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	<title>AgroCeleiro &#187; Inverno</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Agosto começa com temperaturas em elevação e tempo seco</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2020 14:13:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Agosto vai começar com tempo seco e temperaturas mais elevadas no Rio Grande do Sul, de acordo com o Boletim Integrado Agrometeorológico nº 05/2020 divulgado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), em parceria com a Emater-RS e Irga.. Na sexta (31/7), o ar frio perderá intensidade e o ingresso de umidade aumentará a cobertura [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Agosto vai começar com tempo seco e temperaturas mais elevadas no Rio Grande do Sul, de acordo com o Boletim Integrado Agrometeorológico nº 05/2020 divulgado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), em parceria com a Emater-RS e Irga..</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na sexta (31/7), o ar frio perderá intensidade e o ingresso de umidade aumentará a cobertura de nuvens, com possibilidade de chuvas fracas e isoladas, especialmente na Fronteira Oeste e Campanha.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No sábado (01/8), o tempo seco, com temperaturas amenas vai predominar em todo o Estado. No domingo (02), o tempo firme, com temperaturas em elevação vai seguir predominando na maioria das regiões, mas a propagação de uma frente fria no Oceano deve provocar pancadas isoladas de chuva na Zona Sul.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Entre a segunda (03) e quarta-feira (05), o tempo permanecerá seco, com temperaturas acima do padrão e valores que oscilarão entre 25°C e 28°C em todo o Estado.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os totais de chuva previstos serão inferiores a 5 mm na maioria das regiões. Somente no Extremo Sul, Campos de Cima da Serra e Litoral Norte os valores deverão superar os 10 mm.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #000000; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">SEAPDR RS</span></p>
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		<title>Após muita chuva, Sul deve ter tempo firme para os próximos dias</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2020 18:30:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“Esta condição vai permitir a retomada dos trabalhos em campo, como o plantio do trigo em áreas do Rio Grande do Sul, onde o solo atualmente está muito encharcado”, diz a meteorologista Desirée Brandt. Para esta quarta-feira, 8, as chuvas diminuem no norte e noroeste do Rio Grande do Sul. Há previsão apenas de chuvas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 300; color: #000000;">“Esta condição vai permitir a retomada dos trabalhos em campo, como o plantio do trigo em áreas do Rio Grande do Sul, onde o solo atualmente está muito encharcado”, diz a meteorologista Desirée Brandt.</span></p>
<p dir="ltr" style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para esta quarta-feira, 8, as chuvas diminuem no norte e noroeste do Rio Grande do Sul. Há previsão apenas de chuvas fracas sobre estas regiões e também em Santa Catarina e oeste e sul do Paraná. Porém, ainda permanece o alerta de chuvas fortes, rajadas de vento e forte ressaca marítima nas regiões costeiras do Sul do Brasil, principalmente no litoral norte do Rio Grande do Sul.</span></p>
<p dir="ltr" style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A passagem de um sistema frontal aliado à um ciclone extratropical pelo sul do Brasil trouxe estragos ao Rio Grande do Sul. As chuvas atingiram principalmente o norte e noroeste do Rio Grande do Sul e sul de Santa Catarina entre a noite de terça, 7, e esta quarta.</span></p>
<p dir="ltr" style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo informações do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), muitos municípios destas regiões tiveram um acumulado de chuva que superou 100 milímetros nas últimas 24 horas. “A chuva foi mais volumosa durante a madrugada, conforme o previsto”, diz Brandt. Em Santa Rosa, noroeste do Rio Grande do Sul, foram 166 milímetros e em Vacaria, no leste do estado, 150 milímetros.</span></p>
<p dir="ltr" style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O <strong style="font-weight: bold;">frio previsto para esta quinta, 9, e sexta, 10, deve ser sentido apenas entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina</strong>, em áreas onde as culturas não estão vulneráveis às baixas temperaturas. A Somar diz que essa onda é mais fraca que a registrada na semana passada.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Inclusive diminuíram as condições para formação de geadas. O risco de geada fica apenas restrito ao sul do Rio Grande do Sul, região da fronteira e Campanha, e para as regiões serranas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, com mínimas em torno de 3 °C”.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No sábado, 11, <strong style="font-weight: bold;">a massa de ar polar se afasta para o oceano Atlântico e as temperaturas voltam a se elevar</strong>. “Por enquanto não se enxerga mais nenhuma onda de frio mais intensa em julho”, diz Brandt.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Canal Rural</span></p>
