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	<title>AgroCeleiro &#187; fertilidade do solo</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Nutrição do solo: A Base Forte da Agricultura do Futuro</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jan 2019 12:26:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nos últimos anos, a produção agrícola no Brasil vem passando por importantes mudanças tecnológicas, resultando em aumentos significativos da produção e da produtividade. Entre essas tecnologias, destaca-se a necessidade da melhoria na qualidade dos solos, visando a uma produção sustentada. Essa melhoria na qualidade dos solos está geralmente relacionada ao adequado manejo, o qual inclui, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #000000;" align="justify"><span style="font-size: small; color: #000000;">Nos últimos anos, a produção agrícola no Brasil vem passando por importantes mudanças tecnológicas, resultando em aumentos significativos da produção e da produtividade. </span></p>
<p style="color: #000000;" align="justify"><span style="font-size: small; color: #000000;">Entre essas tecnologias, destaca-se a necessidade da melhoria na qualidade dos solos, visando a uma produção sustentada. Essa melhoria na qualidade dos solos está geralmente relacionada ao adequado manejo, o qual inclui, entre outras práticas, a rotação de culturas, o plantio direto e o manejo da fertilidade, através da calagem, gessagem e a adubação equilibrada com macro e micronutrientes, utilizando fertilizantes químicos e/ou orgânicos (estercos, compostos, adubação verde etc).</span></p>
<p style="color: #000000;" align="justify"><span style="font-size: small; color: #000000;">Para que o objetivo do manejo racional da fertilidade do solo seja atingido é imprescindível a utilização de uma série de instrumentos de diagnose de possíveis problemas nutricionais que, uma vez corrigidos, aumentarão as probabilidades de sucesso na agricultura.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Recorde-se que a degradação dos solos é uma das maiores ameaças à agricultura, estimando-se que 33% dos solos a nível mundial estão moderadamente ou altamente degradados, de acordo com a FAO- Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A escorrência, a compactação e o baixo nível de matéria orgânica dos solos são os principais problemas com que os agricultores da Península Ibérica se confrontam. Julio Roman Vasquez, investigador da Universidade de Córdoba e especialista em solos, aconselhou algumas medidas de conservação do solo, entre as quais: a redução da intensidade de mobilização do solo ou a não mobilização, através da sementeira direta; o uso de pneus de baixa pressão nos tratores e máquinas agrícolas; a instalação de coberturas vegetais na entrelinha das culturas lenhosas (olival, vinha, etc) e a sementeira de margens funcionais nas bordaduras das parcelas e junto das linhas de água.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Estas boas práticas permitem reduzir a erosão (melhoria da estrutura e aumento da fertilidade do solo); mantêm a água no solo, evitando o arrastamento da matéria fértil; conduzem a poupanças de energia (menor necessidade de aplicação de adubos, menos gastos de combustível e menor desgaste das máquinas agrícolas) e contribuem para aumentar a biodiversidade (fauna e flora) na exploração agrícola</span></p>
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		<title>Degradação do solo traz risco à economia do país, alerta pesquisador da Embrapa</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2018 17:17:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O pesquisador da Embrapa Trigo, José Eloir Denardin, durante Reunião Técnica realizada em Augusto Pestana, expressou preocupação sobre os riscos que representaria a degradação do solo para a permanência dos agricultores no campo e para a economia do Brasil. O evento foi promovido no dia 10 de maio, pela Emater/RS-Ascar, Prefeitura de Augusto Pestana e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><script src="//m.addthis.com/live/red_lojson/300lo.json?si=5aff0941a05665c1&amp;bkl=0&amp;bl=5&amp;pdt=193&amp;sid=5aff0941a05665c1&amp;pub=ra-51310f426b45af61&amp;rev=v8.3.12-wp&amp;ln=pt&amp;pc=men&amp;cb=0&amp;ab=-&amp;dp=www.emater.tche.br%3A80&amp;fp=multimidia%2Fnoticias%2Fdetalhe-noticia.php%3Fid%3D28317&amp;fr=multimidia%2Fnoticias%2Findex.php&amp;fcu=Wv8JQZU2zs0&amp;of=0&amp;pd=0&amp;irt=1&amp;vcl=1&amp;md=0&amp;ct=1&amp;tct=0&amp;abt=1&amp;cdn=0&amp;pi=1&amp;rb=2&amp;gen=100&amp;chr=utf-8&amp;colc=1526663489654&amp;jsl=1&amp;uvs=5aff09330d4be7cd001&amp;skipb=1&amp;callback=addthis.cbs.oln9_312779868376498570"></script><script src="//m.addthisedge.com/live/boost/ra-51310f426b45af61/_ate.track.config_resp"></script><script src="http://www.emater.tche.br/site/multimidia/js/jquery.js"></script><script src="http://www.emater.tche.br/site/multimidia/js/jquery-ui.js"></script><script src="http://www.emater.tche.br/site/multimidia/js/bootstrap.js"></script><script src="http://www.emater.tche.br/site/multimidia/js/customselect.js"></script><script src="http://www.emater.tche.br/site/multimidia/js/functions.js"></script><!-- [if lt IE 9]>
