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	<title>AgroCeleiro &#187; mel</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Pesquisa identifica abelha e planta nativas que produzem mel branco</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2021 23:46:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O mel branco, mel monofloral feito a partir do pólen de uma planta predominante, é característico de Cambará do Sul e bastante apreciado pelo sabor delicado. Normalmente é produzido pelas abelhas exóticas europeias, da espécie Apis melifera. No entanto, equipe de pesquisadores da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), em conjunto com USP, UFSCar, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">O mel branco, mel monofloral feito a partir do pólen de uma planta predominante, é característico de Cambará do Sul e bastante apreciado pelo sabor delicado. Normalmente é produzido pelas abelhas exóticas europeias, da espécie <em>Apis melifera</em>. No entanto, equipe de pesquisadores da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), em conjunto com USP, UFSCar, PUC/RS e Ulbra, conseguiu identificar uma espécie de abelha nativa sem ferrão, a guaraipo (<em>Melipona bicolor</em>), que também fabrica este tipo de mel.</p>
<p>A carne-de-vaca é a principal fornecedora de pólen para a produção de mel branco da guaraipo - <span style="font-weight: 400;">Foto: Fernando Dias</span></p>
<p style="font-weight: 400;">A pesquisa conseguiu, ainda, identificar qual a principal planta utilizada para a fabricação do mel branco pelas guaraipos: a árvore carne-de-vaca (<em>Clethra scabra</em>), que, assim como a abelha, é uma espécie nativa da floresta de araucárias da região dos Campos de Cima da Serra. Os resultados foram publicados em artigo na revista científica <a style="font-weight: 500;" href="https://www.scielo.br/bn">Biota Neotropica</a>, da Fapesp.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Analisamos cinco espécies de abelha sem ferrão e constatamos que a guaraipo tem mais de 90% de pólen da carne-de-vaca, então essa abelha é quase uma especialista na produção de mel branco”, conta a pesquisadora Sidia Witter, coordenadora da pesquisa. De acordo com ela, no Rio Grande do Sul, tanto a guaraipo quanto a carne-de-vaca estão ameaçadas de extinção. “O que significa que o mel produzido por esta abelha também se encontra ameaçado de extinção”, alerta.</p>
<p>O apicultor Sélvio Carvalho observou que as guaraipos também produziam mel branco - <span style="font-weight: 400;">Foto: Fernando Dias</span></p>
<p style="font-weight: 400;">Sidia destaca que a investigação sobre a guaraipo foi uma sugestão de um meliponicultor da região que, a partir das próprias observações, já havia notado que esta espécie de abelha nativa também produzia mel branco. “Conduzimos a pesquisa na propriedade do Sélvio Carvalho, que é um apicultor conservacionista que cria abelhas sem ferrão em Cambará do Sul. Foi a partir do conhecimento dele que fomos buscar a identificação dos pólens que davam origem a esse mel branco. Esse trabalho já está sendo realizado há vários anos na propriedade desse apicultor, mostrando uma parceria entre o pesquisador e o produtor”, detalha.</p>
<p style="font-weight: 400;">Este estudo pode subsidiar a indicação geográfica na forma de Denominação de Origem (DO) para Mel Branco de Cambará do Sul. Denominação de origem é o nome geográfico de país, cidade, região ou localidade de seu território, que designe produto ou serviço cujas qualidades ou características se devam exclusiva ou essencialmente ao meio geográfico, incluídos fatores naturais e humanos.</p>
<h3>Meliponicultura sustentável</h3>
<p><b></b>Extração de mel branco do ninho de guaraipo - <span style="font-weight: 400;">Foto: Fernando Dias</span></p>
<p style="font-weight: 400;">As descobertas feitas pelas pesquisas com a guaraipo em Cambará do Sul trouxeram desdobramentos para novos projetos de pesquisa, que estão atualmente em fase de captação de recursos. O escopo destas pesquisas aborda desde a biologia e ecologia das guaraipos, passando pela análise físico-química dos méis produzidos pelas abelhas sem ferrão, até a produção de mudas de carne-de-vaca.</p>
<p style="font-weight: 400;">Conforme Sidia, a ideia é promover a meliponicultura sustentável utilizando abelhas e plantas nativas para diversificar a produção agrícola e agregar renda à propriedade rural. &#8220;As abelhas sem ferrão são muito presas às condições ecológicas das regiões que elas habitam, então a finalidade é conservar as abelhas nas áreas de ocorrência natural, mas pensando também numa forma de o meliponicultor agregar renda à pequena propriedade&#8221;, conclui.</p>
<p style="font-weight: 400;">SEAPDR</p>
