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	<title>AgroCeleiro &#187; Grãos</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Demanda chinesa deve mexer com mercado da soja; confira tendências para a semana</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2020 13:49:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mercado da soja vai iniciar dessa segunda, 21, acompanhando de perto a alta demanda da China pelo grão dos Estados Unidos, fato que impactou positivamente as cotações em Chicago e também no mercado brasileiro na última semana.  Internamente, produtores voltam suas atenções para o clima, que tem impedido o avanço dos trabalhos em algumas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: 300; color: #000000;">O mercado da soja vai iniciar dessa segunda, 21, acompanhando de perto a alta demanda da China pelo grão dos Estados Unidos, fato que impactou positivamente as cotações em Chicago e também no mercado brasileiro na última semana.  Internamente, produtores voltam suas atenções para o clima, que tem impedido o avanço dos trabalhos em algumas regiões.</span></p>
<p style="font-weight: 300; color: #7d858f; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de soja na semana que vem. As dicas são do analista da Safras Consultoria, Luiz Fernando Roque.</span></p>
<ul style="font-weight: 300; color: #7d858f; text-align: justify;">
<li style="font-weight: 300; color: #7d858f;"><span style="color: #000000;">O mercado da soja volta suas atenções para os fortes sinais de demanda chinesa pela soja norte-americana. Paralelamente, os players acompanham o clima para o início dos trabalhos de colheita nos Estados Unidos e plantio na América do Sul;</span><br style="font-weight: 300; color: #7d858f;" /><span style="font-weight: 300; color: #000000;">.</span></li>
<li style="font-weight: 300; color: #7d858f;"><span style="color: #000000;">A forte demanda chinesa pela soja norte-americana continua chamando a atenção do mercado internacional. Embora o aumento gradativo das compras chinesas de soja dos EUA já fosse esperado, os bons volumes que vem sendo envolvidos nas últimas semanas trouxeram um ambiente extremamente positivo para os contratos futuros em Chicago. Praticamente todos os dias temos anúncios de novas vendas, e a tendência é de continuidade desta situação à medida que a safra norte-americana começa a entrar no mercado e o Brasil não tem mais o que ofertar ao mercado chinês;</span><br style="font-weight: 300; color: #7d858f;" /><span style="font-weight: 300; color: #000000;">.</span></li>
<li style="font-weight: 300; color: #7d858f;"><span style="color: #000000;">Além disso, a diferença de prêmios entre os portos brasileiros e norte-americanos abre a possibilidade de arbitragem com cargas brasileiras já compradas pelos chineses, havendo a revenda do grão brasileiro e substituição pelo grão norte-americano. Rumores indicam que esta situação já está ocorrendo, e o mercado interno brasileiro continua com necessidade de grão para atender seus compromissos até a entrada da próxima safra;</span><br style="font-weight: 300; color: #7d858f;" /><span style="font-weight: 300; color: #000000;">.</span></li>
<li style="font-weight: 300; color: #7d858f;"><span style="color: #000000;">Também começa a pesar positivamente em Chicago o início atrasado dos trabalhos de plantio da nova safra brasileira. A falta de chuvas na faixa central do país tem impedido o avanço inicial dos trabalhos no Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo, estados que já encerraram o período de vazio sanitário. A confirmação de que o fenômeno La Niña estará presente na primavera e no verão da América do Sul acende um alerta ainda maior para o Sul do Brasil e para a Argentina, o que traz grandes incertezas relacionadas à produção. Embora ainda seja cedo para definições, a nova safra brasileira começa com preocupações;</span><br style="font-weight: 300; color: #7d858f;" /><span style="font-weight: 300; color: #000000;">.</span></li>
<li style="font-weight: 300; color: #7d858f;"><span style="color: #000000;">Nos EUA, a previsão de clima pouco úmido sobre a maior parte do cinturão produtor nos próximos 14 dias deve favorecer o início dos trabalhos de colheita. Apesar disso, algumas lavouras mais tardias ainda precisam de certa umidade para a finalização de seu desenvolvimento, fato que volta a trazer dúvidas com relação ao verdadeiro potencial produtivo da safra norte-americana.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Canal Rural</span></p>
