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	<title>AgroCeleiro &#187; Lavoura</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Milho no RS segue em desenvolvimento</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Nov 2019 14:36:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A melhoria do tempo possibilitou dias ensolarados e com temperaturas favoráveis à implantação de novas áreas de milho e para o desenvolvimento da cultura no Rio Grande do Sul. Até o momento foram semeados 81% da área projetada para esta safra, que é de 771.578 hectares. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado nesta quinta-feira [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #545454;">A melhoria do tempo possibilitou dias ensolarados e com temperaturas favoráveis à implantação de novas áreas de milho e para o desenvolvimento da cultura no Rio Grande do Sul. Até o momento foram semeados 81% da área projetada para esta safra, que é de 771.578 hectares. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado nesta quinta-feira (14/11) pela Emater/RS-Ascar, conveniada à Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), atualmente, 73% das lavouras de milho estão na fase de fase de desenvolvimento vegetativo, 17% em floração e 10% em enchimento dos grãos. A recorrência de precipitações aliada a temperaturas amenas tem favorecido o desenvolvimento da cultura.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">Na regional de Ijuí, a cultura do milho apresentou na semana excelente desenvolvimento, beneficiada pelo clima quente e úmido. As precipitações intensas não comprometeram a cultura, com poucos pontos de acamamento e/ou quebra do colmo. As lavouras estão 80% na fase de desenvolvimento vegetativo e 20% em floração. Foi observado o aumento da emergência de ervas daninhas nos locais com menor população de plantas.</span><br style="color: #545454;" /><br style="color: #545454;" /><span style="color: #545454;">No período, a implantação da soja no RS chegou a 28% da área prevista na intenção de plantio, que é de 5.956.504 hectares. As lavouras estão em fase de desenvolvimento vegetativo. Na região de Santa Rosa, a semana apresentou dias de tempo seco alternados com a ocorrência de chuva. As condições favoráveis foram insuficientes para reduzir a umidade do solo, que impediu a movimentação de máquinas. No período, a região apresentou plantio em 23% da área prevista para safra. As áreas implantadas antes da sequência de dias chuvosos (última quinzena) estão com bom crescimento, estande satisfatório e sem problemas de pragas. Por outro lado, nas lavouras plantadas recentemente houve registro de tombamento de plântulas (damping off), causada por fungo de solo (Rhizoctonia solani). As lavouras já germinadas apresentam grande competição com gramíneas de inverno, que, devido ao excesso de chuva, acabaram germinando, e muitos produtores tiveram que realizar capina química.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Emater/RS</p>
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		<title>Mitos e verdades sobre o uso do gesso agrícola na lavoura</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jul 2019 19:43:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Entenda por que a aplicação desse produto é vantajosa, estimula o crescimento das raízes e pode alavancar a produtividade. O déficit de cálcio e de enxofre e a presença do alumínio tóxico são algumas das principais características dos solos brasileiros. Para repor esses nutrientes e combater o vilão do alumínio, um dos compostos minerais mais [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<pre><!--StartFragment--><span style="color: #000000;"><strong>Entenda por que a aplicação desse produto é vantajosa, estimula o crescimento das raízes e pode alavancar a produtividade.