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		<title>Início das floradas de primavera estimula polinização das abelhas</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2020 21:15:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os dias ensolarados da última semana, associados às temperaturas amenas, estimularam as abelhas a procurar por néctar e pólen. De acordo com o Informativo Conjuntural produzido e publicado pela Gerência de Planejamento (GPL) da Emater/RS-Ascar, na região de Erechim algumas espécies de árvores, como citros, pitangueira, pessegueiros, entre outros, fornecem boa florada, como mostra a imagem capturada pela [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os dias ensolarados da última semana, associados às temperaturas amenas, estimularam as abelhas a procurar por néctar e pólen. De acordo com o <a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="http://www.emater.tche.br/site/arquivos_pdf/conjuntural/conj_03092020.pdf" target="_blank">Informativo Conjuntural</a> produzido e publicado pela Gerência de Planejamento (GPL) da Emater/RS-Ascar, na região de Erechim algumas espécies de árvores, como citros, pitangueira, pessegueiros, entre outros, fornecem boa florada, como mostra a imagem capturada pela extensionista de Cotiporã, Jéssica Zalamena. Houve também captura de alguns enxames nos últimos dias na região.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas regionais de Bagé e Pelotas, as temperaturas amenas da última semana também favoreceram a floração. Na de Bagé, os enxames que receberam alimentação proteica para estimular a postura estão em intensa atividade nas primeiras florações. Aqueles para os quais não foi administrada suplementação alimentar aos poucos retomam sua fase de produção. Os produtores seguem manejando as caixas fazendo a substituição de cera e a limpeza de colmeias. Já na região de Pelotas, o tempo ameno da semana favoreceu a ocorrência de enxameações, que coincidem com início das floradas de primavera. A floração abundante de espécies nativas e eucalipto provoca uma atividade mais precoce nos enxames. Intensificam-se as atividades de manejo e revisão de colmeias para a próxima safra.</p>
<figure class="artigo__ilustracao" style="text-align: justify;"><a style="font-weight: 500; color: #009932;" href="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202009/04133121_108524_GDO.jpg" data-credito="Fernando Dias/Seapdr" data-urlamigavel="/midia/imagem/agricultor-02-202009043120" data-legenda="Apicultores intensificam as atividades de manejo e revisão de colmeias para a próxima safra." data-label-credito="Foto: "><img class="img-responsive" style="font-style: italic;" src="https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/recortes/202009/04133121_108524_GDO.jpg" alt="Apicultores intensificam as atividades de manejo e revisão de colmeias para a próxima safra." /></a></figure>
<p style="text-align: justify;">SEAPDR RS</p>
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		<title>Mel gaúcho é líder no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2020 15:51:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#160; Apicultura do Rio Grande do Sul lidera a produção nacional de mel, com cerca de 8 mil toneladas anuais Há quase 100 dias, a crise sanitária causada pelo novo coronavírus assola o mundo e, com ela, a necessidade da adoção de alternativas para fortalecer a saúde da população. Na esteira desse debate, o mel [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div class="legenda bgclaro" style="font-weight: 300; color: #000000;">
<p class="inline" style="font-weight: 500; color: inherit; text-align: center;"><strong><em><span style="color: #000000;">Apicultura do Rio Grande do Sul lidera a produção nacional de mel, com cerca de 8 mil toneladas anuais</span></em></strong></p>
<div style="color: #333333; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Há quase 100 dias, a crise sanitária causada pelo novo coronavírus assola o mundo e, com ela, a necessidade da adoção de alternativas para fortalecer a saúde da população. Na esteira desse debate, o mel e o própolis ressurgiram no topo das listas de alimentos indicados por nutricionistas para fortalecer o sistema imunológico dos humanos.</span></div>
<div style="color: #333333; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mais do que uma boa lembrança de suas propriedades frente as consumidores, o poder medicinal dessas substâncias naturais elaboradas pelas abelhas serve de alento especialmente aos apicultores, que se animaram com a- perspectiva de desovar estoques acumulados nos últimos anos. Pioneira no Brasil, a apicultura gaúcha lidera a produção nacional de mel, com cerca de 8 mil toneladas anuais &#8211; 20% do total do Brasil (média de 40 mil t/ano).</span></div>
<div style="color: #333333; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Acredito que o mercado está favorável para vendermos mais, pois o mel é usado pela população como remédio, e o própolis, nem se fala: é antibiótico&#8221;, afirma o professor aposentado Anselmo Kuhn, presidente da Federação Apícola do Rio Grande do Sul (Fargs). A entidade cinquentenária que representa cerca de 30 mil apicultores, a maior parte formada por veteranos situados na linha de tiro da virose global, o chamado grupo de risco.</span></div>
<div class="espacamentog" style="color: #333333; text-align: justify;"></div>
<div style="color: #333333; text-align: justify;">