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		<title>Operações de Proagro começam a ser fiscalizadas pela Conab</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Sep 2019 18:11:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Objetivo é conferir informações prestadas por peritos encarregados pela comprovação de perdas do Proagro A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vai fiscalizar, a partir deste mês, propriedades rurais beneficiadas pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro). Técnicos da estatal vão percorrer as lavouras para conferir os dados declarados pelos peritos encarregados pela comprovação de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Objetivo é conferir informações prestadas por peritos encarregados pela comprovação de perdas do Proagro</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vai fiscalizar, a partir deste mês, propriedades rurais beneficiadas pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro). Técnicos da estatal vão percorrer as lavouras para conferir os dados declarados pelos peritos encarregados pela comprovação de perdas nas áreas amparadas pelo programa.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Conab vai fiscalizar os procedimentos de comprovação de perdas realizando levantamentos sobre os trabalhos de operacionalização do programa, dos agentes financeiros e dos encarregados de realizar a comprovação de perdas junto aos agricultores.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Diretor de Gestão de Riscos da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, Pedro Loyola, ressalta que é importante o produtor permitir o acesso e fornecer as informações solicitadas pelos técnicos. “O Proagro oferece cobertura abrangente e requer um processo criterioso desde o enquadramento das operações até o deferimento de pedidos de cobertura, com o pagamento de indenizações refletindo as perdas efetivamente ocorridas por causas amparadas. As fiscalizações serão rigorosas e realizadas com maior frequência”, garante Loyola.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento está monitorando o processo de operacionalização do Proagro para identificar e implementar os aprimoramentos que se fizerem necessários. A Conab irá monitorar o programa <em>in loco</em>, realizando visitas aos empreendimentos, contatos com produtores, funcionários dos agentes financeiros, movimentos sociais, técnicos e empresas encarregadas de comprovação de perdas.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A fiscalização é realizada pela Conab devido à sua capilaridade, recursos técnicos, humanos e o seu vínculo com o Mapa, mediante a assinatura de um Termo de Execução Descentralizada (TED). Procedimento similar já é realizado no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><b>Proagro</b></span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Programa é custeado por recursos alocados pela União, além de recursos provenientes da taxa paga pelo produtor rural para aderir ao Proagro. O objetivo do programa é garantir a amortização ou liquidação de custeios agrícolas objeto de financiamento, no caso de ocorrência de sinistro na lavoura, na proporção das perdas apuradas e permitir o recebimento dos recursos próprios comprovadamente aplicados na lavoura.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nas operações de custeio agrícola são causas de cobertura dos empreendimentos efetivamente enquadrados no Proagro os seguintes fenômenos naturais fortuitos e suas consequências diretas e indiretas: chuva excessiva, geada, granizo, seca, variação excessiva de temperatura, ventos fortes, ventos frios, doença ou praga sem método difundido de combate, controle ou profilaxia, técnica e economicamente exequíveis. Nas operações de custeio pecuário, são amparadas as perdas decorrentes de doenças sem método de combate, controle ou profilaxia.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Proagro é formado por operações do Seguro da Agricultura Familiar (Seaf), denominado de Proagro Mais, que conta com mais de 270 mil operações que garantem o financiamento do Pronaf em caso de perdas de produção por problemas climáticas, e pelo Proagro Tradicional, em torno de 30 mil operações de produtores que não estão enquadrados como Pronafianos e que contratam crédito de custeio de até R$ 300 mil.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">São instrumentos de política para a agricultura familiar que proporcionam garantia de renda para as atividades agropecuárias e que na safra 2018/2019 contou com 300 mil operações contratadas pelos agricultores familiares, situados em mais de 3 mil municípios do território nacional, com um valor segurado total superior a R$ 13 bilhões.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Proagro é administrado pelo Banco Central do Brasil e operado por seus agentes, representados pelas instituições financeiras autorizadas a operar em crédito rural, as quais contratam as operações de custeio e se encarregam de formalizar a adesão do mutuário ao Programa, da cobrança do adicional, das análises dos processos e da decisão dos pedidos de cobertura, do encaminhamento dos recursos à Comissão Especial de Recursos – CER, dos pagamentos e registros das despesas.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;">MAPA</p>
