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	<title>AgroCeleiro &#187; leite orgânico</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Mercado brasileiro de leite orgânico cresceu 20%</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jul 2018 14:19:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A cadeia de leite orgânico está se mobilizando para conseguir atender ao crescimento de demanda do mercado brasileiro. De acordo com Rodrigo Villalba, gerente de produtos Neovia, o segmento de orgânicos cresceu mais de 20% no ano passado, o que animou os produtores de insumos. Neovia é um grupo francês do ramo de soluções nutricionais [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; color: #000000;"><span style="color: #000000;">A cadeia de leite orgânico está se mobilizando para conseguir atender ao crescimento de demanda do mercado brasileiro. De acordo com Rodrigo Villalba, gerente de produtos Neovia, o segmento de orgânicos cresceu mais de 20% no ano passado, o que animou os produtores de insumos. Neovia é um grupo francês do ramo de soluções nutricionais para animais que representa mais de 200 cooperativas que se uniram para fundar a empresa. No Brasil o grupo tem 13 fábricas, um laboratório e dois centros de pesquisa.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;"><span style="color: #000000;">Rodrigo esteve no primeiro módulo do curso de Pecuária Leiteira Orgânica, articulado pela Secretaria de Inovação e Negócios da Embrapa e realizado pela Embrapa Pecuária Sudeste e Fazenda Nata da Serra em junho, em Serra Negra (SP). Nos próximos dias 27 e 28 de julho, o segundo módulo acontece em São Carlos, na fazenda Canchim, onde está instalado o centro de pesquisa. Saiba mais sobre o curso neste vídeo.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;"><span style="color: #000000;">De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o Brasil tem 17.167 unidades produtivas orgânicas cadastradas, número que aumentou cerca de 20% do ano passado.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;"><span style="color: #000000;">De acordo com Rodrigo, o grupo Neovia vem sendo demandado por clientes interessados em converter a produção. “Eles entram em contato pelo SAC – Serviço de Atendimento ao Cliente – perguntando se a gente tem produtos orgânicos para oferecer para vacas de leite ou para bois”, disse.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;"><span style="color: #000000;">Em São Paulo, mais especificamente na fábrica de Descalvado, a empresa tem sentido essa forte demanda. “Alguns clientes que usam ração do nosso grupo da Socil vem pedindo esse tipo de produto. Estão no escopo da companhia os produtos orgânicos certificados para este ano ainda. Essa procura começou em São Paulo, mas está se estendendo e já temos demanda de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e, há pouco tempo, também do Paraná”, afirmou Rodrigo.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;"><span style="color: #000000;">De acordo com ele, o mercado de orgânicos é muito coeso e está atraindo grandes empresas. “Isso faz com que a cadeia toda se movimente. Alguma empresa quer vender um produto orgânico na gôndola do mercado, isso demanda que se produza leite, que se compre ração, que se plante milho e soja orgânica. Ao que tudo indica, essa cadeia começou a se movimentar de forma muito forte.”</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;"><span style="color: #000000;">Atualmente, segundo o gerente, o Brasil ainda não está preparado para suprir essa cadeia. “Quando a gente fala em produzir a gente está falando de muitas toneladas e isso não é possível. Felizmente, as pessoas que estão dispostas a vender e estão produzindo, todas elas pensam em dobrar em três ou quatro anos. É uma questão de tempo”, comentou.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;"><span style="color: #000000;">Anderson Alves, gerente do escritório de Campinas da Secretaria de Inovação e Negócios da Embrapa, disse que, embora o mercado de orgânicos esteja em expansão, ainda existe muita desinformação por parte de consumidores e produtores. “A ideia do curso é capacitar técnicos, multiplicadores e produtores para que tenham uma produção orgânica que utilize soluções tecnológicas avançadas e permitam um aumento de produtividade. Vamos repassar o processo de produção de leite orgânico que a Embrapa desenvolveu”, afirmou.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;"><span style="color: #000000;">O curso todo tem cinco módulos – começou em junho e termina em outubro. Neste próximo módulo, os instrutores Artur Chinelato de Camargo e Marco Aurélio Bergamaschi vão abordar indicadores zootécnicos, ambiência animal e aspectos sanitários. O módulo de agosto será na fazenda Nata da Serra e os de setembro e outubro acontecem novamente na Embrapa Pecuária Sudeste.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000;"><span style="color: #000000;">Fonte: Embrapa Pecuária Sudeste</span></p>
