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	<title>AgroCeleiro &#187; manejo físico e biológico do solo</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Baixa % dos produtores rurais brasileiros dá atenção ao manejo físico e biológico do solo</title>
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		<pubDate>Fri, 31 May 2019 01:52:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Apenas 10% dos produtores rurais brasileiros têm dado atenção ao manejo da parte física e biológica do solo. É o que alerta o engenheiro agrônomo e membro fundador do Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB), Orlando Carlos Martins, de acordo com os dados coletados ao longo de dez anos de existência do CESB. Esse índice foi [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #222222; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Apenas 10% dos produtores rurais brasileiros têm dado atenção ao manejo da parte física e biológica do solo. É o que alerta o engenheiro agrônomo e membro fundador do Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB), Orlando Carlos Martins, de acordo com os dados coletados ao longo de dez anos de existência do CESB.</span></p>
<p style="color: #222222; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Esse índice foi percebido durante as mais de 3 mil auditorias realizadas pelo Comitê nas áreas inscritas para o Desafio de Máxima Produtividade de Soja, desde a primeira edição em 2008. O Desafio busca incentivar os sojicultores a adotarem, ano a ano, as melhores técnicas de manejo para atingir picos de produtividade em uma mesma área.</span></p>
<p style="color: #222222; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo Martins, os investimentos dos produtores têm se voltado muito para a parte química do solo, a genética das sementes e a proteção. O agrônomo indica que 80% dos agricultores recorrem a esses meios para buscar bons índices de produtividades. Assim, as partes física e biológica do solo, que de acordo com ele deveriam ser primordiais, estão sendo deixadas de lado. “São duas áreas muito importantes que estão sendo esquecidas. O problema da física e da biologia do solo é que não dá para comprar, tem que construir com o tempo. Por isso, o produtor tem que ir atrás de conhecimento”, afirma.</span></p>
<p style="color: #222222; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Hoje existem diversas tecnologias e máquinas que deixam os produtores bem equipados para promoverem uma boa safra. “Os dados coletados com os campeões de produtividade do CESB demonstram que os seus solos têm condições físicas e biológicas muito boas. Por mais que existam sementes com genéticas melhores, máquinas mais tecnológicas, nada fará efeito se o perfil de solo não tiver sido bem construído”, declara.</span></p>
<p style="color: #222222; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><b style="font-weight: bold;"><span class="x_-2105304056font"><span class="x_-2105304056size">Solo descompactado</span></span></b></span></p>
<p style="color: #222222; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para Martins, a descompactação do solo antes e durante o plantio deve ser ponto de atenção dos produtores. “Para crescerem, as raízes precisam de oxigênio e do encontram lá embaixo da terra. Se o solo está compactado e entra pouco oxigênio, a planta não vai conseguir crescer. Então precisamos criar poros no solo e a melhor maneira de fazer isso é com raízes de plantas”, relata.</span></p>
<p style="color: #222222; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para isso, ele defende a rotação de culturas, que deve ser atendida conforme as necessidades do solo e levando em consideração também o clima. “Onde não dá para fazer soja e milho no verão e outras culturas no inverno, podemos fazer soja no verão e milho e gramíneas no inverno. Elas contribuem na parte química, mas ajudam ainda mais na parte física, na aeração do solo, porque a cultura aprofunda mais e busca mais água.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><b style="font-weight: bold;"><i><span class="x_-2105304056font"><span class="x_-2105304056size">Sobre o CESB: </span></span></i></b></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O CESB é uma entidade sem fins lucrativos, formada por profissionais e pesquisadores de diversas áreas, que se uniram para trabalhar estrategicamente e utilizar os conhecimentos adquiridos nas suas respectivas carreiras e vivências, em prol da sojicultura brasileira.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O CESB é qualificado como uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), nos termos da Lei n° 9.790, de 23 de março de 1999, conforme decisão proferida pelo Ministério da Justiça, publicada no Diário Oficial da União de 04 de dezembro de 2 009.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Atualmente, o CESB é composto por 23 membros e 25 entidades patrocinadoras: Syngenta, BASF, Bayer, Jacto, Timac, Mosaic, Kuhlmann, Stoller, FMC, Monsanto, ATTO Adriana Sementes, Agrichem, UPL do Brasil, Aprosoja MT, Compass Minerals, Instituto Phytus, Corteva, Brasmax, Albaugh, Datafarm, Brandt, Orion, Somar SuperBAC, Calcário Itaú – Votorantim Cimentos e SOMAR Serviços Agro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Fonte: </strong>Assessoria de imprensa CESB</span></p>
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