</strong><!--EndFragment--></span></pre>
<p><span style="color: #000000;"><!--StartFragment--></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O déficit de cálcio e de enxofre e a presença do alumínio tóxico são algumas das principais características dos solos brasileiros. Para repor esses nutrientes e combater o vilão do alumínio, um dos compostos minerais mais eficientes disponíveis hoje no mercado é o sulfato de cálcio, chamado também de gesso agrícola ou fosfogesso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O produto é obtido durante a produção do ácido fosfórico, em que a rocha fosfática reage com o ácido sulfúrico, resultando no ácido fosfórico e gerando como co-produto o sulfato de cálcio (gesso).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">De acordo com os especialistas, a aplicação de gesso agrícola no solo auxilia na reposição de cálcio e enxofre e, também, melhora o ambiente em subsuperfície. Para solos salinos e sódicos, o gesso é utilizado, também, como condicionador e corretivo. Atuando como um aliado do calcário agrícola, ainda que não corrija pH, o gesso é uma importante fonte de cálcio e enxofre solúveis, como lembra o doutor em Agronomia – Solos e Nutrição de Plantas e diretor técnico do Instituto de Ciências Agronômicas (INCIA), professor Elmar Floss.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“O gesso não modifica o pH, mas é uma fonte de cálcio e enxofre no solo. Além disso, o sulfato, que tem carga negativa, carrega cálcio e magnésio em profundidade. E o cálcio é o principal ativador de crescimento de raízes. A raiz cresce ao toque do cálcio e, ao mesmo tempo, vai haver uma redução da atividade do alumínio”, enfatiza Floss.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O gesso agrícola é estudado desde 1970, com ensaios em parcelas que receberam superfosfato simples (que contém cerca de 50% de sulfato de cálcio em sua composição). Os pesquisadores observaram que quanto maior o aprofundamento do sistema radicular, maior a absorção de água, menores os teores de alumínio e maiores os teores de cálcio. A conclusão desses estudos comprovou que esses benefícios foram oriundos do gesso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Portanto, o uso do gesso agrícola não é moda. É objeto de pesquisa desde a década de 1970 e, cada vez mais, se torna uma alternativa viável agronômica e economicamente ao produtor, pelo seu custo-benefício.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em comparação com outros produtos para reposição de cálcio e enxofre, a principal vantagem do gesso é a sua dissolução, que permite que ele chegue às camadas mais profundas do solo. A aplicação de gesso agrícola atinge uma profundidade de até 60 centímetros no solo, uma vez que o produto chega a ser 150 vezes mais solúvel que o calcário. Isso estimula o crescimento do sistema radicular das plantas e a absorção de nutrientes é maior, como explica o professor e pesquisador da Esalq/USP, Godofredo Cesar Vitti: “o gesso agrícola ou fosfogesso é um milagre! O produtor não precisa incorporá-lo, ele desce no perfil. Como qualquer fertilizante, o gesso agrícola se reparte em cálcio e enxofre. Uma parte vai para o subsolo arrastada pela água da chuva. Essa parte do gesso que ficou em cima eu uso como fertilizante, principalmente como fonte de enxofre, e a parte que desceu eu uso para melhorar subsolo”, destaca o professor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Conheça agora alguns mitos e verdades sobre o produto, respondidos pelo engenheiro agrônomo e especialista em solos Eduardo Silva e Silva, diretor técnico da SulGesso SA:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>– O sulfato de cálcio serve só para neutralizar alumínio em profundidade. Mito ou Verdade? </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Mito.</strong> O Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) autoriza o registro de sulfato de cálcio como fertilizante. Logo, além de condicionar o solo, neutralizando o alumínio, ele atua como fornecedor dos nutrientes cálcio e enxofre.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>– O gesso agrícola não é fornecedor de cálcio e enxofre. Mito ou Verdade?     </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Mito.</strong> O sulfato de cálcio fornece cálcio e enxofre, nas formas prontamente disponíveis a planta. Sua composição química é CaSO<sub>4</sub>.2H<sub>2</sub>O</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>– É verdade que o gesso só fornece cálcio e enxofre quando há alumínio no solo?     </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Mito.</strong> O sulfato de cálcio (gesso), seja na forma granulada, farelada ou pó, fornecerá cálcio e enxofre sempre que houver hidrogênio e/ou alumínio, ou seja, sempre que houver acidez trocável (Al + H) e acidez ativa (H). Como a maior parte dos solos brasileiros apresenta acidez, nas camadas superficiais e mais profundas, o sulfato de cálcio fornecerá cálcio e enxofre nessas duas camadas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Para o produtor adepto ao Sistema de Plantio Direto (SPD) que aplica o calcário sobre a superfície: é verdade que a presença de calcário vai impedir que o gesso libere cálcio e enxofre à planta, nas camadas superficiais?