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	<title>AgroCeleiro &#187; exportação</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Brasil abre 100 novos mercados externos para produtos agropecuários</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2020 16:36:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Brasil conquistou a abertura de 100 novos mercados para produtos da agropecuária nacional desde janeiro de 2019. O mais recente é exportação de suínos (reprodução) para a Colômbia. O trabalho de abertura de mercados externos não contempla apenas a venda de produtos tradicionais dos quais o Brasil já é um grande exportador, como carnes, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;" align="center">O Brasil conquistou a abertura de 100 novos mercados para produtos da agropecuária nacional desde janeiro de 2019. O mais recente é exportação de suínos (reprodução) para a Colômbia.</p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;">O trabalho de abertura de mercados externos não contempla apenas a venda de produtos tradicionais dos quais o Brasil já é um grande exportador, como carnes, mas de diversos produtos da cadeia agrícola, como castanhas, chá, frutas, pescados, lácteos e plantas, atendendo ao objetivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) de diversificar a pauta exportadora brasileira.</p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;">“Isso significa novas oportunidades para os produtores brasileiros que vêm trabalhando com afinco e demostrando muita resiliência, mesmo passando por uma pandemia. Acredito muito na competência e competitividade dos nossos produtores e essas aberturas refletem a intenção do Mapa em diversificar cada vez mais nossa pauta de exportação”, destaca a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento).</p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;">Entre as aberturas de produtos não tradicionais estão Castanha de Baru para a Coreia do Sul, mudas de coco para a Guiana, Castanha do Brasil para Arábia Saudita, milho de pipoca para Colômbia, gergelim para Índia, mudas de eucalipto para Colômbia, ovos com casca para Singapura e abacate para Argentina.</p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;"><strong style="font-weight: bold; color: #555555;"><a class="internal-link" style="font-weight: 600; color: #1351b4;" title="" href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/brasil-abre-100-novos-mercados-externos-para-produtos-agropecuarios/ABERTURADEMERCADOS_geral.pdf" target="_blank" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false">&gt;&gt; Veja a lista dos 100 novos mercados</a></strong></p>
<p style="color: rgb(85, 85, 85); text-align: justify;">Foram abertos mercados para produtos de alto valor agregado, como material genético avícola para os Emirados Árabes Unidos e Marrocos e embriões equinos para os Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><b style="font-weight: 600;">Continentes</b></p>
<p style="text-align: justify;">Dos 100 novos mercados, 45 são na América (Argentina, Colômbia, Peru, Estados Unidos, México, Canadá, Guiana, Equador, Venezuela, Guatemala e Bolívia); 40 na Ásia (Arábia Saudita, China, Cazaquistão, Coreia do Sul, Emirados Árabes, Índia, Japão, Malásia, Indonésia, Taiwan, Irã, Tailândia, Mianmar, Singapura e Qatar); 14 na África (Egito, Marrocos e Zâmbia) e um na Oceania (Austrália), conforme dados da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Mapa.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo com os impactos da pandemia do coronavírus, a maioria dos processos de abertura foi concluída este ano, com 66 mercados.</p>
<p style="text-align: justify;"><b style="font-weight: 600;">Países</b></p>
<p style="text-align: justify;">Os novos mercados envolvem 30 países. Isso porque algumas nações passaram a importar mais de um produto agrícola do Brasil. Cada novo mercado corresponde a exportação de um produto.  Nesse sentido, houve uma ampliação significativa com os vizinhos sul-americanos, com a abertura de 17 novos produtos para a Argentina, oito para a Colômbia e seis para a Bolívia.</p>
<p style="text-align: justify;">“Abrir um mercado é abrir uma porta. E estou certa de que trabalharemos juntos para que nossos produtores de fato passem por ela”, afirma a ministra.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Ásia, Singapura e Mianmar abriram sete novos mercados, cada um, para os produtos brasileiros. Na África, Egito abriu oito mercados.</p>
<p style="text-align: justify;"><b style="font-weight: 600;">Categorias por produtos</b></p>
<p style="text-align: justify;">Os produtos derivados de aves (carnes, miúdos e farinhas) estão entre os mais procurados, totalizando 13 aberturas, assim como 11 de bovinos, nove de plantas, oito de suínos, oito de material genético bovino, sete de lácteos e cinco de frutas.</p>
<p style="text-align: justify;">MAPA</p>
