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	<title>AgroCeleiro &#187; Lã Niña</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Probabilidade de La Niña até o final do verão 2022 está acima dos 80%, aponta Copaaergs</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 16:12:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A probabilidade do fenômeno La Niña permanecer no Rio Grande do Sul até o final do verão 2022 está acima dos 80%, de acordo com os modelos de previsão para definição do evento El Niño Oscilação Sul (ENOS) do International Research Institute for Climate and Society (IRI), utilizados pelo Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A probabilidade do fenômeno La Niña permanecer no Rio Grande do Sul até o final do verão 2022 está acima dos 80%, de acordo com os modelos de previsão para definição do evento El Niño Oscilação Sul (ENOS) do International Research Institute for Climate and Society (IRI), utilizados pelo Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do Rio Grande do Sul (Copaaergs).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O prognóstico climático para o mês de janeiro de 2022 indica chuva próxima da média em grande parte do Estado, exceto no extremo oeste, onde ficará um pouco acima da média. Para o mês de fevereiro, a tendência é de que a chuva fique abaixo da média. Em março, os prognósticos indicam chuvas próximas da média. Para as temperaturas do ar, o prognóstico é de que fiquem próximas da média em todo o trimestre. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Mesmo com condições de chuva dentro da faixa normal no verão, as precipitações ainda não são suficientes para suprir a demanda hídrica das principais culturas de primavera/verão, em função da alta demanda evapotranspirativa do período&#8221;, destaca a coordenadora do Copaaergs, agrometeorologista Loana Cardoso. Evapotranspiração é a combinação da evaporação da água do solo e a transpiração da água pelas plantas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O boletim do Conselho é elaborado a cada três meses por especialistas em Agrometeorologia de 14 entidades públicas estaduais e federais ligadas à agricultura ou ao clima.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">SEAPDR RS</span></p>
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		<title>Fim do Lã Niña? Entenda os impactos no clima nos próximos meses</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2021 13:20:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em atualização na semana passada, a Agência de Meteorologia e Oceanografia Norte Americana (NOAA) indicou que a passagem do La Niña no oceano Pacífico está chegando ao fim, mesmo que algumas partes da atmosfera sobre o Pacífico ainda apresentem uma fraca assinatura do fenômeno. “O importante é olhar para frente e o cenário para o fim do [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="color: #343731; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em atualização na semana passada, a <a style="color: #343731;" href="https://www.noaa.gov/"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: 500 !important; color: #343731;">Agência de Meteorologia e Oceanografia Norte Americana (NOAA)</strong></span></a> indicou que a passagem do La Niña no oceano Pacífico está chegando ao fim, mesmo que algumas partes da atmosfera sobre o Pacífico ainda apresentem uma fraca assinatura do fenômeno.</span></p>
<p dir="ltr" style="color: #343731; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“O importante é olhar para frente e o cenário para o fim do outono e decorrer do inverno é de neutralidade, sem El Niño ou La Niña. A chance de neutralidade sobe para 80% no trimestre maio-junho-julho, enquanto a de La Niña despenca para menos de 20%”, explica a editora-chefe de meteorologia do Canal Rural, Pryscilla Paiva.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O próximo período úmido ainda é uma incógnita com relação ao predomínio de neutralidade ou de La Niña. Entre novembro de 2021 e janeiro de 2022, aparece uma chance de 50% de La Niña e de 40% de neutralidade.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Olhando para a última atualização da simulação americana CFSv2, o oceano Pacífico equatorial central até poderá esquentar levemente por volta de junho e voltará a resfriar posteriormente com desvio de menos de -0,5°C em dezembro”, afirma Celso Oliveira, meteorologista da Somar.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo ele, o aparecimento de uma temperatura levemente acima da média até meados deste ano era algo esperado, isso porque observa-se o rápido avanço de uma área de água mais quente que o normal e a supressão da área de água fria que manteve o La Niña nos últimos meses.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“A questão é que embora esteja avançando muito rapidamente, a água não está muito mais quente que o normal. Então, aparentemente ela não deverá se sustentar por muito tempo e dará lugar à água mais fria no fim do ano”, diz Oliveira.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">De acordo com a mais recente previsão probabilística da Universidade de Colúmbia (IRI), o La Niña acabará no Pacífico, mas a atmosfera continuará com a memória do fenômeno. Para o trimestre maio-junho-julho, a previsão é de chuva abaixo da média desde o Mato Grosso até o Rio Grande do Sul, com maior chance de confirmação de chuva abaixo da média em São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Entre agosto e setembro, a previsão de chuva acima da média na região Centro- Oeste deve ser vista com cautela. Embora a tendência seja de que a precipitação não atrase tanto na próxima primavera, ainda não há indicativo de regularização precoce. Além disso, chama a atenção a chuva acima da média apenas no oeste e sul do Rio Grande do Sul e abaixo da média entre Santa Catarina e o sul de Minas Gerais. Isso indica que as frentes frias não terão muita energia para trazer precipitação sobretudo para a Região Sul por seis meses.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Canal Rural</span></p>
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