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Mito –</strong> Seria verdade se o calcário fosse incorporado, bem homogeneizado e aplicado na dose precisamente correta. Acontece que o calcário aplicado sobre a superfície, por ser praticamente insolúvel, demora anos para descer de 0cm a 3cm no solo. Sendo assim, o gesso, por ser até 150 mais solúvel, atravessará essa camada de calcário na forma de CaSO4 e assim que encontrar hidrogênio e alumínio, de 3cm em diante, dará início a sua “quebra” e, portanto, na liberação de cálcio e enxofre à planta.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Existem vídeos na internet onde é afirmado que o gesso só serve para neutralizar alumínio. Isso é verdade?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Mito.</strong> O gesso agrícola tem múltiplas aplicações. Serve para neutralizar sódio; serve para flocular as argilas, “afrouxando o solo”; serve para aumentar cálcio em solução; serve para induzir enraizamento; serve para proteger o fósforo; serve para manter por mais tempo o nitrogênio na forma de NH4+; serve para induzir maior resistência da planta a veranicos; serve para nutrir a planta com cálcio e enxofre, nas formas prontamente solúveis e, por fim, serve ainda para fazer construção de perfil de solo.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Fonte:</strong> Assessoria de imprensa Sulgesso</span></p>
<p><!--EndFragment-->&nbsp;</p>
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		<title>A importância da aplicação de calcário na lavoura quando necessário.</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Nov 2018 23:31:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Calcário, a base para a produtividade e rentabilidade das lavouras. A busca por tecnologia no meio agrícola está cada vez maior nos dias atuais. Sabe-se que o aumento da produtividade das culturas está intimamente ligado ao correto manejo do solo e da água nas propriedades. Um bom manejo do solo inicia com uma análise. A [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Calcário, a base para a produtividade e rentabilidade das lavouras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A busca por tecnologia no meio agrícola está cada vez maior nos dias atuais. Sabe-se que o aumento da produtividade das culturas está intimamente ligado ao correto manejo do solo e da água nas propriedades. Um bom manejo do solo inicia com uma análise. A partir dela é que os profissionais habilitados podem recomendar a correta dosagem e aplicação de calcário e fertilizante.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A aplicação de calcário é chamada de calagem, é uma ferramenta de manejo bastante rentável ao produtor. O baixo custo de aplicação e a boa resposta em produtividade são os principais fatores que tornam esse insumo fundamental.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Entre os benefícios que a calagem possui, está o aumento do pH do solo. Os solos do Rio Grande do Sul são, em grande parte ácidos. A alta acidez permite que o alumínio e o manganês, que são bastante solúveis, fiquem disponíveis na solução do solo, causando toxidez nas plantas. Além da toxidez, o alumínio pode fixar o fósforo, tornando-o indisponível para as plantas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A calagem , através da correção da acidez, proporciona uma melhor condição de desenvolvimento das raízes das plantas com um melhor aproveitamento da água e nutrientes disponíveis. Somado a isto, temos um aumento da saturação de bases na solução do solo que ocasiona a maior disponibilidade de nutrientes como nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio. Isso acaba promovendo um melhor desenvolvimento das plantas e consequente aumento de produtividade. O calcário possui altos teores de cálcio e magnésio, promovendo assim um aporte interessante destes nutrientes quando utilizado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2018/11/tabela-importancia-calcario.jpg"><img class="alignright wp-image-8472" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2018/11/tabela-importancia-calcario-300x168.jpg" alt="tabela importancia calcario" width="450" height="253" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Apesar de ser uma prática bastante conhecida, em muitos casos o produtor rural acaba deixando de dar a devida importânciapara a calagem, apesar de todos os benefícios que a aplicação de calcário possui.Com a melhoria na rentabilidade, principalmente da cultura da soja, os produtores estão focados em aumentar a produtividade e, para isso, a correção do solo é primordial. Com o advento do plantio direto, a melhoria foi significativa e a produtividade aumentou. Para continuarmos nesse caminho a aplicação de calcário e correção do solo são práticas fundamentais.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://unical.com.br/calagem/" target="_blank">Unical</a></p>