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		<title>Divulgado zoneamento agrícola para culturas de verão</title>
		<link>http://www.agroceleiro.com/divulgado-zoneamento-agricola-para-culturas-de-verao/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Jul 2018 14:13:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) aprovou o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para as culturas de arroz de sequeiro e irrigado, girassol e milho primeira safra, conforme portarias publicadas no Diário Oficial da União.  Estudo realizado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o zoneamento é elaborado com o objetivo de minimizar os riscos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #172938;"><span style="color: #000000;">O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) aprovou o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para as culturas de arroz de sequeiro e irrigado, girassol e milho primeira safra, conforme</span> <a class="external-link" style="color: #3a70d1;" title="" href="http://www.agricultura.gov.br/assuntos/riscos-seguro/risco-agropecuario/portarias/portarias" target="_self"><strong>portarias</strong> </a><span style="color: #000000;">publicadas no Diário Oficial da União. </span></p>
<p style="color: #172938;"><span style="color: #000000;">Estudo realizado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o zoneamento é elaborado com o objetivo de minimizar os riscos relacionados a fenômenos climáticos adversos e permite a cada município identificar a melhor época de plantio da cultura nos diferentes tipos de solo e ciclos de cultivares.</span></p>
<p style="color: #172938;"><span style="color: #000000;">O produtor para se beneficiar do Proagro, Proagro Mais e do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) deve observar as recomendações desse pacote tecnológico (zoneamento).</span></p>
<p style="color: #172938;"><span style="color: #000000;">De acordo com normas da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, se ocorrer algum tipo de perda em função de intempéries climáticas, seca ou chuva excessiva, por exemplo, o produtor que contratou uma apólice de seguro rural ou Proagro estará amparado conforme valor enquadrado na operação. Caso ele não siga as recomendações feitas pelo Zarc, a seguradora ou o Proagro não pagará o valor da indenização ao agricultor.</span><br />
<span style="color: #000000;">Nos próximos dias, será atualizado o zoneamento de outras culturas de verão, como o da soja, feijão 1ª safra, feijão caupi e algodão.</span></p>
<p style="color: #172938;"><span style="color: #000000;"><strong>Painel de Indicação de Risco</strong></span></p>
<p style="color: #172938;"><span style="color: #000000;">Os agricultores, as seguradoras e os agentes financeiros podem acompanhar também as recomendações sobre o melhor momento para fazer o plantio no link</span> <strong><a class="external-link" style="color: #3a70d1;" title="" href="http://indicadores.agricultura.gov.br/zarc/index.htm" target="_blank">Painel de Indicação de Riscos</a></strong>. <span style="color: #000000;">O painel, disponibilizado no site do Mapa, facilita o acesso às informações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), com as datas de plantio por níveis de riscos para cada município, desde o risco de perda de 20% até o de 40%.</span></p>
<p style="color: #172938;"><span style="color: #000000;">O Zarc é um projeto coordenado pela Secretaria de Política Agrícola, e, desde 2015, voltou a ser objeto de estudo da Embrapa com objetivo de atualizar os índices técnicos demandados pelo setor produtivo.</span></p>
<p style="color: #172938;"><span style="color: #000000;">MAPA</span></p>