<h2 style="font-weight: 500;"><span style="color: #000000;">Maiores produtores de mel do mundo*</span></h2>
</div>
<div class="cred espacamento claro" style="color: #333333; text-align: justify;"></div>
<ol style="color: #333333; text-align: justify;">
<li><span style="color: #000000;">China &#8211; 551.476</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Turquia -  114.471</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Argentina -  76.379</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Irã -  69.699</span></li>
<li><span style="color: #000000;">EUA &#8211; 66.968</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Ucrânia &#8211; 66.231</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Rússia -  65.678</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Índia &#8211; 64.981</span></li>
<li><span style="color: #000000;">México &#8211; 51.066</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Etiópia &#8211; 50.000</span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: 500;">Brasil &#8211; 41.594</strong></span></li>
</ol>
<div style="color: #333333; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">*(Produção de 2017 em t)</span></div>
<div style="color: #333333; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Fonte: FAO</em></span></div>
<div style="color: #333333; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Jornal do Comércio</span></div>
<div style="color: #333333; text-align: justify;"></div>
</div>
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		<title>Setor apícola divulgará benefícios do consumo do mel durante a Expointer</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jul 2019 15:57:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O setor apícola gaúcho se prepara para divulgar os benefícios do consumo do mel para a saúde e os diferentes tipos de mel produzidos no Estado durante a Expointer deste ano. Esta é uma das ideias levantadas pelo grupo de trabalho da Câmara Setorial da Apicultura.   O grupo de trabalho vai elaborar ações de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<div class="artigo__texto">
<div>
<div style="text-align: justify;" align="center"><strong><span style="font-size: 1em;">O setor apícola gaúcho se prepara para divulgar os benefícios do consumo do mel para a saúde e os diferentes tipos de mel produzidos no Estado durante a Expointer deste ano. Esta é uma das ideias levantadas pelo grupo de trabalho da Câmara Setorial da Apicultura.</span></strong></div>
<div style="text-align: justify;"><strong> </strong></div>
<div style="text-align: justify;"><strong>O grupo de trabalho vai elaborar ações de promoção e divulgação de diferentes tipos de méis produzidos no Estado – laranjeira, uva do japão, eucalipto, entre outros – que estarão à disposição do público na seção das Câmaras Setoriais no estande da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural no Pavilhão Internacional da Expointer, que ocorre de 24 de agosto a 1º de setembro.</strong></div>
<div style="text-align: justify;"><strong> </strong></div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Outras linhas de ação para fomentar o consumo do mel incluem a inserção do produto na merenda escolar da rede pública estadual e campanhas promocionais e educativas que demonstrem aos consumidores os benefícios do mel para a saúde, além de estímulo à sua utilização na elaboração de alimentos como bolos, pães e biscoitos, e em pratos da alta gastronomia.</strong></div>
<div style="text-align: justify;"><strong> </strong></div>
<div style="text-align: justify;"><strong>O Rio Grande do Sul é o maior produtor de mel do Brasil, com média de 11 mil toneladas ao ano. São mais de 37 mil produtores que cuidam de 488 mil colmeias. O Estado também é o maior consumidor de mel do país, com consumo per capita de 120 gramas por ano.</strong></div>
<div style="text-align: justify;">SEAPDR</div>
</div>
</div>
<p><!--EndFragment-->&nbsp;</p>
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		<title>Selo Arte Ira Espandir a Possibilidade da Comercialização de Alimentos Artesanais</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jul 2019 13:10:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Lei do Selo Arte, que permite a venda interestadual de produtos alimentícios artesanais, como queijos, mel e embutidos, foi regulamentada nesta quinta-feira (18). A certificação é um sonho antigo de produtores artesanais, que poderão acessar mais mercados e aumentar sua renda. A primeira etapa de aplicação do Selo Arte será para produtos lácteos, especialmente [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #172938; text-align: justify;" align="center"><span style="color: #000000;">A Lei do Selo Arte, que permite a venda interestadual de produtos alimentícios artesanais, como queijos, mel e embutidos, foi regulamentada nesta quinta-feira (18). A certificação é um sonho antigo de produtores artesanais, que poderão acessar mais mercados e aumentar sua renda.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A primeira etapa de aplicação do Selo Arte será para produtos lácteos, especialmente queijos. As próximas etapas vão abranger produtos cárneos (embutidos, linguiças, defumados), produtos de origem de pescados (defumados, linguiças) e produtos oriundos de abelhas (mel, própolis e cera).