, 0);">Na maioria das regiões do Estado, a última semana foi caracterizada pela presença de dias com tempo firme, boa radiação solar e temperaturas características de primavera, com amplitudes térmicas diárias significativas que favoreceram o desenvolvimento do trigo. Nas regiões de Santa Rosa, Frederico Westphalen, Bagé, Santa Maria e Lajeado, o tempo seco e as altas temperaturas apressam a maturação do trigo para colheita. Na de Santa Rosa, 19% da área já está colhida.</span><br />
<span style="color: rgb(0, 0, 0);">Na região de Ijuí, o clima quente e seco na semana que passou foi favorável ao desenvolvimento das olerícolas em geral. Foi intensificada a irrigação nas culturas. Houve redução do transplantio de folhosas cultivadas a campo e aumento da instalação de estufas para cultivo protegido de alface e rúcula. Segue o ataque de ácaros e tripes. Abóboras, pepino e vagens em plena produção, com plantas menores e ramos e entrenós mais curtos.</span><br />
<span style="color: rgb(0, 0, 0);">Na região de Santa Rosa tem continuidade a colheita de laranja Valência. Entre as variedades cítricas, a maioria está em emissão de novas brotações e em floração, momento propício para o controle preventivo de pinta preta. Algumas plantas foram atacadas pelos pulgões. Pés de figo apresentam novas brotações, necessitando tratamentos de controle de pragas e doenças. Frutíferas de clima temperado, como pêssego e ameixa, encontram-se em fase de início da formação de frutos, com bom aspecto sanitário até o momento. Pessegueiros precoces como o Premier estão em maturação e colheita, e a variedade Precocinho está em plena frutificação, aparentemente sem queda de frutos devido à geada. Ameixeira e macieira de variedades Eva e Julieta, em frutificação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">O aumento da temperatura e da insolação permitiu que os campos nativos ofertassem pastagem de qualidade aos rebanhos de corte. Com esta situação, os bovinos estão recuperando a condição corporal perdida durante o inverno. O período é caracterizado pela parição dos animais em sistema de cria, com bom desenvolvimento dos terneiros, que demanda cuidados específicos devido ao aumento do calor, evitando assim a infestação por moscas. Nas demais propriedades, animais estão em processo de cobertura das matrizes. Os demais estão em processo de engorda, principalmente os rebanhos retirados de sistemas de integração lavoura-pecuária.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">SEAPDR RS</span></p>
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		<title>Novo Zoneamento Agrícola traz mais segurança para milho de 2ª safra</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2020 13:59:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura do milho de segunda safra passou por incrementos que já irão valer para o próximo plantio. Uma primeira novidade é que, agora, a influência da variável temperatura no desenvolvimento fenológico da planta passa a ser considerada. “A duração média dos ciclos de desenvolvimento está ajustada às [&#8230;]]]></description>
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<div class="site-name-wrapper" style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(12, 50, 111); font-weight: bold;"> </span><span style="color: #000000;">Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura do milho de segunda safra passou por incrementos que já irão valer para o próximo plantio. Uma primeira novidade é que, agora, a influência da variável temperatura no desenvolvimento fenológico da planta passa a ser considerada. “A duração média dos ciclos de desenvolvimento está ajustada às variações de temperatura de cada região”, explica o geógrafo da Embrapa Balbino Evangelista, que é um dos responsáveis técnicos pelo zoneamento da cultura do milho.</span></div>
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<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;" align="left"> As <a class="external-link" style="font-weight: 500; color: #1351b4;" title="" href="https://www.in.gov.br/leiturajornal?secao=dou1&amp;data=21-09-2020&amp;org=Minist%C3%A9rio%20da%20Agricultura,%20Pecu%C3%A1ria%20e%20Abastecimento" target="_blank" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">portarias do Zarc do milho de 2ª safra</a> foram publicadas no Diário Oficial da União desta segunda-feira (21).</p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;" align="left">&#8220;A revisão dos estudos de Zarc para o cultivo do milho de 2ª safra fez parte de uma ação prioritária conduzida pelo Mapa junto a Embrapa. Por se tratar de um cultivo realizado normalmente em um período de transição climática nas diversas regiões onde o cultivo é realizado, os riscos de seca e geada são agravados, por isso o gerenciamento do risco deve ser redobrado e o plantio realizado dentro da janela do zoneamento&#8221;, ressalta Pedro Loyola,  diretor de Gestão de Risco do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).</p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;">Outra mudança do zoneamento foi com relação ao risco de geada. Se, antes, esse risco era considerado apenas na fase considerada reprodutiva (que envolve o florescimento e o enchimento de grãos), agora passa a ser estimado durante todo o período sensível do ciclo do milho de segunda safra. Em outras palavras, aumentou o período de atenção a essa variável, que interfere bastante no desenvolvimento da cultura em algumas regiões do país.</p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;" align="left">O novo Zarc para o milho de segunda safra incorporou o risco de ocorrência de excesso de chuva durante um período essencial no campo: a colheita. A expectativa é de que essa novidade colabore significativamente para o aperfeiçoamento do zoneamento da cultura, sobretudo aquele voltado às lavouras da Região Norte. Uma outra novidade, que também já estará valendo na próxima safra, é o aperfeiçoamento do indicador que mede a satisfação da necessidade de água nos momentos de germinação e de desenvolvimento inicial da lavoura, o que vai reduzir o risco de ocorrência de seca na hora do plantio.