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    <![endif]--><!--StartFragment--><span style="color: #000000;">O pesquisador da Embrapa Trigo, José Eloir Denardin, durante Reunião Técnica realizada em Augusto Pestana, expressou preocupação sobre os riscos que representaria a degradação do solo para a permanência dos agricultores no campo e para a economia do Brasil. O evento foi promovido no dia 10 de maio, pela Emater/RS-Ascar, Prefeitura de Augusto Pestana e Sindicato dos Trabalhadores Rurais, com o apoio do comércio local.</span></p>
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<article>
<div class="texto-artigo detalhe-artigo">
<p><span style="color: #000000;"> &#8220;A degradação física do solo é um entrave à nossa agricultura. Nós, da Embrapa, já falamos duas vezes com o ministro da Agricultura (Blairo Maggi), dizendo a ele que este problema de adensamento do solo é um risco&#8221;, disse Denardin.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> A compactação do solo pode ser causada pela pressão das patas de animais ou rodas de máquinas agrícolas, por exemplo, e o adensamento pode ser provocado pelo lançamento de calcário sobre o solo desprotegido de matéria seca (palha). &#8220;Mais de 70% das nossas lavouras não produzem entre oito e 12 toneladas de matéria seca, o que seria o ideal, então os solos entraram num processo de adensamento&#8221;, lamentou o pesquisador da Embrapa.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Prejuízos à economia</span><br />
<span style="color: #000000;"> No caso da soja plantada no Rio Grande do Sul, a média dos últimos 16 anos é menor do que a produtividade alcançada no ano 2000. &#8220;Significa que estagnamos no tempo&#8221;, disse Denardin. &#8220;Agricultores, às vezes ficam felizes por estarem colhendo 65 sacos de soja por hectare, isso não é a metade do que nós poderíamos produzir se tivéssemos um solo poroso, um solo sem esses problemas físicos&#8221;, completou ele. </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Solução</span><br />
<span style="color: #000000;"> A solução passa pela mudança de comportamento. Segundo pesquisas, de pouco adianta plantar diretamente na palha sem a rotação de culturas. &#8220;Foi dito na década de 1980 que o Plantio Direto precisava ter uma gramínea de verão, que era o milho&#8221;, disse Denardin, ao citar, como outras opções, o sorgo forrageiro, capim sudão, sorgo granífero. </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Uma condição ideal, de acordo com o pesquisador da Embrapa, seria o plantio de um cereal de verão em outubro, para ser colhido nos meses de fevereiro e março. Após a colheita, o agricultor poderia fazer nova semeadura, com a intenção de fazer uma adubação verde do solo. &#8220;A geada vai matar esse cereal de verão e, quando ele morre, o agricultor entra com o cereal de inverno&#8221;, indicou Denardin. </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar &#8211; Regional de Ijuí</span><br />
<span style="color: #000000;"> Jornalista Cleuza Noal Brutti</span><!--EndFragment--></p>
</div>
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</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Novo fertilizante pode reduzir custos</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2018 17:56:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Produto diminui perdas de nitrogênio por volatilização e enxurradas, mantendo maior quantidade do nutriente no solo Tecnologia desenvolvida pela Embrapa Solos (RJ) em parceria com a Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, da Universidade de São Paulo (Esalq/USP), pode gerar grande economia na aplicação de ureia pelos produtores rurais. Cientistas das duas instituições desenvolveram [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<h4 class="row f16 pb0" style="text-align: center;"><span id="lblChamada" style="color: #000000;">Produto diminui perdas de nitrogênio por volatilização e enxurradas, mantendo maior quantidade do nutriente no solo</span></h4>
<p><span style="color: #000000;"><!--StartFragment--></span></p>