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		<title>Nestlé prepara oferta de leite orgânico ao mercado em 2019</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jun 2018 16:05:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A empresa Nestlé prepara-se para lançar sua primeira linha de leites orgânicos produzidos no Brasil até junho de 2019. A inovação é resultado de projeto piloto inédito iniciado pelo Brasil com 35 produtores na região de Araraquara, interior de São Paulo. A ação foi detalhada pelo especialista de região leiteira da Nestlé Brasil, Agaciel Fiorentin, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">A empresa Nestlé prepara-se para lançar sua primeira linha de leites orgânicos produzidos no Brasil até junho de 2019. A inovação é resultado de projeto piloto inédito iniciado pelo Brasil com 35 produtores na região de Araraquara, interior de São Paulo. A ação foi detalhada pelo especialista de região leiteira da Nestlé Brasil, Agaciel Fiorentin, na oficina Produção Orgânica de Leite e Laticínios, realizada na tarde desta terça-feira (26/6), durante o 6º Fórum Itinerante do Leite, em Santa Rosa. Os tambos selecionados para o projeto operam, juntos, com 30 mil litros de leite/dia e recebem de 70% a 80% a mais pelo litro em relação ao produto convencional. O pagamento diferenciado é regido por contrato de 24 meses e ocorre desde o momento em que o produtor ingressa no programa de migração. A atual legislação prevê que o processo de conversão do solo da propriedade e do rebanho leve 18 meses, mas já há previsão de reduzir esse prazo para 12 meses.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Segundo Fiorentin, o leite orgânico foi um desafio lançado pela Nestlé a suas subsidiárias de forma a atender à crescente demanda por alimentos mais saudáveis e sustentáveis. Há pouco mais de um ano, o Brasil aceitou a provocação e vem desenvolvendo o projeto, que atende à rigorosa legislação que rege os produtos orgânicos no Brasil. Para ser considerado orgânico, o leite deve vir de animais alimentados com pastagens sem o uso de adubos químicos ou agrotóxicos. É permitida alimentação no cocho desde que seja composta por insumos orgânicos, com tolerância de até 15% de grãos convencionais desde que não transgênicos. Os animais devem ser tratados basicamente com homeopatia e produtos fitoterápicos, e não é permitida a criação em confinamento. “Não é fácil fazer orgânico. É claro que, com o apoio da indústria e da área técnica, vai ficando mais fácil”, disse. Segundo Fiorentin, um dos limitadores da expansão da produção orgânica de leite é a oferta de milho e farelo de soja orgânicos. Mediante o avanço do projeto, a empresa deve estudar sua ampliação a outras áreas onde atua no país.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Como não existe teste capaz de indicar se o leite é ou não orgânico, o importante é escolher bem os produtores que se integrarão ao sistema e serão auditados. “Quem só pensa em ganhar mais com o leite orgânico não se enquadra no perfil porque entendemos que esse criador vai desistir na primeira dificuldade. A escolha dos produtores é feita com base em seus projetos e consciência ambiental”, afirmou Fiorentin.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Atualmente, a Nestlé opera com produtos orgânicos no exterior. Até o lançamento em 2019, a produção do projeto paulista segue sendo adicionada às linhas convencionais de Molico e Ninho. “Que por meio desse projeto a gente possa desenvolver mais a cadeia láctea. O país e os consumidores só têm a ganhar, com produtos cada vez mais sustentáveis”, destacou Fiorentin.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Durante a oficina em Santa Rosa, também foi apresentado o case do produtor Eliseu Pelenz, que vem migrando sua produção para o sistema orgânico em Santo Cristo (RS). Na propriedade de 24 hectares, dez destinados ao tambo, ele tem 15 vacas que rendem 7 mil litros por mês. O conceito é o de cultivar o solo com responsabilidade, em vez de explorá-lo. “Não uso veneno há mais de 15 anos”, frisou o produtor, que entrega seu leite para o laticínio Doceoli. Para caminhar em direção ao tambo orgânico, Pelenz usa homeopatia para tratar alguns males do rebanho e até para afastar o carrapato, um trabalho que é acompanhado de perto pelo técnico Ademir Amaral. O criador só não atingiu a migração completa porque ainda utiliza alguns adubos químicos para fortalecer as pastagens, o que, segundo ele, pode ser facilmente substituído por adubo orgânico, mas ainda é caro.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">OFICINAS – A programação da tarde do 6º Fórum Itinerante do Leite incluiu outros três grupos de debates setorizados. Um dos mais concorridos foi “A atividade leiteira sob o olhar das mulheres”, no qual agricultoras apresentaram os dilemas de seu dia a dia. Outro debate que chamou atenção foi “O clima e o bem-estar das vacas leiteiras”. Por fim, a agenda ainda incluiu “Reunião Técnica sobre Tuberculose e Brucelose”, que alinhou procedimentos operacionais a serem realizados para o controle das enfermidades no rebanho bovino gaúcho.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: Portal DBO</span></p>
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