</p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;" align="left">“Nas reuniões de validação externa, eu sempre digo que o Zarc traz benefícios para todos os diferentes elos da cadeia do agronegócio do milho, especialmente para o produtor que, ao semear na data indicada para o seu solo e cultivar melhor adaptada, pode reduzir os riscos e com isso aumentar sua produtividade e renda”, sintetiza Balbino sobre o zoneamento agrícola de risco climático.</p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;" align="left">O pesquisador complementa: “mas também é um instrumento importante e estratégico de planejamento e de tomada de decisão para cooperativas e sindicatos rurais, para agentes financeiros que lidam com crédito agrícola e seguro rural, para as seguradoras e resseguradoras privadas”, contemplando os vários agentes da cadeia produtiva de valor do milho.</p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;" align="left">Na visão de Balbino, hoje o Zarc (que já soma mais de duas décadas) é mais que um instrumento de política agrícola do governo, faz parte da política agrícola do Estado brasileiro. O geógrafo trabalha na Embrapa Pesca e Aquicultura (Palmas-TO), que, além de pesquisas nessas duas áreas, tem trabalhos em sistemas agrícolas, por isso, o zoneamento é também estudado nessa unidade.</p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;" align="left"><b style="font-weight: 600; color: #555555;"></b><b style="font-weight: 600; color: #555555;">Ajustes</b></p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;" align="left">Anualmente, são feitas reuniões de validação com o setor produtivo de cada cultura trabalhada no Zarc. No caso do milho, que tem como responsáveis técnicos pelo zoneamento Balbino e Fernando Macena, pesquisador da Embrapa Cerrados (Planaltina-DF), houve ajustes importantes agora em 2020.</p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;" align="left">“Este foi o primeiro estudo de Zarc que passou por validação em todos os estados do Brasil e, mesmo em condições de pandemia, utilizando a Tecnologia da Informação, conseguimos reunir produtores, técnicos extensionistas, técnicos das secretarias de agricultura (estaduais e municipais), consultores técnicos, representantes de cooperativas e sindicatos rurais, agentes financeiros e demais integrantes da cadeia do agro do milho para submeter os estudos à validação”, destacou Balbino.</p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;" align="left">O agrônomo Gustavo Marquardt é responsável pelo departamento técnico da Fazenda Água Branca, que fica no município de Porto Nacional, na região central do Tocantins. Ele conta que na propriedade foram plantados 4.500 hectares de milho de 2ª safra e 131 hectares de milho de 1ª safra em 2019/2020. Sobre o zoneamento de risco climático, o agrônomo ressalta a importância para a região. “Acho que tem grande importância para cada região, principalmente para nossa, que tem muita gente vindo de fora ainda. E essa orientação diminui o nosso risco de alguém vir de fora (do Mato Grosso, por exemplo, em que chove mais cedo e melhor) e acabar plantando antes, fora da janela da região. O zoneamento é bom porque facilita essa parte e diminui o risco de cada produtor”.</p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;" align="left"><em style="color: #555555;"> Fonte: Embrapa<br />
</em></p>
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		<title>Seminário debate alternativas para o cultivo do milho no Rio Grande do Sul</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jul 2020 02:43:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“Produção e produtividade de milho” foi o tema debatido virtualmente nesta quarta-feira (22) pelo segundo Seminário do Pró-Milho, uma promoção da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) e a Emater/RS-Ascar. O presidente da Emater/RS, Geraldo Sandri, abriu o evento, que contou com cerca de 600 pessoas, entre produtores rurais e representantes de órgãos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 300;">“Produção e produtividade de milho” foi o tema debatido virtualmente nesta quarta-feira (22) pelo segundo Seminário do Pró-Milho, uma promoção da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) e a Emater/RS-Ascar. O presidente da Emater/RS, Geraldo Sandri, abriu o evento, que contou com cerca de 600 pessoas, entre produtores rurais e representantes de órgãos públicos, setores produtivo e industrial, instituições de pesquisa e assistência técnica. Participação especial da Associação dos Produtores de Milho do Rio Grande do Sul (Apromilho-RS), do Sindicato da Indústria de Produtos Suínos no Estado do RS (Sips) e da Associação das Empresas Cerealistas do Estado do RS (Acergs). A transmissão ocorreu simultaneamente pelo YouTube do Rio Grande Rural e pelo Facebook da Emater/RS-Ascar.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;">o professor doutor em Agronomia na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Alencar Junior Zanon, abordou os resultados do Projeto Lacunas de Produtividade em Milho no RS, uma parceria da Equipe FieldCrops, UFSM e Emater/RS-Ascar, que existe desde 2017. “Nos últimos quatro anos, nós monitoramos as lavouras de milho em todo o Estado. Com isso, apresentamos o potencial produtivo de milho no RS, que é de 15,9 toneladas por hectare em áreas irrigadas e um pouco menor, 13,6 toneladas por hectare, na maior parte que ainda é de sequeiro. Fazendo uma boa agronomia, é possível aproximar a produtividade média das lavouras para 75% do potencial produtivo delas”. Zanon mostrou ainda que, dessa forma, é possível produzir mais 2,9 milhões de toneladas do cereal na atual área agricultável. Os principais fatores limitantes a serem superados são a água, época de semeadura, densidade de plantas e nutrição.</p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;">O produtor e presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (Fecoagro), Paulo Pires, parabenizou a iniciativa que incentiva o plantio de milho no Estado. “Eu entendo que essa cultura é fundamental na propriedade e na sistematização da propriedade, viabilizando o plantio direto sustentável&#8221;.</p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;">Pires destacou a necessidade do milho como matéria-prima para a indústria da proteína animal. “Ele é a principal fonte de alimentação para frangos, suínos, vacas leiteiras, enfim, para todo o processo de produção de proteína animal”.</p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;">Para o presidente da Fecoagro, essa ação do governo também é um incentivo especial à irrigação. “Sou oriundo da Região das Missões, onde praticamente não se produzia milho e hoje é uma das regiões que mais produz milho no Estado. O que mostra como uma mudança, um incentivo é capaz de desenvolver uma cultura tão importante”, concluiu.</p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;">SEAPDR</p>