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		<title>Soja sobe com seca na Argentina e dispara vendas no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Feb 2018 15:15:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma enxurrada de vendas de soja pelos produtores do Brasil na última semana em função de preços mais altos devido à quebra de safra na Argentina melhorou a comercialização da safra brasileira, que vinha atrasada, e deve ajudar também a indústria processadora e exportadora no país. A comercialização de soja da safra 2017/18 do Brasil [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<div class="readable-text">
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">Uma enxurrada de vendas de soja pelos produtores do Brasil na última semana em função de preços mais altos devido à quebra de safra na Argentina melhorou a comercialização da safra brasileira, que vinha atrasada, e deve ajudar também a indústria processadora e exportadora no país.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">A comercialização de soja da safra 2017/18 do Brasil atingiu o maior volume semanal da temporada na última semana, com produtores negociando cerca de 3,5 milhões de toneladas, diante de preços mais altos, afirmou à Reuters nesta segunda-feira a consultoria AgRural.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">Com as vendas da semana passada, o volume já comercializado na temporada subiu para 40,6 por cento da safra de soja, estimada para o Brasil em um recorde de 116,2 milhões de toneladas, acrescentou a consultoria.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">“Supersafra no Brasil e o mercado sobe, momento mais do que bom para nós”, disse o analista Fernando Muraro, da AgRural, referindo-se aos valores de referência na bolsa de Chicago que avançaram para máximas de cerca de um ano nas últimas sessões.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">“Em plena boca de safra, tivemos o maior movimento, a comercialização estava muito lenta e bem atrasada em relação à média&#8230; quem não vendeu (antes) se deu super bem”, destacou ele, referindo-se aos produtores que vinham represando negócios à espera de melhores valores.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">Além de destravar o mercado no Brasil, maior exportador global da oleaginosa, a seca na Argentina indica uma redução potencial de exportação do país vizinho, líder na produção de óleo e farelo de soja &#8211;os argentinos estão ainda em terceiro nos embarques do grão, atrás de Brasil e Estados Unidos.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">A Argentina vem tendo sua safra rebaixada em função de uma estiagem prolongada em importantes áreas, com especialistas no país vendo agora a produção em torno de 46,5-47 milhões de toneladas, cerca de 10 milhões a menos do inicialmente projetado por alguns.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">“A safra argentina vem se deteriorando&#8230; isso naturalmente faz com que eles fiquem com uma oferta menor, certamente vão colocar menos produto do que seria o ocorrido na eventualidade de eles terem uma safra cheia, abre espaço para o Brasil nos produtos (farelo e óleo de soja)”, afirmou à Reuters o secretário-geral da Associação Brasileira da Indústria de Óleos Vegetais (Abiove), Fábio Trigueirinho.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">Ele ressaltou que o Brasil também pode avançar no embarque de soja em grão diante dos problemas na Argentina, mas que o grande impacto positivo para os brasileiros seria na venda de mais farelo, principalmente, uma vez que haverá maior disponibilidade dessa matéria-prima para ração com esperado aumento da fabricação de biodiesel, com alta mandatória da mistura no diesel a partir de março.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">A maior parte da produção de biodiesel no Brasil tem a soja como matéria-prima, cujo processamento resulta na produção de farelo e óleo.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">“A exportação do grão não muda muito, a própria Argentina não exporta muito&#8230; para o Brasil, se a Argentina exportar um pouco mais ou menos, não vai mudar muito, a gente já está muito acima deles no grãos. Agora, no mercado de farelo e óleo, ela (Argentina) domina&#8230; se o nosso concorrente tiver oferta menor, abre espaço para o Brasil.”</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">A Abiove projeta uma exportação de 16,2 milhões de toneladas de farelo de soja do Brasil em 2018, de uma produção total de 32,7 milhões, de acordo com estimativa feita em dezembro pela associação, números que devem ser alterados nas próximas projeções, diante da maior oferta esperada desde então no Brasil e agora com o fator Argentina.