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	<title>AgroCeleiro &#187; exportação de farelo de soja</title>
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	<description>O Site da Agricultura da Região Celeiro</description>
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		<title>Brasil negocia com China habilitação de unidades para exportação de farelo de soja</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Nov 2018 23:29:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Processo de habilitação é um primeiro passo para o Brasil poder exportar, no futuro, farelo de soja para a China, que atualmente concentra suas importações no grão brasileiro Uma missão do governo do Brasil e de integrantes do setor privado esteve na China na última semana para negociar a habilitação de unidades brasileiras produtoras de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="texto" class="texto col-xs-12" style="font-weight: 300;">
<div class="col-xs-12" style="font-weight: 400;">
<div class="row">
<p class="excerpt col-xs-12 col-sm-6 col-md-8" style="font-style: italic; text-align: justify;"><strong>Processo de habilitação é um primeiro passo para o Brasil poder exportar, no futuro, farelo de soja para a China, que atualmente concentra suas importações no grão brasileiro</strong></p>
</div>
</div>
<p style="color: #333333 !important; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Uma missão do governo do Brasil e de integrantes do setor privado esteve na China na última semana para negociar a habilitação de unidades brasileiras produtoras de farelo de soja, visando a exportação do derivado da oleaginosa ao gigante asiático, disse o presidente da associação Abiove na segunda-feira (12). O processo de habilitação é um primeiro passo para o Brasil poder exportar, no futuro, farelo de soja para a China, que atualmente concentra suas importações no grão brasileiro.</span></p>
<p style="color: #333333 !important; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para os chineses, argumenta a Abiove, que representa as principais empresas do setor, seria importante contar com uma oferta adicional do país sul-americano, especialmente neste momento em que Pequim está em guerra comercial com os Estados Unidos. Atualmente, cerca de 80% da soja exportada pelo Brasil vai para a China, que por questões de políticas internas e de segurança alimentar quer processar o grão internamente.</span></p>
<p style="color: #333333 !important; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Com eventuais embarques de farelo de soja, o Brasil conseguiria diversificar suas exportações à China, ao mesmo tempo em que garantiria bom mercado para o derivado, cuja oferta tende a crescer com o aumento do esmagamento da oleaginosa para a produção de biodiesel, cuja mistura no diesel vai aumentar no próximo ano. “Querer exportar farelo para a China é uma coisa totalmente nova&#8230; É um processo de ir acostumando o governo chinês com a ideia de que nós temos interesse em vender farelo para eles. A China não compra farelo, ela esmaga toda a soja e produz o farelo localmente”, disse à Reuters André Nassar, presidente da Abiove, que integrou a missão à China na última semana.</span></p>
<p style="color: #333333 !important; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo ele, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, voltou a tocar no assunto com representantes do governo da China. “O nosso processo é devagar, tem que dizer para os chineses que temos interesse&#8230; O Blairo falou isso novamente&#8230; o Brasil vender farelo é importante neste momento em que a China está em contencioso com os EUA, tem todo um racional que tem que ser construído”, acrescentou Nassar.</span></p>
<p style="color: #333333 !important; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ele disse ainda que o Brasil está tentando aprofundar as relações comerciais com a China, mostrando que a compra de farelo do Brasil seria uma contrapartida importante para uma indústria que abastece o mercado chinês com grão. Nassar não quis estipular um prazo para o Brasil eventualmente conseguir exportar farelo aos chineses. “Não teve grandes conclusões do meu assunto”. Segundo ele, a habilitação das unidades produtoras pela China teria que ser obtida antes de o Brasil começar a negociar uma cota para exportar farelo em melhores condições tarifárias. “Não adianta muito discutir cota enquanto não tiver sinalização positiva do governo chinês sobre a autorização das plantas”.</span></p>
<p style="color: #333333 !important; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Contudo, mesmo uma tarifa de 5% para a importação de farelo de soja imposta pela China não seria impeditivo para o Brasil exportar aos chineses, segundo Nassar, até porque a taxa sobre importação de óleo de soja é de 9 por cento e ainda assim as empresas brasileiras conseguem vender o produto. No ano passado, a China importou 335 mil toneladas de óleo de soja do Brasil, segundo dados do governo. “Não é uma questão de potencial, é mais diversificar, adicionaria valor nas exportações, isso geraria mais investimento em esmagamento, e temos o biodiesel que está crescendo a demanda, falta a ponta do farelo para estimular mais”, completou Nassar.</span></p>
<p style="color: #333333 !important; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ele disse que o Brasil não quer inundar o mercado chinês de farelo, mas complementar a demanda chinesa em momentos como o atual, no qual a China está em disputa comercial com os Estados Unidos e reduziu compras do grão norte-americano. A compra de mais farelo poderia eventualmente reduzir a pressão de preços sobre a soja em grão no Brasil, uma vez que os chineses poderiam fazer uma parte dos negócios em farelo.</span></p>
</div>
<div class="fonte col-xs-12">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Reuters</span></p>
</div>
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