</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além do decreto que regulamenta a Lei do Selo Arte, foram assinadas a normativa do logotipo do Selo e duas instruções normativas que tratam da aplicabilidade do decreto. Uma delas traz o regulamento técnico de boas práticas para produtos artesanais lácteos e a outra diz respeito aos procedimentos para a certificação do Selo Arte. As instruções normativas devem ficar em consulta pública por 30 dias.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Com essas mudanças legais, fica permitida, portanto, a comercialização interestadual de alimentos produzidos de forma artesanal. As mercadorias serão fiscalizadas pelos órgãos estaduais e deverão seguir as boas práticas agropecuárias e sanitárias&#8221;, explicou a Tereza Cristina. </span></p>
<h3 style="font-weight: normal; color: #231f20; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Lei</span></h3>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><a class="external-link" style="color: #3a70d1;" title="" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/Lei/L13680.htm" target="_blank">A Lei do Selo Arte (13.680/2018)</a>,<span style="color: #000000;"> publicada em junho do ano passado, modifica uma legislação de 1950, que trata da inspeção industrial e sanitária dos produtos de origem animal. Com a mudança, fica permitida a comercialização interestadual de produtos alimentícios produzidos de forma artesanal, com características e métodos tradicionais ou regionais próprios, empregadas boas práticas agropecuárias e de fabricação, desde que submetidos à fiscalização de órgãos de saúde pública dos estados e do Distrito Federal<i>. </i>A lei é<i> </i>de autoria do Deputado Federal Evair de Melo (PP-ES) e a elaboração do modelo do Selo contou com a parceria do Sebrae.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><em>Atualmente, a comercialização de produtos artesanais é limitada ao município ou estado em que o alimento é feito e inspecionado. Com a regulamentação, os produtos poderão ser vendidos em diferentes estados, desde que tenham o Selo Arte.</em></span></strong> A mudança irá beneficiar milhares de produtores artesanais, garantindo acesso ao mercado formal e a agregação de valor dos produtos agropecuários.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A estimativa é que 170 mil produtores de queijos artesanais no Brasil sejam beneficiários diretos da regulamentação neste primeiro momento.</span></p>
<h3 style="font-weight: normal; color: #231f20; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><b>Consumidores</b></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Com o Selo Arte, o consumidor terá a segurança de que a produção é artesanal, e respeita as características e métodos tradicionais. Os produtos serão fiscalizados pelos órgãos estaduais e deverão seguir as boas práticas agropecuárias e sanitárias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O diretor do departamento de Desenvolvimento das Cadeias Produtivas do Ministério da Agricultura, Orlando Melo de Castro, explica que o Selo Arte vai beneficiar os produtores, que terão acesso a mais mercados, e também os consumidores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Antes, não havia uma regulamentação que previa o comércio fora do estado. Tendo o selo arte, ele poderá comercializar em todo o território nacional. Isso é um ganho para o produtor e para o consumidor, que vai comprar um produto sabidamente fiscalizado, que tem controles na legislação, tanto na questão da produção do leite como no processo de fabricação. Isso é uma garantia e uma segurança para o consumidor, que vai encontrar esses produtos em diferentes praças do país”, diz Castro.</span></p>
<h3 style="font-weight: normal; color: #231f20; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><b>Características</b></span></h3>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os produtos alimentícios identificados com o Selo Arte deverão ser feitos com matérias-primas de origem animal produzidas na propriedade ou com origem determinada e os procedimentos de fabricação devem ser predominantemente manuais. Além disso, deverão ser adotadas boas práticas de fabricação, para garantir a produção de alimento seguro ao consumidor, e boas práticas agropecuárias, contemplando sistemas de produção sustentáveis.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Por ser caracterizado pela fabricação individualizada e genuína, o produto artesanal poderá ter variabilidade sensorial entre os lotes. Na produção artesanal, a composição e o processamento seguem receitas e técnicas tradicionais de domínio dos manipuladores e o uso de ingredientes industrializados deve ser restrito ao mínimo indispensável por razão de segurança, não sendo permitida a adição de corantes e aromatizantes artificiais.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além da comercialização interestadual de produtos, a regulamentação do Selo Arte vai diminuir a burocracia para o registro e comercialização de produtos artesanais e facilitar a identificação e o reconhecimento dos produtos através do selo.