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		<title>Estados Unidos reabrem mercado para carne in natura do Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Feb 2020 13:40:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e o Serviço de Inspeção e Inocuidade Alimentar (FSIS) informaram no dia (21) ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) a abertura de mercado para carne bovina in natura do Brasil para os Estados Unidos a partir de hoje. O Brasil poderá começar a enviar produtos de carne bovina in [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e o Serviço de Inspeção e Inocuidade Alimentar (FSIS) informaram no dia (21) </span>ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) a abertura de mercado para carne bovina <i style="color: #172938;">in natura</i> do Brasil para os Estados Unidos a partir de hoje.</p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Brasil poderá começar a enviar produtos de carne bovina in natura derivados de animais abatidos a partir de hoje. No comunicado encaminhado ao Mapa, o FSIS disse que o Brasil corrigiu os problemas sistêmicos que levaram à suspensão e está restabelecendo a elegibilidade das exportações de carne bovina <i>in natura</i> para os Estados Unidos a partir de hoje. Além disso, o FSIS encerrará os casos pendentes de violação de pontos de entrada associado à suspensão de 2017.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Antes da primeira remessa, o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Mapa (Dipoa) deve enviar uma lista atualizada de estabelecimentos elegíveis certificados. </span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As compras de cortes bovinos do Brasil foram suspensas pelos Estados Unidos em 2017, devido às reações (abcessos) provocadas no rebanho, pela vacina contra a febre aftosa.</span></p>
<p style="color: #172938; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">MAPA</span></p>
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		<title>China volta a comprar bastante soja brasileira</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jan 2020 16:39:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A China voltou a comprar uma quantia considerável da soja brasileira, segundo informações divulgadas pela T&#38;F Consultoria Agroeconômica. Os preços da oleaginosa, no entanto, subiram pouco, devido principalmente à nova alta do dólar. “Mesmo com a forte alta do dólar, de 0,87%, somada à grande compra chinesa de quase 15 cargos, nesta semana, a maior [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A China voltou a comprar uma quantia considerável da soja brasileira, segundo informações divulgadas pela T&amp;F Consultoria Agroeconômica. Os preços da oleaginosa, no entanto, subiram pouco, devido principalmente à nova alta do dólar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Mesmo com a forte alta do dólar, de 0,87%, somada à grande compra chinesa de quase 15 cargos, nesta semana, a maior parte no Brasil os preços médios da soja nos portos do Sul do país ou seus equivalentes nos outros estados subiram apenas 0,07% para R$ 88,19/saca, contra R$ 88,13/saca no dia anterior, segundo o CEPEA. Isto aumentou o ganho do mês para 0,33% (bem longe dos 5,92% do milho, por exemplo). Já no interior os preços médios registraram queda de 0,14% para R$ 82,83/saca, reduzindo o ganho do mês para 0,04%”, indicou a Consultoria.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nesse cenário, no mercado físico, a T&amp;F informa que os preços caíram na maioria das cidades brasileiras. “No Rio Grande do Sul, os preços caíram cerca de R$ 0,50/saca em relação ao início da semana, fechando o dia ao redor de R$ 89,00/saca no porto de Rio Grande, R$ 85,50 em Cruz Alta e R$ 85,00 em Ijuí. No Paraná, o diferencial do dia foram os preços que já começam a ser apresentados para 2021, com ofertas no interior a R$ 85,00 e comprador a R$ 84,00, com alguns poucos negócios registrados a R$ 84,00.”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em relação as compras da China, os 15 cargos anunciados representam um total de 900.000 toneladas na semana. Por outro lado, houve poucos negócios de farelo de soja no mercado internacional nos últimos dias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">“Com isto os prêmios nos portos de origem no Brasil subiram cerca de US$ 0,03 para fevereiro, US$ 0,01 para março e abril, US$ 0,02 para maio e permaneceram inalterados para junho e julho”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Agrolink</span></p>
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		<title>Brasil vai ficar com quase metade da cota para carne bovina</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jul 2019 13:39:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Site Agroceleiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em um comunicado interno enviado para as empresas associadas, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) informou que o Brasil vai ficar com 42,5% da cota para venda de carne bovina definida no acordo do Mercosul com a União Europeia. A Argentina ficará com 29,5%, o Uruguai com 21% e o Paraguai com [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Em um comunicado interno enviado para as empresas associadas, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) informou que o Brasil vai ficar com 42,5% da cota para venda de carne bovina definida no acordo do Mercosul com a União Europeia. A Argentina ficará com 29,5%, o Uruguai com 21% e o Paraguai com 7%. A divisão foi feita pelo setor privado durante o Fórum Mercosul da Carne, que engloba as entidades de produtores dos quatro países.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px;">A cota de exportação de carne bovina firmada no acordo ficou em 99 mil toneladas de equivalente de carcaça, subdivididas em 55% de resfriada e 45% de congelada, com uma tarifa de 7,5%. Com a divisão já estabelecida pelos produtores e indústrias dos países membros do bloco, o Brasil poderá exportar mais de 42 mil toneladas.