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		<title>Inverno terá onda de frio tardia; entenda o impacto</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2020 16:52:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[De acordo com a meteorologia, a estação que está a caminho não será rigorosa, mas podemos ter temperaturas baixas no início de setembro. O inverno começa neste sábado, 20. Apesar de a previsão do tempo indicar temperaturas acima da média, os produtores devem ficar atentos às ondas de frio, alerta o meteorologista Celso Oliveira, da [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 300; color: #777777;">De acordo com a meteorologia, a estação que está a caminho não será rigorosa, mas podemos ter temperaturas baixas no início de setembro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 300; color: #000000;">O inverno começa neste sábado, 20. Apesar de a previsão do tempo indicar temperaturas acima da média, os produtores devem ficar atentos às ondas de frio, alerta o meteorologista Celso Oliveira, da Somar. A tendência é termos apenas duas fortes ondas de frio entre julho e agosto. O grande espaçamento entre os eventos deixará a temperatura mais elevada que o normal no Sul, Centro-Oeste e boa parte do Sudeste.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 300; color: #000000;">Por outro lado, há uma expectativa de frio intenso no início de setembro, em um momento em que as baixas temperaturas podem prejudicar o trigo que estará prestes a ser colhido no Sul. Além disso, esse frio tardio pode atrasar também a instalação do milho verão no Rio Grande do Sul. “Não podemos esquecer que além dessa onda de frio tardia, as chuvas podem também demorar para se regularizar por conta do oceano Pacífico mais frio”, diz Oliveira.</span></p>
<h3 style="font-weight: 300; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="font-weight: bold;">Comparando com o ano passado</strong></span></h3>
<p style="font-weight: 300; color: #808080; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No ano passado, o frio demorou a chegar. Junho de 2019 foi mais quente que o normal em boa parte do Brasil. Já neste ano, o frio vem aparecendo desde abril. Em junho, no entanto, apesar do início do mês com temperaturas baixas, a média da</span> primeira quinzena ficou acima do normal.</p>
<h3 style="color: #333333; text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold;">As temperaturas dos próximos dias</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">No Sul, após muito frio, a temperatura fica acima da média nos últimos dias do outono. O desvio chega aos 5 °C no oeste do Rio Grande do Sul. Não é nenhum calor extraordinário, já que estamos perto do inverno, mas em Uruguaiana esperam-se mínimas próximas dos 20°C e máximas de até 27°C até terça-feira da semana que vem. Nos últimos dias de junho, a temperatura vai diminuir em todo o Sul, mas ainda não há indicativo de frio extremo.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Canal Rural</p>
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		<title>Semana será marcada pela volta do frio</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Jul 2019 11:28:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na próxima segunda-feira, o ar polar deve favorecer a ocorrência de geadas, especialmente na Campanha, Planalto e Serra. Nestas áreas, os termômetros devem marcar entre 2ºC e 4ºC. Nas demais regiões do Norte, Centro e Missões, as temperaturas variam entre 4ºC e 6ºC. Já na Região Metropolitana, os termômetros devem oscilar entre 6ºC e 8ºC. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Na próxima segunda-feira, o ar polar deve favorecer a ocorrência de geadas, especialmente na Campanha, Planalto e Serra. Nestas áreas, os termômetros devem marcar entre 2ºC e 4ºC.</strong></p>
<p><strong>Nas demais regiões do Norte, Centro e Missões, as temperaturas variam entre 4ºC e 6ºC. Já na Região Metropolitana, os termômetros devem oscilar entre 6ºC e 8ºC.</strong></p>
<p><strong>A terça-feira (16/7) deve ser o dia mais frio da semana, com temperatura máxima não passando dos 15ºC no Estado. O ar frio começa a perder força entre quinta e sexta-feira.</strong></p>
<p><strong><sub><em>Texto: Vanessa Trindade/Sema</em></sub></strong></p>
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		<title>Inverno com temperaturas entre normal e pouco acima</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jun 2019 16:10:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Prognóstico para o Rio Grande do Sul meses de Julho, Agosto, Setembro de 2019. A situação atual da TSM do Pacifico Equatorial ainda representa padrão de El Niño fraco, mas com lenta redução para os próximos meses. A TSM no Atlântico Subtropical próximo ao Sul do Brasil mostra tendência de inversão das anomalias positivas, a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Prognóstico para o Rio Grande do Sul meses de Julho, Agosto, Setembro de 2019.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A situação atual da TSM do Pacifico Equatorial ainda representa padrão de El Niño fraco, mas com lenta redução para os próximos meses. A TSM no Atlântico Subtropical próximo ao Sul do Brasil mostra tendência de inversão das anomalias positivas, a qual combinada com enfraquecimento do El Niño favorecerá a redução da chuva no RS. As temperaturas tendem a apresentar predomínio de anomalias positivas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A análise detalhada do modelo estatístico (CPPMet/UFPel) mostra para o mês de julho, precipitações predominando pouco abaixo entre o norte e nordeste, mantendo-se dentro do padrão climatológico nas demais regiões. Para o mês de agosto são esperadas precipitações abaixo do padrão climatológico em todas as regiões do Estado. Durante o mês de setembro esperam-se precipitações predominando dentro do padrão climatológico em praticamente todo o Estado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O prognóstico para as temperaturas mínimas indica para o mês de julho, valores médios acima do padrão em todas as regiões do Estado. Para o período de agosto são esperadas temperaturas mínimas oscilando dentro do padrão climatológico em todo o Estado. Para o mês de setembro, são esperas oscilações mensais pouco acima do padrão em todas as regiões.