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	<title>AgroCeleiro &#187; horticultura</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Começou a valer novo sistema de rastreabilidade de vegetais frescos</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/comecou-a-valer-novo-sistema-de-rastreabilidade-de-vegetais-frescos/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Dec 2018 12:43:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
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		<description><![CDATA[Objetivo foi monitorar e realizar o controle de eventuais resíduos de agrotóxicos nos produtos. Nas frutas e hortaliças devem constar informações padronizadas capazes de identificar o produtor ou responsável Um novo sistema de rastreabilidade para auxiliar o monitoramento e o controle de resíduos de agrotóxicos na cadeia produtiva de vegetais frescos destinados à alimentação humana [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--><span style="color: #000000;"><strong>Objetivo foi monitorar e realizar o controle de eventuais resíduos de agrotóxicos nos produtos. Nas frutas e hortaliças devem constar informações padronizadas capazes de identificar o produtor ou responsável</strong><!--EndFragment--></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><!--StartFragment--></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Um novo sistema de rastreabilidade para auxiliar o monitoramento e o controle de resíduos de agrotóxicos na cadeia produtiva de vegetais frescos destinados à alimentação humana começou a valer a partir de agosto. Por meio de instrução normativa (IN) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, se tornou obrigatório que todas as frutas e hortaliças passassem a fornecer informações padronizadas capazes de identificar o produtor ou responsável no próprio produto ou nos envoltórios, caixas, sacarias e outras embalagens.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">De acordo com a IN, devem ser informados endereço completo, nome, variedade ou cultivar, quantidade, lote, data de produção, fornecedor e identificação (CPF, CNPJ ou Inscrição Estadual. Essa identificação pode ser realizada por meio de etiquetas impressas com caracteres alfanuméricos, código de barras, QR Code, ou qualquer outro sistema que permita identificar os produtos vegetais frescos de forma única e inequívoca.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Do entreposto ao consumidor, a fiscalização é feita pelos Serviços de Vigilância Sanitária Estadual e Municipal no âmbito do PARA (Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As atividades de fiscalização do novo sistema são complementares entre o Ministério da Agricultura e a Vigilância Sanitária. Do produtor até o entreposto, a responsabilidade é do Ministério da Agricultura por meio do PNCRC – Vegetal (Programa Nacional de Controle de Resíduos e Contaminantes em Produtos de Origem Vegetal).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fátima Parizzi, coordenadora de Qualidade Vegetal do Ministério da Agricultura, explica que três situações são as mais comuns na investigação das causas e origens de irregularidades com agrotóxicos e contaminantes em produtos vegetais: 1) alimentos com resíduos acima do limite permitido; 2) uso de produtos proibidos no País; 3) defensivos permitidos para uma cultura específica sendo utilizados em outra similar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: MAPA</span></p>
<p><!--EndFragment--></p>
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		<title>Unijuí promove Seminário sobre Processamento de Hortaliças Orgânicas</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/unijui-promove-seminario-sobre-processamento-de-hortalicas-organicas/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Dec 2018 00:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Processamento de Hortaliças Orgânicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o objetivo de apresentar os resultados obtidos durante a execução do projeto de pesquisa Agroindustrialização de hortaliças orgânicas cultivadas na região noroeste do RS, a UNIJUI promoverá um Seminário direcionado para agricultores e familiares, cooperativas, agroindústrias, técnicos e estudantes A pesquisa, que contou com financiamento da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado do Rio Grande [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Com o objetivo de apresentar os resultados obtidos durante a execução do projeto de pesquisa <em>Agroindustrialização de hortaliças orgânicas cultivadas na região noroeste do RS,</em> a UNIJUI promoverá um <strong style="font-weight: bold;"><em>Seminário</em></strong> direcionado para agricultores e familiares, cooperativas, agroindústrias, técnicos e estudantes</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A pesquisa, que contou com financiamento da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado do Rio Grande do Sul (SDECT-RS) e apoio da UNICOOPER, SETREM e IFF-Santo Augusto, foi desenvolvida com hortaliças processadas a partir de matérias-primas orgânicas cultivadas na região.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Durante a execução do projeto foram realizados experimentos visando ao desenvolvimento de produtos industrializados a partir de hortaliças orgânicas, destacando-se o estudo do processo de desidratação de batata-doce, cenoura, berinjela e abóbora &#8211; com vistas à produção de farinhas -, e também um mix de hortaliças pré-cozidas e congeladas, a partir de seis espécies de hortaliças. Como forma de avaliar a qualidade, tanto nas matérias-primas como nos produtos desenvolvidos, foram determinados e analisados parâmetros da composição química e nutricional e também dos teores de resíduos de agrotóxicos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O seminário acontecerá no dia 18 de dezembro, terça-feira, a partir das 14 horas, na Sala de Palestras e Treinamentos A112, da Unijuí, em Santa Rosa, tendo como ministrante o coordenador do projeto, professor Dr. Raul Vicenzi, do Departamento de Ciências da Vida da UNIJUI.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O evento tem entrada gratuita. Confirme sua participação pelo telefone 3512-5100 Ramal 5109.</span></p>