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		<title>Fungo aumenta produtividade de milho em 2,4 mil quilos por hectare</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2020 22:16:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma boa notícia surge para os produtores de milho do Rio Grande do Sul: pesquisa em campo realizada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) constatou um incremento de mais de 2,4 mil quilos por hectare na produtividade do milho híbrido quando este é semeado com inoculação do fungo Trichoderma harzianum. O ensaio foi [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Uma boa notícia surge para os produtores de milho do Rio Grande do Sul: pesquisa em campo realizada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) constatou um incremento de mais de 2,4 mil quilos por hectare na produtividade do milho híbrido quando este é semeado com inoculação do fungo <em>Trichoderma harzianum</em>. O ensaio foi conduzido em campo experimental no município de São Borja, nesta safra, antes do período da seca.</span></strong></p>
<figure class="artigo__ilustracao--esquerda" style="font-weight: 300; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;"><a style="color: #3f5125;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202006/29101949_104914_GDO.jpg" data-credito="" data-urlamigavel="/midia/imagem/espigas" data-legenda="Na direita, a espiga da planta inoculada; na esquerda, da planta que não recebeu o tratamento" data-label-credito="Foto: "><span style="color: #000000;"><img class="img-responsive alignleft" style="font-style: italic; color: #000000;" src="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202006/29101949_104914_MDO.jpg" alt="Na direita, a espiga da planta inoculada; na esquerda, da planta que não recebeu o tratamento" width="344" height="237" /></span></a></span></strong><figcaption class="artigo__ilustracao__legenda"><strong><span style="color: #000000;">Na direita, a espiga da planta inoculada; na esquerda, da planta que não recebeu o tratamento</span></strong></figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Pesquisadores e técnicos do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária da Secretaria (DDPA/Seapdr) semearam duas parcelas de milho híbrido lado a lado no campo experimental. O manejo da cultura ocorreu normalmente em ambas as parcelas, com adição de fertilização mineral e controle fitossanitário. A diferença foi a inoculação no momento da semeadura. Em uma parcela não houve tratamento de sementes; na outra, as sementes de milho foram imersas em um inoculante que continha isolados do fungo <em>Trichoderma harzianum</em>, produzido no Laboratório de Insumos Biológicos do Centro de Pesquisa em Florestas, de Santa Maria. Enquanto a parcela de plantas não inoculadas produziu 13.800 quilos por hectare, a de plantas provenientes de sementes inoculadas computou 16.232 quilos por hectare.</span></strong></p>
<figure class="artigo__ilustracao--direita" style="font-weight: 300; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;"><span style="color: #000000;"><a style="color: #3f5125;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202006/29101958_104925_GDO.jpg" data-credito="" data-urlamigavel="/midia/imagem/raiz-e-caule" data-legenda="Diferença na quantidade de raízes e tamanho do caule entre as plantas inoculada e não inoculada" data-label-credito="Foto: "><img class="img-responsive alignright" style="font-style: italic; color: #000000;" src="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202006/29101958_104925_MDO.jpg" alt="Diferença na quantidade de raízes e tamanho do caule entre as plantas inoculada e não inoculada" width="352" height="264" /></a></span></span></strong><strong><span style="color: #000000;">Diferença na quantidade de raízes e tamanho do caule entre as plantas inoculada e não inoculada</span></strong></figure>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">“A inoculação do fungo resultou em incrementos significativos na produtividade do milho. Observamos efeitos positivos do tratamento sobre o comprimento e o diâmetro da espiga, o número de grãos por linha, o peso total da espiga e o peso total de grãos por espiga”, enumera a pesquisadora Gerusa Steffen. O estudo sugere que o fungo <em>Trichoderma</em> causou um aumento na quantidade de raízes e no diâmetro do caule das plantas que foram inoculadas. “Com isso, houve um aumento da capacidade destas plantas em absorver e translocar nutrientes e água durante o ciclo da cultura”, explica Gerusa.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">A pesquisadora aponta para a vantagem deste fungo ser encontrado naturalmente no solo do Rio Grande do Sul, ter crescimento rápido e habilidade para sobreviver em diferentes tipos de substratos, além de se associar beneficamente a outras espécies de cultivos agrícolas e florestais. “O <em>Trichoderma</em> é considerado um microrganismo com múltiplas funções, podendo ser utilizado tanto para a promoção de crescimento vegetal quanto para o controle de diversos fitopatógenos”, detalha.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">O inoculante de <em>Trichoderma</em> produzido pelo DDPA/Seapdr ainda não é comercial e está passando por testes em diferentes culturas. Os resultados completos do estudo sobre a cultura de milho híbrido serão publicados em Comunicado Técnico nos próximos meses. Mais informações sobre a pesquisa podem ser obtidas pelo e-mail <a style="color: #3f5125;" href="mailto:florestas@agricultura.rs.gov.br"><span style="color: #000000;">florestas@agricultura.rs.gov.br</span></a> ou pelos telefones (55) 3228-1045 e 3228-1212.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Fonte: SEAPDR RS</span></strong></p>