</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><span style="font-size: 14px;">Ajuda na soja</span></span></strong></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">O analista de soja da Safras &amp; Mercado, Gil Barabach, vê chance de maiores exportações também do grão, diante dos problemas na Argentina e com revisões para cima da produção brasileira.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">A Safras &amp; Mercado elevou na semana passada sua projeção para a produção brasileira de soja em 2017/18 a um recorde de 115,64 milhões de toneladas, alta de 1,2 por cento sobre o registrado em 2016/17, em razão de produtividades melhores do que as esperadas em Estados do Sudeste e Centro-Oeste.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">Enquanto isso, a Agroconsult prevê 117,5 milhões de toneladas, ante 114,1 milhões projetados no mês passado.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">“Uma quebra na Argentina ajuda o Brasil a escoar uma safra maior. Com menor oferta, o fluxo de grãos deles será menor e isso abre espaço para o Brasil colocar mais soja no mercado”, afirmou Barabach, que acredita que a demanda virá ao Brasil, que exporta mais de metade de sua colheita tradicionalmente.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">“Com uma safra recorde no Brasil, trabalhamos com crescimento de estoques, que agora podem ser menores por causa do problema na Argentina”, acrescentou ele.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">O analista ponderou que o mercado ainda não tem uma dimensão exata das perdas na Argentina. “Se avançar para março sem chuva, o preço pode subir mais.”</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; color: #000000;"><span style="font-size: 14px;">Assim como a AgRural, a Safras também detectou avanço nas vendas de produtores devido aos preços mais altos na semana passada.</span></span></p>
<p>Fonte: Reuters Brasil<!--EndFragment--></p>
</div>
<p><!--EndFragment--></p>
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		<title>Cultura da soja tem cenários distintos no Rio Grande do Sul</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Feb 2018 12:09:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O cenário da cultura da soja é bastante distinto, dependendo da região onde é observada. Segundo o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar, a Metade Sul segue em situação de alerta, com significativo número de lavouras apresentando diminuição acentuada do potencial produtivo. O mais preocupante é que, por parte da meteorologia, não há prognóstico de chuva [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--><span style="color: #000000;">O cenário da cultura da soja é bastante distinto, dependendo da região onde é observada. Segundo o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar, a Metade Sul segue em situação de alerta, com significativo número de lavouras apresentando diminuição acentuada do potencial produtivo.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> O mais preocupante é que, por parte da meteorologia, não há prognóstico de chuva expressiva para esta região do Estado, diminuindo consideravelmente a possibilidade de recuperação, por mínima que seja, das lavouras. </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Nesse sentido, a Instituição segue monitorando e analisando as informações recebidas através do seu sistema de monitoramento (IPAN-Quinzenal), o que possibilitará uma avaliação mais precisa da situação e o respectivo impacto na produção do Estado. Os dados preliminares de estimativa de perdas na produção foram divulgados também nesta quinta-feira.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Já no Norte, de forma geral, o visual das lavouras de soja impressiona pelo porte e carga de vagens, confirmando o bom potencial produtivo. Porém, segundo técnicos, a definição dessa produção se dará em função da regularidade das precipitações nas próximas semanas. </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Com as chuvas ocorridas nas últimas semanas, especialmente na Metade Norte, houve melhoria das condições de umidade do solo.<!--EndFragment--></span></p>
<p><span style="color: #000000;">Emater/RS</span></p>