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><b>Inspeção</b></span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Ministério da Agricultura vai estabelecer os critérios para a comercialização interestadual desses produtos, garantindo o cumprimento das exigências sanitárias e dos requisitos de excelência de produção artesanal, que evidenciam o vínculo cultural e territorial.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os estados e o Distrito Federal ficarão responsáveis pela concessão do Selo Arte e pela fiscalização desses produtos, cabendo ao Ministério da Agricultura coordenar a implementação da política e realizar a gestão do sistema de concessão e controle do Selo. Cada selo terá um número de rastreabilidade que permitirá ao consumidor identificar o nome do produtor, data e local de fabricação do produto.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“O Mapa vai orquestrar toda a engrenagem, realizando o fomento de boas práticas, incentivando a produção artesanal. Também vai aconselhar e dar capacitação por meio da Embrapa e de parceiros como o Sistema S e as escolas. O Mapa tem todo o interesse de favorecer a produção artesanal no Brasil”, diz Fernando Camargo.</span></p>
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		<title>GT estudará estratégias para promover consumo do mel no RS</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Jun 2019 00:19:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na primeira reunião do ano, a Câmara Setorial da Apicultura constituiu um grupo de trabalho, formado por produtores, técnicos da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), pesquisadores e outros especialistas, para definir estratégias de promoção do consumo do mel no Rio Grande do Sul. A percepção é de que o público geral tem [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Na primeira reunião do ano, a Câmara Setorial da Apicultura constituiu um grupo de trabalho, formado por produtores, técnicos da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), pesquisadores e outros especialistas, para definir estratégias de promoção do consumo do mel no Rio Grande do Sul.</span></strong></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">A percepção é de que o público geral tem pouco conhecimento a respeito do mel produzido no Estado. “Há tanto a divulgar sobre a qualidade do mel gaúcho, seus diferentes tipos, de acordo com a floração e localização geográfica, além dos principais polos produtores”, enumera o coordenador das Câmaras Setoriais da Seapdr, Paulo Lipp.</span></strong></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Entre as sugestões levantadas e que serão aprofundadas pelo grupo de trabalho estão campanhas publicitárias de promoção do mel e a inserção do produto na merenda escolar da rede pública estadual. O grupo de trabalho se reunirá em 17 de julho para definir todas as propostas de ação, que serão apresentadas na próxima reunião da Câmara, com data a ser definida.</span></strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Mais participação dos produtores</span></strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Em sua nova formulação, a Câmara Setorial conta agora com uma participação maior dos apicultores: representantes de dez associações de produtores de mel do Estado compareceram a esta primeira reunião. Anteriormente, havia apenas um assento designado a uma entidade do setor. “Isso é um indicativo de como as câmaras setoriais abriram espaço para mais representatividade do setor produtivo”, avalia o diretor de Políticas Agrícolas e Desenvolvimento Rural da Secretaria, Ivan Bonetti.</span></strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Maior produtor do Brasil</span></strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">O Rio Grande do Sul é o maior produtor de mel do Brasil, com média de 11 mil toneladas ao ano. São mais de 37 mil produtores que cuidam de 488 mil colmeias. “O Estado também é o maior consumidor de mel do país, com consumo per capita de 120 gramas por ano, mas evidentemente há espaço para crescer ainda mais”, destaca o coordenador da Câmara Setorial de Apicultura, o produtor Aldo Machado.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">SEAPDR</span></strong></p>