<p>Fonte: Unijuí</p>
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		<title>Ministério da Agricultura publica normas para comercialização de produtos hortícolas</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/ministerio-da-agricultura-publica-normas-para-comercializacao-de-produtos-horticolas/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Nov 2018 15:05:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os comerciantes terão prazo de seis meses para se adaptar às novas exigências.  Todos os produtos hortícolas comercializados no país, quer seja no varejo ou atacado, terão de seguir os requisitos mínimos de qualidade e identidade definidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Instrução Normativa nº 69, publicada nessa sexta-feira [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os comerciantes terão prazo de seis meses para se adaptar às novas exigências. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Todos os produtos hortícolas comercializados no país, quer seja no varejo ou atacado, terão de seguir os requisitos mínimos de qualidade e identidade definidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Instrução Normativa nº 69, publicada nessa sexta-feira (16). Para acessar a IN clique <a class="external-link" title="" href="http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=16/11/2018&amp;jornal=515&amp;pagina=28&amp;totalArquivos=186" target="_blank"><span style="color: #000000;">aqui</span></a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">De acordo com a medida, os produtos terão que estar inteiros, limpos, firmes, isentos de pragas visíveis a olho nu, livres de odores estranhos, sem podridões ou danos profundos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Também não poderão estar excessivamente maduros ou passados, ou estar congelados, murchos nem desidratados. Os comerciantes terão prazo de seis meses para se adaptar às novas exigências.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quando os produtos não atenderem a estes padrões deverão ser substituídos. Entre os produtos mais consumidos que deverão seguir essa norma estão o tomate, alface, cebola, laranja, limão, alho, vagem, entre outros. A lista deverá ter mais de 50 hortícolas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (DIPOV), Fábio Florêncio, “a medida vai dar voz aos consumidores, que exigem cada vez mais qualidade nos produtos que adquirem”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No caso do alho, o diretor explica que o produto não poderá mais estar misturado com a palha, precisando estar limpo para a comercialização. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo Fábio Florêncio “o Ministério vai reforçar gradativamente a fiscalização e fazer parcerias com as secretarias de Agriculturas dos estados para melhorar o controle desses alimentos. O diretor explicou que &#8220;o Mapa vinha recebendo muitas demandas com solicitações de fiscalização sobre certos produtos e sempre respondíamos que não tinham padrão. A fiscalização só pode trabalhar havendo uma norma. Como não tinha normatização a fiscalização não podia atuar nesses produtos”, esclareceu o diretor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No caso dos produtos hortícolas embalados destinados à alimentação humana, a marcação ou rotulagem deverá conter a identificação do lote; identificação do responsável pelo produto: nome, (CNPJ ou CPF) e o endereço, além do município e estado de origem da produção.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Já os produtos hortícolas importados embalados e destinados à alimentação humana deverão especificar o nome ou identificação do produto; identificação do lote; país de origem; nome empresarial, endereço e CNPJ ou CPF do importador.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: MAPA</span></p>
<p><!--EndFragment-->&nbsp;</p>
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		<title>Dez fatores-chave de sucesso da horticultura</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/dez-fatores-chave-de-sucesso-da-horticultura/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Oct 2018 17:36:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[horticultura]]></category>

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		<description><![CDATA[1. Canais de comercialização Procure investir sempre em novos mercados e canais de comercialização, além de implementar novos produtos, processos e serviços que os clientes pedem. Como definir os canais de distribuição de seu produto 2. Logística Sua propriedade rural está inserida em uma cadeia produtiva, partindo dos insumos, passando pelo produtor e chegando à [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #5c6d7e;"><strong style="font-weight: bold !important;">1. Canais de comercialização</strong></p>
<p style="color: #5c6d7e;">Procure investir sempre em novos mercados e canais de comercialização, além de implementar novos produtos, processos e serviços que os clientes pedem.</p>
<ul style="color: #5c6d7e;">