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para as temperaturas máximas, o modelo prevê oscilações semelhantes as mínimas, sendo para os meses de julho e setembro temperaturas médias oscilando pouco acima do padrão em praticamente em todas as regiões do Estado. Para agosto esperam-se valores pouco abaixo na fronteira sul e dentro do padrão nas demais regiões.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Salienta-se que a previsão deste inverno indica predomínio de padrões de temperaturas pouco acima do climatológico, no entanto mesmo em inverno mais amenos não se exclui a ocorrência de dias extremos com geadas.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: INMET</p>
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		<title>Como será o frio durante o mês de Julho</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/como-sera-o-frio-durante-o-mes-de-julho/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Jul 2018 18:35:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O mês de junho terminou com pouco frio sobre o Brasil. O ar polar intenso foi quase todo bloqueado no Sul do país. Gaúchos, catarinenses e parte dos paranaenses até sentiram frio intenso e as capitais da Região estabeleceram suas menores temperaturas em 2018 até 17 de junho. Pela medição do Instituto Nacional de Meteorologia, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">O mês de junho terminou com pouco frio sobre o Brasil. O ar polar intenso foi quase todo bloqueado no Sul do país. Gaúchos, catarinenses e parte dos paranaenses até sentiram frio intenso e as capitais da Região estabeleceram suas menores temperaturas em 2018 até 17 de junho.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Pela medição do Instituto Nacional de Meteorologia, o recorde de frio para 2018 foi batido no dia 6 de junho, com mínima de 0,7°C em Curitiba. Em Porto Alegre, a menor temperatura desde ano até agora foi de 2,6°C registrada no dia 17 de junho.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Barreira dos ventos</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">O caminho das massas de ar frio polares é comandado pelo posicionamento da corrente de jato subtropical. É esta região de vento forte observada em 10 mil metros de altitude que funciona como uma espécie de “leão de chácara” para a entrada do ar polar sobre a América do Sul. Dependendo de sua posição, o ar polar intenso fica a maior parte do inverno na Patagônia, ou consegue chegar até o Uruguai e ao Rio Grande do Sul ou avança com força e se espalha pelo Centro-Oeste e pelo Sudeste do Brasil.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Durante o período de outono/inverno é comum que algumas massas frias não tenham força para chegar ao Brasil. Mas quando a posição média do jato subtropical fica desfavorável, só poucas e grandes massas polares conseguem empurrar a barreira causada por esta corrente de jato e avançar sobre o Brasil com força.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Bloqueio atmosférico</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">O bloqueio atmosférico que se estabeleceu sobre o Brasil em junho, especialmente na segunda quinzena do mês, afastou ainda mais o ar polar do país. O que esperar do frio durante o mês de julho? Quem estiver sonhando com dias gélidos no centro-sul do Brasil pode ter uma grande decepção.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Para julho de 2018, e por quase todo o inverno, a ideia é que esta forte corrente de ventos barre quase todo o frio intenso polar na Argentina. Apenas duas ondas de frio vão conseguir chegar ao Brasil, uma pouco antes do fim da primeira quinzena de julho (entre 10 e 14 de julho) e a outra na última semana do mês.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Geada</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">Os eventos de geada em julho devem ficar restritos aos estados da Região Sul, principalmente sobre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A primeira onda de frio forte que poderá causar geada nos três estados do Sul passa entre os dias 10 e 14 de julho. A chance de gear em São Paulo (exceto na Mantiqueira) ou em Mato Grosso do Sul é baixa.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Neve</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">A chance de nevar este ano não pode ser completamente descartada, mas a possibilidade é pequena.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">As condições meteorológicas não são favoráveis à manutenção de atmosfera fria o suficiente para provocar neve. Se ocorrer, será durante o mês de julho, na forma de neve mesmo, ou de fenômenos como chuva congelada e chuva congelante. A maior possibilidade de ocorrência é com a frente fria do fim de julho.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Clima Tempo</span></p>
