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	<title>AgroCeleiro &#187; gado de corte</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Embrapa divulga estudo inédito sobre tendências para a cadeia de carne bovina</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2020 15:26:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[Um dos pilares do agronegócio brasileiro, a cadeia da pecuária de corte movimentou o correspondente a 8,7% do PIB do país em 2018, totalizando R$ 597,22 bilhões. Para os próximos anos, o setor continuará a crescer, sustentado por um mercado consumidor de carne bovina crescente, com o aumento considerável da demanda, em especial pelos países asiáticos, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #505050; text-align: justify;">Um dos pilares do agronegócio brasileiro, a cadeia da pecuária de corte movimentou o correspondente a 8,7% do PIB do país em 2018, totalizando R$ 597,22 bilhões. Para os próximos anos, o setor continuará a crescer, sustentado por um mercado consumidor de carne bovina crescente, com o aumento considerável da demanda, em especial pelos países asiáticos, como China e Hong Kong. Os dois países, só em 2018, compraram o correspondente a 43,6% de todo o montante exportado.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">A busca por cortes diferenciados e de denominação de origem abrirão novas oportunidades de agregação de valor. No entanto, o maior grau de exigência do consumidor será um gatilho transformador da atividade, bem como a concorrência com outras fontes de proteína, que forçarão a cadeia a produzir melhor. O bem-estar animal será mandatório, desde a cria ao abate.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">Os dados são do estudo que integra a mais recente edição da série “Desafios do Agronegócio Brasileiro”, elaborada por pesquisadores da Embrapa que integram o Centro de Inteligência da Carne Bovina da Embrapa Gado de Corte (Cicarne) e o Sistema Agropensa. Participaram do estudo os pesquisadores Guilherme Malafaia, Fernando Dias, Paulo Biscola e Elísio Contini e o analista Adalberto Araújo.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">De acordo com os autores, a inovação digital será uma das duas maiores forças disruptivas para o mercado nas próximas duas décadas e acelerará o processo de transformação da cadeia, injetando gestão e inteligência na atividade. Terá papel central na certificação, rastreabilidade e qualidade do produto carne.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">A busca por soluções sustentáveis transformará toda a cadeia produtiva, desde a indústria de insumos até a carne na prateleira do supermercado. Tecnologias de ponta como a biotecnologia moderna aumentarão a eficiência produtiva, com ganhos para os produtores e consumidores finais.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">As tendências para a cadeia de carne bovina do país vão exigir melhor gestão do negócio, digitalização e intensificação produtiva por parte dos pecuaristas para que seja alcançado o potencial de incremento de 23% da produção nos próximos oito anos, diz o estudo.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">Por outro lado, o impacto social será muito relevante – pois muitos pecuaristas não conseguirão se adaptar e deixarão a atividade.  “Vamos ter menos produtores, que serão mais tecnificados e terão maior volume de produção. Quem for pequeno ou se organiza em cooperativas, em associações, em rede, ou não sobreviverá”, afirma o pesquisador Elísio Contini.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">De acordo com o especialista, a previsão é que poderão deixar a atividade quase metade dos 1,3 milhão de pecuaristas hoje em atividade, apesar de promissora projeção de o país se consolidar como líder global nesse mercado.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">“Parcela considerável vai ser excluída da atividade e substituída por fazendas corporativas. Até 2040, cerca de 50% dos produtores devem sair do mercado”, afirma o coordenador do Cicarne, Guilherme Malafaia.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold;">Mais carne em menos área</strong></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">As projeções elaboradas pelo estudo indicam que os próximos anos serão de muito desenvolvimento e sucesso para os bons gestores. A pecuária brasileira produzirá mais carne em menos área, liberando terras para a agricultura e silvicultura. O setor ocupará espaço no cenário internacional, exportando desde genética a produtos altamente especializados e de elevado valor agregado. “O Brasil terá uma pecuária altamente tecnificada, profissional, competitiva e uma referência global, não só pelo gigantismo, mas também por sua tecnologia, qualidade, segurança e sustentabilidade”, afirmam os autores.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">Eles chamam atenção também para os impactos da covid-19 no mercado e na produção da carne bovina. A pandemia colocará no topo do debate global a preocupação com a sanidade animal, onde devem crescer as exigências e consistência sobre os sistemas de vigilância e controle de doenças que atingem animais e humanos. “Esta pode ser uma grande oportunidade para a cadeia da carne bovina mostrar ao mundo, de forma transparente, como os nossos processos produtivos, tanto no campo como na indústria, são confiáveis”, afirmam.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">De acordo com o estudo, a maior transformação será no processo de distribuição, seja de insumos, gado ou da carne. A relevância da sanidade, qualidade e sustentabilidade crescerá via interação digital com o consumidor final. Entretanto, torna-se de fundamental importância a promoção de melhorias no sistema de conectividade no território brasileiro, especialmente, no campo.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">“É de fundamental importância a criação e fortalecimento dos diálogos entre <em>stakeholders</em> em rede no setor de carne bovina. A integração e coordenação da cadeia é extremamente necessária e estratégica. É preciso romper a cultura demarcada pela falta de relacionamentos sistêmicos e avançar em modelos colaborativos em rede, já realizado com êxito por países como Austrália, Canadá, China, Estados Unidos, Reino Unido e Uruguai. A Câmara Setorial da Bovinocultura de Corte do Ministério da Agricultura poderia ser um fórum propício para germinar uma ação nesse sentido”, afirma Elísio Contini.