<p><span style="color: #000000;">Tecnologia desenvolvida pela Embrapa Solos (RJ) em parceria com a Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, da Universidade de São Paulo (Esalq/USP), pode gerar grande economia na aplicação de ureia pelos produtores rurais. Cientistas das duas instituições desenvolveram um fertilizante nitrogenado com aditivos incorporados aos grânulos, técnica que reduz perdas de nitrogênio provocadas por lixiviação (carreado em enxurradas) e por volatização.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A inovação da tecnologia é que os inibidores de urease, que evitam a transformação do nitrogênio presente no fertilizante em amônia gasosa ou em nitrato, em vez de estarem aplicados ao redor do grânulo do produto, agora estão incorporados ao grânulo. Os produtos foram desenvolvidos no laboratório de Tecnologia de Fertilizantes da Embrapa Solos e os testes de volatilização de nitrogênio e eficiência agronômica foram realizados no Departamento de Ciência do Solo da Esalq/USP.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Perdas de mais de 40% do fertilizante - </strong>“Mais de 40% do fertilizante nitrogenado é perdido para a atmosfera quando aplicado no campo. Além disso, o fertilizante nitrogenado é um insumo caro e, em grande parte, importado”, revela o chefe-geral da Embrapa Solos, José Carlos Polidoro. “Os inibidores de urease são conhecidos há bastante tempo. Com sua incorporação aos grânulos conseguimos aumentar sua eficiência. Por isso, a vantagem competitiva do produto para a indústria é grande, já que ele utiliza um inibidor conhecido, em menor dose”, detalha.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Os inibidores de urease proporcionam menores perdas e, consequentemente, produtos com esses inibidores apresentam maior eficiência agronômica em relação à ureia perolada e aos fertilizantes comerciais revestidos com esses mesmos aditivos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Os aditivos incorporados à ureia retardam ou prolongam o tempo de disponibilidade contínua do nitrogênio no solo, minimizando as perdas. “Dessa forma, o uso de fontes nitrogenadas à base de ureia com maior eficiência e melhor relação custo-benefício passa a ter um papel estratégico para a adubação das culturas”, afirma o pesquisador Paulo César Teixeira, da Embrapa Solos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A ureia é o fertilizante mais utilizado na agricultura mundial como fonte de nitrogênio, e é caracterizada como fertilizante sólido granulado ou pastilhado com concentração por volta de 45% de nitrogênio.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“Dos três nutrientes mais requeridos pelas culturas, o nitrogênio é o elemento mais importante para a produtividade, que necessita ser periodicamente fornecido às plantas e representa cerca de 60% do consumo mundial de fertilizantes. A ureia é o fertilizante nitrogenado usado em maior escala na agricultura devido a características como menor preço por unidade de nitrogênio e elevada concentração do elemento. Também apresenta menor custo com fabricação, transporte, armazenagem e aplicação, apresenta alta solubilidade, baixa corrosividade e facilidade de mistura com outras fontes”, revela Teixeira. Por outro lado, a ureia é o fertilizante nitrogenado que apresenta as maiores perdas de nitrogênio por volatilização.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Consumo - </strong>O Brasil é o quarto maior consumidor de fertilizantes do mundo e o sexto produtor. Apesar dos esforços do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em nacionalizar a fabricação de fertilizantes nitrogenados, a dependência brasileira da importação aumentou nos últimos 12 anos. Os dados da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda) demostram que de 2005 a 2016 o país aumentou sua dependência da importação de fontes nitrogenadas de 64% para 83%. Dados da Associação dos Misturadores de Adubos do Brasil (Ama Brasil) indicam que de janeiro a julho de 2017 essa dependência foi de 85%. Ainda segundo a Anda, a produção, a importação e o consumo de ureia no Brasil, em 2016, foram de 1.014.561 toneladas; 4.597.170 toneladas e 5.598.147 toneladas, respectivamente.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Rede FertBrasil - </strong>A tecnologia foi desenvolvida no âmbito da Rede FertBrasil, composta por uma estrutura de pesquisa, desenvolvimento e transferência de tecnologia em fertilizantes no Brasil e coordenada pela Embrapa.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O objetivo geral da Rede é propor soluções tecnológicas e avanços em diferentes campos do conhecimento no desenvolvimento de novas gerações de fertilizantes e insumos biológicos para o fornecimento eficiente de nutrientes na agricultura tropical. Ela também pretende consolidar uma rede nacional de pesquisa e validação de tecnologias de fertilizantes, reconhecida pelos setores público e privado como a rede de pesquisa de referência sobre o tema.</span></p>
<div class="row"><span style="color: #000000;">Fonte: <strong>Embrapa</strong></span></div>
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