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		<title>Desenvolvimento das lavouras de Soja</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/desenvolvimento-das-lavouras-de-soja/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Feb 2018 15:06:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cultura evoluindo rapidamente para a formação de vagens e grãos. Com o longo período úmido e alta luminosidade desta semana a cultura apresenta porte elevado e em algumas áreas ocorreu acamamento de plantas. Controle de pragas e doenças muito bom até o momento e baixa incidência de doenças de final de ciclo. Quanto a sanidade, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="LEFT">
<p><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-size: medium;">Cultura evoluindo rapidamente para a formação de vagens e grãos. </span></strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Com o longo período úmido e alta luminosidade desta semana a cultura apresenta porte elevado e em algumas áreas ocorreu acamamento de plantas.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Controle de pragas e doenças muito bom até o momento e baixa incidência de doenças de final de ciclo.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Quanto a sanidade, baixa incidência de lagartas e percevejos até o momento.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Presença de tripés em algumas lavouras.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>O preço da soja na nossa região, essa semana teve um aumento sendo praticados entre R$ 57,00 a R$ 59,00/sc.</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Conheça as três melhores técnicas de conservação do solo</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/conheca-as-tres-melhores-tecnicas-de-conservacao-da-qualidade-do-solo/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Dec 2017 00:44:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A saúde do solo tem sido um termo muito utilizado na literatura científica para se referir ao seu nível de conservação. A preocupação com a conservação do meio ambiente, mudanças climáticas, aumento da população mundial e a constante necessidade de se produzir mais fez com que a produção de alimentos sustentável se tornasse uma das [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">A saúde do solo tem sido um termo muito utilizado na literatura científica para se referir ao seu nível de conservação. A preocupação com a conservação do meio ambiente, mudanças climáticas, aumento da população mundial e a constante necessidade de se produzir mais fez com que a produção de alimentos sustentável se tornasse uma das maiores necessidades da humanidade atualmente.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A agricultura de conservação vem se destacando como uma das <b style="font-weight: bold;">melhores técnicas agrícolas</b> para melhorar os índices de produtividade além de proporcionar a conservação do solo e do meio ambiente. No Brasil, o sistema plantio direto tem despontando como o principal sistema sustentável de produção de alimentos. A seguir falaremos brevemente sobre as três principais técnicas do sistema para se aumentar e conservar a saúde do seu solo.</span></p>
<h2 style="color: #19232d;"><span style="color: #000000;"><b style="font-weight: bold;">Manutenção de cobertura permanente</b></span></h2>
<p><span style="color: #000000;">A manutenção da cobertura do solo de forma permanente na área é um dos aspectos mais importantes de uma agricultura conservacionista em sistema plantio direto. A palha sobre a superfície do solo o protege contra o impacto das gotas de chuva, preserva a atividade biológica, diminui as amplitudes térmicas,<a style="color: #437d1e;" href="http://blog.agropro.com.br/fertilidade-do-solo-e-manejo-de-nutrientes/" target="_blank"><span style="color: #000000;"> </span></a>promove a ciclagem de nutrientes, entre muitos outros benefícios. A escolha do sistema de rotação de culturas de forma a manter o solo coberto durante o ano todo, sem deixar “janelas”, consiste em uma das <b style="font-weight: bold;">melhores técnicas agrícolas</b> para se prover uma melhor qualidade para o seu solo.</span></p>
<h2 style="color: #19232d;"><span style="color: #000000;"><b style="font-weight: bold;">Rotação de culturas diversificada</b></span></h2>