<li><a style="color: #2e66b7;" href="http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/como-definir-os-canais-de-distribuicao-do-seu-produto,bfbe7e0805b1a410VgnVCM1000003b74010aRCRD" target="_blank">Como definir os canais de distribuição de seu produto</a></li>
</ul>
<p style="color: #5c6d7e;"><strong style="font-weight: bold !important;">2. Logística</strong></p>
<p style="color: #5c6d7e;">Sua propriedade rural está inserida em uma cadeia produtiva, partindo dos insumos, passando pelo produtor e chegando à mesa do consumidor. Por isso, é importante que o transporte dos alimentos seja adequado às demandas do mercado e realizado com eficiência e qualidade.</p>
<p style="color: #5c6d7e;"><strong style="font-weight: bold !important;">3. Tecnologias</strong></p>
<p style="color: #5c6d7e;">A crescente demanda e a exigência por produtos de melhor qualidade têm afetado a forma da produção e comercialização das hortaliças. Nesse sentido, nota-se que o uso de tecnologia é o fator principal das mudanças mais significativas na área de produção.</p>
<ul style="color: #5c6d7e;">
<li><a style="color: #2e66b7;" href="http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/diferenciar-o-produto-e-uma-forma-eficiente-de-inovacao,407d438af1c92410VgnVCM100000b272010aRCRD" target="_blank">Inovação no agronegócio</a></li>
</ul>
<p style="color: #5c6d7e;"><strong style="font-weight: bold !important;">4. Padronização e embalagem</strong></p>
<p style="color: #5c6d7e;">Identificar seus produtos por padrões preestabelecidos e destacá-los em grupo, classe e tipo traz muitas vantagens: melhora a apresentação da mercadoria, diversifica a oferta aos consumidores, reduz as perdas de comercialização, dá mais credibilidade do produto e, claro, proporciona mais lucro ao produtor.</p>
<ul style="color: #5c6d7e;">
<li><a style="color: #2e66b7;" href="http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/a-importancia-das-embalagens-para-os-produtos-da-agricultura-familiar,32ce798d773c4410VgnVCM2000003c74010aRCRD" target="_blank">A importância das embalagens para os produtos da agricultura familiar</a></li>
</ul>
<p style="color: #5c6d7e;"><strong style="font-weight: bold !important;">5. Preço e concorrência</strong></p>
<p style="color: #5c6d7e;">É preciso que o produtor rural tenha conhecimento de quem são seus concorrentes, como eles operam, como são feitas as transações, quais são as formas de pagamento que oferecem. Essas observações permitem detectar os pontos fortes e fracos e identificar novas oportunidades de mercado e preços.</p>
<ul style="color: #5c6d7e;">
<li><a style="color: #2e66b7;" href="http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/como-definir-o-preco-de-venda-de-um-produto-ou-servico,cc9836627a963410VgnVCM1000003b74010aRCRD" target="_blank">Como definir o preço de venda de um produto</a></li>
</ul>
<p style="color: #5c6d7e;"><strong style="font-weight: bold !important;">6. Selos e certificações</strong></p>
<p style="color: #5c6d7e;">As exigências da sociedade em relação à responsabilidade das empresas crescem a cada dia, e os consumidores querem garantias de qualidade e transparência em relação aos processos de produção da empresa. Para oferecer essas garantias, foram criados sistemas de verificação que atestam as boas práticas de uma empresa.</p>
<ul style="color: #5c6d7e;">
<li><a style="color: #2e66b7;" href="http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/entenda-a-importancia-da-certificacao-no-mercado-de-alimentos,461ad1eb00ad2410VgnVCM100000b272010aRCRD" target="_blank">Entenda a importância da certificação no mercado de alimentos</a></li>
</ul>
<p style="color: #5c6d7e;"><strong style="font-weight: bold !important;">7. Diversificação de produtos</strong></p>
<p style="color: #5c6d7e;">O aumento da diversificação é possível pela variedade de produtos oferecida ao mercado consumidor e envolve, por exemplo, exploração, conquista e ampliação de novos mercados e atendimento adequados às exigências do cliente.</p>
<ul style="color: #5c6d7e;">
<li>Conheça as regras para o mercado externo, que é sinônimo de diversificação</li>
</ul>
<p style="color: #5c6d7e;"><strong style="font-weight: bold !important;">8. Promoção comercial</strong></p>
<p style="color: #5c6d7e;">A propaganda é a alma do negócio. As promoções devem ser atraentes e confiáveis<br />
e precisam funcionar de maneira simples e sem exigências.</p>
<ul style="color: #5c6d7e;">
<li>Gestão Estratégica de Vendas Na Medida: melhore suas vendas</li>
</ul>
<p style="color: #5c6d7e;"><strong style="font-weight: bold !important;">9. Associação e cooperativismo</strong></p>
<p style="color: #5c6d7e;">Uma associação na área do agronegócio nasce de uma necessidade ou de uma oportunidade compartilhada por um grupo de interesse. A ideia básica é resolver problemas comuns dos produtores e/ou potencializar suas ações individuais, proporcionando melhores condições para a compra de insumos, a comercialização dos produtos e a vida da comunidade.</p>
<ul style="color: #5c6d7e;">
<li><a style="color: #2e66b7;" href="http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/sebraeaz/associativismo-no-campo-como-ter-exito-em-seu-empreendimento-coletivo,50b51512f1696410VgnVCM1000003b74010aRCRD" target="_blank">Associativismo No Campo</a></li>
</ul>
<p style="color: #5c6d7e;"><strong style="font-weight: bold !important;">10. Agregação de valor</strong></p>
<p style="color: #5c6d7e;">A empresa que pretende agregar valor precisa conhecer as necessidades de seus clientes e, mais do que isso, quais são os atributos dos produtos e serviços que de fato são determinantes no processo de compra.</p>
<ul style="color: #5c6d7e;">
<li>Produtos com valor agregado são mais valorizados no mercado</li>
</ul>
<p>Fonte: Sebrae</p>
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