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	<title>AgroCeleiro &#187; Investimento</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Farsul garante renegociação de investimento e custeio para produtores que sofreram perdas na safra</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Oct 2018 18:39:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Farsul foi ao Ministério da Fazenda para tratar das dificuldades dos produtores em garantir cumprimento do acordo de reposição de dívidas agrícolas. A norma que permite que o produtor que teve algum tipo de problema, como os climáticos, possa remanejar a parcela do ano vigente para depois da última prestação não estava sendo cumprida. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Farsul foi ao Ministério da Fazenda para tratar das dificuldades dos produtores em garantir cumprimento do acordo de reposição de dívidas agrícolas. A norma que permite que o produtor que teve algum tipo de problema, como os climáticos, possa remanejar a parcela do ano vigente para depois da última prestação não estava sendo cumprida. Isso porque os contratos foram assinados utilizando a TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo), que foi substituída pela TLP (Taxa de Longo Prazo) sem a devida orientação aos agentes financeiros. Em reunião realizada nesta quinta-feira, dia 25, em Brasília, ficou acertado que na próxima segunda-feira, o BNDES irá emitir circular autorizando a flexibilização do indexador.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A medida contempla as parcelas vencidas ou vincendas em até 60 dias, conforme funcionou normalmente até o ano passado. As prestações em que o prazo superou os 60 dias terão um tratamento diferente, pois essas já foram pagas pelos agentes financeiros para o BNDES e esses valores necessitam ser devolvidos. Somente após essa transição seria possível o remanejo da parcela do produtor. Agentes e BNDES irão se reunir na próxima semana para definir como deverá funcionar toda a operação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O economista-chefe do Sistema Farsul, Antônio da Luz, representou a Federação na reunião e disse que a decisão a ser tomada depende do número de produtores enquadrados nessa situação. “Se for um grupo importante de produtores envolvidos, eles estão dispostos a fazer porque o produtor está sendo prejudicado por algo que não teve culpa. Não foi ele quem mudou a regra do jogo. Se houve uma mudança legislativa que impediu o cumprimento, aconteceu uma mudança no contrato. O produtor não pode pagar por uma mudança em que ele não teve nenhuma participação”, explica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em relação aos custeios, é garantida ao produtor a possibilidade de renegociação nos casos em que ocorram perdas, conforme o Capítulo 2, Seção 6, Item 9, do Manual do Crédito Rural. Cabe ao banco efetuar as normas do manual ou aderir ao Programa Composição de Dívidas Rurais (BNDES Pro-CDD Agro). “Assim, o produtor fica em condição de adimplência e sabendo o valor da dívida. Ele deve buscar sua agência para propor que seja tomada uma das duas medidas”, orienta Luz. Tanto para o financiamento, quanto para o custeio é necessário a apresentação do laudo técnico comprovando o motivo da frustração da safra.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Imprensa Sistema Farsul</span></p>
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		<title>Alta do custo da eletricidade faz crescer interesse por energia solar fotovoltaica</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Aug 2017 15:20:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em agosto, a conta de luz teve um novo aumento com o acionamento da bandeira vermelha pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). E de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a energia elétrica, um dos itens que mais pesa na planilha de custo dos produtores, deve aumentar ainda mais [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #555555;">Em agosto, a conta de luz teve um novo aumento com o acionamento da bandeira vermelha pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). E de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a energia elétrica, um dos itens que mais pesa na planilha de custo dos produtores, deve aumentar ainda mais em 2017. Por outro lado, o custo da energia solar vem despencando e hoje custa 250 vezes menos que há quatro décadas, conforme dados da Bloomberg New Energy Finance.</p>
<p style="color: #555555;">Segundo especialistas, a tendência é que a energia solar seja uma das principais fontes de energia do futuro. Diferente do combustível fóssil (que é um recurso finito), os painéis são uma tecnologia cuja eficiência aumenta e o valor diminui com o passar do tempo. No Brasil, conforme a Aneel, apenas 11 mil propriedades têm o sistema instalado. No agronegócio, a tecnologia vem sendo bem recebida pela agricultura familiar, em função da linha de crédito incentivada pelo Pronaf Eco, Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar direcionado para financiamento de energia renovável e sustentabilidade ambiental.</p>