<p><span style="color: #000000;">A rotação de culturas é também uma das <b style="font-weight: bold;">melhores técnicas agrícolas</b> para se manter a qualidade do solo, proporcionar um<a style="color: #437d1e;" href="http://blog.agropro.com.br/utilizacao-de-agrotoxicos/" target="_blank"><span style="color: #000000;"> </span></a>controle mais efetivo de pragas e doenças, além de se evitar o aparecimento de resistências contra pesticidas na área. Uma rotação de culturas ideal deve conter o cultivo de pelo menos três espécies na mesma área, de preferência rotacionando espécies com alta e baixa relação C/N.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">As plantas com alta relação C/N como o milho, sorgo e gramíneas em geral, promove uma cobertura mais duradoura no solo, pois a composição da palhada (contendo mais lignina) demora mais para se decompor. Já as plantas com baixa relação C/N, destacando-se as espécies leguminosas, proporcionam uma maior adição de nitrogênio no sistema, promovendo a mineralização da matéria orgânica e estimulando a atividade microbiana.</span></p>
<h2 style="color: #19232d;"><span style="color: #000000;"><b style="font-weight: bold;">Ausência de revolvimento do solo</b></span></h2>
<p><span style="color: #000000;">O revolvimento ocasional do solo, seja por aração, gradagem ou escarificação é um dos<a style="color: #437d1e;" href="http://blog.agropro.com.br/sistema-plantio-direto/" target="_blank"><span style="color: #000000;"> erros mais cometidos em áreas sob sistema plantio direto</span></a>. Em regiões de clima tropical, onde as condições climáticas (alta temperatura e pluviosidade) levam a intensidades muito maiores de intemperismo, o revolvimento do solo acaba sendo ainda mais prejudicial para o solo.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O rompimento e inversão das camadas de solo levam a quebra dos agregados, que são a principal forma de proteção da matéria orgânica. Com a exposição da matéria orgânica previamente protegida a agentes de decomposição, os estoques de C do solo acabam se degradando rapidamente, levando problemas com erosão e perda de nutrientes.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">blog.agropro.com.br</span></p>
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		<title>Produtores buscam alternativas de diminuir custos de produção</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Nov 2017 13:30:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Produtores brasileiros querem direito a insumos mais baratos do Mercosul. Pois agricultores daqui pagam até 426% a mais do que em países vizinhos. Para aliviar um pouco os custos de produção, produtores brasileiros querem importar defensivos, maquinários, implementos e peças de outros países do Mercosul, onde a expectativa é pagar menos por eles. O governo diz [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4 class="text-left" style="color: #003300;"><span style="color: #000000;">Produtores brasileiros querem direito a insumos mais baratos do Mercosul. Pois agricultores daqui pagam até 426% a mais do que em países vizinhos.</span></h4>
<p><span style="color: #000000;">Para aliviar um pouco os custos de produção, produtores brasileiros querem importar defensivos, maquinários, implementos e peças de outros países do Mercosul, onde a expectativa é pagar menos por eles. O governo diz que há impedimentos técnicos e legais para isso, mas entidades do setor já pensam em entrar com uma ação para reverter a situação.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Dados da Federação de Agricultura do Rio Grande do Sul mostram que o mesmo inseticida chega a ser 426% mais caro no Brasil do que no Uruguai, por exemplo. O caso é semelhante para itens como máquinas agrícolas e implementos. Só que os produtores brasileiros não podem resolver o problema atravessando a fronteira e comprando o produto nesses países. O setor reclama que há barreiras técnicas e legais para isso.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“O Brasil criou várias normas para impedir o livre comércio dos insumos e maquinários com países vizinhos. Entretanto, liberou totalmente a entrada de produtos agropecuários do Mercosul. Pode entrar o arroz da Argentina, leite do Uruguai, e por ai vai. Mas não pode entrar o agroquímico, ou uma peça de reposição da máquina. Por que não pode?”, indaga Antônio da Luz, economista da Farsul.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Um dos impedimentos para o livre comércio de insumos com o Brasil, é que as fabricantes seguem diferentes regras para o registro e comercialização dos produtos em cada país. Só que este argumento não convenceu os produtores brasileiros, que já estudam entrar com ação no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), para denunciar possível abuso das empresas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“Havendo problemas com patentes e abuso do poder, é preciso denunciar junto ao Cade. Com a materialização disso, e há indícios muito fortes de que acontece, vamos denunciar, sim. Mas é preciso olhar bem a situação para entender o caso. Existem produtos em que o problema é de patente e tem produtos que o problema é de registro. É preciso separar as coisas e atacar nas duas frentes”, explica Da Luz.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">No caso dos defensivos agrícolas existe outro problema. Eles precisam ter registro no Brasil, e o produtor rural não pode importar sem isso, fato que só uma mudança na lei permitiria. Na opinião do Ministério da Agricultura (Mapa), o ideal é que existisse um registro geral de agrotóxicos no Mercosul.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: Canal Rural</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Plantio da soja deve se intensificar na Região Celeiro e demais regiões do RS nos próximos dias</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Oct 2017 13:16:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Agroceleiro]]></category>