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		<title>Milho: Perspectivas de preço para 2018</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jan 2018 11:38:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Após safra brasileira 2016/17 recorde e consequente queda nos preços internos, a área de milho da temporada 2017/18 deve ser a menor desde 1976/77.  Segundo pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, além da menor rentabilidade com a cultura na última safra, a queda na área também está atrelada ao [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>Após safra brasileira 2016/17 recorde e consequente queda nos preços internos, a área de milho da temporada 2017/18 deve ser a menor desde 1976/77.</strong></span></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: verdana,geneva,sans-serif;"><span style="font-size: 14px;"> Segundo pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, além da menor rentabilidade com a cultura na última safra, a queda na área também está atrelada ao atraso na colheita da soja em algumas regiões brasileiras. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: verdana,geneva,sans-serif;"><span style="font-size: 14px;">Apesar disso, o alto estoque de passagem deve manter elevada a disponibilidade interna do cereal. Em termos mundiais, a menor produtividade deve reduzir a oferta do cereal, enquanto as transações internacionais devem crescer, o que pode favorecer as exportações brasileiras. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: verdana,geneva,sans-serif;"><span style="font-size: 14px;">De acordo com dados da Equipe de Custos do Cepea, houve aumento nas relações de troca de milho por alguns insumos nas principais regiões acompanhadas, devido, principalmente, às valorizações de fertilizantes e sementes em 2017. Atualmente, verifica-se atrasos nas compras de insumos para a segunda safra, indicando pouco interesse de produtores.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: verdana,geneva,sans-serif;"><span style="font-size: 14px;">A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima forte redução de 9,6% na área e de 17,8% da oferta de verão frente à temporada anterior. Assim, a área semeada com milho na safra verão 2017/18 seria a menor de toda a série histórica da Conab, iniciada na temporada 1976/77. A produtividade média é projetada, por enquanto, em cerca de 5,05 t/ha e a produção, em 25,05 milhões de toneladas.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: verdana,geneva,sans-serif;"><span style="font-size: 14px;">O consumo interno é estimado em 58,5 milhões de toneladas, aumento de 4,2% em relação à temporada anterior. A industrialização crescente do cereal, inclusive com novas iniciativas de produção de etanol, aliado ao pujante setor de produção de proteína animal criam a perspectiva de aumento do consumo interno.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: verdana,geneva,sans-serif;"><span style="font-size: 14px;">Em termos de transações externas, o USDA espera redução de 6,9%, para 151,4 milhões de toneladas. Com menor oferta interna, muitos importadores precisarão elevar as compras externas. Por enquanto, o USDA estima aumento nas exportações do Brasil e da Argentina e redução nas dos Estados Unidos. Assim, o Brasil seria o segundo maior exportador da temporada, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"><span style="font-size: 14px;">Para a Argentina, principal concorrente regional das exportações brasileiras, as estimativas oficiais apontam aumento na produção de milho na temporada 2017/18, o que pode trazer maior concorrência com as exportações brasileiras em 2018.</span></span><strong><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Fonte: Cepea</em></span></p>
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		<title>Produtores buscam alternativas de diminuir custos de produção</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Nov 2017 13:30:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Produtores brasileiros querem direito a insumos mais baratos do Mercosul. Pois agricultores daqui pagam até 426% a mais do que em países vizinhos. Para aliviar um pouco os custos de produção, produtores brasileiros querem importar defensivos, maquinários, implementos e peças de outros países do Mercosul, onde a expectativa é pagar menos por eles. O governo diz [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4 class="text-left" style="color: #003300;"><span style="color: #000000;">Produtores brasileiros querem direito a insumos mais baratos do Mercosul. Pois agricultores daqui pagam até 426% a mais do que em países vizinhos.</span></h4>