<p style="color: #555555;"> Para atender esta demanda, o Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA) vem cadastrando e credenciando empresas que fornecem sistema de energia solar fotovoltaica. Até o momento apenas cinco estão cadastradas no sistema do MDA, a única da região Sul do país é a Turbo Ferro, de Tubarão (SC), que fornece o Solar Inove para o Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. “Somos uma empresa tradicionalmente do setor agrícola, hoje 95% dos nossos clientes são produtores. Para ser cadastrado pelo MDA tivemos que atender diversas exigências e certificações, por isso, temos um produto diferenciado que pode  ser financiado em até 10 anos com juros de 2,5% ao ano”, afirma Fernando Ronchi, diretor da empresa.</p>
<p style="color: #555555;">Com cerca 90% do seu marcado centrado no Sul do país, a empresa catarinense investe forte no mercado fumageiro. “Durante muitos anos fornecemos estufas metálicas e secadores, especialmente para fumageiras do Rio Grande do Sul e Santa Catarina e essa parceria continua com o sistema fotovoltaico através do Solar Inove.”, diz Ronchi. Em municípios como Santa Terezinha, no Planalto catarinense, onde a cidade com 8.761 habitantes conta com mais de dois mil produtores de fumo, a preocupação com a falta de energia elétrica é muito grande. Durante o período de colheita, que vai de novembro a meados de fevereiro, a sobrecarga de energia é tão expressiva que a empresa fornecedora de energia é obrigada a fornecer geradores para garantir a energia na região. Para tentar resolver o problema, os produtores locais estão aderindo ao sistema fotovoltaico. “Eu fui um dos primeiros na região, mas agora tem mais gente instalando. A nossa região tem muita sobrecarga em época de colheita de fumo e o consumo é muito alto neste período. É uma forma da gente fazer a nossa parte.”, afirma Genésio Ignaczuk, que adquiriu o sistema há um ano.</p>
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<p style="color: #555555;">O produtor investiu R$ 42 mil na contratação de 700 quilowatts por mês para pagar em até dez anos através do PronafEco. As placas que compõem o painel fotovoltaico foram instaladas em cima do galpão onde o produtor seca, em média, 15 mil quilos de fumo. “Analisando a longo prazo com um financiamento de dez anos pra pagar se torna muito viável, principalmente quando a gente vê a conta da luz passar de R$ 180 para R$ 1,2 mil em época de colheita”, diz Ignaczuk.</p>
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<p style="color: #555555;">Mas, não são apenas os fumicultores que vem aproveitando os benefícios deste sistema de energia renovável. A suinocultura e a avicultura também sofrem muito com os custos e a falta de energia em sua atividade a exemplo do que acontece em outras atividades no campo ou no meio urbano. O crescimento do setor é tão sólido, que a  Bloomberg New Energy Finance projeta que até 2040, a matriz elétrica brasileira passe a contar com 32% de energia solar fotovoltaica, superando a fonte hidroelétrica. “Além de uma fonte de energia renovável é um bom negócio para todos os envolvidos na cadeia. Por isso, também estamos em busca não apenas de novos clientes, mas também de parceiros interessados em desenvolver a energia solar no Sul do Brasil”, diz Ronchi. A utilização do sistema ainda engatinha no mercado brasileiro, mas já aparece como uma grande alternativa para viabilizar a atividade no campo. “É uma tecnologia que se paga em quatro ou cinco anos. Em alguns lugares esse tempo pode ser menor devido ao valor do quilowatt. O Rio Grande do Sul, por exemplo, tem o valor mais caro da região Sul”, salienta o empresário.</p>
<p style="color: #555555;">De modo geral no Brasil, o custo total do sistema fotovoltaico é, em média, a metade do valor da energia elétrica convencional. Por exemplo, um sistema de energia solar fotovoltaico de 3.12 KWp tem um investimento de R$ 21 mil, que pode ser pago em até dez anos com juros de 2,5% ao ano. Em 25 anos (que é o tempo de garantia das placas), a energia gerada será de aproximadamente 118.800 Kwh. Se dividirmos o valor do investimento pela energia gerada chegaremos ao preço de R$ 0,177/kWh ao longo desse período. Para se ter uma ideia, o valor do KW no Rio Grande do Sul, por exemplo, a média é de R$ 0,60. “Se formos literais, podemos concluir que a energia solar na verdade é gratuita. Nós pagamos é pelo sistema que transforma a energia solar em energia elétrica”, afirma Ronchi.</p>
<p>Fonte: destaquerural.com.br</p>
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