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px;">O comunicado ainda destaca a eliminação da tarifa de 20% da cota Hilton para a quantidade já estabelecida atualmente de 10 mil toneladas para o Brasil. “O volume será dividido em seis etapas anuais iguais a partir da entrada em vigor do acordo”, afirma a Abiec.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px;">Com isso, o Brasil poderá exportar mais de 52 mil toneladas de carne bovina para a União Europeia com tarifas especiais (7,5% da intracota) ou sem taxações (para as 10 mil toneladas da cota Hilton).</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px;">Princípio da precaução</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px;">O texto enviado pela Abiec aos associados também ressalta a questão do princípio da precaução que foi colocado no acordo do Mercosul com a União Europeia. A entidade destaca que o governo brasileiro garantiu que a regra não será usada indiscriminadamente para gerar barreiras às exportações nacionais e que, caso isso ocorra, o país poderá recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) para evitar medidas protecionistas.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px;">“A redação final do acordo prevê a necessidade de evidências técnicas e científicas bem como a aplicação só pode acontecer na parte e/ou território de quem acusa. Segundo ele (embaixador Orlando Leite Ribeiro, secretário de Comércio Exterior e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura), isso impede que a União Europeia faça qualquer tipo de acusação ao setor produtivo brasileiro por ações ocorridas dentro do território brasileiro e, com isso, conclamar o princípio da precaução para impor quaisquer tipos de barreiras. A mesma regra vale para questões ambientais e sociais/trabalhistas”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px;">Em entrevista ao Canal Rural, Orlando Leite Ribeiro explicou que foi feito um trabalho para blindar qualquer tipo de invocação inadequada desse princípio que pudesse prejudicar, sem comprovação científica, as exportações e a imagem do agro brasileiro. Sobre a divisão das cotas, ele afirmou que, com exceção do arroz e da carne bovina, todas devem ser integralmente aproveitadas pelo Brasil, como os casos do açúcar e etanol, por exemplo.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px;">Novos acordos</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px;">O comunicado da Abiec também destaca a possibilidade de fechamento de novos acordos bilaterais ou do Mercosul em breve. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirmaram que as conversas com o EFTA (bloco de países europeus fora da UE), Canadá, Coreia do Sul, México e Cingapura podem avançar e até mesmo serem concretizados novos tratados ainda este ano.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Fonte: Canal Rural</span></span></p>
<p><!--EndFragment-->&nbsp;</p>
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		<title>Brasil inicia exportação de semente de aveia preta à União Europeia</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Mar 2019 16:18:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pela primeira vez, o Brasil exportou semente convencional de aveia preta à União Europeia, ao embarcar no dia 26 de fevereiro um contêiner com 24 toneladas do produto, produzido pelo Instituto Agronômico do Paraná (Iapar). As sementes foram enviadas à França, certificadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As informações são da coordenadora-geral [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<p style="text-align: justify;">Pela primeira vez, o Brasil exportou semente convencional de aveia preta à União Europeia, ao embarcar no dia 26 de fevereiro um contêiner com 24 toneladas do produto, produzido pelo Instituto Agronômico do Paraná (Iapar). As sementes foram enviadas à França, certificadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As informações são da coordenadora-geral de Sementes, Mudas e Proteção de Cultivares da Secretaria de Defesa Agropecuária, Virgínia Carpi.</p>
<p style="text-align: justify;">A exportação de sementes para aquele país somente pode ser realizada mediante o reconhecimento da União Europeia (UE) da equivalência dos sistemas de certificação. A equivalência foi obtida no final do ano passado para sementes de cereais e forrageiras produzidas no Brasil. Essa habilitação é o reconhecimento técnico que demonstra a qualidade do sistema brasileiro de certificação de sementes, observa Virgínia Carpi. As sementes de aveia são utilizadas para a formação de pastagem destinada à alimentação de rebanhos.</p>
<p style="text-align: justify;">A exportação foi realizada pela empresa gaúcha ADKalil Agricultural Consulting &amp; Trading, de Porto Alegre (RS), por meio de parceria com o Iapar para a produção das sementes com base nas regras de certificação da UE. O acordo contou ainda com a colaboração da Fundação de Apoio à Pesquisa e ao Desenvolvimento do Agronegócio (Fapeagro).</p>
<p style="text-align: justify;">A venda de sementes pelo Brasil é promissora pela capacidade de produção comparada aos demais países (clima tropical, terras e água), lembra a coordenadora. Historicamente Goiás tem exportado sementes de milho.</p>