<p><span style="color: #000000;">Para aliviar um pouco os custos de produção, produtores brasileiros querem importar defensivos, maquinários, implementos e peças de outros países do Mercosul, onde a expectativa é pagar menos por eles. O governo diz que há impedimentos técnicos e legais para isso, mas entidades do setor já pensam em entrar com uma ação para reverter a situação.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Dados da Federação de Agricultura do Rio Grande do Sul mostram que o mesmo inseticida chega a ser 426% mais caro no Brasil do que no Uruguai, por exemplo. O caso é semelhante para itens como máquinas agrícolas e implementos. Só que os produtores brasileiros não podem resolver o problema atravessando a fronteira e comprando o produto nesses países. O setor reclama que há barreiras técnicas e legais para isso.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“O Brasil criou várias normas para impedir o livre comércio dos insumos e maquinários com países vizinhos. Entretanto, liberou totalmente a entrada de produtos agropecuários do Mercosul. Pode entrar o arroz da Argentina, leite do Uruguai, e por ai vai. Mas não pode entrar o agroquímico, ou uma peça de reposição da máquina. Por que não pode?”, indaga Antônio da Luz, economista da Farsul.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Um dos impedimentos para o livre comércio de insumos com o Brasil, é que as fabricantes seguem diferentes regras para o registro e comercialização dos produtos em cada país. Só que este argumento não convenceu os produtores brasileiros, que já estudam entrar com ação no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), para denunciar possível abuso das empresas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“Havendo problemas com patentes e abuso do poder, é preciso denunciar junto ao Cade. Com a materialização disso, e há indícios muito fortes de que acontece, vamos denunciar, sim. Mas é preciso olhar bem a situação para entender o caso. Existem produtos em que o problema é de patente e tem produtos que o problema é de registro. É preciso separar as coisas e atacar nas duas frentes”, explica Da Luz.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">No caso dos defensivos agrícolas existe outro problema. Eles precisam ter registro no Brasil, e o produtor rural não pode importar sem isso, fato que só uma mudança na lei permitiria. Na opinião do Ministério da Agricultura (Mapa), o ideal é que existisse um registro geral de agrotóxicos no Mercosul.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: Canal Rural</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Plantio da soja no RS avança e ultrapassa 40% da área para 2017/2018</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Nov 2017 12:39:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com as condições meteorológicas propícias aos trabalhos de campo e com a liberação das áreas que estavam com as culturas de inverno, o percentual semeado alcançado com a soja pôde evoluir na ultima semana de forma significativa durante o último período. Este chega a 40%, contra os 39% em mesmo período do ano passado, segundo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">Com as condições meteorológicas propícias aos trabalhos de campo e com a liberação das áreas que estavam com as culturas de inverno, o percentual semeado alcançado com a soja pôde evoluir na ultima semana de forma significativa durante o último período. Este chega a 40%, contra os 39% em mesmo período do ano passado, segundo informativo conjuntural da Emater.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">Até o momento a cultura tem encontrado condições muito boas ao seu desenvolvimento inicial, em que pesem algumas áreas apresentarem espécies resistentes aos herbicidas usados atualmente. Fato que dificulta, em determinadas circunstâncias, o manejo adequado das lavouras.</span></p>
<p style="color: #1a1a1a;"><span style="color: #000000;">A estimativa da soja para o RS e que a área a ser plantada deverá chegar aos 7.578.522 hectares, 1,01% a mais do que os 7.502.876 hectares do ano anterior.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">No geral até o momento as lavouras apresentam bom desenvolvimento da cultura.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Quanto à comercialização, em relação às últimas semanas, o produto apresentou oscilação positiva no preço médio pago ao produtor.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #1a1a1a;">
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		<title>Tendencia é de melhoria no preço do trigo, aponta especialista</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Nov 2017 11:54:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“Cada dia mais se consolida a convicção de que os preços do mercado físico e as cotações dos mercados futuros de trigo ao redor do Mundo tem motivos de alta a médio e longo prazo. A divulgação do relatório sobre a situação de oferta e demanda mundial, pelo USDA, forneceu novos motivos de alta”. A [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #555555;"><span style="color: #000000;">“Cada dia mais se consolida a convicção de que os preços do mercado físico e as cotações dos mercados futuros de trigo ao redor do Mundo tem motivos de alta a médio e longo prazo. A divulgação do relatório sobre a situação de oferta e demanda mundial, pelo USDA, forneceu novos motivos de alta”. A afirmação é do analista da Consultoria Trigo e Farinhas Luiz Fernando Pacheco. </span></p>