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		<title>Chiapetta sediará a Abertura da Colheita do Milho 2020</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Dec 2019 14:13:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A 9ª edição da abertura da Colheita do Milho no Rio Grande do Sul já tem data e local marcado. A cerimônia que marca simbolicamente a colheita das primeiras espigas do grão da safra 2019/2020 acontece no dia 07 de fevereiro de 2020, a partir das 11h, no município de Chiapetta (noroeste do RS), na [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #444444; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A 9ª edição da abertura da Colheita do Milho no Rio Grande do Sul já tem data e local marcado. A cerimônia que marca simbolicamente a colheita das primeiras espigas do grão da safra 2019/2020 acontece no dia 07 de fevereiro de 2020, a partir das 11h, no município de Chiapetta (noroeste do RS), na sede da Chiapetta Empresa Agrícola.</span></p>
<p style="color: #444444; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A confirmação do evento ocorreu nesta quarta-feira (18), em Porto Alegre, quando a comitiva formada pelo Prefeito do município, Eder Luis Both, o Vice-Prefeito Celço Beier, Presidente da APROMILHO Ricardo Meneghetti e um dos proprietários da fazenda Gustavo Chiapetta, estiveram entregando os convites ao Governador do Estado Eduardo Leite, ao Secretário Estadual da Agricultura Covatti Filho e demais autoridades.</span></p>
<p style="color: #444444; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para a cerimônia que acontece no dia 07 de fevereiro, está sendo aguardada a presença do Governador do Estado, Eduardo Leite, do Secretário Estadual da Agricultura Covatti Filho, deputados estaduais, federais, senadores e autoridades da região ligadas ao setor. A programação do dia 06 de fevereiro ainda será definida, mas já tem confirmada a presença do engenheiro agrônomo, ex-ministro da agricultura a atual presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (ABRAMILHO), Alysson Paolinelli.</span></p>
<p style="color: #444444; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O evento é uma realização da Apromilho, Abramilho, Município de Chiapetta, com apoio das entidades ligadas à área agrícola e a iniciativa privada.</span></p>
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		<title>Milho no RS segue em desenvolvimento</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Nov 2019 14:36:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A melhoria do tempo possibilitou dias ensolarados e com temperaturas favoráveis à implantação de novas áreas de milho e para o desenvolvimento da cultura no Rio Grande do Sul. Até o momento foram semeados 81% da área projetada para esta safra, que é de 771.578 hectares. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado nesta quinta-feira [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #545454;">A melhoria do tempo possibilitou dias ensolarados e com temperaturas favoráveis à implantação de novas áreas de milho e para o desenvolvimento da cultura no Rio Grande do Sul. Até o momento foram semeados 81% da área projetada para esta safra, que é de 771.578 hectares. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado nesta quinta-feira (14/11) pela Emater/RS-Ascar, conveniada à Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), atualmente, 73% das lavouras de milho estão na fase de fase de desenvolvimento vegetativo, 17% em floração e 10% em enchimento dos grãos. A recorrência de precipitações aliada a temperaturas amenas tem favorecido o desenvolvimento da cultura.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">Na regional de Ijuí, a cultura do milho apresentou na semana excelente desenvolvimento, beneficiada pelo clima quente e úmido. As precipitações intensas não comprometeram a cultura, com poucos pontos de acamamento e/ou quebra do colmo. As lavouras estão 80% na fase de desenvolvimento vegetativo e 20% em floração. Foi observado o aumento da emergência de ervas daninhas nos locais com menor população de plantas.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">No período, a implantação da soja no RS chegou a 28% da área prevista na intenção de plantio, que é de 5.956.504 hectares. As lavouras estão em fase de desenvolvimento vegetativo. Na região de Santa Rosa, a semana apresentou dias de tempo seco alternados com a ocorrência de chuva. As condições favoráveis foram insuficientes para reduzir a umidade do solo, que impediu a movimentação de máquinas. No período, a região apresentou plantio em 23% da área prevista para safra. As áreas implantadas antes da sequência de dias chuvosos (última quinzena) estão com bom crescimento, estande satisfatório e sem problemas de pragas. Por outro lado, nas lavouras plantadas recentemente houve registro de tombamento de plântulas (damping off), causada por fungo de solo (Rhizoctonia solani). As lavouras já germinadas apresentam grande competição com gramíneas de inverno, que, devido ao excesso de chuva, acabaram germinando, e muitos produtores tiveram que realizar capina química.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Emater/RS</p>
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		<title>Propriedades beneficiadas pelo Proagro serão fiscalizadas no RS</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Nov 2019 15:05:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Serão supervisionadas informações prestadas por peritos agrícolas encarregados pela comprovação de perdas dos produtores rurais Este mês e em dezembro, propriedades rurais beneficiadas pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e de Sergipe serão fiscalizadas. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) irá  monitorar o programa in loco, com visitas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Serão supervisionadas informações prestadas por peritos agrícolas encarregados pela comprovação de perdas dos produtores rurais</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Este mês e em dezembro, propriedades rurais beneficiadas pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e de Sergipe serão fiscalizadas.