<p><strong>Quem está habilitado e como certificar</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O produtor de sementes, inscrito no Registro Nacional de Sementes e Mudas (Renasem), pode solicitar ao Mapa a certificação sob as regras da UE, conforme a Instrução Normativa nº 36, de 4 de outubro de 2017, que fixa as normas para certificação de sementes destinadas à União Europeia.</p>
<p style="text-align: justify;">Estão aptas à certificação para a UE as cultivares que constam na lista de cultivares da OECD (Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Econômico) e do Catálogo Comum de Cultivares da Comissão Europeia. A certificação é realizada pelo Mapa, tendo como referência as normas de certificação da UE e da OECD.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: MAPA</p>
<p><!--EndFragment--></p>
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		<title>Exportações de soja do Brasil no ano já superam o total registrado em 2016</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Aug 2017 20:34:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As exportações de soja em 2017 pelo Brasil, maior exportador global da oleaginosa, já superam os embarques registrados em todo o ano passado, de acordo com dados parciais de agosto divulgados nesta segunda-feira pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Até a segunda semana de agosto, o Brasil havia exportado 53.37 milhões de toneladas de soja, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As exportações de soja em 2017 pelo Brasil, maior exportador global da oleaginosa, já superam os embarques registrados em todo o ano passado, de acordo com dados parciais de agosto divulgados nesta segunda-feira pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Até a segunda semana de agosto, o Brasil havia exportado 53.37 milhões de toneladas de soja, contra 51.58 milhões de toneladas de janeiro a dezembro de 2016, segundo dados da Secex e do Ministério da Agricultura.</p>
<p>Nas duas primeiras semanas de agosto, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), as exportações somaram 2.424 milhões de toneladas de soja, o principal produto de exportação do país. As exportações maiores ocorrem após a colheita de uma safra recorde de 114 milhões de toneladas em 2016/17, contra 95.4 milhões de toneladas na temporada anterior, atingida pela seca.</p>
<p>As exportações, pelos dados do governo, estão perto de superar o recorde histórico de 54.3 milhões de toneladas, registrado em 2015. A Abiove, que representa a indústria de soja do Brasil, estima as exportações do produto em 64 milhões de toneladas.</p>
<p>Isso significa que um volume de cerca de dez milhões de toneladas de soja ainda disputará espaço com o milho nos terminais de exportação nos próximos meses. Essa questão é apontada por alguns analistas como um dos fatores para os embarques de cereal ainda não estarem mais acelerados. As exportações de milho nas duas primeiras semanas de agosto somaram 1.77 milhão de toneladas, o que leva o total no acumulado do ano para 7.30 milhões de toneladas.</p>
<p>A Anec, que representa os exportadores de cereais, estima os embarques em 30 milhões de toneladas em 2017, o que representaria uma recuperação importante em relação ao ano passado, quando somaram 21.8 milhões de toneladas. O Brasil é o segundo exportador global de milho, atrás dos Estados Unidos, segundo dados do USDA.</p>
<p>Fonte: Reuters</p>
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		<title>Soja lidera exportações do agronegócio brasileiro em abril</title>
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		<pubDate>Wed, 10 May 2017 01:06:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O complexo soja (grãos, farelo e óleo) teve participação de 52,5% nas exportações do agronegócio brasileiro em abril. O desempenho do setor ocorreu tanto em volume embarcado quanto em faturamento, de acordo com a balança comercial do agronegócio, divulgada nesta quarta-feira (10) pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #172938;">O complexo soja (grãos, farelo e óleo) teve participação de 52,5% nas exportações do agronegócio brasileiro em abril. O desempenho do setor ocorreu tanto em volume embarcado quanto em faturamento, de acordo com a balança comercial do agronegócio, divulgada nesta quarta-feira (10) pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).</p>
<p style="color: #172938;"><a href="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2017/05/soja-003.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4094" src="http://www.agroceleiro.com/wp-content/uploads/2017/05/soja-003.jpg" alt="soja 003" width="300" height="168" /></a></p>
<p style="color: #172938;">As exportações do complexo soja cresceram 12,6% em relação a abril de 2016, com US$ 4,55 bilhões. A maior parcela foi obtida pelas vendas de soja em grãos, que alcançaram quantidade recorde para o mês, de 10,43 milhões de toneladas (+3,4%), o que resultou em US$ 3,95 bilhões (+11,8%). Além disso, o preço médio do produto subiu 8,1% no período, passando de US$ 350 para US$ 378 por tonelada.</p>
<p style="color: #172938;">O farelo de soja foi o segundo principal produto negociado pelo setor, saindo de US$ 470,11 milhões (+4%) para 1,33 milhão de toneladas embarcadas (-7,2%) e preço médio no período de US$ 354 por tonelada (+12,0%). Já as vendas externas de óleo de soja totalizaram US$ 134,10 milhões (+124,5%), com alta no preço médio do produto (+8,2%) e na quantidade comercializada (+107,6%), com 181,34 mil toneladas.</p>
<p style="color: #172938;">agricultura.gov.br</p>
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