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold;">Desafio para o escoamento das exportações</strong></p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">A concentração das exportações de carne bovina nos portos das regiões Sul e Sudeste evidencia os corredores de exportação dos estados brasileiros produtores de carne situados nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste. No caso dos frigoríficos de Mato Grosso, por exemplo, as rodovias BR-364 e BR-163 estão entre as principais vias de escoamento da produção do território destinada à exportação, convergindo aos portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR). Já a produção do território goiano segue, sobretudo, pelas BR-153, BR-364 e a BR-050, em direção ao porto de Santos.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">No entanto, o estudo apontou a necessidade de reorientar a matriz de transporte para maior integração entre os percursos rodoviário e ferroviário. O transporte rodoviário poderia ser realizado entre os frigoríficos e os pátios de transbordo da ferrovia, por ser o mais flexível, com maior disponibilidade de vias de acesso e rapidez na entrega. Por sua vez, o modal ferroviário seria adequado para o transporte de carga por longas distâncias, desde os pátios da ferrovia até os portos litorâneos. Em relação à logística de exportação da carne bovina, nota-se uma concentração em alguns portos da região Sul e Sudeste.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">Para diminuir essa concentração, sugere-se maior exportação pelos portos do Nordeste e Norte brasileiro, quando o produto tiver como destino os portos da Europa, do Oriente Médio e da América do Norte.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">As projeções para a pecuária brasileira mostram que o setor deve apresentar um significativo crescimento nos próximos anos e a expectativa é que a produção de carne bovina no Brasil continue a crescer na próxima década. Segundo projeções do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), no período de 2018 a 2028, a produção de carne bovina do Brasil deverá crescer 2,1% ao ano. Neste contexto, espera-se atingir 12,15 milhões toneladas produzidas em 2028, com 22,7% de variação em relação a 2018.</p>
<p style="color: #505050; text-align: justify;">Fonte: Embrapa</p>
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		<title>Estados Unidos reabrem mercado para carne in natura do Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Feb 2020 13:40:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e o Serviço de Inspeção e Inocuidade Alimentar (FSIS) informaram no dia (21) ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) a abertura de mercado para carne bovina in natura do Brasil para os Estados Unidos a partir de hoje. O Brasil poderá começar a enviar produtos de carne bovina in [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e o Serviço de Inspeção e Inocuidade Alimentar (FSIS) informaram no dia (21) </span>ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) a abertura de mercado para carne bovina <i style="color: #172938;">in natura</i> do Brasil para os Estados Unidos a partir de hoje.</p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Brasil poderá começar a enviar produtos de carne bovina in natura derivados de animais abatidos a partir de hoje. No comunicado encaminhado ao Mapa, o FSIS disse que o Brasil corrigiu os problemas sistêmicos que levaram à suspensão e está restabelecendo a elegibilidade das exportações de carne bovina <i>in natura</i> para os Estados Unidos a partir de hoje. Além disso, o FSIS encerrará os casos pendentes de violação de pontos de entrada associado à suspensão de 2017.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Antes da primeira remessa, o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Mapa (Dipoa) deve enviar uma lista atualizada de estabelecimentos elegíveis certificados. </span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As compras de cortes bovinos do Brasil foram suspensas pelos Estados Unidos em 2017, devido às reações (abcessos) provocadas no rebanho, pela vacina contra a febre aftosa.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">MAPA</span></p>
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		<title>Cientistas brasileiros desenvolvem rebanho musculoso com 10% a mais de carne</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Aug 2017 14:55:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Numa fazenda de Araçatuba, em São Paulo, vive o primeiro rebanho de uma variedade brasileira de nelore nascida com a promessa de aumentar a produtividade e reduzir os custos ambientais da pecuária de corte. Parte do doutorado do veterinário Rodrigo Alonso, o estudo é resultado de 12 anos pesquisas. Uniu seus conhecimentos sobre nelore com [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #555555;">Numa fazenda de Araçatuba, em São Paulo, vive o primeiro rebanho de uma variedade brasileira de nelore nascida com a promessa de aumentar a produtividade e reduzir os custos ambientais da pecuária de corte.</p>
<p style="color: #555555;">Parte do doutorado do veterinário Rodrigo Alonso, o estudo é resultado de 12 anos pesquisas. Uniu seus conhecimentos sobre nelore com o que se sabia a partir dos testes genéticos do pesquisador Amílcar Tanuri, professor da UFRJ e co-orientador do doutorado de Alonso no Departamento de Reprodução Animal da USP.</p>
<p style="color: #555555;">Alonso explica que a supermusculosa variedade, batizada de Nelore Myo, é mais produtiva porque tem mais carne – e carne mais macia.</p>
<p style="color: #555555;">“O que o consumidor chama de músculo é o corte de menor qualidade, das partes mais duras do animal, mas isso não é o correto. Para o produtor, músculo é toda a carne. No caso da Nelore Myo, ela também é muito mais macia porque há menor deposição de colágeno. Há ainda aumento das carnes nobres do traseiro.”</p>
<p style="color: #555555;">Um nelore em ponto de abate pesa cerca de 500 quilos. Desse total, em torno de 265 quilos são carne e osso, as partes efetivamente pagas pelos frigoríficos. No Nelore Myo, chega-se a 300 quilos de carne e osso.</p>
<p style="color: #555555;">A genética foi usada para facilitar a seleção e tornar o processo mais preciso. A primeira etapa foi cruzar o nelore com a belgian blue, por inseminação artificial. Com testes genéticos, selecionaram os filhotes que tinham a mutação e estes foram usados para a reprodução. A partir daí, somente embriões de nelore com mutações foram escolhidos.</p>
<p style="color: #555555;">Jornal O Globo</p>
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