		<category><![CDATA[Lavoura]]></category>
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		<description><![CDATA[Área plantada atinge 3%, com previsão de término até o fim de novembro A semeadura da soja no Rio Grande do Sul começou nas grandes áreas de forma ainda lenta, próximo de 3%, devido às boas condições climáticas do momento e pela abertura de janela de plantio das culturas de ciclo precoce. As lavouras implantadas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4 class="sub-titulo" style="color: #686868 !important;"><span style="color: #000000;">Área plantada atinge 3%, com previsão de término até o fim de novembro</span></h4>
<p><span style="color: #000000;">A semeadura da soja no Rio Grande do Sul começou nas grandes áreas de forma ainda lenta, próximo de 3%, devido às boas condições climáticas do momento e pela abertura de janela de plantio das culturas de ciclo precoce. As lavouras implantadas são com alto investimento tecnológico, principalmente com sementes de qualidade e pela quantidade de fertilizantes colocada na base.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, o plantio vai se intensificar a partir dos próximos dias, devendo ser concluído no final de novembro. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Já o <strong>trigo</strong> em fase de colheita, no entanto, as lavouras encontram-se desparelhadas, com maturação desuniforme, como consequência das geadas, da seca ocorrida durante o clico do trigo e da fase crítica devido às condições climáticas que estão ocorrendo atualmente, com chuvas excessivas, temporais isolados, ventos fortes e granizo. A qualidade dos grãos é de regular a ruim, considerando as primeiras lavouras colhidas. Essa situação está puxando a produtividade para baixo, gerando uma inquietação nos produtores. Aqueles que financiaram suas lavouras estão solicitando Proagro.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Emater/RS-Ascar</span></p>
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		<title>Inicia colheita de trigo na região Celeiro</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Oct 2017 19:44:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura de inverno]]></category>
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		<description><![CDATA[A condição climática de chuvas frequentes que vem ocorrendo, não é benéfica para cultura do trigo, uma vez que essas cultura se encontram em maturação e colheita, fases em que o ideal é um tempo mais seco. O trigo se encaminha para a colheita, que iniciou nesta semana de forma insipiente, alcançando 3% da área [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">A condição climática de chuvas frequentes que vem ocorrendo, não é benéfica para cultura do trigo, uma vez que essas cultura se encontram em maturação e colheita, fases em que o ideal é um tempo mais seco.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O trigo se encaminha para a colheita, que iniciou nesta semana de forma insipiente, alcançando 3% da área total. Nesse sentido, estima-se que 29% das lavouras se encontram aptas (maduras) para tanto. Outras 62% estão em fase final de formação de grão.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Os produtores estão ansiosos e com preocupações pelo fato das lavouras não se apresentarem homogêneas em seu estádio final, ou seja, muitas espigas se encaminham para a maturação enquanto outras ainda estão em fase final de enchimento de grãos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A perspectiva de vários dias chuvosos para a segunda quinzena de outubro preocupa os produtores, que contam com uma lavoura que deve apresentar produtividade variável, em muitos casos dentro de uma mesma lavoura (ou talhão). As primeiras colheitas, além de apresentarem volumes aquém do desejado, têm apresentado qualidade inferior.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Emater</span></p>
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		<title>A importância do Calcário, para que o adubo alcance o máximo de aproveitamento</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Sep 2017 14:10:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[adubação]]></category>
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		<category><![CDATA[Calagem]]></category>
		<category><![CDATA[Calcário]]></category>