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		<title>Japão investe mais de R$ 70 milhões para evitar sumiço das abelhas</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Apr 2018 19:05:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Essenciais não só pela produção de mel, as abelhas são as principais polinizadoras das lavouras; basicamente, a agricultura depende delas Um crescimento expressivo no número de apicultores tem causado um “reboliço” no Japão, com os governos – em âmbito local e federal – apoiando o aumento da produção de abelhas que, além de produzirem mel, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4 class="c-sumario" style="color: #8f8e8e; text-align: center;"><span style="color: #000000;">Essenciais não só pela produção de mel, as abelhas são as principais polinizadoras das lavouras; basicamente, a agricultura depende delas</span></h4>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Um crescimento expressivo no número de apicultores tem causado um “reboliço” no Japão, com os governos – em âmbito local e federal – apoiando o aumento da produção de abelhas que, além de produzirem mel, são essenciais para o cultivo de muitas frutas e vegetais. E o número de quem lida com a atividade simplesmente por hobby também tem subido.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Apicultores mantêm colmeias para criar os polinizadores desde os ovos postos pela Rainha. Os insetos acabam sendo vendidos para produtores rurais, que os liberam nas lavouras e estufas para fazer o trabalho de polinização. No entanto, embora os apicultores também coletem mel, a produção ainda é pequena. Em 2016, foram comercializadas 2,8 mil toneladas, o que corresponde a apenas 5% do mel disponível no mercado doméstico japonês. A maior parte é importada da China e outros mercados.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">“Ser capaz de criar abelhas no inverno é uma das forças de Okinawa. Os números de envios de colmeias e de apicultores estão crescendo bem diante dos nossos olhos”, diz Tomohiro Tokiwa, num centro especializado para embarques de colmeias. Tokiwa, de 68 anos, é o representante da cooperativa de apicultores da prefeitura de Okinawa.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">No dia da entrevista, cerca de 20 membros da cooperativa e outras pessoas estavam “empacotando” em contêineres algo em torno de 280 colmeias, que continuam aproximadamente 8 mil abelhas. “Elas provavelmente serão usadas para cerejeiras na região de Tohoku e estufas e de morangos e outras culturas na região Norte de Kanto”, explica.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Agricultores compram as abelhas por meio de cooperativas agrícolas, empresas de sementes e outras entidades. O principal objetivo é usá-las para polinizar plantações de abóboras, melancias e outras culturas.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">De acordo com a divisão pecuária da cidade de Okinawa, há 164 apicultores cadastrados na prefeitura e que possuem 11,5 mil colmeias, o que representa um aumento de pelo menos três vezes em relação aos números de 2009.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">O crescimento veio após um clima atípico e danos com pragas, provocados pela baixa reprodução das abelhas entre 2007 e 2008. Para assegurar um suprimento estável de abelhas, o governo solicitou às prefeituras que tomassem passos para aumentar a produção e promover o debate em suas regiões.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">O foco foi especialmente na região de Okinawa, onde abelhas rainhas podem “dar cria” no inverno. Muitos agricultores, inclusive, passaram a criar os insetos.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">O número de apicultores vem crescendo nos últimos anos. Segundo o Ministério da Agricultura, Florestas e Pesca do Japão, havia 9,5 mil apicultores no país em 1985. Devido, sobretudo, ao envelhecimento da população, uma lacuna acabou se formando na atividade: em 2005, restavam somente 4,8 mil trabalhadores. A recuperação ficou evidente no ano passado, que terminou com 9,3 mil apicultores.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Houve, ainda, um crescimento em relação aos “apicultores de fim de semana”. Uma revisão na Lei de Promoção da Apicultura obrigou mesmo quem cria abelhas por diversão a se registrar junto às autoridades.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Yuya Saito, de 70 anos, um escrivão da região de Ishinomaki, virou apicultor em 2012, por hobby. Apaixonado por animais, Saito notou muitas abelhas quando estava limpando sua casa e os arredores depois do grande terremoto na costa leste do Japão, em 2011. “Meu interesse no meio ambiente local aumentou desde que eu comecei com a apicultura. Coletar o mel no final do verão é uma alegria”, conta.</span></p>
<p style="color: #000000;"><span style="color: #000000;">Contudo, um novo problema surgiu: as chamadas plantas das abelhas têm desaparecido devido ao desenvolvimento das cidades e outros fatores. Elas incluem os astrálogos chineses, laranja mandarin e outras flores nas quais os polinizadores coletam o néctar.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">No orçamento de 2017, o Japão destinou mais de US$ 22 milhões &#8211; ou R$ 72,6 milhões &#8211; para centros de produção, o que inclui auxílio para a proliferação das plantas das abelhas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“Um suprimento estável de abelhas é necessário para promover a apicultura, o que ajuda a aumentar a renda local e revitalizar comunidades. Mesmo que seja necessário tempo para resolver problemas, nós continuamos com nosso apoio”, afirma um membro do Ministério da Pecuária e Abastecimento.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: Gazeta do Povo</span></p>
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