<p style="color: #555555;"><span style="color: #000000;">Entre os fatores positivos ele alista, em primeiro lugar, os estoques finais menores, com queda de 0,22% no mundo e 2,60% nos Estados Unidos: “Os estoques globais passam de 268,13 milhões de toneladas, para 267,53Mt, ainda assim um recorde mundial. Mas, em contrapartida, o consumo mundial subiu 0,06% e as exportações globais 0,36%”.</span></p>
<p style="color: #555555;"><span style="color: #000000;">De acordo com ele, há ainda menos disponibilidade na América do Sul: “No ano passado, a disponibilidade de trigo do Mercosul foi de aproximadamente 25,82 milhões de toneladas, mas neste ano não deverá ultrapassar 22,5MT, uma redução de -12,86% na oferta total (e, deste total, ainda deve-se ainda descontar os trigos que perderam a qualidade panificável e serão consumidos como ração animal)”.</span></p>
<p style="color: #555555;"><span style="color: #000000;">Pacheco salienta também que há um “aumento das exportações” europeias e argentinas ao norte da África, finalmente vencendo a Rússia em partes das licitações locais, bem como “problemas de colheita” na Argentina e na Austrália e “fundos excessivamente vendidos”, o que pode desencadear tomadas de lucros e novas ordens de compra. </span></p>
<p style="color: #555555;"><span style="color: #000000;">Por fim, o analista da T&amp;F alerta para o grande aumento da produção mundial de milho para 1,038 bilhão de toneladas, contra 1,032 Bt do relatório anterior, que pressionou também os preços do trigo nesta semana depois do relatório do USDA. Conclui apontando a firmeza do dólar, que tira a competitividade do trigo americano no mundo e pressiona os mercados futuros daquele país, especialmente Chicago, principal referência mundial, embora os de Kansas e Minneapolis estejam subindo.</span></p>
<p style="color: #555555;"><span style="color: #000000;">Fonte: <a href="https://www.agrolink.com.br/noticias/preco-do-trigo-tem-razoes-para-subir--aponta-especialista_400291.html" target="_blank">Agrolink</a></span></p>
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		<title>Perspectivas, anual do setor agrícola na Safra 2017/18</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Sep 2017 20:11:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na safra agrícola desse ano, a soja continuará sendo o produto com maior rentabilidade ao produtor e liquidez de mercado. Por outro lado, o milho, devido à produção recorde registrada na safra 2016/2017, encontra-se em um momento de necessidade de ajuste na relação entre oferta e demanda. É o que revela o estudo “Perspectivas para [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #444444;">Na safra agrícola desse ano, a soja continuará sendo o produto com maior rentabilidade ao produtor e liquidez de mercado. Por outro lado, o milho, devido à produção recorde registrada na safra 2016/2017, encontra-se em um momento de necessidade de ajuste na relação entre oferta e demanda. É o que revela o estudo “Perspectivas para a Agropecuária, Safra 2017/2018”, divulgado nesta quarta-feira (6) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).</span><br style="color: #444444;" /><br style="color: #444444;" /><span style="color: #444444;">O trabalho, realizado pela Superintendência de Gestão da Oferta da Conab, apresenta ainda o cenário para algodão, arroz, carnes, feijão e lácteos. A conclusão é de que a agropecuária se manterá como um dos motores da economia brasileira, seguindo tendência – já registrada em 2017 – de recuperação na participação do Produto Interno Bruto (PIB).</span></p>
<p><span style="color: #444444;">As perspectivas, feitas anualmente, são elaboradas a partir de ferramentas estatísticas, observando aspectos econômicos, tecnológicos e produtivos, além dos cenários interno e externo, preços e condições da oferta e demanda. O objetivo do estudo é oferecer ao setor produtivo um panorama do que se espera para a próxima safra, em termos de mercado nacional e internacional, e auxiliar o produtor nas decisões sobre seu negócio.</span><br style="color: #444444;" /><br style="color: #444444;" />conab</p>
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