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) irá  monitorar o programa <i>in loco</i>, com visitas aos empreendimentos, contatos com produtores, funcionários dos agentes financeiros, movimentos sociais, técnicos e empresas encarregadas de comprovação de perdas. Técnicos da companhia vão percorrer as lavouras para conferir os dados declarados pelos peritos agrícolas encarregados pela comprovação de perdas nas áreas amparadas pelo programa.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento monitora o processo de verificação de perdas feito por peritos agrícolas do Proagro.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo o diretor de Gestão de Riscos da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, Pedro Loyola, desde setembro, a Conab tem feito a verificação. “A fiscalização é realizada pela Conab devido à sua capilaridade, recursos técnicos, humanos e o seu vínculo com o Mapa, mediante a assinatura de um Termo de Execução Descentralizada (TED). Procedimento similar já é realizado no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR)”, informou.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Proagro</strong></span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Proagro oferece cobertura abrangente e requer um processo criterioso desde o enquadramento das operações até a concessão de pedidos de cobertura, com o pagamento de indenizações pelas perdas comprovadas. “As fiscalizações serão rigorosas e é importante o produtor permitir o acesso e fornecer as informações solicitadas pelos técnicos”.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Programa é custeado por recursos alocados pela União, além de recursos provenientes da taxa paga pelo produtor rural para aderir ao Proagro. O objetivo é garantir a amortização ou liquidação de custeios agrícolas objeto de financiamento, na proporção das perdas apuradas e permitir o recebimento dos recursos próprios comprovadamente aplicados na lavoura.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nas operações de custeio agrícola, são cobertas lavouras que sofreram prejuízos por: chuva excessiva, geada, granizo, seca, variação excessiva de temperatura, ventos fortes, ventos frios, doença ou praga sem método difundido de combate, controle ou profilaxia, técnica e economicamente exequíveis.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nas operações de custeio pecuário, são amparadas as perdas decorrentes de doenças sem método de combate, controle ou profilaxia.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Proagro é formado pelo Seguro da Agricultura Familiar (Seaf), denominado de Proagro Mais, que conta com mais de 270 mil operações que garantem o financiamento do Pronaf em caso de perdas de produção por problemas climáticos, e pelo Proagro Tradicional, com cerca de 30 mil operações de produtores que não estão enquadrados no Pronaf e que contratam crédito de custeio de até R$ 300 mil. Esses são instrumentos de política para a agricultura familiar que proporcionam garantia de renda. Na safra 2018/2019, foram 300 mil operações contratadas por agricultores familiares em mais de 3 mil municípios, com um valor segurado total superior a R$ 13 bilhões.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">MAPA</span></p>
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		<title>Brasil e Argentina no caminho da integração produtiva criarão a Rota do Milho</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Mar 2019 16:15:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Autoridades, lideranças empresariais, investidores, cooperativistas, pesquisadores, representantes do governo da Argentina e Governança do agronegócio catarinense, envolvendo atores das principais cadeias produtivas, participaram nessa semana da Jornada Caminhos para a Integração Produtiva, em Chapecó. Em pauta, a viabilização da Rota do Milho. Com a intenção de discutir formas de integração entre o Brasil e a Argentina, em [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<p><span style="color: #000000;">Autoridades, lideranças empresariais, investidores, cooperativistas, pesquisadores, representantes do governo da Argentina e Governança do agronegócio catarinense, envolvendo atores das principais cadeias produtivas, participaram nessa semana da Jornada Caminhos para a Integração Produtiva, em Chapecó. Em pauta, a viabilização da Rota do Milho.</span></p>
<div class="content sem-video sem-materia">
<div class="materia">
<p><span style="color: #000000;">Com a intenção de discutir formas de integração entre o Brasil e a Argentina, em especial entre o Estado de Santa Catarina e a Província de Misiones, o evento foi promovido pela Secretaria de Agroindústria do Ministério de Produção e Trabalho da Presidência da República Argentina, com apoio logístico do município de Chapecó e apoio operacional do Sebrae/SC.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O objetivo foi apresentar informações relacionadas à complementariedade produtiva entre os dois países e conhecer a política argentina em questões sanitárias, regime de propriedade intelectual, propriedade de imóveis, regime legal para exportação de grãos e direitos de exportação, dentre outros aspectos. A programação incluiu explanações de técnicos, autoridades argentinas e apresentação de organizações cooperativistas da região da Província de Misiones (Argentina) e de Santa Catarina, além de atendimento individualizado pelos responsáveis.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O ministro da Agricultura de Misiones, José Luiz Garay, realçou que neste caso particular o tema pontual está relacionado com produção de milho e a possibilidade de abastecer todo esse grande polo produtivo para elaboração de proteína animal em Santa Catarina e também a possibilidade de integração da produção florestal da Província de Misiones com produtos semi-terminados com o polo moveleiro que existe nesta região e a possibilidade de prover essa matéria-prima. “Os resultados da integração sempre são bons em todos os processos. De fato, por mais que tenhamos vindo como servidores para colocar em prática o marco institucional que já existe entre os habitantes de um lado e outro sem necessidade de intervenção da Província e dos servidores, acredito que estamos tendo um início muito bom”. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Garay observou, ainda, que é uma ação muito positiva. “Podemos afirmar que está envolvida não somente a Província de Misiones, mas também a Argentina como um todo. Os resultados poderão ser muito positivos para ambas as partes e acredito que com união será possível potencializar o desenvolvimento sustentável de nossas nações para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos”.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O presidente do Bloco Regional de Intendentes, Prefeitos, Alcaides e Empresários do Mercosul (BRIPAEM), prefeito de Chapecó Luciano Buligon, enfatizou a importância do evento para fortalecer o desenvolvimento dos dois países. “A reunião é inédita. O que nos alegra muito é que estamos conversando sobre políticas de desenvolvimento local que interessam aos três Estados do Sul, mas também à Província de Misiones, na vizinha Argentina. Precisamos criar o hábito de desenvolvimento local e para isso o corredor do milho seria a primeira iniciativa de muitas outras que irão se consolidar. Estamos juntando os interesses do setor privado e público para o desenvolvimento social e comercial”, frisou.<br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O gerente regional oeste do Sebrae/SC, Enio Albérto Parmeggiani, destacou que a jornada teve como referência a clareza de que existem grandes oportunidades de integração e complementariedade entre estes dois territórios. “Ficou evidente a consolidação das informações técnicas que foram trazidas. Isso é necessário, convergente e é uma grande oportunidade de desenvolvimento não só aos produtores rurais vinculados às cooperativas, mas também para elevar o grau de competitividade de nossos territórios. Fica claro que essa construção sai de patamares sólidos para que tenhamos condições de competir”.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O gerente regional extremo oeste do Sebrae/SC, Udo Trennepohl, complementou que há anos entidades e lideranças regionais procuram, por meio de eventos como os que aconteceram nessa semana, aproximar as relações comerciais, econômicas e sociais entre os Países, as Províncias e os Estados. Muito já foi conquistado e muitos desafios foram superados, porém sabemos que os entraves burocráticos só serão vencidos por meio do fortalecimento de iniciativas como essas, que visam promover a integração e o crescimento”.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O presidente do Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar da República Argentina (SENASA), Ricardo Negri, falou sobre as oportunidades e desafios para trabalhar em conjunto, abordando aspectos como a cooperação tecnológica, sanitária e comercial. “A integração sanitária não está somente no protocolo para o caso do milho que já existe porque a Argentina já exporta o grão ao Brasil. A rastreabilidade de todo o sistema será essencial no futuro, o que implica que tenhamos o mesmo registro de agroquímicos, os mesmos produtos aprovados dos dois lados e que a genética que se usa seja adequada. A união local pode ocorrer informalmente e, de fato já existe, mas para pensar isso de forma sustentável é preciso que seja de maneira conjunta”.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Segundo ele, as perspectivas de sinergia entre Brasil e Argentina são impressionantes. “Creio que a cadeia do milho será a primeira porque é mais fácil, mas toda a integração de proteína animal é fantástica. Não há outra região no mundo que tenha essa quantidade de água doce, nem agricultores que comportem a mesma cultura. O grande desafio, tanto para o Brasil quanto para nós, é que a burocracia não derrube os sonhos”.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O vice-presidente regional Oeste da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), Waldemar Schmitz, avaliou o evento como uma excelente oportunidade econômico/social para os dois Países. “Do lado do Brasil, falta milho para abastecimento de nossas agroindústrias e, pela proximidade, poderíamos baratear esse insumo, tornando nossas agroindústrias mais competitivas. Do lado argentino, uma região com terras boas e férteis, atualmente mal trabalhadas, quase que improdutivas e muito próximo a nós, onde buscam alternativas para seu desenvolvimento, pretendendo copiar nosso sistema de cooperação e integração”.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">No entanto, segundo Schmitz, para os brasileiros investirem no país vizinho, como foi o desejo deles nas apresentações durante o evento, existem vários desafios. Além de resolver todos os problemas de infraestrutura, rodovias, pontes e portuário, é necessário adaptar as questões legais, de parcerias, tais como alienações de terras, condições, comodatos, tributações e demais exigências, adaptando-se às políticas e legislações argentinas. “Sabemos da importância para ambos os lados, mas no nosso entender é essencial facilitar e adaptar mecanismos de desburocratização de vários entraves hoje existentes. Com uma boa dose de bom senso de ambos os governos isso poderá e deverá acontecer, pois notamos nas autoridades um grande interesse para selar essa fantástica parceria comercial. Aproveitamos para felicitar ao Sebrae, coordenador e promotor do evento pela sua importância”.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O presidente do Fórum de Competitividade para o Desenvolvimento do Oeste, Vincenzo Francesco Mastrogiacomo, realçou que o dia foi muito produtivo e que é fundamental fortalecer essa interação. “Temos que dar um próximo passo. Nós, da região Oeste, estamos sempre interligados com Misiones, mas as dificuldades existem e precisamos começar a fazer o movimento para que outras autoridades entendam o que queremos.  Necessitamos traduzir nossa conversa em ação. É fundamental estabelecer metas para que possamos dar continuidade a esse trabalho e para isso teremos que ser proativos. Nós, do Fórum estamos juntos com as empresas, entidades e cooperativas para que possamos dar sequência ao próximo passo”. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">COOPERATIVISMO EM DESTAQUE </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Após apresentar o panorama do cooperativismo catarinense que contabiliza 51 cooperativas agropecuárias e um total de 263 cooperativas de todos os ramos, o superintendente da Ocesc, Neivo Luiz Panho, enalteceu a importância de discutir medidas para fortalecer a integração entre os dois países. “Quando se fala de um país para outro, dá para perceber que Brasil e Argentina estão interessados em fazer negócios em várias atividades e o evento propiciou os primeiros contatos, discutir entraves e as soluções. Temos observado que Santa Catarina tem uma deficiência ‘positiva’ na oferta de milho para sustentar as cadeias de aves, suínos e leite. Precisamos buscar alternativas para manter esse sistema de produção que está desenvolvido há mais de 50 anos. As ofertas que tínhamos até um tempo atrás foram escasseando e, cada vez mais, as indústrias precisam buscar o insumo em locais distantes. A logística encarece reduzindo sua competitividade que vai impactar no produtor. Temos que manter a condição de ter o produtor competitivo produzindo na região e essa integração será importante para que isso aconteça”.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O presidente da OCESC, Luiz Vicente Suzin, expôs que é fundamental para o Oeste, onde se necessita de vários produtos, o mais essencial o milho, no qual a Argentina é uma grande produtora. “Essa jornada é muito importante porque sabemos que o país vizinho tem áreas muito favoráveis para o plantio que não estão sendo exploradas. O encontro é o início de uma grande oportunidade que pode surgir entre os dois países. Nós necessitamos de milho e eles precisam vender e precisam de apoio para explorar algumas áreas que não estão sendo usadas e nós podemos fazer esse intercâmbio entre as cooperativas da Argentina e as do Oeste catarinense”.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O evento também contou com explanação do gerente de suprimentos da Aurora Alimentos Marcos Luiz Cortina que apresentou a estrutura e o histórico da Coopercentral que comemora 50 anos em 2019. A Aurora Alimentos é formada por 11 cooperativas filiadas, mais de 65 mil famílias cooperadas, mais de 10 mil empregados das cooperativas filiadas e mais de 28 mil empregados diretos da Aurora Alimentos. Em 2018 o faturamento do Sistema Aurora foi de R$ 20,8 bilhões e o faturamento somente da Aurora Alimentos foi de R$ 9,1 bilhões. Segundo Cortina, a Aurora Alimentos tem capacidade de abate de 18 mil suínos/dia, um milhão de aves/dia e um processamento de 1,5 milhão de litros de leite/dia, mantendo 42 estabelecimentos: oito unidades industriais de suínos, sete unidades industriais de aves, seis fábricas de ração, 13 unidades de ativos biológicos (incluindo granjas, incubatórios e unidade de disseminação de gens), oito unidades de vendas e a sede central (matriz).</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A JORNADA</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A Jornada Caminhos para a Integração Produtiva foi organizada pela Secretaria de Agroindústria do Ministério de Produção e Trabalho da República Argentina com apoio do Bripaem. Também se engajaram o presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias de SC (Fecoagro) Cláudio Post, o presidente do Sindicato da Indústria Madeireira e Moveleira do Vale do Uruguai (Simovale), Ilseo Rafaeli, participantes do Núcleo de Fronteira de Santa Catarina, parlamentares e lideranças de alto nível dos Governos de Santa Catarina e de Província de Misiones. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Além de autoridades e agentes econômicos que atuaram na implementação de formas de aproximação entre o Estado de Santa Catarina e a região da Argentina, também estiveram presentes os representantes dos Departamentos de Itapúa e Alto Paraná, do Paraguai, com os quais já existem vários protocolos de cooperação assinados.</span></p>
</div>
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<div class="fonte"><span style="color: #000000;">Fonte: MB Comunicação</span></div>
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		<title>Chuvas beneficiam culturas de verão no RS</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jan 2019 13:04:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A cultura da soja avança e as lavouras do Estado atingem 32% da área nas fases de floração e enchimento de grãos e 68% estão em desenvolvimento vegetativo. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (10/01), as fases da cultura para a safra 2018/19 mostram-se próximas às da safra passada, quando, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A cultura da soja avança e as lavouras do Estado atingem 32% da área nas fases de floração e enchimento de grãos e 68% estão em desenvolvimento vegetativo. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (10/01), as fases da cultura para a safra 2018/19 mostram-se próximas às da safra passada, quando, nesse período, as lavouras encontravam-se com percentuais muito semelhantes aos observados na safra atual. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Em importantes regiões produtoras de soja no Estado, como no Noroeste Colonial, Celeiro e Alto Jacuí, a ocorrência de chuvas e as altas temperaturas proporcionaram um crescimento mais rápido das plantas, preenchendo espaços em áreas que ficaram com baixa densidade pelo problema anterior do damping-off ou tombamento. No geral, o desenvolvimento da cultura nas regiões é considerado normal, e a presença, com ataques, do tamanduá da soja e de lagartas diminuiu em relação à semana anterior, embora com algumas aplicações de inseticidas. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Nas regiões Central, Vale do Jaguari e Jacuí Centro, a soja está em fase de tratos culturais, com áreas em desenvolvimento vegetativo e outras já em formação de vagens. Devido à necessidade de replantio em algumas áreas, as lavouras estão bastante desuniformes, porém a expectativa inicial de produtividade ainda se mantém em pouco mais de 3 t/ha na região. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A cultura do milho no RS foi favorecida pelas chuvas que ocorreram na semana passada, o que permitiu, em parte das lavouras do Estado, a recuperação das plantas em desenvolvimento vegetativo, floração e formação da espiga. Na média estadual, a cultura encontra-se com 23% das lavouras em desenvolvimento vegetativo, 53% nas fases de floração e enchimento de grãos, 18% estão maduras e por colher e 6% das áreas já foram colhidas. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Na Zona Sul, 85% das lavouras de milho estão na fase de desenvolvimento vegetativo, e nas regiões do Alto da Serra do Botucaraí e Vale do Rio Pardo, a combinação das condições climáticas de altas temperaturas, radiação solar intensa e boa umidade do solo, em virtude das chuvas da semana, favorecem o crescimento e o desenvolvimento da cultura, especialmente lavouras em floração e enchimento de grãos. Prossegue, nessas regiões, a semeadura da cultura em restevas de fumo. Já na Fronteira Noroeste e Missões, as lavouras estão com bom desenvolvimento das espigas devido ao clima favorável. Com as chuvas ocorridas na última semana, os produtores intensificaram o segundo plantio do milho nas áreas já colhidas.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A lavoura do feijão 1ª safra segue avançando e apresenta bom desenvolvimento no Estado. Na semana, a colheita atingiu 35% da área, estimada em pouco mais de 41 mil hectares para a primeira safra. Atualmente, 13% das áreas estão maduras e por colher, 28% em floração e enchimento de grãos e 24% em desenvolvimento vegetativo.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Em regiões como no Alto da Serra do Botucaraí e Vale do Rio Pardo, a combinação de tempo chuvoso com altas temperaturas, clima ocorrido na semana, é favorável à incidência de doenças, como a ferrugem, necessitando a realização de controle com aplicações de fungicidas. Na Fronteira Noroeste e Missões, a primeira safra de feijão está em finalização de colheita, com produtividades consideradas boas. No geral, a produção nessas regiões se destina para consumo da própria família, mas muitos estão vendendo o excedente nas feiras dos produtores.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">As lavouras de arroz no Estado desenvolvem-se de forma satisfatória. Nas regiões da Fronteira Oeste e Campanha, a cultura tem demonstrado bom desenvolvimento vegetativo, favorecida pela umidade do solo e dias com ótima luminosidade e calor. Nas regiões Central, Vale do Jaguari e Jacuí Centro, onde são cultivados aproximadamente 137 mil hectares com arroz, espera-se uma produtividade próxima de 7.500 kg/ha. Atualmente, as lavouras estão sendo manejadas para controle de plantas daninhas, com adubação em cobertura e irrigação. Na semana, a lavoura de arroz no Estado apresentou-se com aproximadamente 79% em germinação e desenvolvimento vegetativo, 15% em floração e 6% em enchimento de grãos.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">OLERÍCOLAS</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Cebola &#8211; Na região da Serra, com a colheita finalizada, a olerícola condimentar se encontra armazenada nos galpões para que ocorra o processo de cura dos bulbos. Na segunda quinzena de janeiro, a prática da toalete deverá ter considerável incremento. De modo geral, a produção mostra boa qualidade, com bulbos firmes e secagem da parte aérea dentro do esperado.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Tomate &#8211; Na Região Metropolitana, a produção de tomate a campo está com ótimo desenvolvimento e algumas áreas, já colhidas, apresentam produtividade média de 7kg por planta. Os produtores estão manejando as lavouras em desenvolvimento vegetativo, frutificação e início de colheita. Alguns produtores utilizaram mudas enxertadas, com excelentes resultados para controle das bacterioses. O tomate está sendo comercializado por aproximadamente R$ 35,00 a caixa com 20 kg do tipo extra do produto. </span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Mandioca &#8211; Na Fronteira Noroeste e Missões, a cultura está em colheita, seja para comercialização, consumo próprio ou para beneficiamento nas agroindústrias. Vem aumentando na região o número de agroindústrias familiares que beneficiam a mandioca, descascada e embalada a vácuo, para comercializar nos programas governamentais, como o de Alimentação Escolar (Pnae), e nos supermercados. O preço recebido pelos produtores está entre R$ 2,50 a R$ 3,00/kg.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">Milho Verde &#8211; O milho verde cultivado para venda na região do Litoral já está em comercialização, mesmo com algumas áreas ainda em floração e formação de espigas e, outras, em desenvolvimento vegetativo. Os produtores estão otimistas, uma vez que comercializam o produto a R$ 1,00 a espiga. Esse valor representa um aumento de 50% em relação ao preço de comercialização no mesmo período do ano passado. As vendas são realizadas nas tendas e quiosques e o movimento dos turistas é considerado acima do esperado. Nas regiões da Fronteira Noroeste e Missões, os produtores que produzem milho verde para abastecimento em feiras e mercados da região estão intensificando a colheita, aumentando a oferta e com isso reduzindo o preço recebido. O produto está sendo vendido por R$ 3,00 o pacote de 1Kg que contém cinco espigas descascadas.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">PASTAGENS E CRIAÇÕES</span><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">O comportamento do clima, na semana, especialmente quanto à temperatura e umidade, foi benéfico para as pastagens nativas e cultivadas. Com isso, a produção de massa verde se mantém em bom nível, propiciando boas condições alimentares e nutricionais às diferentes espécies de ruminantes criadas no RS.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #000000;">A boa disponibilidade de massa verde nos campos vem garantindo uma boa condição alimentar e nutricional aos rebanhos de ovinos. No aspecto sanitário, o calor intenso e a umidade, especialmente em áreas mais baixas, exigem atenção e cuidados, especialmente no controle de verminoses, além de outras parasitoses, como sarna, piolho e miíases. No manejo dos animais, os destaques são o final do período de esquila e o desmame de cordeiros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Emater/RS</span></p>
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