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		<description><![CDATA[Estudo da Embrapa aponta que, em solos ácidos, as plantas absorvem apenas 27% dos elementos que integram o adubo. No pH 6,5, o aproveitamento alcança 93,9%. Um item de peso na contabilidade dos agricultores é em relação aos fertilizantes, cuja eficiência é menor quando aplicado em áreas sem calagem. A correção da acidez de solo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4><span style="color: #000000;">Estudo da Embrapa aponta que, em solos ácidos, as plantas absorvem apenas 27% dos elementos que integram o adubo. No pH 6,5, o aproveitamento alcança 93,9%.</span></h4>
<p><span style="color: #000000;">Um item de peso na contabilidade dos agricultores é em relação aos fertilizantes, cuja eficiência é menor quando aplicado em áreas sem calagem.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A correção da acidez de solo é um investimento de baixo custo, pois o insumo é abundante e totalmente nacional.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O processo da calagem favorece o desenvolvimento das raízes e facilita a utilização dos nutrientes do solo e dos adubos pelas plantas. A produção nacional no campo teria melhores resultados, num dos poucos setores que tem apresentado bons resultados na economia, tanto para consumo interno como das exportações.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">&#8220;A questão envolve a economia nacional como um todo. A maior parte das terras no Brasil apresenta acidez. Feita a calagem, a colheita seria superior ao que temos hoje, sem a necessidade de novas fronteiras agrícolas&#8221;, disse Oscar Alberto Raabe, presidente da Abracal.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Hoje o Brasil utiliza 31 milhões de toneladas de calcário por ano. &#8220;Poderíamos pelo menos dobrar esse consumo caso o governo adotasse uma atenção especial à prática da calagem&#8221;, avalia Raabe.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Entenda a relação entre calagem e adubo</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;">Os solos brasileiros são ácidos por natureza e pelo uso;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Em solo ácido, o desperdício dos fertilizantes NPK incorporados supera 30%;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Fertilizantes NPK são preponderantemente importados e tem custo elevado;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">NPK é uma sigla utilizada em estudos de agricultura, que designa a relação dos três nutrientes principais para as plantas (nitrogênio, fósforo e potássio), também chamados de macronutrientes, na composição de um fertilizante;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">O calcário, carbonato de cálcio e magnésio, é um insumo completo, pois atua como fertilizante disponibilizando para a planta os macronutrientes cálcio e magnésio, e, como corretivo de acidez pela combinação do radical CO3 com H livre no solo;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Calcário é abundante e bem distribuído no Brasil, consequentemente de fácil acesso a todas as regiões agrícolas;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Calagem de solos agricultados é um investimento de capital, com retorno de três vezes o valor aplicado;</span></li>
<li><span style="color: #000000;">A correção de acidez do solo deve anteceder à adubação e ao plantio em no mínimo 90 dias.</span></li>
</ul>
<p>globalfert.com.br</p>
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		<title>Clima favorece implantação de lavouras de milho no RS</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/clima-favorece-implantacao-de-lavouras-de-milho-no-rs/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Sep 2017 13:13:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agroceleiro]]></category>
		<category><![CDATA[Lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[Plantio de milho]]></category>
		<category><![CDATA[RS]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o solo em umidade ideal para a semeadura, segue o plantio do milho no Rio Grande do Sul. Da área total prevista a ser implantada no Estado (731,5 mil ha), estima-se que 34% já foram implantados, contra uma média de 20% para o período. De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, a totalidade [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4><span style="color: #545454;">Com o solo em umidade ideal para a semeadura, segue o plantio do milho no Rio Grande do Sul. </span></h4>
<p><span style="color: #545454;">Da área total prevista a ser implantada no Estado (731,5 mil ha), estima-se que 34% já foram implantados, contra uma média de 20% para o período. </span></p>
<p><span style="color: #545454;">De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, a totalidade das lavouras de milho se encontra nas fases de germinação e desenvolvimento vegetativo. Em determinadas áreas, algumas primeiras plântulas já apresentam sintomas de ataque de pragas, mesmo com aplicação de inseticida nas sementes.</span></p>
<p><span style="color: #545454;"> Emater/RS-Ascar</span></p>
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