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		<title>Clima: Prognóstico para o Rio Grande do Sul (Jun/Jul/Ago – 2018)</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/clima-prognostico-para-o-rio-grande-do-sul-junjulago-2018/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 May 2018 11:55:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A evolução da TSM do Pacifico Equatorial aponta para o final do evento La Niña, no entanto, o sinal ainda persistirá pelos próximos meses. No Atlântico Subtropical, a permanência da anomalia positiva na costa Argentina favorece o desvio das frentes frias para o oceano ocasionando menor freqüência de sistemas frontais, causando redução das chuvas, principalmente [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">A evolução da TSM do Pacifico Equatorial aponta para o final do evento La Niña, no entanto, o sinal ainda persistirá pelos próximos meses. No Atlântico Subtropical, a permanência da anomalia positiva na costa Argentina favorece o desvio das frentes frias para o oceano ocasionando menor freqüência de sistemas frontais, causando redução das chuvas, principalmente no começo deste trimestre.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A análise detalhada do modelo estatístico (CPPMet/UFPel) mostra para o mês de junho, tendência de predominar precipitações pouco abaixo do padrão na maior parte do</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Estado, exceto no oeste e noroeste onde deve ficar dentro do padrão. Para o mês de julho, são esperadas precipitações pouco abaixo do padrão na maioria das regiões do Estado.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Para o mês de agosto a tendência é de ocorrer precipitação pouco acima do padrão no norte e nordeste e dentro do padrão nas demais regiões.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O prognóstico para as temperaturas mínimas indica, para o mês de junho valores mensais predominando pouco abaixo do padrão no norte e nordeste e dentro nas demais regiões.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Para o mês de julho o modelo aponta para predomínio de valores dentro do padrão em praticamente todo o Estado.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Para o mês de agosto, espera-se temperatura pouco acima do padrão, especialmente na parte norte do Estado.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Para as temperaturas máximas, o modelo indica para os meses de junho e julho, temperaturas médias mensais pouco acima do padrão, especialmente nas regiões oeste, sul e centro do Estado. Durante o mês de agosto são esperadas temperaturas pouco acima do padrão em todo Estado, especialmente na parte oeste.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Os prognósticos apontam para predomínio de temperaturas mensais dentro e pouco acima do padrão neste trimestre, no entanto poderão ocorrer períodos de dias frios intensos com ocorrência de geadas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">INMT</span></p>
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		<title>Boletim Climático para os Meses de Maio-Junho-Julho 2018</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2018 15:24:16 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">A TSM do Pacifico Equatorial já aponta para um enfraquecimento do evento La Niña, no entanto, o sinal ainda persistirá em grande parte deste outono. No Atlântico Subtropical, a permanência da anomalia positiva na costa Argentina favorece o desvio das frentes frias para o oceano, ocasionando menor freqüência de sistemas frontais com redução das chuvas, principalmente nas áreas mais ao norte do Estado. Este padrão de TSM juntamente com o enfraquecimento da Alta Polar indica para uma menor intensidade da penetração das massas frias, especialmente no começo deste trimestre.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A análise detalhada do modelo estatístico (CPPMet/UFPel) mostra para o mês de maio tendência de predominar precipitações próximas do padrão climatológico em grande parte do Estado, exceto no norte onde deverá ficar pouco abaixo. Para os meses de junho e julho são esperadas precipitações pouco abaixo do padrão na maioria das regiões do Estado.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O prognóstico para as temperaturas mínimas indica para o mês de maio valores médios oscilando pouco acima do padrão climatológico no oeste e dentro nas demais áreas do Estado. Em junho são esperadas temperaturas mínimas mensais predominando pouco abaixo do padrão no norte e nordeste e dentro nas demais regiões. Para o mês de julho o modelo aponta para predomínio de valores dentro do padrão em todo o Estado.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Para as temperaturas máximas, o modelo indica padrão semelhante para todos os meses deste trimestre. Para maio, junho e julho são esperadas médias mensais predominando pouco acima do padrão, especialmente nas regiões oeste, sul e centro do Estado.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Os prognósticos apontam para predomínio de temperaturas dentro e pouco acima do padrão neste trimestre, no entanto poderão ocorrer curtos períodos de dias frios intensos com ocorrência de geadas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A previsão contida nesse boletim é baseada no comportamento climático observado nos últimos meses, em Modelos Estatísticos de Previsão Climática desenvolvidos para o Rio Grande do Sul e dados obtidos junto ao INMET e NOAA.</span></p>
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