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	<title>AgroCeleiro &#187; ferrugem da soja</title>
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		<title>Incidência precoce da ferrugem da soja desafia produtores</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Dec 2018 14:29:53 +0000</pubDate>
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<p><span style="color: #000000;">A ferrugem-asiática da soja chegou mais cedo nas lavouras comerciais na safra 2018/2019, acompanhando a implantação antecipada das lavouras, logo após o término dos períodos de vazio sanitário. Até agora há 55 relatos de ferrugem em seis Estados &#8211; Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.  “A semeadura cedo, associada às plantas de soja voluntárias (guaxas) com ferrugem que sobraram do vazio sanitário e as condições favoráveis, com chuvas bem distribuídas, fez com que as primeiras ocorrências fossem antecipadas em até um mês em relação à safra 2017/2018”, explica a pesquisadora da Embrapa Soja, Claudia Godoy. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">A dificuldade para manejar a doença será ainda mais complexa nos Estados em que a semeadura foi mais tardia, a exemplo do Rio Grande do Sul. Nessa safra, a pesquisadora da Embrapa Trigo, Leila Costamilan, diz que as chuvas frequentes e em altos volumes, em outubro, atrasaram os plantios. “Também fizeram com que, em algumas áreas, ocorressem replantios devido à morte de soja, causada pela doença podridão radicular de fitóftora”, destaca a pesquisadora. Mesmo assim, a ferrugem foi relatada 10 dias mais tarde, nesta safra, do que na safra 2017/2018.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Além disso, no RS há o agravante de não haver a adoção do vazio sanitário. Leila diz que há relatos de ferrugem em plantas voluntárias de soja, que sobreviveram ao inverno em várias regiões, e em kudzu, indicando a presença de esporos do fungo. Até agora, há 11 relatos de focos da doença, em áreas comerciais. &#8220;Alguns produtores conseguiram semear cedo, o que ocasionou uma grande janela de semeadura. As primeiras áreas semeadas irão produzir inóculo para as áreas que semearam mais tarde&#8221;, explica.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Relatos do agrônomo Laercio Hoffmann reforçam a ocorrência de ferrugem da soja em kudzu, uma planta que é hospedeira da ferrugem, e também em soja voluntária, que nasceu espontaneamente e não faz parte das lavouras semeadas. “A ferrugem está chegando muito cedo nas lavouras comerciais e as condições climáticas são favoráveis para a doença”, diz.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Por isso, a pesquisadora Cláudia Godoy, enfatiza a necessidade de se intensificar o monitoramento da doença e também manejar adequadamente a ferrugem. Cláudia orienta os produtores a consultarem os resultados de eficiência dos fungicidas para o controle da ferrugem e utilizar os multissítios para aumentar a eficiência de controle.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Ferrugem na safra 2018/2019 </strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">O primeiro relato no site do Consórcio Antiferrugem foi em Marechal Cândido Rondon, PR, no distrito de Porto Mendes, em 31 de outubro, cadastrado pelas cooperativas Copagril e Copacol. As ocorrências de ferrugem-asiática na safra podem ser verificadas no mapa do site do Consórcio Antiferrugem. De acordo com Cláudia, o principal objetivo do Consórcio é informar as ocorrências regionais para alertar o produtor sobre a chegada da doença. “Como o fungo da ferrugem se dissemina facilmente pelo vento, com o alerta, o produtor pode proteger sua lavoura, evitando perdas de produtividade”, afirma.</span></p>
</div>
<div class="fonte col-xs-12">
<p><span style="color: #000000;">Fonte: Embrapa Soja</span></p>
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